Adriane, atrás da grade, no velório de Ayrton Senna
Muitas pessoas sonhavam em pelo menos obter um autógrafo do gênio
Ayrton Senna. Muitas quiseram conhece-lo melhor, passar dias e dias a seu lado.
Adriane Galisteu, a namorada de Ayrton, teve esse privilégio.
No livro “Caminho das Borboletas”, a bela Adriane conta em
linguagem simples e às vezes poética, como foi seu relacionamento com o “homem”
Ayrton, o Beco (Apelido que a família, os amigos e Adriane costumavam
chama-lo).
O namoro dos dois estava ficando cada vez mais sólido, e o tímido
Ayrton conseguia ao lado da sempre sorridente Adriane, se desligar dos
problemas e responsabilidades a que era submetido na Fórmula 1.
Um trecho do livro que expressa o amor do ídolo a namorada um dia
antes de sua cruel morte: “Tenho muito a lhe dizer, a lhe propor, a lhe
oferece. Devo estar aí às 20h 30, por aí. Quero passar a noite em claro. Vamos
conversar até o amanhecer. Quero convence-la de que sou, disparado, o melhor
homem de sua vida”.
Depois dessas frases, fica ainda mais fácil entender o sofrimento
de Adriane Galisteu, que com apenas 21 anos perdeu o namorado romântico, o
homem maravilhoso que pensava num futuro a seu lado.
“Não me sinto bem em lugar algum. Disfarço, tento reagir, mas tudo
foi por água a baixo. Não quero tirar de ninguém da família, dos amigos, dos
fãs, o direito à dor. Mas o que perdi era o que eu tinha de mais importante na
minha vida. Não é pouco.” – palavras de Adriane, em seu livro.
Adriane e Ayrton
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FONTE PESQUISADA
Ayrton Senna, mais do que um campeão, um
homem exemplar. Revista Coleção Meu Ídolo, São Paulo, Nº 8, Ano 1, Editora
Escala.



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