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terça-feira, 1 de setembro de 2026

A Sofisticação de Ayrton Senna (Fotos)






Mais que vestuário: identidade visual. A sofisticação em uma paleta de cores autêntica e atemporal como Senna.

#ParaTodosVerem: carrossel de fotos exibindo trajes e combinações casuais de Ayrton Senna ao longo dos anos. Cada slide destaca a sua respectiva paleta de cores.

#Moda #Fashion #SennaSempre #PaletaDeCores


sábado, 4 de outubro de 2025

Dia Mundial dos Animais


Ayrton Senna, além de ser uma lenda nas pistas, sempre teve a companhia de seus leais pets. De Ford, seu parceiro de infância, o Bucks, Mouse, Kinda e Samanta, cada um trouxe alegria e carinho ao tricampeão. 

 Vamos aproveitar o Dia Mundial dos Animais para valorizar o amor pelos amigos peludos. Compartilhe uma história do seu pet e mostre o quanto eles significam para você! 🐶 



sábado, 8 de junho de 2024

O estilo de Ayrton Senna: relembre como o piloto se vestia fora das pistas

 

Um ícone dentro das pistas, Ayrton Senna também foi muito lembrado fora delas também. Com um estilo marcante, serviu como referência de moda masculina por muitos anos.

(Foto: Philip LITTLETON / AFP)

Publicado por Lance! • Publicada em 13:52:03 - 01/05/2024

Os óculos no estilo aviador eram a assinatura do ex-piloto. Em todas as composições, seja com os uniformes de corrida ou fora das pistas, sempre o acompanhava.

(Foto: Toshifumi KITAMURA / AFP)

As camisas oversozed, de botão, e muitas vezes listradas, eram outra forte característica do estilo de Senna. Sem nunca ostentar marcas ou logos, a elegância sempre casava com a casualidade.

(Foto: Julio PEREIRA / AFP)

Amante de acessórios, os relógios dourados no pulso foram outro exemplo do estilo de Senna.

(Foto: Julio PEREIRA / AFP)

O boné azul, um dos mais usados por Senna em vida, apresentava uma logo do Banco Nacional.

(Foto: AFP)

Mesmo uniforme e antes das corridas, sempre se apresentava prezando por suas características principais de estilo.

(Foto: Toshifumi KITAMURA / AFP)


FONTE PESQUISADA

LANCE! - O estilo de Ayrton Senna: relembre como o piloto se vestia fora das pistas. Disponível em: <https://ayrtonsennavive.blogspot.com/2014/09/a-tragedia-de-1994-por-jo-ramirez.html>. Acesso em: 08 de junho de 2024.

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Carros de Senna

Murilo Góes/UOL
Divulgação/McLaren Divulgação/McLaren

Nos 25 anos da morte de Ayrton, testamos as máquinas do tricampeão
Eugênio Augusto Brito, João Anacleto
Do UOL, em São Paulo (SP)


Senna Day
Data da morte é convertida em dia de memória

Domingo, 1º de maio de 1994. Talvez um dos dias mais tristes da história do esporte, com a morte de Ayrton Senna da Silva. Mas, 25 anos depois, a data virou um dia para celebrar a memória do piloto que o Brasil aprendeu a reverenciar a cada alegria nos domingos de vitórias e títulos.

Esta data tornou-se o "Senna Day", com direito a festival que dura o dia todo na pista do Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), com música, mini-eventos esportivos, venda de lembrancinhas e, claro, muita troca de informação sobre campeonatos de corrida e sobre automóveis.

UOL Carros aproveita este dia, uma quarta-feira em 2019, para falar não de tristeza, mas do legado deixado pelo tricampeão de Fórmula 1. E da melhor forma possível: vamos mostrar e acelerar os carros de uso pessoal, peças raríssimas deixadas na garagem por nosso Ayrton Senna... do Brasil.

Legado do tricampeão
UOL Carros, S4 Avant, NSX-R e McLaren Senna em Interlagos


Toni Pires/Folhapress Toni Pires/Folhapress


Senna, um amante de carros
Ayrton desenvolveu, usou e ainda inspira ícones automotivos

Considerado um piloto de essência refinada, Senna era arrojado não apenas nos circuitos de corrida, mas também quando o assunto era carro de passeio. Vidrado em máquinas potentes para seu uso pessoal na Europa, o piloto também dirigia modelos poderosos nas ruas brasileiras. Em sua garagem, dois ícones: Honda NSX Type R e Audi S4.

