terça-feira, 4 de junho de 2013

A Dor de Adriane Galisteu

Adriane, atrás da grade, no velório de Ayrton Senna

Muitas pessoas sonhavam em pelo menos obter um autógrafo do gênio Ayrton Senna. Muitas quiseram conhece-lo melhor, passar dias e dias a seu lado.

Adriane Galisteu, a namorada de Ayrton, teve esse privilégio.

No livro “Caminho das Borboletas”, a bela Adriane conta em linguagem simples e às vezes poética, como foi seu relacionamento com o “homem” Ayrton, o Beco (Apelido que a família, os amigos e Adriane costumavam chama-lo).

O namoro dos dois estava ficando cada vez mais sólido, e o tímido Ayrton conseguia ao lado da sempre sorridente Adriane, se desligar dos problemas e responsabilidades a que era submetido na Fórmula 1.

Um trecho do livro que expressa o amor do ídolo a namorada um dia antes de sua cruel morte: “Tenho muito a lhe dizer, a lhe propor, a lhe oferece. Devo estar aí às 20h 30, por aí. Quero passar a noite em claro. Vamos conversar até o amanhecer. Quero convence-la de que sou, disparado, o melhor homem de sua vida”.

Depois dessas frases, fica ainda mais fácil entender o sofrimento de Adriane Galisteu, que com apenas 21 anos perdeu o namorado romântico, o homem maravilhoso que pensava num futuro a seu lado.

“Não me sinto bem em lugar algum. Disfarço, tento reagir, mas tudo foi por água a baixo. Não quero tirar de ninguém da família, dos amigos, dos fãs, o direito à dor. Mas o que perdi era o que eu tinha de mais importante na minha vida. Não é pouco.” – palavras de Adriane, em seu livro.

Adriane e Ayrton

Print da matéria


FONTE PESQUISADA

Ayrton Senna, mais do que um campeão, um homem exemplar. Revista Coleção Meu Ídolo, São Paulo, Nº 8, Ano 1, Editora Escala.


Nenhum comentário:

Postar um comentário