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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

Ayrton Senna no Aeródromo de Hethel (Foto)

 

Esta fotografia foi tirada no aeródromo de Hethel e mostra Ayrton curtindo seu passatempo favorito de aeromodelismo

This photograph was taken on the airfield at Hethel and shows Ayrton enjoying his favourite hobby of flying model aircraft


quinta-feira, 29 de agosto de 2019

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

A Origem da Paixão de Ayrton Senna Por Aeromodelismo


Aeromodelismo - Passatempo famoso de Senna. Foi cultivado na Inglaterra, enquanto ele corria na Fórmula Ford e na Fórmula 3 (começo dos anos 80, entre 1981 e 1983), ao lado do amigo Maurício Gugelmin. O hobby continuou nos tempos de Fórmula 1, na Europa e no Brasil - incluindo brincadeiras com um primo, sobrinhos e amigos.


Ayrton e Maurício no quintal de casa em Esher na Inglaterra em 1985 ajustando um aeromodelo para em seguida brincarem com o aparelho.



Batalhas aéreas a 150 km/h por Fábio Machado da Silva, primo de Ayrton

Ayrton com seu primo Fábio brincam de aeromodelismo na fazenda do campeão, "Dois Lagos", em Tatuí, interior de São Paulo. Foto: Gianni Giansantti, 1994.

Um dia Ayrton veio da Europa com um modelo de isopor, com motor e controle remoto. Foi no começo dos anos 80, talvez na época da Fórmula 3. A gente não sabia usar mas foi tentando, quebramos vários. Eu praticava mais, porque ele passava muito tempo na Europa. Mas ele tinha uma enorme habilidade para assimilar os controles, então voava melhor que eu. Meu controle tinha acelerador do lado esquerdo e o dele, do lado direito, e mesmo assim ele conseguia usar os dois normalmente. As pessoas sabiam que ele gostava de pilotar, então mandavam aviões de presente - um para ele e outro para mim, com controles invertidos [Senna era canhoto e Fábio é destro]. A equipe de motores da Honda, que trabalhou com o Ayrton na Lotus e na McLaren, também se envolvia. Arrumavam, não sei de onde, um combustível especial para melhorar o desempenho dos aviõezinhos. E todo ano faziam um evento em Tóquio, que rendia um aeromodelo. Após o Grande Prêmio de Suzuka, a gente ficava mais uma semana no Japão. Domingo corria, segunda brincava de aeromodelo e, da terça em diante, negócios. Nunca os negócios invadiam a agenda de segunda, nem a brincadeira se estendia para terça. Um funcionário da Honda montava um avião e entregava para o Ayrton experimentar. Ficavam 20 ou 30 pessoas da equipe, voando também ou só assistindo. Era uma festa. No fim da tarde, eles embrulhavam o avião e mandavam para o Brasil. O hidroavião da foto é um deles, o Ayrton ganhou um dia depois do bi mundial. Esse ritual com o pessoal da Honda continuou mesmo após saírem da Fórmula 1. A gente vivia cheio de peças, tinha mais do que numa loja. Reunimos tudo numa casa na fazenda. Era terminar o jantar e ir para lá, aprontar os aviões durante a noite para brincar no dia seguinte. Esses aeromodelos voam a 150 km/h, têm comando muito sensível e, conforme passa por cima de você, o que era direita vira esquerda. Manter sob controle é uma adrenalina. Mas voar já não era suficiente para ele, então ia criando desafios novos. Deixava o avião se perder nas nuvens, soltava e esperava para ver onde estava caindo, para então recuperar o controle. Gostava de voar com vento forte, de perseguir os passarinhos... Numa das brincadeiras, eu decolava e ele vinha atrás, tentando me derrubar. Num espaço aéreo de centenas de metros, com dois aviões tão rápidos e ágeis, ele tentava acertar o ponto onde eu estaria no próximo instante. Uma vez ele conseguiu. Meu avião caiu como se fosse uma pedra, foi reto para o chão. O dele ficou avariado e foi caindo também, mas o Ayrton não lamentou. Foi o dia mais feliz, ele pulava de alegria, não parava de rir. Com a morte do Senna, os aviões da casa na fazenda ficaram parados. Apenas a moça da limpeza mexe. Dez anos depois, meu filho pediu para ensiná-lo. Voltei a voar, mas com outros modelos. Aqueles, que eu usava com o Senna, nunca mais. 


 Ayrton com o controle na mão e Fábio de braços cruzados do lado direito no Japão brincando de aeromodelismo em 1990.  "Após o Grande Prêmio de Suzuka, a gente ficava mais uma semana no Japão. Domingo corria, segunda brincava de aeromodelo e, da terça em diante, negócios.", recorda Fábio. 


Senna e o primo Fábio tratando de negócios no Japão após as brincadeiras com os aviãozinhos em 1991



"A gente vivia cheio de peças, tinha mais do que numa loja. Reunimos tudo numa casa na fazenda. Era terminar o jantar e ir para lá, aprontar os aviões durante a noite para brincar no dia seguinte." - Fábio Machado 






REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 


UOL - Ayrton Senna, de A a Z. Disponível em: <https://esporte.uol.com.br/f1/album/2014/05/01/ayrton-senna-de-a-a-z.htm>. Acesso em: 11 de janeiro 2017.