UOL Carros teve acesso aos modelos após cinco meses de negociação, iniciada ainda às vésperas do Salão do Automóvel de São Paulo 2018, que aconteceu em novembro do ano passado, e encerrada apenas há duas semanas. Durante aquele evento, a McLaren Brasil apresentou o Senna, supercarro de R$ 8,5 milhões (o valor original em euros segue tendo seu câmbio ampliado pela perda de poder do real), 800 cavalos de potência e força equivalente a mais de 10 Chevrolet Onix Joy somados, em ação coordenada com o Instituto Ayrton Senna.

Essa foi a ponte para que tivéssemos, finalmente, o aval de Leonardo Senna, irmão do piloto e guardião legal dos carros de Ayrton. A partir daí, foi tentar colocar os carros para rodar em local digno: conseguimos um espaço no autódromo de Interlagos, passando por trechos do antigo traçado, que curiosamente foi deixado de lado por conta das reformas pedidas por Senna (com a construção do "S" da curva que leva o nome do piloto) para o retorno da Fórmula 1 nos anos 1990.

Murilo Góes/UOL Murilo Góes/UOL


Uma luz que volta a se acender

Desenvolvido na Inglaterra, o McLaren Senna (que já tem duas versões) contou com participação pontual do piloto Bruno Senna, sobrinho do tricampeão, no acerto de detalhes dinâmicos durante seu desenvolvimento. Bruno, aliás, tornou-se dono de uma unidade do bólido. Apesar de dar nome ao carro, honraria inédita entre os campeões de Fórmula 1, Ayrton Senna nunca soube ou participou de qualquer ação da McLaren para o desenvolvimento de algum carro de passeio.

Mas fez isso, no final dos anos 1980 para a Honda, que era fornecedora dos motores para a equipe de Fórmula 1 da McLaren, time pelo qual o brasileiro conquistou três títulos e as principais de suas 65 pole positions (a primeira posição no grid de largada de uma corrida) e 41 vitórias. Sim, Senna ajudou a desenvolver o Honda NSX. E uma unidade da versão mais potente, a NSX Type R (ou NSX-R), virou carro pessoal do piloto em São Paulo. Outra unidade estava à disposição na Europa, mas acabou leiloada com o passar dos anos.

Não é exagero dizer, porém, que a chegada do McLaren Senna ao Brasil reacendeu uma curiosidade sobre essa história de paixão do piloto pelos carros de rua, bem como o interesse de muita gente sobre o que piloto guardou durante a vida em sua garagem.

Murilo Góes/UOL Murilo Góes/UOL


Perfeccionista

Falar do legado do Senna para os carro de passeio é falar de sua obsessão pela perfeição -- algo emocionanante para os apaixonados por carros, e claro, apaixonados por Senna. Basta olhar para os dois carros que Ayrton mantinha aqui no Brasil, em ótimo estado de conservação até hoje.

Deixa para falarmos de novo do Honda NSX 1991, modelo 1992, a lendária "Ferrari japonesa" que Ayrton ajudou a desenvolver. Melhor: ajudou a salvar de um possível fracasso. Foi Senna quem fez os ajustes finais do NSX. Mas a primeira parte do desenvolvimento teve participação ativa de Satoru Nakajima, piloto japonês de Fórmula 1, companheiro de Senna nos tempos de Lotus, e que em cinco anos de competição a categoria máxima ficou conhecido por não somar pontos e colecionar trapalhadas.

Não tinha como dar assim tão certo para quem conhece a história.

Com protótipo pronto, Senna pegou o carro para acelerar alguns dias na lendária pista de Nürburgring (Alemanha), área preferencial para testes de supercarros, e deu as dicas para o sucesso. Deu tão certo, que a marca japonesa guardou as indicações passadas pelo brasileiro e as utilizou, acredite você ou não, na segunda geração do NSX, que só ganhou vida 22 anos após a morte do piloto.

Foi o primeiro esportivo de verdade da marca, com motor central traseiro e tração traseira, por coincidência a mesma concepção do McLaren Senna hoje. O motor V6 de 3 litros gerava 270 cv e 30 kgfm de torque só em 5.500 rpm, rotações bem altas e dignas de carros feitos para a pista.

Com isso, era mais rápido que a Ferrari 328, custando a metade do preço. Ia de 0 a 100 em 5,9 segundos e chegava aos 272 km/h de máxima, um absurdo para um carro japonês da época.

