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segunda-feira, 24 de maio de 2021

André Ribeiro, ex-piloto da Fórmula Indy, morre de câncer

Ex-atleta de 55 anos não sobreviveu a um tumor no intestino. Ele deixa três filhas

Por Da Redação do Ge — Rio de Janeiro

23/05/2021 12h57  Atualizado há 12 horas

André Ribeiro — Foto: Ricardo Mello / Agência O Globo

Mais uma notícia triste para o esporte brasileiro. O ex-piloto de Fórmula Indy André Ribeiro faleceu neste domingo. O ex-atleta foi vítima de um câncer no intestino. Ele morreu com 55 anos e deixa três filhas.

André competiu em várias categorias do automobilismo até chegar na Fórmula Indy em 1995, quando também conquistou sua primeira vitória na competição. Em 96, ganhou outras duas corridas, sendo uma na etapa ocorrida no Rio de Janeiro. O brasileiro ainda disputou mais duas temporadas até decidir se aposentar do esporte.

São-paulino, André ganhou uma homenagem de seu clube do coração. Pelas redes sociais. o Tricolor paulista lamentou a morte do ex-piloto.



FONTE PESQUISADA

GLOBO ESPORTE - Ex-atleta de 55 anos não sobreviveu a um tumor no intestino. Ele deixa três filhas. Disponível em: <https://globoesporte.globo.com/motor/noticia/andre-ribeiro-ex-piloto-da-formula-indy-morre-de-cancer.ghtml>. Acesso em: 24 de maio 2021. 


sábado, 4 de novembro de 2017

Espanhol Admite não Gostar de Interlagos, mas diz Sentir "Aura" de Senna

Carlos Sainz, em sua primeira corrida pela Renault
Imagem: Clive Mason/Getty Images

Do UOL, em São Paulo
04/11/2017 09h14

O piloto espanhol Carlos Sainz, da Renault, disse que o autódromo de Interlagos não é um de seus preferidos da temporada. O circuito chega ao Brasil no próximo fim de semana, e será a penúltima etapa da temporada.

“Não é uma pista de que eu goste especialmente, mas é um dos lugares históricos onde a Fórmula 1 tem que estar”, disse Sainz, em um comunicado divulgado por sua equipe. O espanhol tem duas corridas com a Renault e acumula seis pontos, conquistados no GP dos Estados Unidos.

Mapa do autódromo de Interlagos


Natural de Madri, o piloto fez referência especial a Ayrton Senna, muito identificado com Interlagos. “Sentimos sua aura em toda parte. Ele está no coração de todo mundo, e isso faz com que esse evento seja especial.”


No ano passado, Sainz não fez uma corrida primorosa em Interlagos e sofreu com a chuva. O mundial de automobilismo já conheceu seu campeão, o britânico Lewis Hamilton, que conquistou o título por antecipação no GP do México. 





FONTE PESQUISADA

UOL - Espanhol admite não gostar de Interlagos, mas diz sentir "aura" de Senna. Disponível em: <https://esporte.uol.com.br/f1/ultimas-noticias/2017/11/04/espanhol-admite-nao-gostar-de-interlagos-mas-diz-sentir-aura-de-senna.htm>. Acesso em: 04 de novembro 2017. 

sábado, 28 de outubro de 2017

Massa Diz Que Hamilton Não Deve Nada a Senna

Opinião Blog Senna Vive


Cada um tem sua opinião, e eu respeito, mas para mim Felipe Massa nitidamente falou na intenção do Ayrton Senna, porque falou dele primeiro com expressão de raiva, só colocou o Michael Schumacher no meio para disfarçar. Assistam e tirem suas próprias conclusões:


Globo Esporte - 28/10/2017



Últimas considerações...


Claro que o piloto brasileiro apenas ter citado o Ayrton primeiro (antes do Schumacher) não quer dizer nada, mas me chamou atenção a expressão de raiva que ele fez na hora que citou Senna. E essa não é a primeira vez... ele sempre procura um meio de criticar mesmo de forma sutil o Ayrton ou enaltecer outro piloto em contraposição ao tricampeão.

O próprio Lewis Hamilton reconheceu a superioridade de Ayrton Senna:


Hamilton é um campeão também na humildade. Parabéns pela humildade e pela trajetória de muito sucesso nas pistas. 




sábado, 12 de novembro de 2016

sábado, 22 de outubro de 2016

Supercine Exibe o filme inédito ‘Rush – No Limite da Emoção



“Rush” foi baseado no livro “Corrida para a glória”, de Tom Rubython. A obra conta ainda mais detalhes de bastidores daquela excelente temporada de 1976.

O jornalista britânico Tom Rubython também é autor da melhor biografia sobre Ayrton Senna, "The Life of Senna".

A TV Globo exibe “Rush” no Supercine deste sábado, 22, logo após o Altas Horas.


