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quinta-feira, 1 de junho de 2023

MEU AMOR AYRTON SENNA


"Meu amor, Senna", versão em húngaro do livro "Caminho das Borboletas".

Nesse ensaio romântico que Ayrton Senna e Adriane Galisteu fizeram na fazenda do piloto e sua família, em fevereiro de 1994, em algumas fotos Adriane está sem a parte de cima do vestido, com seu corpo coberto pelo corpo de Ayrton. Por sua vez o piloto de Fórmula 1 está com as mãos no bolso e seus braços abertos justamente para seu corpo cobrir o de Adriane.

O Brasil não estava preparado!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Minuto da Resenha: Caminho das Borboletas de Adriane Galisteu

Por Kaila Garcia (18 anos)
Posted on 24/08/2016
kailagarcia.com

Fico muito encantada quando me deparo com uma história de vida que tem muito a nós ensinar, histórias que infelizmente o tempo vai levando e vai caindo no esquecimento, porém que precisamos mante-las sempre vivas e presentes para outras pessoas verem esses exemplos de vida. Confesso, que não fazia ideia de quem era Ayrton Senna, afinal eu não era nascida e quando nasci ele já havia falecido fazia quatro anos. O Gu me apresentou seu filme e depois de assistir fiquei muito curiosa para pesquisar mais sobre sua história, que é linda. Foi quando achei um livro da Adriane Galisteu, que foi sua namorada por um ano e meio.



Sinopse

Caminho das Borboletas é um livro lançado em novembro de 1994, escrito pelo jornalista Nirlando Beirão baseado em depoimentos de Adriane Galisteu sobre seu relacionamento com Ayrton Senna entre 1993 e 1994. A obra é o resultado de trinta horas de depoimentos gravados na cidade de Sintra, Portugal. Além dos depoimentos propriamente ditos, o livro braseia-se em cartas, bilhetes, papéis rascunhados e agendas de Adriane Galisteu. 



O que achei do livro? 

Acho que quando admiramos alguém ler um livro como esse é nosso maior sonho. Ter detalhes da vida do nosso artista e o olhar com os olhos de que ele é gente como a gente, o livro é baseado em tudo que eles passaram em um ano e meio, felicidades e tristezas, brigas e muito amor. Acho que é uma história de amor de duas pessoas que foi muito bem vivida e que todos queriam que tivessem tido a oportunidade de viver ainda mais. A maior lição que tirei dessa história é que pessoas iluminadas tem erros, falhas, cometem coisas que se arrependem depois, porém elas buscam todos os dias por uma melhora no seu eu interior. E no fim, deixam a coisa mais rara que elas possuem: quem elas foram e suas histórias.

Acho que hoje em dia os jovens não buscam mais ler e assistir coisas assim, são raros o que ainda mantém essa vontade. E infelizmente nomes que nunca deveriam ser esquecidos, somem aos poucos. Por mim, essas histórias passariam a ser bem mais conhecidas e vistas por todos, quero muito que meus filhos possam ver exemplos como esse.  Quem quiser ler o livro ou ver seu próprio filme, tenho certeza que não vai se arrepender. Ele deixa muita lição, motivação e inspiração!

Isso ainda me fez ver a Adriane com outros olhos, ela é uma mulher que passou por muita coisa e merece tudo que tem. Hoje ela tem um canal no Youtube que amo acompanhar, se chama Galisteu sem filtro. Vale a pena conferir também! =)



Quero ler o livro e agora?

O livro foi vendido por pouco tempo, Adriane disse que precisava de dinheiro para pagar as contas e que quando conseguiu logo mandou parar as vendas. Porém, ainda podemos encontra-lo facilmente na internet para baixar!  

Espero que vocês gostem, um super beijo e até o próximo post!


ALGUNS COMENTÁRIOS:

FRANCIENNE SIMAS
24/08/2016 at 9:35 am
Genteeee, que máximo. Não sabia da existência desse livro mas já estou super afim de ler.
Também na sabia que a Adriane tinha um canal no youtube, vou procurar para assistir, deve ser ótimo!

KAILA
24/08/2016 at 11:36 am

É bem engraçado, Fran! Adoro ver os vídeos dela. Ah, e você vai amar o livro! ♥

ANNA ZANATTA
24/08/2016 at 9:53 am
Lembro exatamente do dia que ele morreu… da tristeza… e de como Adriane foi deixada de lado pela imprensa, mostrando mais a Xuxa como “viúva” do Ayrton do que ela.

