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quinta-feira, 10 de maio de 2018

Barrichello Relembra Acidente Que Sofreu e Morte de Ayrton Senna




Rubens Barrichello fala sobre pressão que sofreu para ser o substituto de Ayrton Senna.

Em entrevista para o Programa do Porchat que foi ao ar nesta quarta-feira (9), o piloto brasileiro relembra, por exemplo, a prova no circuito de Ímola, no ano de 1994, que resultou na morte de Ayrton Senna, grande ídolo do país na modalidade. No mesmo fim de semana daquela competição, Rubinho, como é mais conhecido, também havia sofrido um acidente. Sobre a pressão por resultados que sentiu pós-Senna, ele garante que era como ter um elefante nas costas.

Programa do Porchat – TV Record

sexta-feira, 23 de março de 2018

Senna e Rubinho Juntos em 1993? Segundo Eddie Jordan, Houve Uma Sondagem


Ex-dono de equipe revelou que tricampeão chegou a conversar com ele sobre a possibilidade de correr na sua equipe, enquanto fazia "plano teatral" com Ron Dennis para ficar na McLaren


Por Fred Sabino, Rio de Janeiro
22/03/2018 13h00  Atualizado 22/03/2018 13h00
GloboEsporte.com - globoesporte.globo.com

Amigos, é com grande alegria que abro este novo espaço no GloboEsporte.com. O Memória F1 nasceu para relembrar histórias da categoria, com seções que vocês vão conhecer aos poucos, entrevistas com personagens históricos, bastidores e curiosidades, muitas curiosidades. E nesta semana em que Ayrton Senna completaria 58 anos, conto uma história muito curiosa, e quase desconhecida, do tricampeão.

Depois de um decepcionante quarto lugar no Mundial de 1992, com apenas três vitórias enquanto as "Williams de outro planeta" (como o próprio Ayrton as chamava) atropelavam a concorrência, Senna iniciou o ano de 1993 repleto de dúvidas: ficar na McLaren sem a Honda (que abandonara a F1) e com motor Ford de segunda especificação? Ir para a Fórmula Indy com ajuda do amigo Emerson Fittipaldi? Tirar um ano sabático como fizera o rival Alain Prost? Deixar de vez a Fórmula 1?

Nesse complexo cenário, Senna e o chefão da McLaren, Ron Dennis, desenvolviam um plano teatral para convencer a Marlboro, então patrocinadora principal da equipe, a pagar as exorbitantes exigências salariais de Ayrton, que, na real, queria testar primeiro o modelo MP4/8 com o confiável - mas não tão potente - motor Ford antes de tomar qualquer decisão. Enquanto se dava o complexo jogo de blefe e contra-blefe, surgiu uma sondagem que quase ninguém soube à época, e até mesmo depois disso não teve repercussão.

Barrichello durante o GP da África do Sul de 1993 (Foto: Getty Images) 

Em seu terceiro ano na Fórmula 1, a Jordan já havia anunciado o novato Rubens Barrichello, de 20 anos, como piloto titular, mas ainda tinha um cockpit vago. Para a maior parte dos pilotos era um assento interessante. A despeito de ter marcado apenas um ponto em 1992 com o terrível motor Yamaha, a Jordan era uma equipe bem organizada e com recursos bastante razoáveis. Teria um carro novo em folha projetado por Gary Anderson e os confiáveis motores Hart V10. Foi aí que, pasmem vocês, apareceu Ayrton Senna!

Em livro publicado apenas na Europa sobre a carreira de Rubens Barrichello (Editora Haynes, 2005), o experiente e renomado jornalista britânico David Tremayne - aliás, uma figura querida dos jornalistas brasileiros - revelou uma conversa que teve com Eddie Jordan, na qual o ex-dono de equipe e hoje comentarista contou que Senna chegou a abrir negociações com ele para 1993.

Sem saber se ficaria na F1, Sennna chegou a testar um Fórmula Indy no fim de 1992 (Foto: Reprodução / Twitter) 

Jordan tinha praticamente fechado com Martin Brundle, mas este foi para a Ligier na última hora, o que manteve a segunda vaga em aberto. Para quem não sabe ou lembra, Senna foi rival ferrenho de Eddie Jordan e de Brundle no épico campeonato inglês de Fórmula 3 em 1983, vencido pelo brasileiro. Mas a relação entre Senna e Jordan se manteve cordial, e o tricampeão fez contato, segundo Eddie.

Como todas as demais vagas importantes do grid estavam fechadas, Senna queria ter pelo menos na manga uma possibilidade de vaga (improvável, é verdade), e não ficar um ano parado caso naufragasse o plano teatral com a McLaren, que tinha confirmado Michael Andretti e já deixara de sobreaviso o futuro campeão Mika Hakkinen. Parece impensável ainda hoje, mas pelo menos segundo Eddie Jordan, a ideia de uma dupla entre Senna e Barrichello chegou a existir. Seria, claro, uma espécie de contrato-tampão, já que Ayrton queria mesmo a Williams, o que aconteceria apenas em 1994.


Ayrton Senna conquistou cinco vitórias em 1993, uma delas considerada uma atuação épica, em Donington Park (Foto: Divulgação/McLaren)

No fim das contas, Senna testou o McLaren-Ford e gostou. Conseguiu ainda êxito no plano teatral com Ron Dennis e arrancou 1 milhão de dólares por corrida da equipe, primeiro assinando contratos prova a prova, e, a partir da sétima etapa (França), com um compromisso até o fim do ano. Conquistou vitórias memoráveis, cinco no total, e conseguiu um vice-campeonato brilhante, a apenas 26 pontos de Prost, que tinha uma Williams-Renault no auge das forças, graças à potência do motor Renault e à eletrônica embarcada.