Tom Rubython escreveu biografias detalhadas sobre os grandes ídolos da Fórmula 1, Senna, Lauda e Hunt. O jornalista é um exímio pesquisador.



FONTES PESQUISADAS

REDE GLOBO - Supercine exibe o inédito 'Rush - No Limite da Emoção' neste sábado. Disponível em: <http://redeglobo.globo.com/filmes/noticia/2016/10/supercine-exibe-o-inedito-rush-no-limite-da-emocao-neste-sabado.html>. Acesso em: 22 de outubro 2016.

WALLACY. Rush – No Limite da Emoção. Disponível em: <http://cinemascope.com.br/criticas/critica-rush-no-limite-da-emocao/>. Acesso em: 22 de outubro 2016.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Com Aposentadoria de Massa e Incerteza Sobre Nasr, Futuro do Brasil na F1 é Mais Que Sombrio: É Desanimador

01/09/2016 09:46

A aposentadoria de Felipe Massa da F1 coloca em xeque o futuro do esporte no Brasil. Os verdadeiros amantes do automobilismo vão sempre acompanhar, não importa quem esteja vencendo. Mas para quem assiste com a esperança de um dia voltar a ver a bandeira verde e amarela no pódio, a única esperança agora passa a ser Felipe Nasr, piloto oscilante que corre na pior equipe do grid, sem apelo popular e que sequer tem sua sequência garantida no Mundial no ano que vem

WARM UP
FERNANDO SILVA, de Sumaré
grandepremio.uol.com.br

Felipe Massa anunciou o fim da sua carreira como piloto de F1 nesta quinta-feira (1) em Monza. E, de quebra, indicou que serão tempos difíceis para o brasileiro apaixonado pelo esporte a motor e que sonha em ver novamente um compatriota obter bons resultados na categoria que é considerada o topo do automobilismo mundial.

Sem Massa, que já vinha em má fase e não conseguia os melhores resultados há algum tempo correndo pela Williams, todas as esperanças tupiniquins recaem sobre um nome que sequer tem seu futuro garantido para 2017: Felipe Nasr. O futuro do Brasil na F1 é muito mais que sombrio: é desanimador.
Saída de Massa coloca Nasr como possível único piloto brasileiro do grid em 2017 (Foto: Getty Images)

O cenário atual, com apenas um piloto com chances de continuar no Mundial de F1 em 2017, mas nenhum outro com possibilidades de emergir ao grid num futuro mais próximo — embora o mineiro Sergio Sette Câmara, novo pupilo da Red Bull, comece a despontar —, reflete o que se alertava há tempos: a falta de renovação de talentos de pilotos brasileiros cobraria sua conta. Já vem cobrando há algum tempo, na verdade.

O reflexo não está apenas na F1, com poucas perspectivas de um futuro promissor, mas até mesmo na Indy, já que os únicos nomes do Brasil na categoria são Helio Castroneves e Tony Kanaan, os dois com mais de 40 anos.

Resta a Nasr, caso continue na F1, seja pela Sauber ou por outra equipe do grid, a missão de representar um país dono de oito títulos mundiais e 101 vitórias — a última foi conquistada em Monza em 2009, pelas mãos de Rubens Barrichello.

Aposentadoria de Felipe Massa traz perspectiva de futuro desanimador para F1 no Brasil (Foto: Getty Images)

Mas parece que o fardo é pesado demais para um piloto que tem lá suas qualidades, mas se mostra oscilante, corre atualmente na pior equipe do grid. Além disso, o brasiliense não tem o menor apelo popular — diferente de Massa — e ainda não tem sua permanência confirmada para o ano que vem.

Claro, quem é fã do esporte a motor como um todo e da F1 em específico, não vai deixar de acompanhar só pelo fato de um brasileiro não estar lá, ao menos lutando por bons resultados. Não importa muito se quem estiver vencendo for Lewis Hamilton, Nico Rosberg, Sebastian Vettel ou Max Verstappen, desde que haja boas corridas e muita emoção. Mas a categoria, que já não contava com a melhor das audiências por aqui, certamente vai perder muito mais com a saída de um dos poucos atrativos para o torcedor brasileiro.

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Aos 35 anos, Felipe Massa anuncia aposentadoria da Fórmula-1

Brasileiro anunciou que correrá apenas até o fim da temporada

Por: ZH Esportes
01/09/2016 - 09h02min | Atualizada em 01/09/2016 - 14h03min

Felipe Massa não renovará com a Williams e opta por deixar a categoria
Foto: Andrej Isakovic / AFP

A trajetória de Felipe Massa na Fórmula-1 chegará ao fim no dia 27 de novembro de 2016. Aos 35 anos, o brasileiro anunciou que se aposentará da categoria no final desta temporada, depois de 14 anos no topo do automobilismo mundial. O anúncio foi feito em uma coletiva de imprensa em Monza, na Itália. A última corrida do brasileiro será no GP de Abu Dhabi, que encerra o campeonato.

