quinta-feira, 27 de abril de 2023

Alice Wegmann fará série sobre Ayrton Senna. Saiba o papel

Por Anna Luiza Santiago

27/04/2023 05h09  Atualizado há 4 horas

O Globo - oglobo.globo.com

Alice Wegmann – Foto: Reprodução/Instagram

Alice Wegmann vai fazer “Senna”, da Netflix. Ela será um dos pares de Gabriel Leone, o protagonista. Assim que terminar de gravar “Justiça” 2, a atriz dará início aos trabalhos. Na sequência, irá para a segunda temporada de “Rensga hits!”, do Globoplay.

Produzida pela Gullane, “Senna” tem participação ativa da família dele. Vicente Amorim é o showrunner e dirige junto com Julia Rezende.

Em seis episódios, a série começará mostrando o início da carreira automobilística do piloto, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na Fórmula Ford. Depois, virão os grandes marcos da trajetória dele, incluindo o tricampeonato da Fórmula 1, até chegar ao acidente fatal em Ímola, na Itália.


FONTE PESQUISADA

SANTIAGO, Anna Luiza. Alice Wegmann fará série sobre Ayrton Senna. Saiba o papel. Disponível em:<https://oglobo.globo.com/kogut/series/noticia/2023/04/alice-wegmann-fara-serie-sobre-ayrton-senna-saiba-o-papel.ghtml>. Acesso em: 27 de abril de 2023.

quarta-feira, 26 de abril de 2023

Lei torna Ayrton Senna patrono do esporte brasileiro

Vice-presidente Geraldo Alckmin sancionou lei que declara piloto como patrono. Senado aprovou proposta no fim de março.

Por Wesley Bischoff, g1 — São Paulo

26/04/2023 02h04  Atualizado há 8 horas

O piloto Ayrton Senna — Foto: Divulgação/Universal Pictures

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) sancionou uma lei que torna Ayrton Senna patrono do esporte brasileiro. A proposta foi aprovada pelo Senado no fim de março. A lei foi publicada nesta quarta-feira (26), no Diário Oficial da União.

Ídolo de gerações e nome histórico da Fórmula 1, Senna morreu em 1994 após um acidente durante o Grande Prêmio de San Marino, na Itália.

Nascido em São Paulo, em março de 1960, Senna começou a carreira no automobilismo na década de 1970, no kart. Em 1984, o piloto estreou na Fórmula 1, sendo campeão mundial em 1988, 1990 e 1991.

Mais de 200 mil pessoas participaram do velório do atleta, em São Paulo. À época, o governo brasileiro declarou três dias de luto oficial e concedeu ao piloto honras de chefe de Estado.

A proposta de tornar Senna patrono do esporte brasileiro foi protocolada em 2019 pelo deputado federal Filipe Barros (PL-PR). O projeto passou pela Câmara no mesmo ano, mas só foi aprovado pelo Senado em 29 de março deste ano.

FONTE PESQUISADA

BISCHOFF, Wesley. Lei torna Ayrton Senna patrono do esporte brasileiro. Disponível em:<https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/04/26/lei-transforma-ayrton-senna-patrono-do-esporte-brasileiro.ghtml>. Acesso em: 26 de abril de 2023.

terça-feira, 25 de abril de 2023

Ímola 1994 (Fotos)

 

Ayrton Senna aparece em dúvida e desconfiado antes do início do fatídico GP de Imola

A última volta de Ayrton Senna em Ímola

Acidente Rubens Barrichello durante treino em Imola em 1994

Carro de Ayrton Senna após acidente

Fotos: AFP e Georges de Coster

domingo, 23 de abril de 2023

Fotógrafo Conta História de Foto da "Descoberta" de Adriane Galisteu


HISTÓRIAS QUE A FOTOGRAFIA CONTA

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Eu trabalhava no O Globo e documentei muito do dia a dia do Ayrton Senna junto com meu amigo, repórter Milton Alves. Se o piloto chegasse de viagem, fosse a hora que fosse, lá estava eu com a imprensa no aeroporto. Se viajasse para uma corrida, idem.

Num desses embarques, esperávamos o Ayrton chegar, quando de repente ele aparece da parte interna do aeroporto. Eu que como sempre a tudo vigiava, ví uma moça loira de mãos dadas com o piloto ainda internamente; ao chegar na frente dos repórteres essa moça já tinha ido embora.

No dia seguinte, 08 de abril de 1993, pela manhã, segundo matéria do amigo Maurício Stycer, a Elite Models numa ação de Páscoa, levou “Coelhinhas”, modelos da agência para distribuir chocolate na Av. Paulista. Eu e a repórter Cristiane Barbieri estávamos lá.

