sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Marcas Freada Carro de Ayrton Senna - Tamburello - Ímola - 1994 - Fotos



Veja - veja.abril.com.br
3 de maio de 1995

A imagem mostra a curva Tamburello depois do acidente de Senna. As marcas de derrapagem são evidentes.
Imagem retirada da revista Autosprint de 1995

Os dados da telemetria foram conclusivos em dois outros pontos, relevantes para entender o comportamento do piloto nos instantes que precederam a batida: Senna aliviou o pé do acelerador, reduzindo sua pressão em cerca de 40%, quando nada havia à sua frente que pudesse justificar essa atitude. A seguir, pisou violentamente no freio, provocando urna desaceleração brutal, calculada pela própria Williams em cerca de 4 g - cada "g", ou gravidade, eqüivale uma vez ao peso do corpo. A freada reduziu a velocidade de 310 para 216 quilômetros por hora em 1 segundo e 3 décimos. Frear numa curva na qual os pilotos costumavam passar em sexta marcha pisando ao máximo no acelerador significava que esse era o único, e desesperado, recurso de um profissional hábil como Senna para tentar escapar de uma situação de emergência. A constatação é reforçada pelas imagens de vídeo. Na câmara colocada dentro do carro, a mão de Senna tenta uma correção de trajetória para a esquerda, mas as rodas permanecem retas, perfeitamente alinhadas. Em outras palavras, o volante já não agia sobre o carro, e o breque era última escapatória. "Quando se tem um defeito mecânico, normalmente a única reação é pular no pedal do freio", diz Nelson Piquet.





FONTE PESQUISADA

VEJA - Remendo fatal. Disponível em: <http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/050203/senna.html>. Acesso em: 06 de novembro 2015.









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