MOURA, Marcelo. Ayrton em cena. Quatro Rodas, São Paulo, edição 607, ano 50, p. 210 – 217. Agosto de 2010.













quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Christen Eagle, um Dos Aeromodelos Favoritos de Ayrton Senna


O Christen Eagle é um avião biplano esportivo utilizado para treinamento e apresentações de acrobacia aérea. O modelo foi produzido no Estados Unidos desde o final dos anos 1970.





Ayrton Senna, piloto brasileiro tricampeão mundial de Fórmula 1, tinha como seu principal hobby o aeromodelismo. Em algumas fotos registradas, ele aparece ao lado de um Christen Eagle, um de seus favoritos.










domingo, 28 de setembro de 2014

O Rei do Aeromodelo e da Pole Position

04/11/2010 às 1:43
Veja - veja.abril.com.br

Numa ensolarada manhã de sábado, dezembro de 1984, o magro e um tanto circunspecto piloto de Fórmula 1, que acabara de anunciar que defenderia a mítica equipe da Lotus em 1985, Ayrton Senna franzia a testa ao saber que havia um jornalista dentro do estacionamento do kartódromo de Interlagos. De imediato avisou: “Pode tirar uma foto mas, desculpe, não vou falar nada.”

Senna com sua "pipa" 


Eram as primeiras férias de Senna na Fórmula 1 e ele acabara de comprar suas mais novas máquinas, três aeromodelos com controle remoto, um deles um helicóptero. Por algumas horas, ele não tirava os olhos dos brinquedos enquanto fazia manobras radicais, subindo e descendo o mais rápido que podia. Ficou um tanto inibido com a minha presença, absolutamente casual -  morava a 400 metros da entrada principal do kartódromo e passava por ali a caminho da casa da minha irmã e, ao perceber a forte movimentação, decidi entrar. Cansou, se irritou com a minha permanência ali e resolveu ir embora.

Senna era apaixonado por aeromodelismo


Além de ter a sorte de flagrar o futuro tricampeão num momento especial, um dos privilégios que tive foi ver ao vivo algumas dezenas de classificações para a pole position – matéria em que Senna era mestre, num tempo em que se usavam os pneus mais rápidos, o motor mais forte, o melhor acerto aerodinâmico para ganhar velocidade. O resultado quase sempre era um uníssono som de surpresa e admiração seguido por palmas de pelo menos quatro centenas de jornalistas na sala de imprensa de um autódromo pelo mundo.

As corridas de Senna eram espetaculares, mas as classificações eram ainda mais. A impressão é que ninguém respirava enquanto Ayrton acelerava e pulverizava retas e engolia as curvas, por mais travadas que fossem, em busca da sua flying lap – volta voadora. Largou na primeira posição 65 vezes em 161 GPs disputados (só atrás de Michael Schumachaer, que tem 68 poles mas em 265 corridas (sem contar as duas últimas de 2010).

A capacidade que tinha em fazer com que carros ruins andassem rápido era a sua maior qualidade. Conseguia baixar o tempo guiando qualquer coisa. Assim se destacou rapidamente na Toleman, passando em seguida para a Lotus e depois McLaren. Mas não era simplesmente um dom, ele trabalhava muito. Em quase dois acompanhando corridas e testes de equipe pela Europa, quase sempre Ayrton era o primeiro a chegar no circuito e o último a sair, fosse para testar pneu, resistência do carro ou alguma certo de suspensão, sempre uma jornada monótona, animada para ele somente no  fim do dia na reunião com os engenheiros.

Um profissional obcecado e o piloto mais rápido que vi ao volante de um Fórmula 1.

(Por Silvio Nascimento)



FONTE PESQUISADA

NASCIMENTO, Silvio. O rei do aeromodelo e da pole position. Disponível em: <http://veja.abril.com.br/blog/veja-acompanha/gp-brasil-de-formula-1/o-rei-da-pole-position/>. Acesso em: 01 de setembro 2014.

















quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Aeromodelismo Batalhas Aéreas a 150 km/h

Revista Quatro Rodas
Agosto de 2010






Foto: Gianni Giansanti 1994



FONTE PESQUISADA

MOURA, Marcelo. Ayrton em cena. Quatro Rodas, São Paulo, edição 607, ano 50, p. 210 – 217. Agosto de 2010.


Aeromodelista Campeão

Segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Fotos do nosso eterno Campeão Ayrton Senna com seu Hobby preferido, depois de pilotar carros é claro....

Casa na Fazenda de Ayrton Senna "Dois Lagos" em Tatuí / São Paulo, onde Ayrton guardava seus "Brinquedos"
Foto Reprodução Revista Quatro Rodas Edição 607 Agosto/2010


Casa na Fazenda de Ayrton Senna "Dois Lagos" em Tatuí / São Paulo, onde Ayrton guardava seus "Brinquedos"
Foto Reprodução Revista Quatro Rodas Edição 607 Agosto/2010


Ayrton Senna praticando aeromodelismo com seu primo Fábio da Silva
Foto: Gianni Giansanti 1994

Fotos divulgadas na revista quatro rodas edição 607 do mês de agosto de 2010 em uma reportagem sobre o Ayrton Senna.
Mais um exemplo para nosso esporte...


LEIA A REPORTAGEM NA QUATRO RODAS CITADA NO POST





FONTE PESQUISADA

Aeromodelista Campeão. Disponível em: <http://muriaero.blogspot.com.br/2010/09/aeromodelista-campeao.html>. Acesso em: 22 de janeiro 2014.