E quem estava com as “Coelhinhas”, a distribuir ovinhos de Páscoa no semáforo? Adriane Galisteu, ali, revelada ao mundo como a namorada do grande piloto brasileiro.

Senna faleceu no dia 1o. de maio de 1994 e eu fui o único repórter fotográfico do mundo a acompanhar a cerimônia no cemitério Parque Morumby.




DATA DA POSTAGEM: 23 DE ABRIL DE 2023

sábado, 15 de abril de 2023

Kinda, a Cadelinha de Ayrton Senna, Invadiu Hospital Para Acompanhar Ayrton Senna Após Acidente de Jetski em 1991


Quando o Ayrton Senna sofreu acidente de jetsky, em Angra dos Reis, em 91, o meu primo, que era médico neurocirurgião e muito amigo dele, foi até lá pra fazer a sutura do machucado na nuca do Ayrton... e a Kinda foi quem o recebeu, quando o meu primo desceu do helicóptero do Ayrton no jardim da casa de praia... Fez uma festa pra ele e a cabeleireira do nosso Campeão... queria "conversar" com eles... Não deu um minuto de sossego... na hora que levaram o Ayrton pra fazer um raio x no pronto socorro, Kinda foi com eles no carro... e conseguiu pular a janela do carro e entrar no hospital e ficou esperando o Ayrton sair da sala de raio x , fazendo festa e abanando o rabo... Ayrton deu uma bronca nela, mas a mocinha sapeca nem se importou... meu primo contou essa história pra mim, rindo muito... disse que foi muito engraçada a situação toda... Ayrton morria de vergonha da sua cachorra invadindo o hospital... e a bronca nela era justamente por isso... 

Sandra Zambetta - Via Facebook em 16 de março de 2023

terça-feira, 11 de abril de 2023

Adriane Galisteu e Ayrton Senna: O início do romance, há 30 anos, e a reação dela após tragédia na Itália

Como foi o começo do namoro e a polêmica sobre o tratamento dado à modelo no sepultamento do piloto: "Eu estava tão catatônica que só me dei conta depois"

11/04/2023 15h58  Atualizado há 5 meses

Adriane Galisteu durante ação de Páscoa na Avenida Paulista, em 1993 — Foto: Daniel Augusto Jr/Agência O GLOBO

Adriane Galisteu tinha 19 anos quando conheceu o maior ídolo brasileiro do automobilismo, Ayrton Senna, numa festa realizada na boate Limelight, em São Paulo, para celebrar a vitória do piloto no GP de Interlagos, em março de 1993. O tricampeão de Fórmula 1 ficou tão encantado com a modelo que a convidou para um fim de semana na sua mansão em Angra dos Reis, no Litoral Sul Fluminense.

Perseguição dos fotógrafos

O novo casal, então, passou a ser perseguido por fotógrafos e cinegrafistas. Chegando o mais perto possível da propriedade do atleta, na enseada de Portogalo, eles capturaram imagens de Adriane e Ayrton a distância. Suas lentes "flagraram", por exemplo, um momento em que os "pombinhos" caíram da rede na qual estavam se balançando, na beira da praia (veja as imagens neste post). Na época, amigos de ambos comentavam que os dois pareciam apaixonados.

Um dia após voltar de Angra dos Reis, a modelo retomou sua vida normal e participou de uma ação promocional da agência Elite, do empresário americano John Casablancas, para distribuir chocolates de Páscoa entre motoristas no engarrafamento da Avenida Paulista. Hoje uma famosa apresentadora de TV, que vai completar 50 anos no dia 18 deste mês, a então jovem manequim não poderia mais passar despercebida pela imprensa naquela segunda-feira.

Senna e Galisteu após queda na rede e caminhando na casa do piloto, em 1993 — Foto: Jorge Peter/Agência O GLOBO

"Foram dias gostosos e muito descontraídos, mas somos só amigos!", disfarçou Adriane, simpática e sorridente, após ser abordada pela equipe de reportagem do GLOBO, no trânsito perto do Museu de Arte de São Paulo (Masp), há 30 anos. "Tinha mais conhecidos do Ayrton lá na casa e outras modelos que foram comigo. Não aconteceu nada entre a gente", enfatizou ela.