Como Ayrton infelizmente não está mais entre nós para comentar esse "causo", fica o dito pelo não dito, e essa negociação entre Senna e Jordan se torna uma daquelas famosas histórias de bastidores.

Mas que seria incrível ver Ayrton e Rubinho juntos, ah, isso seria...




FONTE PESQUISADA


SABINO, Fred. Senna e Rubinho juntos em 1993? Segundo Eddie Jordan, houve uma sondagem. Disponível em: <https://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/blogs/memoria-f1/post/2018/03/22/senna-e-rubinho-juntos-em-1993-segundo-eddie-jordan-houve-uma-sondagem.ghtml>. Acesso em: 23 de março 2018.

quarta-feira, 14 de março de 2018

Após 25 Anos da Estreia na F1, Barrichello Celebra Carreira: "Amei Tudo Que Passei"


Num domingo nublado em Kyalami, na África do Sul, Rubinho iniciava no dia 14 de março de 1993 a carreira mais longa de um piloto na história da categoria mais importante do automobilismo


Por Fred Sabino, Rio de Janeiro
14/03/2018 11h59 - Atualizado há 4 horas


Quando o Mundial de Fórmula 1 de 1993 estava para começar, num domingo nublado em Kyalami, na África do Sul, as atenções estavam voltadas para o reencontro entre Ayrton Senna e Alain Prost. O francês voltava à categoria depois de um ano sabático e era o pole position com o velocíssimo carro da Williams. Já o brasileiro, que confirmara sua participação em cima da hora, às voltas com negociações de bastidores complicadas, era o segundo no grid após surpreendente desempenho com a McLaren, a ponto de disputar a pole com Prost. Mas ninguém imaginava que um garoto de 20 anos que largaria na sétima fila começaria a carreira mais longeva da história da Fórmula 1.

Há exatos 25 anos, Rubens Gonçalves Barrichello alinhava sua Jordan-Hart para iniciar uma trajetória que seria marcada por 322 largadas, 68 pódios, 11 vitórias, 15 poles, dois vice-campeonatos mundiais, em 2002 e 2004, e seis temporadas na equipe mais tradicional e famosa do mundo, a Ferrari. Ninguém passou mais fins de semana guiando um F1 do que Barrichello.

- Nunca imaginei isso tudo! Eu estava ali nas nuvens, os engenheiros, principalmente o Gary Anderson, estavam feliz com a minha entrada. Eu cheguei muito bem preparado na F1 apesar da juventude, preparado em saber desvendar os mistérios de acerto do carro, e querer melhorar mais. Mas nunca imaginei que seria uma carreira tão legal, e tão longa! Só tenho a agradecer! - disse Barrichello em entrevista ao GloboEsporte.com.

Rubinho chegou à Fórmula 1 credenciado por cinco títulos brasileiros de kart, além de ter conquistado também os campeonatos da Fórmula Opel e da Fórmula 3 Inglesa, e de ter sido terceiro colocado na Fórmula 3000 (o equivalente hoje à F2) em 1992. Barrichello assinou contrato com a Jordan, que havia tido excelente estreia na F1 em 1991, mas só tinha somado um ponto no ano seguinte, após problemas com os motores Yamaha. A equipe passou a usar unidades da Hart, consideradas confiáveis mas sem a mesma potência de outros motores. Nesse cenário, não foi possível testar o carro com regularidade na pré-temporada:

- A gente tentou testar duas vezes o carro na Inglaterra, mas o carro deu problema, e acabou tendo o mesmo problema hidráulico que teríamos na África do Sul.


No meio das feras!

Barrichello teve recepção calorosa de Ayrton Senna na África do Sul (Foto: Getty Images) 

Em Kyalami, Rubinho sentiu de cara que estava no meio das feras. Recepcionado pelo ídolo Ayrton Senna nos boxes, ele ainda dividiria a pista com nomes do nível de Alain Prost, Michael Schumacher, Damon Hill, Gerhard Berger, Jean Alesi e Riccardo Patrese.

- Era um sonho. Eu estava ali vivenciando tudo. O Ayrton passou na frente do box para me cumprimentar. A África do Sul era a minha primeira corrida, o meu pai (Rubão) estava lá, um amigo nosso da família que sempre me acompanhou, o tio Plínio, estava lá também. Foi uma aventura, mas na hora que eu sentei no carro, amei aquela pista, aquelas curvas 1 e 2 que eram tão rápidas... Foi um sonho dividir a pista com eles. Tenho uma cena em que eu estava dentro do carro olhando a televisão e o Ayrton saindo do box dele, e aí quando ele passou em frente ao meu box, parei de olhar a TV para olhá-lo na real. Era um choque entre fantasia e realidade! - relembra.

As coisas pareciam andar bem. Rubinho ficou numa promissora 14ª colocação entre 26 pilotos, superando o experiente companheiro de equipe Ivan Capelli, que chegava na Jordan após passagem pela Ferrari. O brasileiro foi o segundo melhor estreante no grid, perdendo apenas para o nono colocado Michael Andretti, que pilotava uma McLaren bem mais competitiva.