Ela merece tudo o que conquistou até hoje mesmo. É uma pessoa admirável.

Beijo lindona !

KAILA
24/08/2016 at 11:38 am
Oi Anna, vi muito sobre essa rejeição da família dele sobre ela e acho muito triste, principalmente porque o motivo é ela ser pobre naquela época. Porém, fico feliz por eles terem passado por cima disso e ter vivido muitos momentos bons! ♥

LUANA SOUZA
24/08/2016 at 10:18 am
Que legal esse livro, fiquei curiosa para ler, vou tentar baixar <3 beijos

KAILA
24/08/2016 at 11:38 am
Você vai amar explorar essa história, Lu! ♥

DUDS
24/08/2016 at 10:24 am
Não sabia sequer que a Adriane tinha sido namorada do Senna! Eu tinha apenas um ano quando ele faleceu então também não acompanhei muito sua história, apesar de ter muita curiosidade. O livro parece muito bom, adoro esse tipo de narrativa baseada em depoimentos 
😊

KAILA
24/08/2016 at 11:39 am
Não conhecia também, Du! Fui conhecer esse ano e não fazia ideia que ela tinha namorado com ele também, fiquei apaixonada pela história e pesquisei demais. Sem dúvidas, vale a pena explorar! ♥

VÁH
24/08/2016 at 10:27 am
Eu adoro a Adriane Galisteu e nem sei dizer porque haha e também gosto muito do Ayrton, ele lembra minha infância…
Não sabia que tinha um livro sobre eles!!

KAILA
24/08/2016 at 11:40 am
Passei a gostar bastante dela também! ♥
Você vai amar conhecer o livro, Váh! ♥


FONTE PESQUISADA

GARCIA, Kaila. Minuto da Resenha: Caminho das Borboletas de Adriane Galisteu. Disponível em: <http://www.kailagarcia.com/2016/08/24/minuto-da-resenha-caminho-das-borboletas-de-adriane-galisteu/>. Acesso em: 14 de junho 2017.














terça-feira, 27 de maio de 2014

Mein Leben Mit Ayrton - Adriane Galisteu


Adriane war die Freundin von Beco (Ayrton) bis zu seiner letzten Stunde. Sie hat in ihrem Buch "Mein Leben mit Ayrton"  viele Details über die Beziehung mit Senna beschrieben. Jeder Senna Fan sollte dieses Buch lesen.
Hier einige Auszüge,
Es war Samstag, der 30. April 1994. Ich war in der Quinta von Luiza und Braga in Sintra kurz nach dem Mittagessen angekommen. Ich machte mir nicht einmal die Mühe die Koffer auszubacken, denn mein Ziel war die Algarve. In derselben Nacht würde ich das Flugzeug nach Faro nehmen, und würde zu unserem Haus auf dem Besitz der Quinta do Lago fahren. Ich hatte riesig viel Gebäck. Der Plan war folgendermaßen: ich sollte ihn die ganzen 5 Monate der europäischen Saison begleiten. Vom GP von Marino, jenem 1. Mai, bis zum GP von Portugal am 25. September. Frühling und Sommer, zumal das Haus in der Algarve hergerichtet worden war, eine Schönheit. Der blaue Himmel des Mittelmeers als Kontrast zu den weiß gekalkten Wänden. Wenn die Zeit zur Arbeit gekommen war, dann genügte es, Kommandant Mahonney, diesen ganz reizenden Engländer, zu rufen, das Flugzeug aus dem Hangar zu holen, und wir würden uns an den Ort des nächsten Rennens begeben. Ich träumte von der Stunde, in der ich ihn am Sonntagabend in unserem Haus in die Arme nehmen würde - nach dem Rennen von Imola. Fünf Monate sonnenbeschienener Honeymoon. In unserer Beziehung waren Berührungen, Blicke, Eindrücke, ja sogar das Schweigen viel wertvoller als Worte. Aber das war es, was und erwartete, fünf Monate glühender Liebe. Das war es. Ich konnte es kaum erwarten. Und jetzt überraschte er mich mit dieser tiefen Niedergeschlagenheit, am Vorabend, gerade als ich ihn Sintra ankam: 