— A vida nos apresenta muitas escolhas, e eu acho que para mim chegou o momento onde eu tenho fazer algo diferente. Talvez você vai me ver de novo ao volante de um carro de corrida, mas no momento a única certeza que tenho é que eu vou ter um monte de tempo para decidir sobre o que fazer no futuro — disse o brasileiro.

Foram passagens por Sauber, Ferrari e Williams entre 2002 e 2016. Neste período, só ficou de fora das competições na temporada 2003, quando era piloto de testes da Ferrari.

Entre os momentos mais marcantes da carreira, estão o quase título de 2008, quando perdeu a primeira colocação no campeonato na última volta da última corrida — que era um GP do Brasil — para Lewis Hamilton, e um grave acidente em 2009.

Além do vice-campeonato em 2008, Massa ficou em terceiro logo no seu primeiro ano como titular da Ferrari, em 2006. Ele participou de dois títulos de construtores da escuderia italiana, em 2007 e 2008.

Se correr todas as provas até o fim desta temporada, como previsto, encerrará a carreira com 250 corridas. Até agora, são 242 provas, 11 vitórias, 16 pole positions e 41 aparições no pódio.

Massa disputou as últimas três temporadas pela Williams. Com o contrato por encerrar e sem perspectiva de correr por uma equipe competitiva em 2017, optou por se retirar.

Foto: Kai Pfaffenbach/REUTERS

Foto: Ver Descrição/Ver Descrição

Foto: jorge guerrero/AFP

Foto: Nelson Almeida/AFP

Foto: JEWEL SAMAD/AFP

Foto: ALEXANDER NEMENOV/AFP



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FONTES PESQUISADAS

SILVA, Fernando. Com aposentadoria de Massa e incerteza sobre Nasr, futuro do Brasil na F1 é mais que sombrio: é desanimador. Disponível em: <http://grandepremio.uol.com.br/f1/noticias/com-aposentadoria-de-massa-e-incerteza-sobre-nasr-futuro-do-brasil-na-f1-e-mais-que-sombrio-e-desanimador>. Acesso em: 02 de setembro 2016.

ZERO HORA - Aos 35 anos, Felipe Massa anuncia aposentadoria da Fórmula-1. Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/esportes/velocidade/noticia/2016/09/aos-35-anos-felipe-massa-anuncia-aposentadoria-da-formula-1-7360836.html>. Acesso em: 02 de setembro 2016.


sábado, 31 de outubro de 2015

"Meu Grande Ídolo é Ayrton Senna", Lewis Hamilton - Vídeo




As vésperas do regresso da Formula 1 ao México, o inglês tricampeão falou a Notimex sobre seu grande ídolo esportivo


Notimex - 29 de out de 2015

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Hamilton se Emociona a Igualar Marca de Senna


Na pista onde Ayrton Senna viveu algumas das maiores glórias de sua carreira, Lewis Hamilton conseguiu um feito. Ao vencer o GP do Japão, disputado no último domingo no circuito de Suzuka, o piloto da Mercedes igualou o número de vitórias do brasileiro, seu ídolo: 41. A marca deixou Hamilton bastante emocionado ao fim da corrida.


Lewis Hamilton vence o GP do Japão, e chega a 41ª vitória da carreira

- Cheguei a um nível maravilhoso para mim. Igualar o número de vitórias de Ayrton Senna? Eu me sinto como numa corrida de revezamento. Sabe quando você pega o bastão do outro companheiro? Então, eu me sinto como se estivesse pegando o bastão dele. Igualamos no número de vitórias, mas corremos pela mesma equipe. É assim que eu estou me sentindo - disse Hamilton à TV Globo.






REFERÊNCIAS

JORNAL DO TOCANTINS - Hamilton se emociona a igualar marca de Senna. Disponível em: <http://www.jornaldotocantins.com.br/editorias/esporte/hamilton-se-emociona-a-igualar-marca-de-senna-1.956396>. Acesso em: 30 de setembro 2015. 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Hamilton Homenageia Senna Após Igualar Número de Vitórias: "Ídolo"

Britânico lembra brasileiro após 41ª vitória conquistada em Suzuka, neste domingo: "Eu me sinto como se estivesse pegando o bastão dele", disse à TV Globo

Por GloboEsporte.com
Suzuka, Japão

27/09/2015 17h37 - Atualizado em 27/09/2015 22h58

Homenagem de Lewis Hamilton a Ayrton Senna (Foto: Reprodução Instagram)

Em um post curto e sucinto (breve, curto) em seu twitter, Lewis Hamilton lembrou de Ayrton Senna, a quem igualou o número de vitórias na Fórmula 1, 41, neste domingo, no GP do Japão. "Ídolo", "O Maior", 'Ayrton Senna", "Rei Senna", "Deus Abençoe" foram as mensagens que o piloto britânico escreveu, juntamente com a foto de Senna nos tempos de Lotus.