Esse carro tinha uma posição de guiar espetacular, controle de tração que era algo bem raro na época, faróis escamoteáveis, um câmbio manual magnífico e algumas coisas especiais que nos anos 1990, só gente com a grana e a importância do Ayrton Senna poderiam exigir.

Caso do sistema de som Bose, com equalizador Kenwood e som tridimensional padrão Dolby (em dobradinha nipo-americana), bem como do... telefone celular onboard. Sim, um telefone móvel no carro, que tinha sinal via antena colocada no alto do cockpit.

Carro pronto, Senna recebeu uma unidade para uso em São Paulo em 1991, ano de seu terceiro e último título com a imbatível dupla McLaren-Honda na F-1, e na placa tratou de homenagear sua mais importante conquista, a do primeiro mundial, em 1988.

Na placa cinza do carro estão as letras BSS. Elas significam "Beco", apelido de família, "Senna" e "Silva". O numeral 8888 faz referência à primeira conquista e também ao apreço de Senna pelo número 8. Só isso já tornaria o exemplar único e especial, na raridade sem preço que é. Aliás, Senna também usou padrão parecido em outro modelo, este com a placa BSS-8855.

Murilo Góes/UOL Murilo Góes/UOL


Negócio com os alemães

Visionário, Senna parecia antever a onda de utilitários esportivos que hoje unem todo tipo de comprador de carros no Brasil e no mundo. Seu outro carro era a perua Audi S4 Avant 1993, um dos primeiros Audi importados para o Brasil, ainda da linha 100.

Senna e seu irmão Leonardo decidiram, após conversa com um executivo alemão ligado ao Grupo Volkswagen, apostar na vendas de carros: iriam iniciar a importação de modelos da Audi, mas só com exemplares "completões" de série. Com a morte de Senna, o irmão tocou o negócio primeiro total, depois parcialmente, até devolver as últimas ações de controle aos alemães em 2005.

Daí a maior curiosidade sobre a S4 Avant: Ayrton Senna a escolheu para ser o carro de imagem da marca porque era o primeiro modelo com motor V8 para o Brasil; e a unidade de Ayrton, que também era levada a eventos de divulgação, tinha rodas exclusivas, modelo "Avus", com seis raios, aro de 16 polegadas, que faziam alusão ao protótipo Avus, que muito tempo depois daria vida ao R8.

Mas Senna também a escolheu porque era um dos poucos veículos que o permitiam levar os aeromodelos que tanto gostava no porta-malas. Naquela época não tinha essa onda SUV por aqui, né? Carro bom de porta-malas era perua e essa tinha 390 litros. Não só espaço para bagagem: o compartimento escondia ainda, sob o assoalho, dois bancos extras, voltados para trás, de forma "invertida", somando espaço para sete pessoas.

Falando do poderio, o motor V8 de 280 cv era pareado a câmbio manual de seis marchas e tração interal, com bloqueio de diferencial traseiro. Esportividade que era a cara de Senna, seja para se deslocar em São Paulo, seja para viajar com a família quando esteve de férias no Brasil entre o fim de 1993 e o começo de 1994.

Essa station wagon podia ir de 0 a 100 km/h em apenas 6,6 segundos, mas não se pode duvidar que nas mãos do Senna poderia até fazer menos. Certamente, quando viajava sozinho, Ayrton aproveitava para desfrutar o som de fitas K7 no sistema Bose ou então algum de seus CDs na disquteira para 10 discos instalada em um nicho no porta-malas.

Murilo Góes/UOL Murilo Góes/UOL


Fonte de inspiração

Nessa viagem pelo legado de Ayrton Senna, retornamos ao presente e ao McLaren Senna. Praticamente feito à mão, tem chassi e carroceria de fibra de carbono, 1.198 kg, 42 kg mais leve do que um Audi A3 Sedan, modelo fabricado pela Audi no Brasil.

Feito para acelerar nas pistas, o Senna tem aparência até meio estranha, e aquela asa de apenas 5 kg ali atrás suporta nada menos do que 500 kg de peso. Com tudo isso, faz o 0 a 100 kmh em 2,8 segundos e chegar aos 200 km/h antes que você termine esta frase: só 6,3 segundos. O motorzaço V8 de 4 litros biturbo gera 800 cv e 81,6 kgfm de torque.

Tudo transmitido para as rodas traseiras por um câmbio automatizado de 7 marchas, de embreagem única e não dupla. Sim, monoembreagem, mas desse automatizado ninguém ousará falar mal. Nunca!