Barrichello durante a temporada de estreia na F1, em 1993 (Foto: Reprodução) 

Na corrida, Barrichello ganhou três posições antes da primeira curva, mas precisou frear para escapar de uma grande confusão causada por Hill, e voltou ao 14º lugar. Mas Rubinho aos poucos foi ganhando posições: subiu para 13º na sexta volta, com 20 voltas já era o décimo colocado, e chegou a um excelente sétimo lugar, apenas um abaixo da zona de pontuação da época, na 31ª volta. Foi quando a falta de resistência da Jordan, que se revelaria o grande problema da equipe durante todo o ano, deixou Rubinho a pé.

- Eu já estava em sétimo, atrás do Berger. Meu carro inclusive estava melhor do que o dele, com o motorzinho não andava tanto para passar - a Ferrari tinha um motor mais forte, de 12 cilindros. Mas eu estava ali saudável e, vendo o resultado da prova, dava para terminar entre os seis primeiros. Mas a Fórmula 1 é cheia de "ses" - admitiu Rubinho.

Numa corrida com muitos abandonos, Berger acabaria em sexto lugar mesmo tendo o motor Ferrari quebrado a três voltas do fim. Ou seja, de fato Rubinho tinha boas chances de pontuar logo na estreia caso tivesse terminado a corrida vencida por Alain Prost, com Ayrton Senna em segundo.


Carreira de vitórias, frustrações e longevidade

Mas ainda em 1993, Barrichello marcaria seus primeiros pontos, com um quinto lugar no Japão. Pilotaria por mais três anos na Jordan, e depois mais três na Stewart, antes de assinar com a Ferrari. A épica primeira vitória seria conquistada no GP da Alemanha de 2000, mas, além de vencer outras provas, Rubinho teria de conviver com a preferência da equipe italiana por Michael Schumacher, tendo de trabalhar em favor do alemão em diversas ocasiões.

Rubens Barrichello comemorando a centésima vitória do Brasil na F1, em Valência (Foto: Agência Getty Images) 

Saiu da Ferrari no fim de 2005 e teve anos difíceis na Honda de 2006 a 2008. Naquele ano, bateu o recorde de corridas na F1 no GP da Turquia, superando o italiano Riccardo Patrese. Em 2009, Rubinho renasceu na Brawn GP em 2009, tendo conquistado a centésima vitória do Brasil na F1, em Valência (Espanha). Barrichello venceu também em Monza, na que é até hoje a última vitória do país na categoria, e brigou pelo título com o companheiro Jenson Button até a penúltima etapa. Em 2010 foi para a Williams, equipe pela qual correu mais duas temporadas.

- Eu amei tudo o que passei. Tive conversas com outras equipes, tive situações de outras equipes, mas tudo o que vivenciei foi ótimo para o meu aprendizado, para a minha evolução. E sempre levei um algo positivo para as equipes. Quando fui repórter da Globo deu para sentir que sempre deixei as portas muito abertas, mesmo onde não corri. Deixei um ambiente muito saudável e muito querido. Tem sempre situações em que queríamos que fosse isso ou aquilo. Mas de todas as dificuldades houve um aprendizado e uma melhora. Não tenho o que reclamar e só agradecer por esses anos todos na Fórmula 1, foram sensacionais!


Quarentão forte e feliz!

Rubens Barrichello se emociona no pódio da Stock Car em Interlagos (Foto: Reprodução)

Hoje, aos 45 anos - Rubinho faz aniversário dia 23 de maio - Barrichello é uma das estrelas da Stock Car, com um título em 2014, e sete vitórias. "Rato" de autódromos e kartódromos, ama o que faz e sempre que pode experimenta outras categorias, já tendo corrido na Fórmula Indy e disputado as 500 Milhas de Indianápolis, além de ter participado das duas mais importantes corridas de 24 horas do mundo, em Le Mans (França) e Daytona (Estados Unidos).

Recuperado de um pequeno acidente vascular cerebral que o fez ficar internado no começo de 2018, Barrichello voltou ao automobilismo com um segundo lugar na Corrida de Duplas da Stock Car, em Interlagos. E, pelo visto, Rubinho ainda tem muito a acelerar pelas pistas de todo o mundo:

- O amor por guiar é o mesmo, se bobear é maior hoje. Quando você é um piloto de Fórmula 1 muita coisa acontece, muita coisa sobe, muita coisa desce. Mas é uma vida intensa, de muito trabalho de patrocinador, mas muito tempo excelente de pista. Foi uma alegria muito grande passar esses anos todos, só me fizeram mais fortes para hoje em dia. E depois dessa prova de Stock Car dá para ver o quanto que estou feliz por renascer e por ter vivido essa vida maravilhosa, com ainda muita coisa para acontecer!

Emocionado, Rubinho comemorar o segundo lugar na Corrida de Duplas da Stock Car com o português Filipe Albuquerque (Foto: Fernanda Freixosa / Stock Car)



FONTE PESQUISADA

SABINO, Fred. Após 25 anos da estreia na F1, Barrichello celebra carreira: "Amei tudo que passei". Disponível em: <https://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/25-anos-depois-de-estrear-na-f1-barrichello-celebra-carreira-amei-tudo-que-passei.ghtml>. Acesso em: 14 de março 2018.



quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Adriane Galisteu Comenta em TBT de Rubinho Barrichello Sobre Ayrton Senna


Quinta-feira é um dia saudoso para muitos usuários das redes sociais, e o piloto Rubens Barrichello, como de costume, relembrou nas redes sociais seu ídolo e maior referência no automobilismo, Ayrton Senna. A foto/momento escolhido por ele foi um programa inusitado que fez com Ayrton na Disneylandia de Tokio no final de 1993. Na ocasião os dois, na companhia do então empresário de Barrichello, Geraldo Rodrigues, devoraram hamburgueres dentro do parque (Ayrton comeu pelo menos dois). Senna quase nunca comia carne vermelha, mas influenciado por sua namorada Adriane Galisteu, que adorava um hamburguer do McDonalds, o piloto, de vez enquando, passou a quebrar a regra, e comia um (ou mais) desses sempre quando lhe dava vontade.