O local da 41ª vitória do líder da temporada não poderia ter sido mais apropriado: o circuito de Suzuka foi palco dos três títulos de Senna. De quebra, Hamilton ampliou sua vantagem sobre o companheiro Nico Rosberg, segundo colocado, de 41 para 48 pontos. O pódio foi completado por Sebastian Vettel, da Ferrari.  



- Cheguei a um nível maravilhoso para mim. Igualar o número de vitórias de Ayrton Senna? Eu me sinto como numa corrida de revezamento. Sabe quando você pega o bastão do outro companheiro? Então, eu me sinto como se estivesse pegando o bastão dele. Igualamos no número de vitórias, mas corremos pela mesma equipe. É assim que eu estou me sentindo - disse Hamilton à TV Globo.

Resultado GP do Japão Fórmula 1 2015 (Foto: Divulgação)


FONTE PESQUISADA

GLOBO ESPORTE - Hamilton homenageia Senna após igualar número de vitórias: "Ídolo". Disponível em: <http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2015/09/hamilton-homenageia-senna-apos-igualar-numero-de-vitorias-idolo.html>. Acesso em: 28 de setembro 2015. 

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Massa Afirma Que "Nada Mudará No Brasil" Por Hamilton Igualar Senna


Terra - esportes.terra.com.br
17 SET 2015 - 20h33

Lewis Hamilton está próximo de igualar dois recordes de Ayrton Senna no GP de Cingapura de Fórmula 1, neste domingo. Caso vença na prova asiática, o britânico irá ter o mesmo número de vitórias do brasileiro, ainda por cima com exatamente a mesma quantidade de provas (41 triunfos em 161 provas). Se for o primeiro no treino classificatório, o piloto da Mercedes repetirá a marca de oito poles seguidas do tricampeão.

Para o brasileiro Felipe Massa, os recordes que Lewis Hamilton pode alcançar com sua idade são sensacionais, mas afirma que isso não mudará nada em relação a Senna. O piloto da Williams declarou que o tricampeão mundial morreu muito cedo, podendo conseguir melhores resultados caso não tivesse um destino trágico no GP de Imola em 1994.

“Senna foi o melhor piloto que nós tivemos. Além disso, ele acabou perdendo a vida muito cedo. Ele estava no caminho de vencer mais corridas e talvez até mais campeonatos. Acredito que se você analisar a idade de Lewis e o que ele está alcançando, é sensacional, é muito legal. No entanto, no Brasil, com certeza nada mudará”, declarou Massa ao site Motorsport.

Pensando no próximo GP, onde Hamilton pode alcançar dois recordes de Senna, Massa afirmou que dificilmente poderá incomodar o pelotão da frente, já que a pista travada de Cingapura não favorece o carro da Williams.

“Cingapura com certeza não é a nossa melhor pista. Apesar disso, eu lembro de chegarmos em quinto lugar em 2014. Fizemos uma boa corrida, e o carro do ano passado era pior do que o atual. Tudo pode acontecer e temos chance de marcar bons pontos, mas precisamos dar o nosso melhor”, sentenciou o brasileiro.



FONTE PESQUISADA

TERRA - Massa afirma que "nada mudará no Brasil" por Hamilton igualar Senna. Disponível em: <http://esportes.terra.com.br/automobilismo/formula1/massa-afirma-que-nada-mudara-no-brasil-por-hamilton-igualar-senna,cd0277979e7a332f95746ad6e4dec36em6jitil2.html>. Acesso em: 18 de setembro 2015. 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Fãs Comentam: Vettel Quebra Recorde de Ayrton Senna, e Agora é o Terceiro Com Mais Vitórias

Vettel: ‘Igualar a marca de Senna é incrível’
Alemão da Ferrari chegou a 41 vitórias ao vencer na Hungria
POR O GLOBO
26/07/2015 16:12 / ATUALIZADO 26/07/2015 16:42

Vettel comemora a vitória em Hungaroring que o fez igualar a marca de Senna - ANDREJ ISAKOVIC / AFP

Sebastian Vettel descreveu como “incrível” igualar o número de vitórias de Ayrton Senna na Fórmula-1. Com o primeiro lugar no Grande Prêmio da Hungria, em Hungaroring, o alemão tetracampeão mundial chegou a 41 triunfos. Para Vettel, não há palavras para descrever o que ele sentiu ao agora também ser o terceiro piloto com o maior número de vitórias na categoria.

Apenas dois pilotos tem mais vitórias do que Vettel na F-1. O alemão Michael Schumacher, o recordista com 91 triunfos, e o francês Alain Prost, que obteve 51 vitórias na carreira.

