Esquerda para direita; Alain Prost, Ayrton Senna e Damon Hill comemoram no pódio.
Grande Prêmio da Austrália, Adelaide, 7 de novembro de 1993.
Data: domingo, 07 de novembro de 1993
Fotógrafo: Sutton Images
L to R; Alain Prost, Ayrton Senna and Damon HIll celebrate on the podium.
Australian Grand Prix, Adelaide, 7 November 1993.
Date taken: Sunday, November 07, 1993
Photographer: Sutton Images
O começo da corrida. Ayrton Senna (BRA) McLaren MP4/8 (à direita) lidera sua sexagésima quinta pole position e segue para sua quadragésima primeira vitória, à frente do antigo rival Alain Prost (FRA) Williams FW15C (esquerda) que terminou em segundo.
Grande Prêmio da Austrália, Adelaide, 7 de novembro de 1993.
Fotógrafo: Sutton Images
The start of the race. Ayrton Senna (BRA) McLaren MP4/8 (right) leads from his sixty-fifth pole position and heads towards his forty-first victory, ahead of old rival Alain Prost (FRA) Williams FW15C (left) who finished second.
Australian Grand Prix, Adelaide, 7 November 1993.
Photographer: Sutton Images
Ayrton Senna (BRA) 4º Lugar.
Grande Prêmio da Bélgica, Spa, 29 de agosto de 1993
Companheiro do tricampeão na temporada 1994, ex-piloto britânico falou que para Senna "havia espaço para apenas um piloto no circuito"
05/07/2019 às 14:48 - por Amanda Bebiano, com informações do Motor Sport
Campeão mundial de 1996 e companheiro de Ayrton Senna na Williams em 1994, Damon Hill falou sobre o brasileiro em entrevista à F1 Racing. O britânico também revelou como se sentiu ao liderar a equipe de seu país após a morte do tricampeão no GP de San Marino de Fórmula 1, em Imola. “Não vou mentir, houve momentos em que fiquei chocado com algumas das coisas que ele fez. Eu não concordava com a atitude dele de que havia espaço para apenas um piloto no circuito”, disse o britânico sobre Senna, cujas vitórias você relembra em galeria especial no fim desta matéria. "Mas você tem que admirar o comprometimento de Ayrton. Ele era uma pessoa muito corajosa e eu me sinto privilegiado por tê-lo conhecido, mesmo que por um breve período”, ponderou Hill, que também foi companheiro de Alain Prost na equipe de Grove, em 1993. O britânico esteve ao lado de Senna por menos tempo. Entretanto, Hill enaltece o período: “Tive muito pouco tempo como companheiro de Ayrton, mas foi precioso e muito revelador, aprendi assistindo. E antes, como muitos outros, assisti Ayrton quando eu ainda era um aspirante a piloto, como um fã”. O brasileiro conquistou três títulos na F1 e venceu 41 provas (veja galeria exclusiva abaixo que detalha todos os triunfos de Senna). O campeão de 1996 destacou o peso de liderar a equipe após a morte de Ayrton. Hill estava somente em sua segunda temporada completa na F1. “Não foi uma experiência que alguém gostaria de passar. Tivemos que lidar com as mortes de dois pilotos [Senna e Roland Ratzenberger] e você se pergunta: ‘Por que fazer algo que pode tirar sua vida e causar muita dor às pessoas?’.” "Não foi algo que eu imaginei fazer no começo da temporada. Eu não estava preparado para lidar com a pressão, especialmente porque eu tinha muito apoio do Brasil e sentia uma enorme pressão”, revelou.
Schumacher Naquele ano, Hill acabou perdendo o campeonato por apenas um ponto para o alemão Michael Schumacher, que conquistou seu primeiro título a bordo da Benetton, comandada pelo italiano Flavio Briatore. O britânico falou sobre as habilidades do rival e o comparou a Senna: “Michael tinha um enorme talento natural. Pelo que vi, não acho que ele era muito bom em acertar o carro, mas tinha a capacidade de pilotar qualquer coisa, como Ayrton”.