"Wie gut es tut, deine Stimme zu hören", versuchte er sich zu trösten.
"Aber erzähl mir, wie geht es da?"
"Alles Scheiße!"
Erst jetzt erfuhr ich von dem Unfall von Rubinho Barichello (er hatte den Gefährten ins Krankenhaus begleitet. Er stand noch unter Schock, obwohl er wußte, daß der brasilianische Rennfahrer außer Gefahr war.)
"Scheiße! Scheiße!" wiederholte er und schluchzte.
"Der Unfall von Rubinho?"
"Nein, nein, ein Österreicher. Ein ganz junger. Sein zweites Rennen. Er hatte einen Unfall und starb... Ich habe es gesehen: er ist vor mir gestorben... (weinen unterbrach die Erzählungen...) Und das Schlimmste ist, das sie sagen, das er im Krankenhaus gestorben ist. Er starb hier... Ich habe es gesehen..."
Plötzlich, mitten in der unbeherrschten Aufrichtigkeit, die größte Überraschung:
"Weißt du was? Ich werde nicht fahren."
Ich brauche eine Zeitlang, um zu versehen:
"Was? Findet kein Rennen statt?"
"Kennst du sie
 nicht?"
Ich wußte schon verhältnismäßig genug, um zu verstehen, was er mir auf diese etwas verschlüsselte Art sagen wollte. Als er auflegte, lief ich zum Fenster. Es war eine Viertelstunde voller Schluchzen, Klagen, Zweifel und Zorn eines Mannes gewesen, der sich in seiner Karriere von nichts anderem leiten ließ als von positiven Gedanken. In Wirklichkeit war er völlig down. Ich sagte zu meiner Gastgeberin Luiza:
"Er ist ängstlich und ganz nervös. Er wird nicht fahren"
Wir waren alle voller Angst und Nervosität. Seit 12 Jahren hatte es in der Formel 1 keinen tödlichen Unfall mehr auf der Piste gegeben. In den Fernsehnachrichten ließen die Interviews das Unerwartete, die Spannung und eine mögliche Absage des Rennens erkennen. In meinem Kopf jedoch spukte der letzte Satz Ayrtons, jenes: "Kennst du sie nicht?" Die Show muß weitergehen.

Die beruhigende Anwesenheit Luizas ließ mich im Schlafzimmer, in unserem, in dem Anbau der "Casa do Ayrton" einschlafen - müde wie ich nach dem Flug Sao Paulo - Lissabon war. Mich beruhigte auch ganz entschieden, zu wissen, daß in San Marino jemand bei Ayrton war, der ihm seit zehn Jahren auf seine leichte, heitere Art (wie jemand, der sich immer nur amüsiert) die geistige und affektive Kraft eines Vaters schenkte, wie es ihn auf der Welt nicht mehr gibt. Braga war dort bei ihm, wie er immer bei ihm war. Wenn Verzweiflung und Desillusion in der Seele dieses Mannes, der ein Champion mit Haut und Haaren war und den Namen Ayrton Senna trug, überhand zu nehmen drohten, dann würde dieser Vater ihn immer bei der Hand nehmen und zu gesundem Menschenverstand und zur Realität zurückführen. Zweiter Vater, Ratgeber - die Freundschaft Bragas ging so weit, das z.B. in der Garage der Quinta von Sao Pedro de Sintra für die sporadischen Besuche Ayrtons ein Honda NSX, metallic, genauso einer wie er ihn in Sao Paulo hatte, stand ( er steht jetzt, nachdem alles passiert ist, immer noch da, still, trauernd, staubbedeckt. Dr. Braga hat die Angestellten angewiesen, daß das Auto nicht berührt werden dürfe).
Erleichtert nahm ich das Flugzeug um 20.30 Uhr in die Algarve. Juraci, die Haushälterin, holte mich ab. Herzlich wie immer. Sie wollte mich gleich mit ihrer typisch portugiesischen Dankbarkeit überschütten, als deren Folge der Zeiger einer Waage immer allzu leicht nach oben ausschlägt. Wir sprachen ausgiebig miteinander, machten Pläne für den Empfang am nächsten Tag. Erst dann zog ich mich zurück. Ich spürte seine Abwesenheit nach diesen Monaten des Getrenntseins physisch so sehr, daß ich die Schränke in unserem Zimmer öffnete, seine Schubladen, und die Wäsche streichelte, um seinen männlichen Geruch zu spüren. Ich spürte seine Anwesenheit auch an dem Tisch mit dem Fax, den aufgeräumten Papieren, an der in einer Ecke liegenden Zeitschrift - ja, jene Nova Gente, auf deren Titelbild wir waren, dieselbe Reportage wie in Caras. Ich hielt das für eine absichtliche Huldigung von ihm. Als ich gerade aus dem Bad gehen wollte, klingelte das Telephon wieder. Ich ging noch im Badezimmer dran und räkelte mich auf dem tiefen, weißen Teppich, der so weich wie ein Katzenfell war:
"Beco, geht es dir besser?"
Er weinte nicht mehr, aber seine Stimme war ganz dünn:
"Schau, mein Herz ist in meinem Fuß".
Braga, Leo und Galvao (Bueno, von TV - Globo) sind hier, Gott sei dank. Wir waren beim Essen, wir haben uns unterhalten. Mir geht es besser."