Melhor primeira volta da história

Três dias depois, Senna venceu o GP da Europa, no Reino Unido, de forma brilhante. Nitidamente inspirado, o brasileiro largou no quarto lugar e, logo, caiu para a quinta posição. Mas, debaixo de chuva, ele reagiu rapidamente e completou a primeira volta já na primeira colocação, deixando para trás rivais como Alain Prost e Michael Schumacher. Aquela foi considerada a "melhor primeira volta da história".

No retorno ao Brasil, o piloto foi visto de novo com Galisteu, em São Paulo. A partir de então, eles não se desgrudaram mais. A modelo acompanhava o namorado em provas internacionais, eventos sociais e até durante entrevistas. Autor do livro "Uma estrela chamada Senna", o jornalista Lemyr Martins disse, num documentário da BBC, que Galisteu foi o grande amor de Senna e "poderia ter sido mãe de seus filhos", não fosse o acidente que matou o atleta, em 1994, no GP de Ímola, na Itália.

Adriane Galisteu e Ayrton Senna no Aeroporto de Jacarepaguá, em dezembro de 1993 — Foto: Ari Lago/Agência O GLOBO

Tragédia

No dia da tragédia, 1º de maio de 1994, a modelo estava no Algarve, em Portugal, onde encontraria o namorado depois da prova na Itália. Numa entrevista ao GLOBO, em Lisboa, dois dias dias depois do acidente, ainda muito abalada, Adriane descreveu sua reação ao assistir à colisão ao vivo, pela TV. "Quando vi que ele não saiu do carro, fiquei apavorada", disse ela. "A primeira coisa que ele fazia era se soltar e se mandar do carro. Vi a cabeça dele meio caída para o lado e me deu um pânico tão grande que, na hora, percebi que ele tinha se machucado".

Chorando muito, Galisteu contou que os dois viviam um ótimo momento da relação, que ela estava muito apaixonada e não tinha a menor ideia do que iria fazer da vida. "Acho que estou vivendo um pesadelo e vou acordar. Há momentos em que estou forte, consciente de tudo, e outros em que estou totalmente fora de mim. E me vejo de repente completamente sozinha, porque perdi meu namorado", desabafou a modelo. "Eu queria voltar dois dias no tempo para fazer alguma coisa e impedir tudo", acrescentou ela. "Mas pra mim ele era intocável, sempre saía bem dos acidentes".

Velório de Ayrton Senna

Adriane pretendia retornar ao Brasil junto com o corpo de Senna e queria "estar com os pais dele, na fazenda". Porém, no velório, a namorada do piloto não ocupou o lugar de uma pessoa tão próxima dele ou da família. Segundo uma reportagem publicada pelo GLOBO no dia seguinte ao enterro, o carro de Adriane foi um dos últimos do longo comboio a entrar no cemitério do Morumbi, em São Paulo, enquanto o automóvel da apresentadora Xuxa, que namorara Senna de 1988 a 1989, foi o segundo.

Quando Adriane chegou no local do sepultamento, restavam apenas duas cadeiras vazias, ambas ao lado de Xuxa. Ela se sentou à direita da apresentadora. As duas ficaram dois "longos" minutos sem nem se olhar, até que alguém ofereceu a Xuxa um lugar ao lado de Leonardo Senna, irmão do piloto.

Adriane Galisteu chora no velório de Ayrton Senna, em 1994 — Foto: Fernando Maia/Agência O GLOBO

Depois, ainda segundo a reportagem, a apresentadora entrou no carro da família, acompanhada pela irmã de Ayrton, Viviane Senna, e foi embora com eles, enquanto Galisteu teve que caminhar até a saída do cemitério e embarcar em um ônibus reservado aos convidados. Para os jornalistas que cobriam o sepultamento, ficou a nítida impressão de que Adriane não recebera a consideração que o próprio tricampeão mundial vinha dispensando à namorada.

Adriana Galisteu afirma que não guardava rancor da família Senna

Dois meses depois, Galisteu estava em Portugal trabalhando no livro de memórias que seria publicado naquele ano, com o título de "Caminho das Borboletas". Numa nova entrevista concedida ao GLOBO, publicada em 30 de julho de 1994, ela contou que ainda não havia absorvido a perda do namorado. Tinha engordado e voltado a fumar ("fiquei descontrolada"). Quando perguntada sobre o seu lugar no velório, a modelo mostrou que não guardava nenhum rancor da família Senna.

"Eu estava tão catatônica que só me dei conta da situação uma semana depois, quando comecei a ler os jornais e a assistir a televisão. E não sabia se era um problema da imprensa ou um problema meu", disse ela. "Para mim, foi tudo muito normal. Seria de estranhar se a Xuxa não aparecesse. Só achei que a posição dela foi um pouco duvidosa. Foi complicado para mim, para ela e para as pessoas, porque ninguém entendeu direito aquela situação".

