Após alguns dias do lançamento da série Senna pela Netflix, Adriane Galisteu se pronunciou sobre sua pífia aparição deixando claro que considerava contar sua versão. Isso ocorreu no dia 02 de dezembro de 2024. Logo no outro dia, dia 03, Cristine Ferraciu deu uma entrevista a revista Veja, que só foi ao ar no dia 04 de dezembro. Entre as falas ela diz o seguinte:
“O Ayrton é muito maior do que essa série. Não existem versões para a vida dele, não existe a versão de A, B ou C; só existe uma verdade, que é o que ele realmente viveu”.
O medo da Cristine se deve que ela detonou Adriane Galisteu no livro "Ayrton, o herói revelado", lançado em 2004, dizendo até que recebeu um telefonema do Ayrton em março de 1994, e na publicação também enalteceu sua própria relação com o piloto, como sendo ela e não Adriane a mulher para casar, dentre outras coisas.
“Quando ele foi tri (Tricampeão Mundial de Fórmula 1 em 1991), a gente comprou uma casa no Algarve — Mônaco me incomodava muito pelo barulho. Tínhamos a intenção de nos casar.”
A compra da mansão do Algarve, Portugal, a mesma que Ayrton morava com Adriane Galisteu, é uma das grandes contradições de Cristine Ferraciu. Porque nessa entrevista por exemplo ela diz que comprou a casa junto com Ayrton, para eles morarem, pois tinham planos de casar. Mas prestem atenção em trecho desse mesmo livro de Ernesto Rodrigues, "Ayrton, o herói revelado", lá conta que Senna quando foi conhecer a casa não levou Cristine. Oras, se eles iriam se casar, e seria a casa que morariam o quanto antes, qual o motivo dela não ter ido conhecer a casa com seu suposto futuro marido, noivo? Por que Ayrton não levou sua suposta futura esposa? A verdade é que como um bom homem solteiro na época, sem intenção nenhuma de casar no momento, ele foi com o pai e amigos. Dentre os amigos, até o narrador Galvão Bueno estava. E não Cristine.
"Senna comprou a casa do Algarve sem ver. Mandou Julian Jakobi e sua assistente, Fiona Spence, acertarem o negócio com o proprietário inglês, no escritório de Londres.
A idéia era, como sempre, economizar. E, para isso, o nome Ayrton Senna não apareceria, em hipótese alguma, nas negociações. Milton da Silva, Braguinha, Galvão Bueno e Ayrton calculavam que o sigilo evitaria que o valor do imóvel fosse triplicado. Até o fechamento do preço, para todos os efeitos, quem estava comprando a casa era um certo Antônio Carlos de Almeida Braga.
No dia em que Senna foi finalmente conhecer a casa, levou com ele, no helicóptero, Braguinha, Galvão e Márcio Rebello, marido de Lúcia, filha de Braguinha, e Milton, seu pai. Pousaram numa praia próxima. Na viagem de carro até ela, o futuro ex-proprietário perguntou a Senna:
- Você trabalha com aviação? É piloto?
- Sou piloto. Piloto de Fórmula 1.
- Piloto de Fórmula 1? Então você conhece Nigel Mansell!
No banco traseiro, Galvão e Braguinha explodiram numa gargalhada que impediu Ayrton de responder. Galvão provocou, falando em português:
- Ele não conhece você. Você é um merda mesmo...
Ayrton e o pai acabaram aderindo à gargalhada de forma mais discreta. O inglês, parecendo não entender nada, perguntou o que estava acontecendo e continuou não vendo muita graça na história. Mais tarde, os quatro brasileiros começaram a se perguntar se não teria sido melhor comprar a casa no nome de Ayrton.
E se o inglês já soubesse que Braguinha era um dos homens mais ricos do Brasil?"
