quinta-feira, 6 de junho de 2013

CAMINHO DAS BORBOLETAS - O fim com o ex-namorado César e o encontro de um novo amor


Tive quatro namorados em meus 21 anos. Sinto muito decepcionar aqueles que imaginam a vida de modelo como uma fatigante liquidação de cama e mesa. Se há conselho que já posso dar a alguém, em minha pouca idade, é o de não se deixar levar pelas aparências. Por exemplo: beleza e glamour podem servir de fachada a uma inconsolável  solidão.

Quando conheci o Ayrton, estava vivendo os últimos momentos de uma relação em crise. Não é você quem determina quando a paixão se vai - a coisa simplesmente acontece. Tive poucos amores, mas de cada um deles guardo um sentimento bom, de calor e respeito - e isso vale especialmente para o César, com quem dividi por um ano inteiro casa e o dia-a-dia até que as tais incompatibilidades de gênio se manifestaram. Foi bom enquanto durou. E foi ótimo que a vida tenha me dado o alento de trocar os espinhos de uma separação pelo buquê de um novo amor amor que, aconteça o que vier a acontecer na minha vida, estará gravado como aqueles corações trespassados por setas que você vê nos troncos das árvores dos parques  municipais.

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