Übersetzung: Er würde fahren, und würde fahren, um zu gewinnen.
"Ich bin bereit, in den Wagen zu steigen und total aufzudrehen",
sagte er. 
 

Sein großzügiges Herz bereitete heimlich eine Überraschung vor. An Stelle der brasilianischen Fahne, die er an seinen Siegestagen schwenkte, hatte er bereits einen Freund beauftragt, daß er eine österreichische Fahne besorge. Das wäre seine Ehrerweisung an den verunglückten Ratzenberger gewesen. Ein Anfänger in der Formel 1. Für Ayrton jedoch gab es keine Hierarchien, weder im Leben
noch im Tod. Er vertraute mir seine Geste an. Ich schwöre, daß ich es jetzt war, die das Schluchzen in der Kehle hatte.

[Das erklärt auch die Österreichische Flagge, die später im Williams von Ayrton Senna gefunden wurde...]

Ich versuchte, das nicht zu zeigen, und sagte deshalb fast ärgerlich:
"Nun, wenn einer von der Familie stirbt, dann bleibt alles stehen? Die Menschen tragen Trauer..."

Später erfuhr ich durch Freunde und durch die Presse, daß das Rennen von Imola an einem seidenen Faden hing. Ayrton gab öffentlich Erklärungen ab, in denen die Unsicherheit des Rundkurses aufgezeigt wurde und die die Unfälle bedauerten. Aber er wäre die letzte Person auf der Welt gewesen, die einen Boykott hätte anfiihren können. Er hatte die beiden ersten Rennen verloren, war mit seinem Punkteresultat im Rückstand. Eine derartige Haltung wäre als ein Vorwand verstanden worden, Zeit zu gewinnen, um nicht in den Wettbewerb zu gehen. Und wenn es etwas auf der Welt gab, was Ayrton nicht war, dann war das schwach und feige. Am Vorabend der Tragödie wiederholte er mir gegenüber nur seine symptomatische Zwangslage:
"So ist das eben, diese Leute sind eben so",
um gleich darauf das Thema zu wechseln. Die Haushälterin unterbrach, um ihn mit dem Speiseplan aufzuheitern, den sie für seine
Ankunft  vorbereitete. In der Einfachheit, die typisch für ihn war: Gegrilltes Hähnchen und Gemüse aus dem Dampfkochtopf. Ich nahm den Hörer wieder. Wir sprachen von uns. Von der Sehnsucht und von Liebe. Wir tauschten leidenschaftliche Schwüre.
"Ich muß dir ein paar Klapse geben", sagte er.
"Klapse? Warum?"
"Ich habe dir viel zu sagen. Dir vorzuschlagen. Dir anzubieten", fuhr er fort.
"Ich komme um 20.30 Uhr dort an. Ich will die Nacht über kein Auge zu tun. Wir werden miteinander sprechen bis es Tag wird. Ich will dich davon überzeugen, daß ich zuallererst der beste Mann in deinem Leben bin."
Ich lachte über diesen unerwarteten Kommentar.
"Du kennst die anderen nicht...", scherzte ich.
"Ich werde dir beweisen, daß ich der beste bin."
Mein Gott, er ist der beste Mann in meinem Leben.
Der einzige. Könnte es sein, daß ich ihm das noch nicht klargemacht hatte. Er war ein Gabe, ein Geschenk - ein Paradies. Während unserer nächtlichen und fast albernen Unterhaltung zweier
Verliebter, dachte ich nicht im Traum daran, daß es Raum für Intrige oder Gift geben könnte. Von unserer Seite aus gab es keinen. Leidenschaft war unsere einzige Nahrung.
"Ich habe Neuigkeiten für dich",
verkündete ich, als ich mich verabschiedete. Ich wollte ihm das selbst erzählen. Einfach so, eine Dummheit, die aber für mich Schweiß und Fortschritt bedeutete. Ich würde ihn zu einem Lauf herausfordern, sobald er sich von den Anstrengungen von Imola erholt hätte.