Outro ponto também é ela dizer que compraram (juntos) a casa em Portugal por causa do barulho em Mônaco, onde supostamente ela vivia com Ayrton. Cristine diz que foi esse motivo, principalmente, por ela própria não gostar do barulho que faziam ao redor, mas Adriane já viveu com Ayrton em Mônaco e nunca reclamou de nada. Lembrando que Ayrton morou lá alguns anos, se fosse tão ruim, ele teria se mudado. Sem contar que ele passava parte do ano viajando. Os motivos reais dele ter trocado Mônaco por Portugal eram o clima muito parecido ao do Brasil, a comida também bem parecida, falava português e tinha amigos por lá de acordo com biografias como essa mesma "Ayrton, o herói revelado", a britânica The Life of Senna e o livro "Caminho das Borboletas" de Adriane Galisteu.
FONTES PESQUISAS
LACERDA, Lu. Cris Ferracciu, ex de Senna: “O Ayrton é muito maior do que essa série”. Disponível em: <https://vejario.abril.com.br/coluna/lu-lacerda/cris-ferracciu-ex-namorada-de-senna-sobre-serie-o-ayrton-e-muito-maior>. Acesso em: 05 de dezembro de 2024.
RODRIGUES, Ernesto. Ayrton, o herói revelado. Edição 1. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2004.
RUBYTHON, Tom. The Life of Senna. 1º Edição Sofback. London: BusinessF1 Books, 2004.
GALISTEU, Adriane. Caminho das Borboletas. Edição 1. São Paulo: Editora Caras S.A., novembro de 1994.
Adriane Rocha Yamin, a irmã e o pai Amilcar, criador das Duchas Corona, declaram ser donos de fazenda contígua ao Acampamento Osmir Venuto, alvo de tiros e de incêndio na noite de segunda-feira, no Pará
Por Julinho Bittencourt 17 dez 2020 - 15:51
Foto: Montagem/Reprodução
Adriane Rocha Yamin, que foi namorada do piloto Ayrton Senna durante a adolescência, é filha do empresário e grileiro Amilcar Farid Yamin. O empresário, fundador da empresa de duchas Corona, tem suas terras ligadas a um dos principais conflitos agrários no sudeste do Pará.
Matéria da Fórum publicada nesta terça-feira (15) aponta que famílias que vivem no acampamento Osmir Venuto da Silva, localizado em Eldorado dos Carajás, sul do Pará, denunciaram nesta terça-feira (15) a ocorrência de um ataque promovido por quatro pistoleiros contra suas moradias. O local foi incendiado.
O acampamento foi montado em área sob responsabilidade do DNIT após um acordo que fez com que os moradores desocupassem o Complexo de Fazendas do empresário e grileiro Amilcar Farid Yamin. Os camponeses buscam o direito à terra por meio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), que já reconheceu que os domínios de Yamin se expandiram através da grilagem.
Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT), o complexo de fazendas que eles possuem, entre Eldorado dos Carajás e Xinguara, é “um latifúndio com mais 20 mil hectares construído a partir de processos de grilagem de terras públicas, trabalho escravo e assassinatos de trabalhadores/as rurais”.
Namorada secreta
Foto: Reprodução
Adriane ficou conhecida nos últimos anos como a “namorada secreta” de Ayrton Senna. Ela namorou o piloto entre 1985, quando tinha 16 anos, e 1988, quando ele foi campeão do mundo pela primeira vez, aos 27 anos. Em novembro de 2019, Adriane, que agora é uma mulher de 51 anos, lançou um livro de 730 páginas sobre essa relação chamado “Minha Garota”.
O ponto de encontro quando ele estava em São Paulo era a Fazenda São Judas Tadeu do Chapadão, em Porto Feliz (SP), onde eles se refugiavam da imprensa e brincavam de jet-ski.
Adriane Yamin, Ex-namorada de Ayrton Senna, disputa terras com acampados em Eldorado dos Carajás
DE OLHO NOS RURALISTAS - deolhonosruralistas.com.br
16/12/2020
Adriane Yamin namorou o piloto quando adolescente; ela, a irmã e o pai Amilcar, criador das Duchas Corona, declaram ser donos de fazenda contígua ao Acampamento Osmir Venuto, alvo de tiros e de incêndio na noite de segunda-feira, no Pará
Por Alceu Luís Castilho
Adriane divulgou em livro imagens com Senna. (Foto: Reprodução)
De um lado, glamour. Adriane Rocha Yamin ficou conhecida nos últimos anos como a “namorada secreta” de Ayrton Senna. Ela namorou o piloto entre 1985, quando tinha 16 anos, e 1988, quando ele foi campeão do mundo pela primeira vez, aos 27 anos. Em novembro de 2019, a socialite — agora uma mulher de 51 anos — lançou um livro de 730 páginas sobre essa relação: “Minha Garota“. O ponto de encontro quando ele estava em São Paulo era a Fazenda São Judas Tadeu do Chapadão, em Porto Feliz (SP), onde eles se refugiavam da imprensa e brincavam de jet-ski.