Ao ver a lembrança de Rubens, Adriane Galisteu logo comentou: “Eu lembro”. Esse episódio, inclusive, foi narrado pela apresentadora e modelo em seu livro “Caminho das Borboletas”, lançado no final de 1994.

Logo em seguida, ao se deparar com o comentário de Adriane Galisteu na postagem de Rubinho, um habitante de Tatuí, local onde Ayrton Senna possuía uma fazenda, acabou contanto para a modelo algumas recordações bem interessantes do piloto no lugar e aproveitou para elogiá-la:

Rafael Corradi: "Sou de Tatuí, nesta época lembro muito de vocês nesta época, frequentei o Kartódromo lá da Fazenda, Ayrton comprou parte daquelas terras de minha família, também encontrávamos com frequência na Tratoria Della Nona, Ayrton adorava o spaghetti preparado pelo Grande chef "Fubá", o qual também faz aniversário em Junho, Parabéns pela Grande pessoa que você é, pelo seu Grande caráter e humildade que transmite ao próximo. Precisamos transformar este mundão de meu Deus em um lugar melhor para os nosso pequeninos filhos.. Grande Abraço..."





quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Velhos Amigos!


Adriane Galisteu compartilhou ontem no Instagram, um encontro que teve em São Paulo com os ex-pilotos da Fórmula 1, Felipe Massa e Rubens Barrichello, sucessores de Ayrton Senna. Barrichello foi pupilo de Ayrton e como um irmão mais novo dentro da F1 para o tricampeão.


galisteuoficial Amigos amados... @rubarrichello @massafelipe19


Rubinho Barrichello, aos 14 anos, então Kartista, e seu ídolo Ayrton Senna piloto da Lotus-Camel, em 1987


Barrichello comentou a postagem:

rubarrichello Sempre bom te ver Dri... vc e meu companheiro de vestimenta @massafelipe19 kkkk 😘😘 


Usuários da redes sociais comentam:

ritinhaeliana Já lembrei do Airton Senna

julianaleal1611 Lembro do Ayrton Senna 🤗

danubiadeholanda Sra. Senna

sennanacapa Faltou o Ayrton Senna

sennanacapa Não tem como não lembrar do Ayrton Senna

eunicepastana @sennanacapa essa foto é a cara do Sena. Só quem sabe da história pra dar valor nesta foto. Eu viajei nela...muito amor envolvido 💙💙💖


Uma publicação partilhada por Adriane Galisteu (@galisteuoficial) a

sábado, 5 de novembro de 2016

"É o Talento Que Abre Portas", Diz Nelson Piquet Sobre Seca de Vitórias e Futuro do Brasil na Fórmula-1

Em entrevista a ZH, ex-piloto diz que jamais abriria para o companheiro se recebesse ordem de equipe e fala sobre o filho Pedro, que mira a F-1

Por: Leandro Becker
10/09/2016 - 05h07min | Atualizada em 11/09/2016 - 14h23min


Conhecido pela grande habilidade na pista e pelas declarações polêmicas, o tricampeão de F-1 Nelson Piquet critica, em entrevista a ZH por telefone, a formação de pilotos no Brasil, mas entende que talento e personalidade ainda pesam mais na hora de as equipes escolherem os seus pilotos.

Por que o Brasil decaiu na F-1?
O principal motivo é não ter um automobilismo de base forte. Além disso, os autódromos foram se degradando, as verbas do governo ficaram difíceis, e, nas federações, são poucos que se dedicam de coração. Sem contar que, se você é ótimo e há um cara melhor, ferrou. Rubinho e Massa correram na Ferrari, mas tinha o Schumacher.

Até que ponto Massa e Rubinho terem aberto passagem aos companheiros piorou a relação entre torcida e F-1 no Brasil?
Vai de cada um. Se você quer dinheiro, não tem condições de ser campeão e o time pede, tem cara que faz, até para não perder o emprego. Mas se quiser ganhar, é diferente. O (Max) Verstappen (da Red Bull) tem 18 anos e não admite ser ultrapassado. O episódio do Rubinho virou piada nacional. Sobre o Massa, repito o que falei após o acidente dele, em 2009, de que seria difícil voltar a ser um piloto de ponta. Quando me acidentei, bati a cabeça e perdi a profundidade, nunca mais fui o mesmo.

Você abriria passagem para o companheiro, se o time pedisse?
De jeito nenhum.

Como vê o futuro de Nasr?
É difícil fazer algo quando se está em um carro ruim. Se você entra na F-1 pela porta dos fundos, só por ter dinheiro, há uma opção: pararem quatro ou cinco caras em um mesmo ano e sobrar vaga. Aí você pode entrar e mostrar algo. Caso contrário, é bem complicado.