FERRARI...

... und wie sich Beco sein Karriere Ende vorgestellt hatte...

"Ich habe ein Auge auf dich, garotinha. Ich habe Sehnsucht nach dir."
Das wiederholte er noch voller Zärtlichkeit. Der Abschied, dazu die Liebesseufzer an dem langen Nachmittag, den wir an dem Tag seines Abflugs nach Japan hatten, caliente, aus der mexikanischen Telenovela, unser Kuß noch dort im Auto, alles das drehte sich in meiner Erinnerung wie eine rätselhafte Botschaft, die ich nur dechiffrieren mußte - eine Denkaufgabe, deren Einzelteile, nebeneinandergelegt, mir meine zukünftige Beziehung zu ihm aufzeigten. Das war sein Stil, sein Verhältnis zum Leben und zu den Menschen darzustellen. Von Natur aus diskret, sagte er nur das Nötigste. Jedoch handelte er in einem grundsätzlichen Sinne fest in allem, was seinem Interesse diente.
Einmal, aus dem gemeinsamen schläfrigen Sonnenbad von Angra heraus, nach einem langen Nachmittag voll reinster Freude verriet er sich mir überraschend:
"Eines Tages heirate ich dich (und ich sah mich sofort, Gott weiß warum, mit Schleier und Blumenkranz in jener Kapelle von Jipoia ganz in der Nähe, der gleichen, die er in unserer ersten Liebesnacht gemeint hatte). Und eines Tages werde ich im Ferrari Rennen fahren."
Ich fühlte mich echt geehrt, in so illustrer Gesellschaft zu sein. Er hatte gerade dieser Tage den Vertrag mit Williams unterschrieben. Er plante, zwei Saisons im Stall seines geliebten Frank zu bleiben, die Jahre 1994 und 1995. Es war das beste Auto in den Händen des besten Rennfahrers. Ich erinnere mich noch, als sei es heute, daß ich das in einem unverdächtigen englischen Blatt gelesen habe, der Sunday Times. Das war es, was alle Welt sagte: Senna - Williams -ein unbesiegbares Paar. Es ist nur mein Eindruck, aber ich glaube, daß er mit Williams den Erfolg seines Idols Juan Manuel Fangio wiederholen wollte  - der Argentinier gewann fünfmal die Weltmeisterschaft, in jenen Pioniertagen des Automobilsports, wo das fahrerische Talent mehr zählte, als die Motorleistung. Ihn wiederholen, aber niemals übertreffen. Ayrton sagte, daß Fangio unübertrefflich sei. Noch zwei Saisons im Williams, und der sture Ayrton hätte sich zufrieden gegeben, weil drei und zwei fünf ergibt. Daher kam diese Geschichte mit Ferrari unerwartet.
"Da höre ich meine Karriere auf",  garantierte er mir.
Noch zwei Jahre, so rechnete er, dann hätte der Stall mit den wilden Pferden ein wettbewerbsfähigeres Gefährt (wo immer er da auch gewesen sein mag, er muß mit dem ersten Sieg Ferraris in diesem Jahr 1994 beim GP von Deutschland mitgefiebert haben, noch dazu, weil er dann wußte, daß sein großer Freund Gerhard Berger der Sieger war). Aber der Ergebnisfanatiker wollte nicht das Maranello - Rot, um seine technische Leistung herauszustellen.
"Selbst wenn der Ferrari nur so langsam wie ein Käfer fährt, bei meinem letzten Start, bei meiner letzten Runde, bei der letzten Fahne möchte ich dadrin sein", träumte er.
"Der Ferrari ist das Mystische der Formel 1. Die Marke, die Geschichte, die Tradition, die Seele, die Leidenschaft."
Davon abgesehen, bewunderte er auch die italienischen Fans. Und vice - versa.
Das ist der Ayrton, den ich kenne: ein Mann, der fähig ist, auch noch aus seinem Ruhestand etwas Nettes zu machen. Er fing schon an, an die Zukunft zu denken - die Zukunft beinhaltete keine Safes in der Schweiz, vollgestopft mit Geld, sondern vielmehr das Vergnügen bescheidener, sinnvoller Einstellungen. Das sind Beispiele, die aus ihm eine außergewöhnliche Gestalt machten - und ganz
besonders die Menschen, die mit ihm verkehrten, müssen ihn für immer respektieren.