Do outro lado, conflitos de terra na Amazônia. Adriane, a irmã Christiane e o pai — Amilcar Farid Yamin é o fundador da Corona, aquela mesmo das duchas — estão ligados a um dos principais conflitos por terra no sudeste do Pará. Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT), o complexo de fazendas que eles possuem, entre Eldorado dos Carajás e Xinguara, é “um latifúndio com mais 20 mil hectares construído a partir de processos de grilagem de terras públicas, trabalho escravo e assassinatos de trabalhadores/as rurais”.
A Liga dos Camponeses Pobres (LCP) mantém ao lado do Complexo Surubim um acampamento que o movimento chama de Área Revolucionária Osmir Venuto, em referência à defesa de uma revolução agrária. Na noite de segunda-feira (14), pistoleiros atiraram contra os acampados e atearam fogo em suas casas. Cerca de 150 famílias moram no local, na BR-155, em uma área do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), vinculado ao Ministério da Infraestrutura. Isto após despejos movidos pela família Yamin.
FOGO DESTRUIU A MORADIA DE TODAS AS FAMÍLIAS DO ACAMPAMENTO
Fogo no acampamento: segundo CPT, pistoleiros gritavam e atiravam. (Fotos: Reprodução)
Eram 23h40 quando os pistoleiros chegaram ao acampamento, informou a CPT de Xinguara, com base em imagens e nos relatos dos camponeses. Deram tiros e, aos gritos, incendiaram os barracos: “O fogo consumiu todos os pertences das famílias que aguardam serem inseridas em políticas de reforma agrária. No momento do ataque, os camponeses, entre eles mulheres, crianças, pessoas idosas e também portadores de deficiência, foram acordados pelo barulho dos disparos, momento em que fugiram para a mata para não serem assassinados. Muitos estão feridos”.
A contiguidade com a Fazenda Surubim não significa que a família Yamin esteja sendo investigada. A polícia ainda não divulgou informações sobre o crime. O procurador da República Sadi Flores Machado, que atua na região, instaurou ontem uma Notícia de Fato no Ministério Público Federal (MPF) com a seguinte ementa: “Conflito ocorrido no complexo de Fazendas Surubim, em área na qual se noticia possível grilagem de terras públicas e objeto de ação judicial em trâmite perante a Subseção Judiciária de Marabá”.
Em 2018, um procedimento aberto pela 12ª Promotoria de Justiça de Marabá apontava Amilcar Yamin como “pretenso proprietário da Fazenda Surubim”. E falava em “provável incidência de terra pública”.
Em dezembro de 2019, a PM do Pará atirou em acampados que colhiam castanhas dentro da Fazenda Surubim, em área que eles consideram públicas. A região é conhecida como Polígono dos Castanhais. Segundo a CPT, em nota assinada também por organizações de direitos humanos e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-Pará), os policiais não tinham mandado judicial. Seis camponeses foram alvejados com balas de borracha, à queima-roupa. Um deles registrou a ação por meio de seu celular.
A CPT e os juristas informaram na época que essa não tinha sido a primeira violência contra os acampados. Em 2018, Eudes Veloso Rodrigues foi assassinado por pistoleiros. No ano anterior, Denizart Alves de Souza, da Liga dos Camponeses Pobres, já tinha sofrido um atentado. “Muito embora os casos tenham ganhado repercussão”, informava a Pastoral da Terra, “não há notícias das investigações referentes aos crimes praticados pelas milícias que atuam na Fazenda, ou com relação aos mandantes”.