- Igualar a marca de Senna é incrível. Não sei como descrever isso em palavras. Eu acho que (a vitória de) hoje foi para Jules (Bianchi) e sua família. Acho que isso foi maior do que qualquer coisa. Mas certamente para nós, para o time, para mim mesmo, foi um dia incrível. Obviamente um pouco complicado no fim, quando tivemos que forçar um pouco mais de novo. Infelizmente Kimi (Raikkonen) perdeu a segunda posição por causa dos problemas que ele teve, mas é ótimo estar no topo de novo - disse o alemão, também dedicando a vitória ao ex-piloto da Marussia, o francês Jules Bianchi, que morreu na semana passada.

Antes da corrida, os pilotos fizeram uma homenagem a Bianchi. Eles se reuniram na pista, fizeram um círculo e colocaram seus capacetes no centro. Em seguida se abraçaram e fizeram um minuto de silêncio. A família do ex-piloto francês também participou da cerimônia.



- Essa vitória é para Jules. Foi um fim de semana incrivelmente difícil, e acho que, para todos nós, foi muito, muito difícil. Então, essa vitória é para ele e, especialmente, para todas as pessoas da Ferrari. Todos aqui na Ferrari sabíamos que cedo ou tarde ele faria parte deste time, parte dessa família - disse o alemão. - Essa vitória é para você, Jules - completou o piloto, falando em francês.

Vettel disse que a entrada do safety car na parte final da corrida tornou o fim da corrida imprevisível.

- Obviamente tornou tudo muito mais interessante no fim. Tivemos um grande começo e foi crucial largar na frente. Foi uma grande corrida e só tenho a agradecer ao time pela recuperação desde sexta-feira. Apesar do safety car, conseguimos manter o ritmo e vencer. Essa vitória também é para a equipe - encerrou.

Fonte: oglobo.globo.com

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OPINIÃO BLOG SENNA VIVE

Os tempos são outros, é cada vez mais fácil quebrar recordes de pilotos antigos na Fórmula 1, isso desde o começo dos anos 2000. A tecnologia a partir da época do domínio da Ferrari com Schumacher (2000 a 2006), representa mais de 85% do desempenho de um piloto nas pistas. Não é mais como antigamente onde o piloto era mais importante do que a maquina, e ganhava tudo "no braço" como Ayrton. Quem não se lembra do ex-piloto, sete vezes campeão mundial, Michael Schumacher pulverizando todos os recordes de pilotos antigos no fim dos anos 90 até 2006? Sem competidores a altura na pista e com o melhor carro, quebrou facilmente todos os recordes. Chegar as 41 vitórias, como chegou Ayrton Senna, 65 poles positions, e 3 títulos mundias, isso correndo nos anos 80 até 1994, foi extremamente difícil ( igualmente para os pilotos dos anos 50, 60 e 70). O nível de competição era muito alto, hoje a competição entre os pilotos é quase inexistente. A fórmula 1 perdeu a graça. Além disso perdeu há 21 anos seu “Showmen”, Senna, que conseguia arrancar vitórias até mesmo com carro bem inferior aos rivais.  Atualmente isso não existe mais na fórmula 1. O melhor carro vence e ponto final, seja quem tiver o guiando.

Ayrton Senna conseguiria muito mais números dentro da Fórmula 1, caso sua carreira não fosse interrompida no auge. Quebraria muitos recordes. Para vocês terem uma ideia, Senna obteve 65 pole positions em seus 10 anos de carreira, Schumacher, com 20 anos de carreira, chegou a marca de 68 pole positions, apenas 3 poles a mais que Ayrton.  

Nos tempos de Senna o nível de competição era muito alto, seus principais rivais foram verdadeiros gênios do automobilismo. Por competir com tantos gênios, e ainda assim se destacar, Senna é considerado até hoje o melhor piloto de todos os tempos
Foto: Senna, Prost, Mansell e Piquet na Temporada de 1986

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Fãs comentam nas redes sociais (facebook) a quebra de recorde das 41 vitórias de Ayrton Senna por Sebastian Vettel (26 de julho de 2015)

Juliano Nunes Vettel chegou hoje ao mesmo número de vitórias do M1TO [Ayrton Senna], mas os números, sozinhos, dizem algum coisa? Foi uma vitória inesperada e, com 41 primeiros lugares, Senna já tinha provado que era o melhor de todos os tempos. Até dirigir com apenas uma marcha e fazer a melhor volta de todos os tempos ele já tinha feito. Amo a Formula 1, mas hoje em dia, qualquer moleque chega aos números dos monstros de outros tempos.

Danilo Silva Verdade... Senna brigava com Piquet, Prost, Manssel, Schumacher...

Juliano Nunes Vetel ainda não mostrou ser bom piloto sem uma boa máquina. Senna tirava de onde não tinha.

Guilherme Reis Concordo plenamente com vocês...