Link: http://members.aon.at/ayrton/adriane.htm
Acess Date: 05/27/2014

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Livro de Adriane Galisteu X Outros autores



Galisteu não foi a única a escrever um livro sobre o Senna. Foi a única a admitir que fez pelo dinheiro. Os outros usaram a desculpa que estavam homenageando ele. O jornalista Chistopher Hilton tem mais de 5 livros lançado sobre o Senna e provavelmente ira lançar outro pelos 20 anos de morte dele. Senna teve 10 anos de f-1 e morreu aos 34 anos. Ter 5 ou 10 livros sobre ele ,escrito por pessoas diferentes é uma coisa, agora pela mesma, é um pouco de mais, não é? E C.Hilton não é o único.
Não era fã do Senna ,mais fiquei curiosa pra saber como ele conheceu Galisteu. E adorei saber que ela iria lançar um livro falando deles, e gostei mais ainda ao saber que o livro ia custar só 9 reais. O livro daqueles que estavam só homenageando Senna, não custavam menos que 30 reais.

Alzira Menezes

I'm sick about politics that surrounds this girl. I'm sure Ayrton would be sick of it too. All I know, is that she was the last woman which made Ayrton extremely happy and because Ayrton is so important for me I'm thankful to Adrian for the happiness that she brought to Ayrton's life. And also I'm thankful for the book that she wrote. Because she showed wonderful human side of Ayrton to us, His fans. Back then, being just 14 years old, I was influenced by that book a lot, in a good way


(Se identificou apenas como Me)

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Livro Caminho das Borboletas - Adriane Galisteu Meus 405 Dias ao Lado de Ayrton Senna



título:  Caminho Das Borboletas - Adriane Galisteu
autor: Adriane Galisteu
gênero: Biografia | Literatura Nacional
Nº de páginas:220

» sinopse
Este livro é resultado de trinta horas de depoimentos, gravados em Sintra, Portugal. E de um mergulho num baú repleto de cartas, bilhetes, papéis rascunhados, agendas profusamente anotadas – sim, Adriane Galisteu ainda conserva aquela doce mania de transformar suas agendas em diários teen, engordados com recortes e fotografias e recheados de divagações.
“Como editor, tentei ser absolutamente fiel a sua narrativa. As mesmas palavras. O mesmo tom de voz – dolorido e emocionado, como vocês irão ver. Conservar o olhar diante do mundo que se abriu para aquela menina que saiu de uma tarde de trabalho num autódromo – a propósito, ela não gostava de automobilismo – para uma vida de princesa ao lado do príncipe das pistas.
Duas ou três coisas me emocionam particularmente neste livro. Primeiro, a candura juvenil de quem, nos melhores e nos piores momentos desta love story, sempre se perguntava, perplexa: por que eu? Creio que até hoje Adriane Galisteu não sabe responder a essa pergunta.
Há, depois, um detalhezinho que pode parecer superficial, mas que me deu a verdadeira dimensão do que ela viveu nesses últimos meses vertiginosos de sua vida. Repassando as fitas das entrevistas, percebi que muitas vezes Adriane Galisteu se refere a seu namorado no presente. Ayrton é, Ayrton faz, Ayrton quer. Inconscientemente, ela continua a se debater contra a realidade injusta, cruel e dramática da morte do amado.

Essa resistência se manifestou de outra forma, mais explícita. Adriane Galisteu foi deixando o final para o final – quero dizer, a morte, o desfecho inesperado, a tragédia, o funeral, a perda definitiva, a incerteza sobre o futuro. Quando, enfim, se decidiu a falar, pediu para gravar sozinha, sem a presença do entrevistador. Com certeza, por pudor – o pudor de ter um espectador para as suas lágrimas.

Conhecia Adriane Galisteu tanto quanto vocês a conhecem antes de ingressar nestas páginas. De fotos, das imagens de seu sentido luto no velório e no enterro do herói de todos nós. Agora, posso dizer que a conheço. Por isso, eu a respeito. Por isso, admiro seu caráter e sua força e respeito sua dor.”


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Baixe o livro:

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Ayrton Senna e Adriane Galisteu namoraram um ano e meio. Os dois moravam juntos quando o piloto sofreu o acidente que o matou, em 1994.