Na opinião de Adriane, a família aprovava o seu namoro com o piloto. "A única coisa é que, com a morte, todo mundo ficou descontrolado. Depois de um mês fui ao cemitério: queria deitar naquele lugar onde ele está, ficar horas, chorar sem parar, procurar uma saída", comentou ela, sempre evitando entrar em polêmicas com os parentes de Senna. "Com as perdas você aprende a ver as coisas com outros olhos. Ganhei uma bíblia, passei a ler e a deixá-la na minha cabeceira".

Ayrton Senna e Adriane Galistei em helicóptero — Foto: Acervo pessoal

FONTE PESQUISADA

O GLOBO - Adriane Galisteu e Ayrton Senna: O início do romance, há 30 anos, e a reação dela após tragédia na Itália. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/blogs/blog-do-acervo/post/2023/04/adriane-galisteu-e-ayrton-senna-o-inicio-do-romance-ha-30-anos-e-a-reacao-dela-apos-tragedia-na-italia.ghtml>. Acesso em: 25 de Janeiro de 2024.





https://oglobo.globo.com/blogs/blog-do-acervo/post/2023/04/adriane-galisteu-e-ayrton-senna-o-inicio-do-romance-ha-30-anos-e-a-reacao-dela-apos-tragedia-na-italia.ghtml

Acervo O Globo Relembra História de Amor de Ayrton Senna e Adriane Galisteu

Adriane Galisteu distribuindo chocolate na Avenida Paulista (📷: Daniel Augusto Jr.)

Adriane Galisteu tinha 19 anos quando conheceu Ayrton Senna numa festa realizada na boate Limelight, em São Paulo, para celebrar a vitória do piloto no GP do Brasil, em abril de 1993, há 30 anos. O tricampeão de Fórmula 1 ficou tão encantado que convidou a modelo para um fim de semana na sua mansão em Angra dos Reis, no litoral fluminense.

A modelo com Ayrton na casa de Angra dos Reis (📷: Jorge Peter)

A modelo com Ayrton na casa de Angra dos Reis (📷: Jorge Peter)


O novo casal foi incessantemente perseguido por fotógrafos que, aproximando-se da propriedade, capturaram imagens dos dois a distância. Eles "flagraram", por exemplo, um momento em que os "pombinhos" caíram da rede na qual estavam se balançando. Senna e Galisteu pareciam apaixonados.

Um dia após voltar de Angra, a modelo participou de uma ação promocional da agência Elite para distribuir chocolates de Páscoa para motoristas no engarrafamento da Avenida Paulista. Hoje uma famosa apresentadora de TV, que completa 50 anos este mês, a então jovem manequim não passou despercebida pela imprensa.

"Foram dias gostosos e muito descontraídos, mas somos só amigos!", disfarçou Adriane, simpática e sorridente, em entrevista ao GLOBO, no trânsito em frente ao Masp. "Tinha mais conhecidos do Ayrton na casa e outras modelos que foram comigo. Não aconteceu nada entre a gente".

Três dias depois, Senna venceu o GP da Europa, no Reino Unido, de forma brilhante. Nitidamente inspirado, o brasileiro largou no quarto lugar, mas, debaixo de chuva, completou a primeira volta na primeira colocação. Aquela foi considerada por especialistas a "melhor primeira volta da história".

De volta ao Brasil, o piloto foi visto de novo com Galisteu. A partir de então, eles não se desgrudaram. Autor do livro "Uma estrela chamada Senna", o jornalista Lemyr Martins disse, num documentário da BBC, que Galisteu foi o grande amor de Senna e "teria sido mãe de seus filhos", não fosse a tragédia que matou o atleta, em 1994.

No aeroporto de Jacarepaguá (📷: Ari Lago) 


Muito emocionada, no velório do tricampeão, em maio de 1994 (📷: Fernando Maia)

As imagens mostram Adriane Galisteu distribuindo chocolate na Avenida Paulista (📷: Daniel Augusto Jr.), a modelo com Ayrton na casa de Angra dos Reis (📷: Jorge Peter), no aeroporto de Jacarepaguá (📷: Ari Lago) e, muito emocionada, no velório do tricampeão, em maio de 1994 (📷: Fernando Maia).

Fotos e texto postados pelo Acervo O Globo em 10 de abril de 2023.

Fotos Ayrton Senna e Adriane Galisteu - Acervo o Globo

 

Adriane Galisteu distribuindo chocolate na Avenida Paulista (📷: Daniel Augusto Jr.)