Clóvis Oliveira Braga Nos anos 70, 80 e até metade nos anos 90 a Fórmula 1 era uma guerra e chegar a 41 vitórias na categoria era coisa de gente grande, tinha que ter braço. Hoje são apenas moleques brincando de Xbox [vídeo game]!!!

Lininha Araf Completando a lista do Danilo: contra Lauda, Keke Rosberg, Alboreto etc.. Para mim o importante nao eh quantidade e sim qualidade.Ate porque Ayrton teria aumentado seus recordes senao tivesse partido ainda tao novo. Senna tirava leite de pedra competindo contra grandes rivais, numa epoca com menos tecnologia e seguran¢a.

Juliano Nunes Hoje os fedelhos treinam em vídeo game. Era preciso conhecer cada detalhe da pista in loco para correr. Vettel igualou esse número de Senna, mas, para mim não passa de um moleque que só corre com carro bom, tal qual Schumacker que só foi multicampeão porque teve dois protetores: Barrichello e Massa.

Wagner Gonçalves da Silva Levem em conta que fou preciso 21 anos e quantos tentaram...nem mesmo O Shumi com SETE mundiais...Vetem tem que ter carro pronto, largar na ponta para chegar a esse numero...como muitos falatam sem a QUALIDADE do nosso sempre para sempre AYRTON SENNA DA SILVA

Paulo Marques Senna foi,é único,....
Arrepiava ver ao vivo...

Eduardo Chain Perfeita definição! É o que sinto também. Acompanho por teimosia, mas não vibro. Aliás, nem eles....

Danilo Silva Vdd Lininha Araf , kk tinha essas outras feras ainda pro Mito desbancar

Marcelo Callegaro Que a tecnologia de hj até minha avó.

Nelson Mesquita incomparável.......


FONTE PESQUISADA

Vettel: ‘Igualar a marca de Senna é incrível’. Disponível em: <http://oglobo.globo.com/esportes/vettel-igualar-marca-de-senna-incrivel-16969355>. Acesso em: 27 de julho 2015.

sábado, 18 de julho de 2015

21 Anos Após Senna, F-1 Volta a Sentir Drama de Acidente Fatal, Com Bianchi



18/07/2015 09h00 - Atualizado em 18/07/2015 10h55

21 anos após Senna, F-1 volta a sentir drama de acidente fatal, com Bianchi
Após 9 meses, francês não resiste a ferimentos sofridos no GP do Japão. É 1ª morte causada por acidente em circunstância de corrida desde a morte de Ayrton, em 1994

Por GloboEsporte.com
Rio de Janeiro

Bianchi recebe primeiros atendimentos médicos após acidente no GP do Japão (Foto: Reprodução)

Vinte e um anos depois da perda de Ayrton Senna, a Fórmula 1 volta a ser assombrada por uma morte relacionada diretamente a um acidente ocorrido em circunstâncias de corrida da categoria. A vítima é Jules Bianchi, da extinta Marussia (atual Manor), que não conseguiu se recuperar dos ferimentos do gravíssimo acidente sofrido no GP do Japão de 2014 e, após passar nove meses internado em estado vegetativo, faleceu na noite desta sexta-feira (madrugada de sábado na Europa), no Hospital de Nice, sua cidade natal, na França.

A tragédia interrompe um jejum de pouco mais de duas décadas sem acidentes fatais em corridas. Este foi o maior intervalo entre mortes na história da categoria. Em Ímola, 1994, a categoria perdeu Ayrton Senna e o jovem austríaco Roland Ratzenberger no fim de semana mais tenebroso de sua história. O brasileiro bateu forte na curva Tamburello na sétima volta do GP de San Marino, não resistiu aos ferimentos e teve a morte decretada horas depois no hospital de Bolonha no dia 1º de maio. Um dia antes, Ratzenberger também havia perdido a vida ao sofrer um grave acidente durante o treino classificatório.

Acidente de Ayrton Senna no GP de San Marino de 1994 foi "gota d'água" para revolução na segurança da F-1 (Foto: AP)

A morte de dois pilotos, sendo um deles a maior referência da categoria na época, causou uma comoção sem precedentes e provocou uma verdadeira revolução na segurança da Fórmula 1. Após o trágico fim de semana, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA)  implementou uma série de mudanças fundamentais para reduzir a ocorrência de acidentes nos anos seguintes, acabando com um estigma que maculava a categoria nas décadas anteriores, quando diversos outros competidores perderam a vida nas pistas. Entre 1952 e 1994, 38 pilotos foram vítimas de acidentes fatais em testes ou corridas da F-1.

A lista de medidas adotadas pela FIA foi extensa: cockpit menos exposto, dando maior proteção à cabeça do piloto; sistema de proteção da coluna cervical em caso de impacto; reforço estrutural dos chassis; ampliação das áreas de escape das pistas; padronização do serviço de resgate e modernização dos hospitais montados nos circuitos, entre outras. Graças a essas novidades, acidentes gravíssimos ocorridos depois tiveram consequências menos desastrosas.