O seu filho Nelsinho chegou bem à F-1, mas saiu de cena após bater de propósito para ajudar Fernando Alonso, em 2008. O que houve de errado com ele?
Foi uma cagada. Os caras pressionaram, e ele (Nelsinho) aceitou. Eu enlouqueci. A sorte é que contei tudo ao Charlie Whiting (diretor de corridas da F-1) ainda naquele ano, e ele disse que, se eu falasse, ferraria todo mundo. No meio de 2009, a Renault queria tirar o Nelsinho para botar um francês no lugar (Romain Grosjean). Não aceitei. Disse que, se tirassem o Nelsinho, eu tiraria o (Flávio) Briatore (chefe da Renault). Sair da F-1 no meio da temporada é o mesmo que se suicidar (Nelson denunciou o caso à FIA, Nelsinho foi demitido, e Briatore, banido da F-1).

O Pedro, teu outro filho, ganhou 19 de 26 corridas na F-3 Brasil. Na F-3 europeia, nem foi ao pódio. O nível é mais alto?
A F-3 é competitiva no Brasil. O motor é mais potente, e o carro fica muito mais no chão do que na F-3 europeia. Quando ele estava no Brasil, eu dizia para dar uma volta rápida atrás da outra, sem medo, porque na Europa tem de andar todas como se fosse classificação.

Nelson Piquet venceu 23 corridas na F-1 e foi tricampeão mundial, em 1981, 1983 e 1987
Foto: divulgação / divulgação

O que mudou em relação à tua experiência na F-3 Britânica?
Eu treinava o tempo que quisesse. Hoje, é restrito. O Pedro só tem uma hora e 20 minutos por corrida. É pouco para aprender a pista. Dos 22 pilotos, 15 estão no segundo ano de F-3. O Pedro precisa do segundo ano para melhorar. Se não render e tiver cinco melhores do que ele, aí o jeito é voltar para casa, estudar e fazer outra coisa.

Há interesse de que ele ingresse em uma escola de pilotos para abrir portas para a F-1?
Tem muito piloto que paga uma banana de dinheiro para entrar nas escolas. Eu cheguei lá, ganhei todas na F-3 Britânica e fui para a F-1. Se você ganha, eles te chamam. É o talento que abre portas.

Dá para imaginar quando o Brasil voltará a vencer?
Hoje, a gente não tem ninguém com chance. Tem de ter sorte e o carro certo. Em um horizonte próximo, a perspectiva não é boa, não.

Por que é tão difícil conseguir patrocínio e apoio?
Teria mais chance se o Ministério do Esporte facilitasse. Se houvesse uma lei destinando parte do dinheiro da produção de carros para incentivo, que fosse 0,25%, a situação era outra. Teríamos mais pilotos lá fora e muitas chances.

Por que você, pelo prestígio que tem, não se envolve mais?
Não gosto de me misturar com isso aí. Administrei autódromo em Brasília por 10 anos. Fazíamos muito, mas havia tanta briga... Aí tiraram da minha mão. Hoje, está abandonado. Há bons exemplos como o Giovanni Guerra, da Federação do Maranhão, mas ele é um só.












FONTE PESQUISADA

BECKER, Leandro. "É o talento que abre portas", diz Nelson Piquet sobre seca de vitórias e futuro do Brasil na Fórmula-1. Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/esportes/velocidade/noticia/2016/09/e-o-talento-que-abre-portas-diz-nelson-piquet-sobre-seca-de-vitorias-e-futuro-do-brasil-na-formula-1-7413912.html>. Acesso em: 05 de novembro 2016.        





segunda-feira, 6 de junho de 2016

Sem Vitória há 2458 Dias, Brasil Passa a Amargar Maior Jejum do País na F1

Último triunfo do país foi há quase 7 anos, com Barrichello, em setembro de 2009. Jejum anterior durou da última vitória de Senna em 1993 até 1ª de Rubinho, em 2000

Por GloboEsporte.com
Rio de Janeiro
06/06/2016 07h58 - Atualizado em 06/06/2016 10h28

Rubens Barrichello venceu o GP da Itália de 2009 (Foto: Getty Images)

Nesta segunda-feira, 6 de junho, o Brasil passa a amargar seu maior jejum desde que começou a vencer na Fórmula 1, em 1970, com Emerson Fittipaldi. De lá para cá, foram 101 triunfos, o último deles, até o momento, no dia 13 de setembro de 2009, quando Rubens Barrichello cruzou a linha de chegada em primeiro no GP da Itália. Desde então, o "Tema da Vitória" nunca mais tocou. São quase 7 anos. Mais precisamente 2.458 dias. Período que passa a ser maior que o intervalo entre a vitória de Ayrton Senna no GP da Austrália em 7 de novembro de 1993 até o triunfo do próprio Rubinho no GP da Alemanha em 30 de julho de 2000, antigo maior jejum (2457 dias). Um intervalo grande e raro para um dos países de maior sucesso na categoria. Com mais de 100 triunfos e oito títulos mundiais, o Brasil está atrás apenas de Reino Unido (16 títulos e 248 vitórias) e Alemanha (11 títulos e 163 vitórias) na lista das nações de maior sucesso na F1.