Fichas técnicas

Audi 100 S4 Plus Avant

Ano/modelo: 1992/1993. Motor: V8, 4.2. Potência: 280 cv. Torque: 40,8 kgfm. Câmbio: 6 marchas, manual. Velocidade máxima: 250 km/h. 0-100 km/h: 6,6 s. Comprimento: 4,79 m. Entre-eixos: 2,69 m. Porta-malas: 390 litros. Preço: ND
Imagem: Murilo Góes/UOL

Honda NSX Type R
Ano/modelo: 1991/1992. Motor: V6, 3.0, aspirado. Potência: 270 cv. Torque: 30 kgfm. Câmbio: 5 marchas, manual. Velocidade máxima: 272 km/h. 0-100 km/h: 5,1 s. Comprimento: 4,43 m. Entre-eixos: 2,53 m. Porta-malas: 157 litros. Preço: ND
Imagem: Murilo Góes/UOL
   
McLaren Senna
Ano/modelo: 2018/2018. Motor: V8, 4.0, biturbo. Potência: 800 cv. Torque: 81,6 kgfm. Câmbio: 7 marchas, automatizado. Velocidade máxima: 340 km/h. 0-100 km/h: 2,8 s. Comprimento: 4,74 m. Entre-eixos: 2,67 m. Porta-malas: "dois capacetes, dois macacões e, talvez, dois sanduíches". Preço: R$ 8,5 milhões
Imagem: Murilo Góes/UOL

UOL Carros agradece: Leonardo Senna, Instituto Ayrton Senna, McLaren Brasil, Charles Marzanasco e Interlagos Motor Clube.





FONTE PESQUISADA


BRITO, Eugênio Augusto; ANACLETO, João.  Os carros de Ayrton Senna. Disponível em: https://www.uol.com.br/carros/reportagens-especiais/carros-de-senna/index.htm#senna-day>. Acesso em: 29 de julho 2019.

sábado, 23 de março de 2019

Cinco automóveis que pertenceram a Ayrton Senna

Por Bruno Machado
Jornal dos Clássicos - jornaldosclassicos.com
21 Mar 2019





Hoje celebra-se o aniversário do maior piloto de Fórmula 1 de todos os tempos: o grande Ayrton Senna (opinião muito subjectiva, sim eu sei)! Para comemorar este dia fazendo a ligação com os nossos clássicos, vejamos aqui cinco automóveis pessoais deste grande piloto:

Alfasud Ti


Quando partiu para o Reino Unido, disputar o campeonato de Fórmula Ford em 1981, o jovem Senna utilizou um Alfasud 1.5 Ti cinzento, que, pela sua tendência para a corrosão, não era o automóvel mais indicado para o clima chuvoso inglês. Em compensação, Ayrton Senna teve certamente muito prazer em conduzi-lo, desfrutando da melodia do 4 cilindros Boxer!

Audi S4 Avant


Além de piloto, Ayrton Senna era igualmente homem de negócios, tendo sido pioneiro na importação da Audi no mercado brasileiro. Para as suas deslocações pessoais no Brasil, podia contar com os 280 cavalos do V8 4.2 e com o sistema “quattro” do seu Audi S4 Avant, versão desportiva da carrinha Audi 100, futuro A6 (e não do A4, que ainda nem sequer existia).

Ford Escort XR3


Logo no início da sua carreira na Fórmula 1, Ayrton Senna foi um nome muito solicitado pelos publicitários, sobretudo depois do brilharete no Grande Prémio do Mónaco, ao volante de um modesto Toleman. Assim, o antigo vencedor da Fórmula Ford, foi o rosto da campanha publicitária do Ford Escort XR3 no Brasil, onde o 1.6 litros carburador tinha apenas 83 cavalos. No fim do anúncio Senna dizia: “Eu tenho um!”. E tinha mesmo!

Honda NSX


O NSX é indissociável de Ayrton Senna. O desenvolvimento do desportivo nipónico coincide com o auge da parceria McLaren-Honda-Senna na Fórmula 1, pelo que os engenheiros da marca japonesa aproveitaram os serviços do piloto para o desenvolvimento do NSX. O resultado foi um automóvel mítico! O exemplar preto que Senna utilizava no Brasil está ainda hoje na posse da família.