Acidente de Senna em Ímola determinou verdadeira revolução na segurança da F-1 (Foto: AP) 

As colisões de grandes proporções continuam acontecendo com frequência na categoria, mas a reformulação dos critérios de segurança explica a sobrevivência de pilotos como Martin Brundle, protagonista de um acidente impressionante no GP da Austrália de 1996, de Robert Kubica, na cinematográfica batida no Canadá, em 2007, e de Mark Webber, na decolagem no GP da Espanha, em 2010. Nos últimos dois casos, os pilotos saíram do carro praticamente ilesos.

Mesmo nos casos em que os pilotos sofreram algum tipo de lesão, a atuação da célula de sobrevivência impediu novas fatalidades. O cockpit altamente resistente, produzido com fibra de carbono e kevlar, teve papel fundamental em episódios como o gravíssimo acidente do brasileiro Luciano Burti no GP da Bélgica de 2001. A bordo de um carro da Prost, Burti se tocou com o irlandês Eddie Irvine e se chocou contra a barreira de pneus a 270km/h. A batida foi tão intensa que o piloto sofreu uma concussão cerebral, uma hemorragia craniana e ficou cinco dias em coma, três deles induzidos pelos médicos. O brasileiro, que atualmente disputa a Stock Car, retornou ao volante de um F-1 apenas quatro meses depois, mas levou dois anos para ficar totalmente recuperado.

No entanto, nenhuma dessas medidas foi capaz de evitar uma tragédia com Jules Bianchi no GP do Japão do ano passado, devido às características específicas da batida. O francês da Marussia aquaplanou na pista molhada na 43ª volta da corrida e atingiu um guindaste que removia a Sauber de Adrian Sutil, que havia rodado na saída da curva Dunlop na volta anterior. Bianchi estava a mais de 200km/h quando perdeu o controle de sua Marussia e acabou entrando debaixo do veículo que removia o carro do alemão. Com a força do impacto, o santoantônio, estrutura feita para proteger a cabeça do piloto em caso de capotagens, ficou destruído, e o francês foi atingido em cheio no capacete.

O carro pilotado por Luciano Burti ficou completamente destruído após acidente na Bélgica, em 2001 (Foto: Getty Images)

A tragédia evidencia uma série de equívocos tomados pela direção de prova da Fórmula 1 durante o fim de semana do GP do Japão, pondo em xeque alguns procedimentos adotados pela FIA ao longo dos últimos anos. O mais grave deles foi entrar na pista com um guindaste - veículo para o qual um F-1 não é projetado para se chocar - para resgatar o carro de Adrian Sutil sem que o safety car tivesse sido acionado - O setor foi sinalizando apenas com banderias amarelas. Naquele momento, chovia muito em Suzuka, e o alemão havia abandonado a prova após aquaplanar. Por isso, não seria uma surpresa caso outro piloto perdesse o controle do carro no mesmo local.

Além disso, a falta de visibilidade em razão do mau tempo e do horário pode ter influenciado na ocorrência de acidentes como o de Sutil e de Bianchi. Devido às condições climáticas e o pôr-do-sol em Suzuka previsto para as 17h30 (5h30 de Brasília), a FIA chegou a estudar a antecipação da corrida em algumas horas para que fosse garantida a realização da corrida com boas condições de luz natural, mas preferiu manter o horário programado para a largada, 15h locais, 3h no Brasil.

A entidade também estava inclinada a transferir a corrida para sábado em razão da possibilidade da chegada do tufão Phanfone ao Japão no domingo, mas foi convencida pelos promotores da corrida a manter a programação, mesmo com a previsão de forte chuva no domingo em Suzuka. 

Felipe Massa sobreviveu a grave acidente sofrido durante treino do GP da Hungria de 2009 (Foto: Agência EFE)

O brasileiro Felipe Massa, que sobreviveu a um forte acidente nos treinos do GP da Hungria de 2009, quando uma mola atingiu seu capacete, é uma das principais vozes pelo aumento da segurança na Fórmula 1. Após o episódio dramático do GP do Japão, com o grave acidente de Jules, ele contou que pediu insistentemente à FIA a interrupção da corrida quando a chuva começou a apertar nas voltas finais. A opinião dos pilotos, no entanto, divergiram sobre a necessidade da paralisação da prova por causa da chuva antes da batida de Bianchi.

O fato é que o desfecho trágico do acidente do piloto francês, mesmo nove meses depois do ocorrido, deve levantar debates sobre a segurança na Fórmula 1. O principal ponto a ser abordado serão os procedimentos de resgate para evitar episódios semelhantes. A discussão sobre o uso de canoplas que fecham o cockpit também promete voltar à tona.