Última vitória de Senna, no GP da Austrália de 1993 (Foto: Getty Images)

Primeira vitória de Rubens Barrichello, no GP da Alemanha de 2000 (Foto: Getty Images)


MAIORES JEJUNS DO BRASIL NA FÓRMULA 1:

2458 dias: Rubens Barrichello (GP da Itália 2009) - em andamento

2457 dias: Ayrton Senna (GP da Austrália 1993) - Rubens Barrichello (GP da Alemanha 2000)

1716 dias: Emerson Fittipaldi (GP da Inglaterra 1975) - Nelson Piquet (GP dos EUA 1980)

Atualmente, o país conta com dois representantes: Felipe Massa (Williams) e Felipe Nasr (Sauber). A Williams não dá sinais de que pode vencer corridas este ano, muito menos a Sauber, que sequer pontuou. Por isso, o jejum tende a se estender, pelo menos, até o fim da temporada. Para 2017, a história pode mudar. Com novidades no regulamento, historicamente é uma grande oportunidade para a ordem de forças entre as equipes se alterar. Além disso, Massa e Nasr estão nos últimos anos de seus contratos e podem pintar em novos times.

No pior cenário possível, caso ambos não consigam vagas - o que não parece que acontecerá - aí a situação do país na F1 fica ainda mais complicada. Sem representantes na GP2, principal categoria de base, as promessas brasileiras mais próximas de chegar à categoria são Pedro Piquet e Sergio Sette Câmara (Fórmula 3 europeia), e Pietro Fittipaldi e Bruno Baptista (Fórmula V8 - antiga F-Renault 3.5). Os quatro, no entanto, ainda possuem poucos anos de experiência em monopostos e não devem chegar à F1 antes de 2018.

Última vitória de Felipe Massa na Fórmula 1 foi em Interlagos, em 2008 (Foto: AFP)

 Emerson Fittipaldi conquistou as primeiras vitórias do Brasil na Fórmula 1 (Foto: Getty Images)

HISTÓRIA DE VITÓRIAS E TÍTULOS:

O Brasil demorou a começar a vencer. Quem abriu as portas foi Emerson Fittipaldi, no GP dos EUA de 1970. Era o início de uma Era de Ouro para o automobilismo no país. Dali até 1993, poucos foram os anos que o país passou em branco. Emmo não venceu em 1971, mas voltou a subir ao alto do pódio no ano seguinte, quando conquistou seu primeiro título. Ele venceu pelo menos uma corrida por temporada até 1975, ano que contou também com o triunfo de José Carlos Pace em Interlagos. Quando Fittipaldi, já bicampeão mundial, foi para a Coperscuar, em 1976, veio o primeiro grande jejum do país. Foram cinco anos até surgir outra grande estrela: Nelson Piquet. O carioca crescido em Brasília debutou em 1978 e levou a primeira em 1980. Tomou gosto pela coisa e virou frequentador assíduo do topo do pódio, sendo campeão de 1981 e 1983 com a Brabham.

José Carlos Pace conquistou uma vitória na Fórmula 1, no GP do Brasil de 1975 (Foto: Reprodução)

Em 1985, passou a dividir as atenções com um jovem promissor que viria a ser mais um gigante brasileiro das pistas, Ayrton Senna. Nos dois anos seguintes, Nelsão, tri em 1987, seguia como o presente e Senna como o futuro do Brasil na categoria. A transição veio em 1988. Já na McLaren, Ayrton passou a ser a estrela maior, com dezenas de vitórias que culminaram nos títulos de 1988, 1990 e 1991, enquanto os triunfos de Piquet passaram a ser mais espaçados até a aposentadoria. Vale lembrar que no fim de 1990 e no início de 1991, a dupla emplacou uma série de sete vitórias consecutivas para o Brasil. Senna ainda continuou vencendo por mais duas temporadas. Foram nada menos que 14 anos seguidos com pelo menos uma vitória brasileira de 1980 a 1993.
José Carlos Pace conquistou uma vitória na Fórmula 1, no GP do Brasil de 1975 (Foto: Reprodução)

A sequência foi interrompida na fatídica temporada de 1994. Sem Piquet, já aposentado, o Brasil perdeu também Senna, vítima do trágico acidente em Ímola. A esperança da torcida para que fosse dada sequência ao período de ouro caiu precocemente nos ombros de Rubens Barrichello, ainda um jovem de 22 anos, em sua segunda temporada, guiando pela modesta Jordan. Após alguns anos na Stewart, Rubinho entrou no hall dos vencedores em 2000, com a Ferrari, em um emocionante GP da Alemanha onde largou em 18º.

Ayrton Senna em vitória no GP do Brasil de 1993 (Foto: Edu Garcia / Ag. Estado) 

Barrichello passou em branco em 2001, mas venceu mais oito provas entre 2002 e 2004. Em 2006, deu lugar ao compatriota Felipe Massa na Ferrari. E Massa deu sequência à tradição de vitórias brasileiras na F1. Foram 11 até 2008. A última, até o momento, foi naquele histórico GP do Brasil, quando cruzou a linha de chegada como campeão mundial, mas viu Lewis Hamilton ficar com o título após passar Timo Glock nas últimas curvas. De lá para cá, Massa não venceu mais. Seu jejum é maior do que o do país, pois em 2009 Rubinho, com o "cometa" Brawn GP, venceu mais duas.

De lá para cá, outros pilotos do pais, como Bruno Senna, Lucas di Grassi e Nelsinho Piquet também correram na F1, mas apenas Felipe Massa competia em uma equipe forte. Ele, porém, teve poucas oportunidades de vitória. Quem dava as cartas na categoria era a RBR. Em 2014, Massa seguiu para a Williams e voltou a ser competitivo, mas a soberania hoje em dia é da Mercedes. Atualmente, além de Massa, o Brasil conta com a presença de Felipe Nasr. Porém, se a Sauber tem dificuldades até de marcar pontos, a vitória ainda segue um sonho muito distante para o jovem de 23 anos.

