sábado, 15 de fevereiro de 2025
Mônaco 1990 - Ayrton Senna - (Foto)
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
quarta-feira, 15 de setembro de 2021
Chegada do Grande Prêmio de Mônaco de F1, 06/03/1984, com Alain Prost e Ayrton Senna. O GP foi parado no meio de uma tempestade. (Foto)
Chegada do Grande Prêmio de Mônaco de F1, 06/03/1984, com Alain Prost e Ayrton Senna. O GP foi parado no meio de uma tempestade.
Autor/Copyright: Bernard Bakalian
Arrival of the Monaco F1 grand prix, 03/06/1984, with Alain Prost and Ayrton Senna. The GP was stopped halfway through the rain.
Author/Copyright: Bernard Bakalian
quarta-feira, 2 de junho de 2021
Mônaco, 1992: com carro inferior, Senna superou Mansell
Em um show de competência, Senna venceu pela quinta vez a tradicional prova e igualou a marca de Graham Hill
31 mai 2021 20h30
Terra - terra.com.br
Ayrton Senna, já tricampeão, chegou a Mônaco buscando uma recuperação. O rival do ano anterior, Nigel Mansell, varria o campeonato: em cinco etapas, cinco vitórias. A Williams FW14B era uma evolução considerável e mais confiável da FW14. Contava com recursos como suspensão ativa e controle de tração, além dos motores Renault V10, que garantiam potência e confiabilidade.
Para a McLaren a história era outra: já era notório que em 1991, ela não tinha o melhor equipamento ao final da temporada. Em 1992, veio cheia de novidades: trouxe o câmbio semiautomático, algo que só Ferrari e Williams tinham até então, mas que dava muitos problemas. O motor Honda V12 devia em relação ao Renault. A marca japonesa trouxe um novo conceito, com os V12 a um ângulo de 75° contra os 60° anteriores, para obter mais potência. Mas aconteceu o contrário: a unidade era mais pesada, mais fraca e "beberrona" do que sua antecessora.
Até aquele momento, a melhor posição da McLaren tinha sido dois terceiros lugares, nos GPs da África do Sul e de San Marino, com o próprio Senna. Na qualificação, Mansell fez a pole sobrando, com 0s873 para seu companheiro de equipe, Ricardo Patrese, e 1s113 para Ayrton Senna. Na largada, Senna pulou bem e assumiu a segunda posição. Mansell abriu e Ayrton segurou Patrese até a volta 34, quando já estava a 18s207 de Mansell. A partir daí começou a abrir para o italiano e a segunda posição parecia segura.
Mansell abriu a volta 71 com 28s406 de vantagem para Senna, mas quando estava no túnel sentiu um desequilíbrio no carro: aparentemente um pneu estava furado e teve que levar o carro até os boxes. Com isso, Senna assumiu a ponta, passando 5s159 atrás na volta 72. Duas voltas depois, Mansell já estava colado em Senna. As últimas voltas foram com Mansell tentando passar de todas as formas e o brasileiro segurando, para vencer pela quinta vez em Mônaco.
FONTE PESQUISADA
MEIRA, Felipe. Mônaco, 1992: com carro inferior, Senna superou Mansell. Disponível em: <https://www.terra.com.br/parceiros/parabolica/monaco-1992-com-carro-inferior-senna-superou-mansell,9a04d32153f9ee935739241765a52fb25nsxzjgj.html>. Acesso em: 02 de junho 2021.