Mercedes-Benz 190 2.3 16


Em Maio de 1984, um principiante na Fórmula 1, um tal Ayrton Senna, participa, juntamente com os tubarões da altura (Lauda, Prost ou Rosberg, por exemplo), numa corrida organizada para promover o novo Mercedes-Benz 190 E 2.3 16 e o novo Nürburgring, mais pequeno que a grande Nordschleife. Tendo sido provavelmente o único piloto a levar a corrida a sério, Senna vence a prova! E vence em pé de igualdade com os outros pilotos. As apresentações estavam feitas! Depois da corrida, o exemplar da pista (com baquets e roll-bar) foi para o museu da Mercedes-Benz e uma versão de estrada foi directamente para a garagem de Senna.



FONTE PESQUISADA

MACHADO, Bruno. Cinco automóveis que pertenceram a Ayrton Senna. Disponível em: <https://www.jornaldosclassicos.com/2019/03/21/cinco-automoveis-pessoais-de-ayrton-senna/>. Acesso em: 23 de março 2018.

sábado, 22 de setembro de 2018

terça-feira, 14 de agosto de 2018

'Grande piloto e pessoa muito simpática', diz ex-atleta que puxava treinos de Ayrton Senna, 30 anos após 1º título


POR WILLIAM HELAL FILHO
O Globo - blogs.oglobo.globo.com
14/08/2018 06:00

Ayrton Senna corre na pista da USP com o velocista Geraldo Maranhão, em 1988 | Foto de Fernando Pereira

Mesmo acostumado com a adrenalina dos mais de 300km/h que alcançava com seu McLaren nos grandes prêmios de Fórmula-1, o ídolo Ayrton Senna não dispensava os treinos correndo a 14km/h na pista de atletismo da Universidade de São Paulo (USP). No dia 14 de agosto de 1988, ano em que o brasileiro ganharia seu primeiro título mundial, O GLOBO publicou uma reportagem sobre a preparação física de Senna para resistir ao estresse e exaustão das provas de automobilismo. Na época com 28 anos de idade, ele costumava dar 20 voltas no trajeto da USP, muitas delas ao lado do então velocista Geraldo Maranhão Junior, que entrava na pista quando o piloto começava a dar sinais de cansaço. 

- Eu era tipo um coelho (jargão do atletismo usado para definir o atleta que entra no treino para marcar o ritmo dos demais). Entrava depois de um tempo para dar estímulo e não deixar o rendimento dele cair muito até o final das voltas - relembra Maranhão, então com 19 anos e fã declarado de Senna. - Treinamos juntos durante muito tempo, e eu assistia a todas as provas dele. Era um grande piloto e uma pessoa muito simpática também. Sempre perguntava como eu estava, se estava precisando de alguma coisa.  

Ayrton Senna corre na pista de atletismo da USP, em agosto de 1988 | Foto de Fernando Pereira

Aquele era o primeiro ano de Ayrton Senna pilotando pela McLaren e formando uma dupla endiabrada com o francês e grande rival Alain Prost, que na época já era bicampeão mundial. A reportagem sobre a preparação do brasileiro foi publicada dias depois do GP da Hungria, décima prova daquela temporada de 30 anos atrás. Em primeiro lugar no ranking, Senna tinha vencido seis etapas, contra quatro de Prost. O francês se recuperou e venceu mais três provas no segundo semestre, mas o paulista se segurou, vencendo mais dois circuitos. Senna terminou o ano apenas três pontos na frente e conquistou o primeiro de seus três títulos mundiais. 

O treinamento com os pés no chão foi essencial. Segundo a reportagem, publicada num domingo, o trabalho com o preparador físico Nuno Cobra Ribeiro, da USP, baixou a média de batimentos cardíacos de Senna de 190 para 160 batidas por minuto. Com isso, melhoraram os reflexos, e o estresse durante a prova diminuiu. O exercício também servia para o atleta liberar a agressividade acumulada nos grandes prêmios.

Senna e Alain Prost, em março de 1988 | Foto de Carlos Ivan

Maranhão estava com os olhos grudados na TV no fatídico dia 1 de maio de 1994, quando Senna se chocou na curva Tamburello, no GP de Ímola, na Itália, e foi declarado morto horas depois. 

- Quando vi o que aconteceu, rezei muito para o socorro chegar logo, meus olhos se encheram d'água. Infelizmente, todos sabem como o acidente terminou. Foi um baque para o país inteiro - recorda-se o ex-atleta, que chegou a integrar a seleção brasileira dos 200 metros e dos 400 metros, antes de se aposentar, há cerca de dez anos. - Gosto tanto de carros que, hoje, sou dono de uma oficina (risos). Ainda vejo Fórmula 1 todo domingo. Outro dia meu filho de 8 anos me perguntou para quem estava torcendo. Fiz questão de falar do Senna, mostrei foto dele. 