A modelo com Ayrton na casa de Angra dos Reis (📷: Jorge Peter)

A modelo com Ayrton na casa de Angra dos Reis (📷: Jorge Peter)

No aeroporto de Jacarepaguá (📷: Ari Lago) 

Muito emocionada, no velório do tricampeão, em maio de 1994 (📷: Fernando Maia)

Fotos postadas pelo Acervo O Globo em 10 de abril de 2023.



sábado, 8 de abril de 2023

Os Planos de Ayrton Senna Após o Grande Prêmio de San Marino

Quase 29 anos atrás, ele perdeu a vida em um acidente no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália.

O plano interrompido era, logo após a corrida, voltar para a mansão em que morava no Algarve, em Portugal. 

“A última coisa que me falou foi 'quando começar a corrida, já vai tomar banho, porque vou sair daqui direto para o aeroporto'. Ele já estava de mala [em Ímola], de lá iria ao aeroporto e direto para o Algarve, em Portugal, onde eu estava", lembra a apresentadora.”, Adriane Galisteu.

[Depois da morte de Ayrton Senna, a mala do piloto foi encontrada pronta no quarto de hotel onde estava hospedado]

O que poucos sabem dessa história é que o bairro onde Ayrton Senna morava tem a cara de um condomínio fechado de alto luxo — afinal, não há casa ali à venda por menos de 3 milhões de euros.

A casa em que o brasileiro morou não ficava para trás: casa com seis quartos e sete banheiros em um terreno de 10.500 m² incluindo os jardins rebuscados e um campo de golfe privativo.

A ideia inicial de Ayrton Senna era ter "simplesmente" uma casa na Europa para usar durante as temporadas no continente. Mas o plano foi se moldando e ele acabou fazendo dali sua moradia, para onde se mudou com a namorada Adriane Galisteu, que deixou a mansão às pressas naquele 1º de maio.

Além do campo de golfe, Senna também tinha em casa uma quadra de tênis, campo de futebol e piscina aquecida com painéis solares. 

Fonte: uol.com.br, 07/04/2023.

Trecho a seguir extraído do livro "Ayrton Senna, o herói revelado":

Apesar da frieza de Ron, Ayrton ainda mantinha laços com a McLaren, a ponto de, na véspera, ter ligado para Jo Ramirez, pedindo que ele providenciasse um helicóptero para levá-lo, logo depois da corrida, do autódromo para o aeroporto de Bolonha, onde já pedira a Owen O'Mahony que ele estivesse a postos com o avião. Senna queria estar logo com Adriane em Portugal e justificou ao velho amigo Jo:

- Espero que você não repare eu estar te ligando e te pedindo esse favor, agora que saí da McLaren. É que esse pessoal da Williams não faz nada pelos pilotos. Somos apenas empregados.

Mais informações: 

Em 2004 a Família Senna organizou uma exposição sobre ele no Shopping Eldorado de São Paulo, que acredito ter sido a mais completa de todas que já fizeram. Além de todos os troféus, tinha a Mclaren de 1990, a Lotus de 1987 e a Lotus de 1986. Nessa exposição estavam expostas essas duas malas, exatamente da maneira que estão nas fotos. Na exposição, a descrição contava que a mala de roupas estava em Ímola e que o Ayrton tinha organizado ela dessa maneira para que assim que acabasse a corrida, ele pegasse o helicóptero. Ele deixou, inclusive, no cabide do motorhome da Williams, uma outra calça e camisa que seriam usadas na viagem.

Ayrton e Adriane na mansão do Algarve


As Malas de Ayrton Senna


Mansão do Algarve


FONTES PESQUISADAS

RODRIGUES, Ernesto. Ayrton, o herói revelado. Edição 1. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2004.

MANCZYK, Natália. Luxo, mansão e avenida com nome: a presença de Senna em Algarve, onde morou. Disponível em:<https://www.uol.com.br/nossa/noticias/redacao/2023/04/07/luxo-mansao-e-avenida-com-nome-a-presenca-de-senna-em-algarve-onde-morou.htm>. Acesso em: 08 abril de 2023.

UOL - Galisteu revela conversa com Senna pouco antes de acidente fatal em 1994. Disponível em:<https://www.uol.com.br/esporte/ultimas-noticias/2022/04/14/galisteu-revela-conversa-com-senna-pouco-antes-de-acidente-fatal-em-1994.htm>. Acesso em: 08 abril de 2023.





terça-feira, 4 de abril de 2023