sábado, 23 de janeiro de 2021
Mônaco 1990 (Foto)
quinta-feira, 21 de janeiro de 2021
Mônaco 1988 - Autógrafos (Fotos)
O piloto brasileiro de Fórmula 1 Ayrton Senna dá autógrafos aos torcedores durante os treinos finais do Grande Prêmio de Mônaco em 14 de maio de 1988. (Foto por AFP)
Brazilian Formula One driver Ayrton Senna signs autographs for supporters during the Monaco Grand Prix final practise run on May 14, 1988. (Photo credit should read AFP)
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Mônaco 1988 (Foto)
Ayrton Senna, do Brasil, parece desapontado em 15 de maio de 1988, depois que colidiu com as barreiras de segurança e foi colocado fora da corrida a apenas 11 voltas do Grande Prêmio de Mônaco, vencido por seu companheiro de equipe na McLaren, o francês Alain Prost. (Foto por AFP)
Ayrton Senna of Brazil looks disappointed on May 15, 1988 after he crashed into the safety barriers and was put out of the race with only 11 laps remaining of the Monaco Grand Prix won by his French McLaren team mate Alain Prost. (Photo credit should read AFP)
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segunda-feira, 14 de setembro de 2020
Ayrton, sexagenário: um ídolo para sempre
EM 21 DE MARÇO DE 2020 POR GAZETA
Blog do Castilho de Andrade
Gazeta Esportiva - blogs.gazetaesportiva.com
Quando eu ouvi, pela primeira vez o monólogo ‘Ride’, da intérprete Lana Del Rey, há alguns anos, achei um verso que resumia a vida de Ayrton Senna: ‘Live fast. Die young. Be wild. Have fun’ (‘Viva rápido. Morra jovem. Seja selvagem. Divirta-se’). Ayrton acelerou como ninguém, morreu jovem aos 34 anos, era selvagem na busca pela vitória e divertiu-se como pôde em sua curta existência. Hoje, 21 de março, início de outono no hemisfério sul, se vivo fosse, completaria 60 anos. E não tenho dúvida de que estaria envolvido, de alguma forma, no combate ao coronavírus.
Senna assumia posições. E foi assim que brigou para chegar onde chegou, não dando espaço aos adversários desde a Fórmula 3 na Inglaterra e, depois, em sua explosiva carreira na Fórmula 1 que o alavancou como um ídolo incontestável no Brasil, na Europa, no Japão, superando inclusive o rei Pelé.
Nessa foto, estou com Ayrton em Mônaco, em 1989. Um ano antes, ele tinha desperdiçado uma vitória fácil. Tinha 50 segundos de vantagem sobre Alain Prost e acabou batendo, na saída do túnel, sem que ninguém o ameaçasse. Prost herdou a vitória. Senna levantou o título no final do ano, com uma vitória de antecedência. E nunca mais seria derrotado em Mônaco, vencendo as corridas de 89, 90, 91, 92 e 93, todas pela McLaren (em 87, ele já tinha conquistado sua primeira vitória no Principado, defendendo a Lotus).
Pois bem. Na foto, Ayrton aponta para o local do erro que cometeu em Mônaco no ano anterior.
A explicação, depois de longa reflexão, é que ele não se sentia bem quando não estava ameaçado. “Perdi a concentração, não sei onde eu estava, porque ninguém me ameaçava. Eu poderia tirar o pé. Mas não fiz isso. Para vencer eu preciso estar sempre sendo desafiado”. Estas foram, mais ou menos, suas palavras há quase 31 anos.
Depois da corrida de 89, já no box da equipe, comentei com Ayrton que, embora com uma vantagem enorme sobre Prost, outra vez, de mais de 50 segundos, ele não tinha perdido a concentração. Ele riu e respondeu: “Acho que a falha no sistema de marchas– sem a primeira e segunda marchas – me deixaram tão preocupado que estava totalmente focado na corrida. Não podia deixar que percebessem os meus problemas.”
O tricampeonato ainda estava longe assim como sua morte ao vivo em 1994. Sai de Mônaco com a certeza absoluta de que a Fórmula 1 teria de se conformar com muitas vitórias de Ayrton pela frente.
FONTE PESQUISADA
ANDRADE, Castilho. Ayrton, sexagenário: um ídolo para sempre. Disponível em:<https://blogs.gazetaesportiva.com/velocidade/2020/03/21/ayrton-sexagenario-um-idolo-para-sempre/>. Acesso em: 15 de julho 2022.






































