Ayrton Senna comemora seu primeiro título mundial, em 1988 | Foto de arquivo/Reuters



FONTE PESQUISADA

FILHO, William helal. 'Grande piloto e pessoa muito simpática', diz ex-atleta que puxava treinos de Ayrton Senna, 30 anos após 1º título. Disponível em: <https://blogs.oglobo.globo.com/blog-do-acervo/post/grande-piloto-e-pessoa-muito-simpatica-diz-ex-atleta-que-puxava-treinos-de-ayrton-senna-30-anos-apos-1-titulo.html>. Acesso em: 14 de agosto 2018.

sábado, 4 de agosto de 2018

Ayrton Senna com o "Milho Campeão" (Foto)

Senna com o milho chamado campeão

Na fazenda “Dois Lagos” que pertencia a Ayrton Senna há uma plantação de milho doce, raro no Brasil, que é comido com manteiga feita de leite caseiro e suco de caju colhido no pé. 


Senna em cima da colheita no caminhão em 1994

Senna ao lado de Chiquinho Japonês, então funcionário de sua fazenda






FONTES PESQUISADAS

MOURA, Marcelo. A casa dos brinquedos de Ayrton Senna. Disponível em:
<https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/a-casa-dos-brinquedos-de-ayrton-senna/>. Acesso em: 04 de agosto 2018.

COLOMBARI, Emanuel. Ex-funcionário homenageia Senna com "milho campeão" em SP. Disponível em: <https://www.terra.com.br/esportes/automobilismo/formula1/ex-funcionario-homenageia-senna-com-milho-campeao-em-sp,eec647ea2d8b5410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html>. Acesso em: 01 de agosto 2018.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Senna e Galisteu - Coleção de Vídeos (EM CONTRUÇÃO)

Ayrton Senna e Adriane Galisteu Chegando na Festa da Audi em 1994




Ayrton Senna chegando com Adriane Galisteu na festa da Audi e ainda concede uma entrevista para o jornalista Peter Roman para o programa Vitrini e revelou que já estava fazendo planos para o dia que abandonasse a Fórmula 1. A festa da Audi foi no dia 29 de março de 1994, dois dias após o GP Brasil.








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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Dia do Rock! Rock Day!



Ayrton Senna com o disco da banda londrina Pink Floyd. 

O campeão tinha o gosto musical eclético, ou seja, ele gostava de vários estilos musicais, e o Rock era um deles.




quarta-feira, 7 de junho de 2017

Fã de Tênis, Ayrton Senna Acompanhou a Final Feminina de Roland Garros há Exatos 25 Anos (Vídeo)


O Torneio de tênis de Roland Garros, que é realizado anualmente na França, é uma das grandes atrações desta semana no mundo esportivo e há exatamente 25 anos atrás (06/06/1992), Ayrton Senna acompanhou a final feminina de simples entre a alemã Steffi Graf e a sérvia Monica Seles (naturalizada americana).

As duas tenistas históricas já haviam se enfrentado na final de 1990 e novamente se reencontraram na decisão do torneio francês em 1992. Monica saiu vencedora nas duas partidas sobre a adversária.

Confira um pequeno trecho da final de 1992, quando Senna foi flagrado pela transmissão oficial:






O ídolo brasileiro estava acompanhado de seu grande amigo, o ex-banqueiro Braguinha, outro admirador do esporte




Um dos hobbies preferidos de Senna era justamente o tênis. Quando estava de folga ou em uma semana mais tranquila, o piloto brasileiro costumava acompanhar e praticar o esporte com os amigos. Foi o caso de Galvão Bueno e Reginaldo Leme, dois eternos “fregueses” do tricampeão mundial de F-1 nas quadras.





FONTE PESQUISADA

AYRTON SENNA - VÍDEO: CONHEÇA A HISTÓRIA DE AYRTON SENNA COMO FÃ DE TÊNIS EM ROLAND GARROS. Disponível em: <http://www.ayrtonsenna.com.br/video-fa-de-tenis-ayrton-senna-acompanhou-final-feminina-de-roland-garros-ha-exatos-25-anos/>. Acesso em: 07 de junho 2017.