FONTE PESQUISADA

21 anos após Senna, F-1 volta a sentir drama de acidente fatal, com Bianchi. Disponível em: <http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2015/07/21-anos-apos-senna-f-1-volta-sentir-drama-de-acidente-fatal-com-bianchi.html#atleta-jules-bianchi>. Acesso em: 18 de julho 2015.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Jules Bianchi Morre Aos 25 Anos, Nove Meses Após Grave Acidente no Japão

Vinte e um anos depois da morte de Ayrton Senna, piloto morre aos 25 anos

Eis que a Fórmula 1 fez mais uma vítima fatal

Meses antes do acidente, Jules Bianchi fez questão de prestar homenagem a seu ídolo Ayrton Senna nos 20 anos da morte do piloto brasileiro no tributo "Ayrton Senna Sempre" ocorrido ano passado no autódromo de Ímola, na Itália, local da morte de Senna. Foto de Ímola 2014: Bianchi assina quadro de presença do evento.

O jovem francês é o primeiro piloto a morrer em decorrência de um acidente da Fórmula 1 desde o trágico episódio fatal com o brasileiro Ayrton Senna, em 1994

Por GloboEsporte.com
Nice, França
17/07/2015 22h17 - Atualizado em 17/07/2015 22h28

A página oficial do piloto Jules Bianchi confirmou a morte do francês de 25 anos nesta sexta-feira, em decorrência dos ferimentos causados no GP do Japão, no início de outubro do ano passado. Bianchi ficou internado no Japão por quase dois meses e havia sido transferido para Nice, sua cidade natal, em novembro. Desde então, poucas novidades sobre a evolução do quadro médico do piloto francês foram divulgadas. Ele permanecia internado em estado vegetativo, sem apresentar melhoras significativas. Na semana passada, o pai quebrou o silêncio e fez um desabafo emocionado sobre a grave situação do filho

Jules Bianchi (3 de agosto de 1989 - 18 de julho de 2015)
Faleceu o piloto da Fórmula 1 Jules Bianchi. É a primeira morte na F1 desde Senna, em 1994

 Bianchi assina quadro de presença do evento "Ayrton Senna Sempre", tributo em homenagem a Ayrton Senna nos 20 anos de sua morte


O acidente de Bianchi aconteceu na 43ª volta da corrida em Suzuka. O francês atingiu um guindaste que removia a Sauber de Adrian Sutil, que havia rodado na saída da curva Dunlop na volta anterior. Bianchi estava a mais de 150km/h quando perdeu o controle de sua Marussia e acabou entrando debaixo do veículo que removia o carro do alemão. 
Com a força do impacto, o santoantônio, estrutura feita para proteger a cabeça do piloto em caso de capotagens, ficou destruído, e o piloto foi atingido em cheio no capacete. Esta é a primeira morte na categoria em razão de um acidente de corrida desde 1994, quando Ayrton Senna perdeu a vida no GP de San Marino e uma série de medidas de segurança foram implantadas na F-1.

Jules Bianchi recebe primeiros atendimentos médicos após acidente no GP do Japão (Foto: Reprodução / Formule1nieuws.nl)

Jules Bianchi tinha 25 anos e nasceu em Nice, sudeste da França em 3 de agosto de 1989. Ele começou a competir no kart e em 2007 passou para os monopostos, acumulando bons resultados nas categorias de base. Foi campeão da Fórmula Renault 2.0 francesa logo em seu ano de estreia; terminou em terceiro na F-3 europeia em  2008 e foi campeão da categoria no ano seguinte. Em 2010, disputou a GP2, principal categoria de acesso à Fórmula 1, sendo terceiro em um ano e vice-campeão no outro. Em 2012 foi vice-campeão da F-Renault 3.5.
Os resultados expressivos na base o renderam um convite para fazer parte do programa de jovens pilotos da Ferrari em 2011, onde também exerceu o cargo de piloto de testes. Por influência da equipe italiana, fornecedora de motores da Marussia, atual Manor, Jules foi contratado pelo modesto time às vésperas do início do campeonato de 2013 para substituir o brasileiro Luiz Razia. Na temporada 2014, o francês conquistou os primeiros pontos da história do pequeno time ao chegar em nono na etapa de Mônaco.


Bianchi morre e F-1 vê a primeira morte de piloto após Senna

Francês sofreu acidente no GP de Suzuka da última temporada

Jules Bianchi bateu com Marussia em guindaste durante GP do Japão (Foto: Getty Images)

Jules Bianchi (3 de agosto de 1989 - 18 de julho de 2015)

Foram mais de 20 anos sem um acidente fatal na F1 
Descanse em paz Jules!


REFERÊNCIAS

Jules Bianchi morre aos 25 anos, nove meses após grave acidente no Japão. Disponível em: <http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2015/07/morre-jules-bianchi-aos-25-anos.html>. Acesso em: 17 de julho 2015.