Após uma performance
esmagadora, Senna pode levar um troféu em forma de Sonic para casa após o GP da
Europa de 1993
Imagem: Reprodução
Rodrigo Lara
Do Gamehall
jogos.uol.com.br
12.04.2017 15h43
Em 11 de abril de 1993 - ou
seja, há 24 anos -, o brasileiro Ayrton Senna teve uma de suas performances
mais memoráveis. E, mais do que isso: na memória dos brasileiros, aquela
corrida também ficou marcada com um lado bastante gamer: o troféu dado ao vencedor
tinha as formas de Sonic.
Isso ocorreu porque, em 1993, a Sega estava
expandindo suas ações de marketing e resolveu participar da Fórmula 1. Afinal,
nada mais justo que o garoto propaganda da empresa, o velocíssimo Sonic, fosse
associado à categoria mais rápida do automobilismo, não é mesmo?
Durante a primeira corrida da
temporada, na África do Sul, Sonic já aparecia ao lado dos pilotos da Williams
Imagem: Reprodução
A empresa então decidiu
patrocinar a Williams no período, estampando Sonic no carro, o imbatível FW15,
e também nos capacetes da dupla de pilotos, o inglês Damon Hill e o tricampeão
francês Alain Prost. Diversas ações de marketing criavam situações curiosas,
como os pilotos sendo fotografados do lado de uma pessoa vestida de Sonic - e
os próprios atletas faziam um "cosplay" nessas fotos, afinal o
macacão da equipe era azul e bastava somente colocar uma sapatilha vermelha e
luvas brancas para ficar igual ao mascote.
Chegamos então à terceira
temporada do Mundial de 1993, o GP da Europa, disputado em Donington Park, na
Inglaterra. Com um clima típico do início de primavera inglesa, o final de
semana de corrida alternou momentos de pista seca e chuva, o que serviu de
palco para Ayrton Senna esmagar a concorrência com uma de suas melhores
performances da carreira (como veremos adiante).
Imagine só ser um piloto de
Fórmula 1 e ainda receber conselhos do veloz Sonic. Não poderia dar errado,
tanto que a Williams esmagou a concorrência na temporada de 1993
Imagem: Reprodução
Esse GP também foi especial
para a Sega: a empresa patrocinou a corrida, espalhando material visual por
todo o autódromo. O nome oficial do GP foi "XXXVIII Sega European Grand
Prix".
A Sega foi a principal
patrocinadora do GP da Europa de 1993 e isso ficou claro devido a vários
materiais visuais espalhados pelo circuito de Donington Park
Imagem: Reprodução
Mesmo tendo vencido o
campeonato de construtores e o de pilotos, com Alain Prost, a parceria entre
Sega e Williams não foi renovada para 1994, um ano trágico para a equipe
inglesa e para os torcedores brasileiros, afinal, Senna, recém-transferido para
a equipe, acabou falecendo em um acidente na terceira etapa do campeonato, em San Marino.
Como foi a
corrida?
Apesar do resultado, com
Senna vencendo com uma margem de diferença de mais de um minuto para o segundo
colocado, Damon Hill - poderia ter sido Rubens Barrichello, que precisou
abandonar por falta de combustível quando restavam poucas voltas para o fim -, o
final de semana não parecia nada para o astro brasileiro.
O ano em si já era
complicado: a Williams, tida como um carro "de outro mundo" pelo
brasileiro, dominava ainda mais as ações na temporada. Por mais que a McLaren
do piloto não fosse um carro necessariamente ruim, a disputa geralmente ocorria
para saber quem chegaria em
terceiro. Ainda assim, largando em quarto no autódromo de
Donington Park, Senna resolveu partir para cima.
Veja como Ayrton Senna deu a
melhor primeira volta da história da F1
O que se viu dali em diante
foi aquela que é considerada a melhor primeira volta da Fórmula 1. Apesar de
cair para quinto na largada, o piloto recuperou a posição ao ultrapassar
Michael Schumacher, depois ultrapassou Karl Wendlinger, Damon Hill e, por fim,
Alain Prost, fechando a primeira volta em primeiro. A corrida
prosseguiu com as Williams no encalço de Senna e, após mudanças sucessivas de
clima, ele só abriu vantagem quando decidiu ficar com pneus de pista seca mesmo
após mais uma pancada de chuva cair no circuito inglês.