Felipe Nasr e Felipe Massa são os representantes do Brasil na Fórmula 1 atualmente (Foto: EFE)



FONTE PESQUISADA


GLOBO ESPORTE - Sem vitória há 2458 dias, Brasil passa a amargar maior jejum do país na F1. Disponível em: <http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2016/06/sem-vitoria-ha-2458-dias-brasil-passa-amargar-maior-jejum-do-pais-na-f1.html>. Acesso em: 06 de junho 2016.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

O Piloto Rubens Barrichello Recorda Jantar Inesquecível Com Ayrton Senna e Adriane Galisteu



TRADUÇÃO LIVRE

Ayrton era alguém que eu admirava muito. Ele foi um grande campeão e, quando penso nele, eu o vejo sorrindo olhando para mim. Essa é a minha lembrança mais forte dele, mas o melhor momento que tive com ele foi no GP da Austrália, em 1993. Christian Fittipaldi, Ayrton, eu e nossas namoradas saímos para jantar em um lugar no centro de Adelaide, longe o suficiente de nossos hotéis para ter de conduzir.

Eu sabia que Ayrton era um pouco brincalhão, porque eu tinha ouvido falar coisas sobre jogar maletas de helicópteros [na verdade, foi Berger que jogou uma malete de Senna], eu pessoalmente ainda não tinha visto isso - e eu queria ir!

Fomos em três carros (alugados) separados e eu falei para Christian antes de sair que eu ia bater na traseira do carro de Ayrton, no caminho para o restaurante, apenas para ver qual seria sua reação.

Assim, no primeiro semáforo que passamos, fui trovejante (forte, estrondoso – referente a som) na parte traseira de seu carro – bam! (Barrichello explicou que bateu forte na traseira do carro de Senna) Mas não houve reação dele ou Adriane [namorada de Senna], que estava no banco do passageiro.

Em seguida, Christian teve de ir para o próximo semáforo - bam! Mais uma vez, não houve reação de Ayrton . Ele continuou a dirigir muito lentamente por todo o trajeto em direção ao restaurante. Eu pensei que ele deve ter tido um dia ruim ou algo assim.

De qualquer forma, tivemos um jantar muito divertido, uma boa refeição italiana. Em seguida, Ayrton levantou-se, dizendo que ele tinha que voltar para o hotel , porque ele tinha alguns trabalhos a fazer antes de ir dormir. Ele disse que não queria dividir a conta (Senna pagou a conta) e nos pediu para ficar um pouco mais e nos divertir. Não tem problema, nós dissemos. Ele e Adriane foram embora.

Olhei para fora da janela enquanto ele dirigia para longe para vê-lo invertendo direto em direção ao meu carro - acidente. Sua vingança! A parte da frente era uma verdadeira bagunça. Você não vai acreditar o tamanho do problema que me meti com a Hertz (empresa de locação de veículos) quando eu entreguei o carro de volta.




IDIOMA ORIGINAL

Ayrton was someone I admired very much. He was a great champion and, when I think of him, I see his smiling face staring down at me. That is my strongest memory of him but the best time I had with him was at the Australian Grand Prix in 1993. Christian Fittipaldi, me Ayrton and our girlfriends went out to dinner somewhere in the centre of Adelaide, far enough away from our hotels to have to drive.

I knew that Ayrton was a bit of a practical joker because I had heard stuff about throwing briefcases out of helicopters [actually it was Berger throwing Senna's briefcase] but I hadn't seen it myself - and I wanted go!

We drove in three separate cars and I told Christian before leaving that I was going to bump into the back of Ayrton's car on the way to the restaurant, just to see what sort of reaction we would get out of him.

So,at the first set off traffic lights, I went thundering into the back of his car  - bam! But there was no reaction from him or Adriane [Senna's girlfriend], who was in the passenger seat.

Then Christian had a go at the next traffic lights - bam! Again, there was no reaction from Ayrton. He continued to drive quite slowly through the traffic towards the restaurant. I thought he must have been having a bad day or something.

Anyway, we had a really fun dinner, a nice Italian meal. Then Ayrton stood up, saying that he had to get back to his hotel because he had some work to do before going to bed. He said he didn’t want to split up the party and asked us to stay a little longer and enjoy ourselves. No problem, we said. Off he and Adriane went.

I glanced out of the window as he drove away to see him reversing flat-out towards my car – crash. His revenge! The front was a real mess. You cannot believe how much trouble I got into with Hertz when I handed the car back.

Senna’s logic was that the Williams was now the dominant car and would be for a long time. He prepared to join the team.



FONTE PESQUISADA

HILTON, Christopher. Memories of Senna: Anecdotes and insights from those Who knew him.  Sparkford: Haynes Publishing, 2011.



terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Frases De Personalidades Sobre Ayrton Senna

01 de maio de 2009 • 00h01 • atualizado às 02h19
Terra - esportes.terra.com.br


Morto há exatamente 15 anos, Ayrton Senna colecionou diversas histórias na Fórmula 1, algumas boas para o piloto, como nas vitórias e pole positions que conquistou, e outras não tão positivas assim, como quando viu o francês Alain Prost causar um acidente entre ambos e ficar com o título do Mundial de 1989. O certo é que elas estiveram - e ainda estão - na cabeça dos que vivem do automobilismo, como mostram as frases a seguir:


Alain Prost (ex-piloto de Fórmula 1)
"Senna era muito mais rápido que você conduzindo o mesmo carro e tão rápido quanto com um carro inferior".