Senna ainda venceria mais
três corridas naquele ano, em Mônaco, no Japão e na Austrália. Mas a corrida em
Donington foi a última grande exibição daquele que é considerado, por muitos, o
maior piloto de todos os tempos.
FONTE PESQUISADA
LARA, Rodrigo. Troféu do Sonic: o dia em que Ayrton Senna
fez a melhor 1ª volta da F1. em: <https://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2017/04/12/trofeu-do-sonic-o-dia-em-que-ayrton-senna-fez-a-melhor-1-volta-da-f1.htm>.
Acesso em: 13 de abril 2017.
Ayrton Senna e Damon Hill na
apresentação da equipe Rothmans Williams para a temporada de 1994. Este seria o
carro em que morreria o piloto brasileiro no mesmo ano em Imola no Grande
Prêmio de San Marino a 1 de Maio.
FONTE PESQUISADA
CATARINO, Nuno. 1994-Damon-Hill-Williams-Ayrton-Senna_2717910.
Disponível em: <http://www.maismotores.net/2014/03/os-mais-belos-carros-de-f1-de-todos-os-tempos/1994-damon-hill-williams-ayrton-senna_2717910/>.
Acesso em: 15 de março 2017.
Em trecho de sua
autobiografia intitulada "Watching The Wheels" (Observando as Rodas,
na tradução literal), lançada no último dia 8 de setembro, o ex-campeão do
mundo de Fórmula 1 Damon Hill revelou que deixou a categoria "para não
morrer".
No livro, o ex-piloto inglês
afirma que a morte de Ayrton Senna em 1994 o fez relembrar o trágico
falecimento de seu pai, Graham Hill, também ex-corredor e campeão de F1, morto
em um acidente aéreo em 1975.
Hill foi o último companheiro de equipe de Senna, na equipe Williams
"Com toda aquela
experiência de choque, estas coisas voltaram. A dor e pesar que eu vivi quando
o meu pai morreu”, contou Hill.
Piloto pela Brabham,
Williams, Arrow e Jordan, o britânico admite que a morte de seu pai lhe deixou
serias feridas e um medo que só foi crescendo depois da morte de Senna no
Grande Prêmio de Ímola em 1994.
"Queria parar. Sentia o
que tinha acontecido ao meu pai e sabia que um acidente estava à minha espera
em alguma curva. Pensava de fato que ia morrer e por isso me aposentei",
disse o ex-piloto ao falar sobre o Grande Prêmio de Suzuka, em 1999, ano de
aposentadoria de Damon Hill.
Damon Hill em sua última
temporada na F1 (Foto: Reprodução/Internet)
Em suas sete temporadas
completas na categoria mais importante do automobilismo mundial, Hill,
atualmente com 55 anos, ganhou um campeonato (1996), dois vices (1994 e 1995) e
um terceiro lugar (1993).
Um dos primeiros pilotos a
sofrer com a "Era Schumacher", Hill cita em sua biografia que o
alemão poderia estar trapaceando na temporada em que Ayrton Senna
morreu. "O pensamento na mente de Ayrton era de que Michael poderia estar
trapaceando", disparou.
A biografia de Damon Hill foi
lançada no último dia 8 de setembro no Reino Unido e ainda não tem previsão de
chegar ao Brasil.
FONTE PESQUISADA
REDETV! - Damon Hill revela que deixou a
Fórmula 1 "para não morrer". Disponível em: <http://www.redetv.uol.com.br/esportes/automobilismo/damon-hill-revela-que-deixou-a-formula-1-para-nao-morrer>.
Acesso em: 16 de setembro 2016.