"Infelizmente a sua morte era previsível, pois como se costuma dizer, ele estava indo mais rápido do que os carros que pilotava".


Bernie Ecclestone (dono dos direitos da Fórmula 1)
"Ayrton teria feito coisas ainda melhores que as que Michael conquistou se não tivesse morrido em Ímola. Acho que Michael é super, mas se eles estivessem com o mesmo carro, eu apostaria meu dinheiro em Ayrton"

"O episódio da morte de Senna foi como se Jesus tivesse sido crucificado ao vivo pela televisão" 

"Senna morreu e agora a Fórmula 1 está mais popular do que nunca".


Damon Hill (ex-piloto de Fórmula 1)
"Não tenho dúvidas de que nunca seria campeão do mundo se Ayrton não tivesse morrido em Ímola".


Emerson Fittipaldi (ex-piloto de Fórmula 1)
"A maior marca do Ayrton foi esse patriotismo. Isso foi o que mais ficou marcado e certamente do que as pessoas mais se lembram".



Comendador Enzo Ferrari (fundador da Ferrari)
"Me recordo de uma volta de Senna em Mônaco que valeu uma placa, a volta mais perfeita que um piloto já fez".


Frank Williams (dono da equipe Williams)
"Senna era tão rápido e tão corajoso quanto Schumacher, mas era provavelmente mais inteligente. Ele sempre planejava pelo menos três ou quatro movimentos à frente. Senna tinha uma preparação mental impressionante".

"Senna não era uma pessoa comum. Na verdade, ele era um homem muito maior fora do que dentro do carro".


Gerhard Berger (ex-piloto de Fórmula 1)
"Quando via o capacete amarelo no espelho retrovisor, sabia o que viria pela frente".


Jackie Stewart (ex-piloto de Fórmula 1)
"Senna foi um dos maiores talentos que já vimos nas pistas".

"Sua perda é impossível de se calcular. Quem nunca o conheceu, em qualquer circunstância, perdeu algo muito especial".


Jo Ramirez (ex-coordenador da McLaren)
"Existe uma diferença fundamental entre Ayrton Senna e Alain Prost. Ayrton tem uma necessidade de vencer corridas, enquanto Alain se diverte correndo e ganhando corridas".


John Watson (ex-piloto australiano)
"Nunca tinha visto alguém pilotar daquele jeito. Em plena curva, Ayrton estava freando, reduzindo a marcha, girando o volante, acelerando e mantendo a pressão do turbo. Parecia um polvo. Ver essa habilidade cerebral de separar os componentes e juntá-los com essa coordenação foi um privilégio".


Juan Manuel Fangio (ex-piloto de Fórmula 1)
"A Senna pouco importava se a pista estava molhada. O intuito dele era voar e em segundos violar todas as leis da física".

"Pensei que ele nunca morreria".


Max Mosley (presidente da FIA e que não foi ao funeral de Senna)
"Eu fui ao funeral (de Roland Ratzenberger, morto um dia antes de Senna) porque todos estavam no de Senna. Achei que era importante que alguém fosse a esse".


Michael Schumacher (ex-piloto de Fórmula 1)
"O que aconteceu é tão dramático e triste que eu nem sinto satisfação por ganhar (o GP de San Marino de 1994)".

"Se Senna não tivesse morrido, não teria conquistado os títulos de 1994 e 1995 porque ele era melhor que eu".



Pedro Lamy (ex-piloto de Fórmula 1)
"Em Ímola, Ayrton Senna morreu no exato momento do acidente".


Peter Warr (ex-diretor da Lotus)
"Senna era capaz de determinar em que ponto do circuito o carro dele gastava um decilitro de gasolina a mais. Nessa época, a Lotus de Senna tinha motor turbo, e esse controle era quase impossível de ser feito. Mas ele o fazia com precisão de relógio suíço".


Ron Dennis (ex-chefe da McLaren)
"O melhor piloto com quem já trabalhei foi Ayrton, e isso não apenas por sua performance na pista, mas por sua amizade e clareza. Passamos muitos anos juntos, e eu dividi com ele suas angústias e alegrias. Considero que isto foi um privilégio para mim".


Rubens Barrichello (piloto de Fórmula 1)
"Se não fosse por sua morte, todos os recordes de Schumacher seriam de Senna, que foi simplesmente o melhor piloto de todos os tempos. Descanse em paz e com Deus".


Sid Watkins (ex-médico da Fórmula 1)
"Eu tinha muito apreço por ele e nos dávamos muito, muito bem. Era um vínculo muito peculiar, que eu não tive com nenhum outro piloto. E ele virou parte da minha família. Ele se dava bem com os meus filhos, era sempre agradável e eles quando eram crianças o idolatravam. Ele foi um dos melhores pilotos de todos os tempos, para mim o melhor. Ele era extremamente agressivo, ele era capaz de ultrapassar sem a menor hesitação. Esta era uma das suas grandes habilidades. E ele era muito, muito, veloz".



FONTE PESQUISADA

TERRA - Veja frases de personalidades sobre Ayrton Senna. Disponível em: <http://esportes.terra.com.br/automobilismo/formula1/2009/interna/0,,OI3737089-EI12988,00.html>. Acesso em: 26 de janeiro 2016.