(Foto: Reprodução/The
Guardian)"Watching the Wheels" (Observando as Rodas, na tradução
literal) é o nome da autobiografia de Damon Hill (Foto: Reprodução/The
Guardian)
Último companheiro de equipe
de Ayrton Senna na Fórmula 1, Damon Hill lançará sua autobiografia dia 8 de
setembro. De acordo com o jornal inglês "The Guardian", o ex-piloto
diz no livro que Michael Schumacher "poderia estar trapaceando" na
temporada em que Senna morreu.
O "The Guardian"
relata que Hill acredita que nada quebrou no carro, mas que Ayrton bateu na
curva Tamburello através de uma combinação de fatores circunstanciais. As
ondulações na superfície da pista, a baixa pressão nos pneus após várias voltas
atrás do safety car e a determinação feroz de Senna para ficar à frente de
Michael Schumacher seriam alguns deles. "O pensamento na mente de Ayrton
era de que Michael poderia estar trapaceando".
A Benetton de Schumacher
venceu as três primeiras corridas de 1994, todas com o piloto brasileiro na
pole-position. A suspeita era que o carro do alemão corria fora do regulamento
que, naquela temporada, banira, entre outras coisas, o controle de tração
eletrônico, tornando os carros muito mais difíceis de pilotar. Senna, da
Williams, se queixava disso pois conseguia andar muito rápido em uma volta, mas
tinha extrema dificuldade de manter o carro na pista durante todo um Grande
Prêmio.
Damon
Hill e Ayrton Senna eram companheiros de equipe (Foto: Divulgação/Williams)
Outra suspeita era a de que o
sistema de reabastecimento do carro de Michael também era fraudado e, por falta
de um filtro de segurança exigido pelo regulamento, funcionava mais rapidamente
que os demais.
Naquele 1º de maio de 1994,
Senna corria no limite e liderada a prova em Ímola até perder o controle do
carro na curva Tamburello e bater no concreto a 208 km/h. A autópsia
revelou que o impacto causou ferimentos
múltiplos na base do crânio do brasileiro, resultando em insuficiência
respiratória.
Vencedor do mundial de
Fórmula 1 de 1996, Damon Hill entrou para a história da F-1 ao se tornar o
primeiro filho de um campeão a repetir a conquista do pai. Graham Hill, pai de
Damon, foi bicampeão mundial da modalidade em 1962 e 1968.
De acordo com o site
"Motorsport.com", o circuito de Ímola pode voltar à Fórmula 1 em
2017. Palco de 27 corridas de Fórmula 1 entre 1980 e 2006, a pista retornaria
como GP da Itália, em uma alternativa a Monza, cujo contrato se encerra no fim
de 2016.
Maior campeão da Fórmula 1
com sete títulos, Schumacher vive hoje, aos 47 anos, na sua mansão em Gland, na
Suíça, após sofrer lesões neurológicas em um acidente enquanto esquiava na
estação de Méribel, em Saboia, nos Alpes Franceses, em dezembro de 2013. Ele é
atendido por uma equipe formada por vários médicos especialistas em lesões
graves, além de enfermeiros e fisioterapeutas.
De acordo com a imprensa
europeia, a conta do tratamento médico de "Schumi" já passou dos US$
14 milhões (mais de R$ 45 milhões). Já a fortuna do ex-piloto é estimada em US$
800 milhões (cerca de R$ 2,5 bilhões).
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Essa é a notícia mais lida no site da RedeTV!
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FONTE PESQUISADA
REDETV - Damon Hill diz em autobiografia
que Schumacher "poderia estar trapaceando" na temporada em que Senna
morreu. Disponível em: <http://www.redetv.uol.com.br/esportes/automobilismo/damon-hill-diz-em-autobiografia-que-schumacher-poderia-estar-trapaceando-na>.
Acesso em: 03 de setembro 2016.
Bastante emocionada, Adriane
Galisteu conversa com os pilotos e ex-companheiros de equipe de Ayrton Senna,
Alain Prost e Damon Hil, no enterro do piloto brasileiro
O britânico, Damon Hill, foi
o último companheiro de equipe de Ayrton Senna. A parceria dos dois na Williams durou
bem pouco.