EMPRESÁRIO É REFERÊNCIA NA REPRODUÇÃO DE GADO BOVINO
Mais conhecido pelas Duchas Corona, Amilcar Yamin é uma referência nacional em genética bovina. Ele criou gado das raças holandês e pardo suíço. Depois, trouxe da França a raça limousin. Sempre com fama de eficiência. Em seguida, apostou no gado guzerá. E no nelore. O nome do chuveiro elétrico de plástico migrou para o gado, com um certo “Projeto Corona” — o empresário não poderia imaginar a pandemia do novo coronavírus. Em 2015, a Corona foi incorporada pela Duratex, empresa do grupo Itaú. E cede seu nome à marca principal, a Hydra.
Christiane, fã de Bolsonaro, e Amilcar Yamin. (Foto: Reprodução)
Um perfil da revista Dinheiro Rural, em 2016, falava em 16 mil hectares de Yamin na região de Marabá. O município contíguo a Eldorado dos Carajás é o principal da região, no sudeste do Pará. E em 15 mil cabeças de gado.
Segundo a CPT, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) constatou a existência de terras públicas federais na área da fazenda. E, por isso, ajuizou uma ação contra Amilcar, Adriane e Christiane Yamin, pedindo que se imponha a eles o dever de “não oferecer obstáculo à realização de vistoria em imóvel rural que lhes pertence”.
Ainda de acordo com a Pastoral da Terra, o Complexo Surubim é composto pelas Fazendas Surubim, São José, Canta Galo e Cedro. Em uma ação movida em 2012, pai e filhas afirmaram à Justiça que eles “sempre exerceram o domínio e a posse mansa e pacificamente” e que a propriedade “cumpre todos os requisitos da função social”.
A família do fazendeiro possui terras no Pará e no interior paulista. Em Angatuba (SP) ele mantém a empresa Santa Fé Administração de Bens Próprios Empreendimentos e Participações Ltda, voltada para a pecuária, em sociedade com a mulher, Marilene Rocha Yamin. A empresa Central de Genética Limousin Limitada, em Porto Feliz (SP), está no nome dela.
É em Porto Feliz que fica a Fazenda São Judas Tadeu do Chapadão, uma referência na criação de gir leiteiro. A ex de Ayrton Senna, Adriane Yamin, costuma se referir a ela de forma abreviada, como neste post no Instagram: “A Fazenda Chapadão, da minha família, era nosso ponto de encontro social quando Beco (apelido carinhoso de infância para o Ayrton) estava em São Paulo. Era nosso refúgio, longe do agito da capital e do olhar sempre atento dos jornalistas”.
Imagem principal: fotos de Adriane Yamin (Reprodução) e do Acampamento Osmir Venuto (Ellan Lustosa/AND)
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FONTE PESQUISADAS
BITTENCOURT, Julinho. Família de ex-namorada de Ayrton Senna está envolvida em disputa de terra em Eldorado dos Carajás. Disponível em: <https://revistaforum.com.br/brasil/familia-de-ex-namorada-de-ayrton-senna-esta-envolvida-em-disputa-de-terra-em-eldorado-dos-carajas/>. Acesso em: 15 de abril 2021.
CASTILHO, Alceu Luís. Adriane Yamin, Ex-namorada de Ayrton Senna, disputa terras com acampados em Eldorado dos Carajás. Disponível em: <https://deolhonosruralistas.com.br/2020/12/16/ex-namorada-de-ayrton-senna-disputa-terras-com-acampados-em-eldorado-dos-carajas/>. Acesso em: 15 de abril 2021.
O jornalista Ernesto Rodrigues em seu livro "Ayrton, o Herói Revelado" passou uma informação errada sobre o tempo de namoro entre Cristine Ferracciu e Ayrton Senna. Ernesto disse no livro que ela namorou Ayrton Senna em 1990 e 1991, mas na verdade o namoro aconteceu por poucos meses em 1991. Depoimento de Cristine para documentários produzidos pelo próprio Ernesto Rodrigues, também diretor de TV, para canais de TV aberta e fechada, do grupo Globo, ano 2014: "Volta e meia eu falava dele: 'Aí como ele é bonitinho... Aí como ele é bonitinho... Isso... Aquilo... Aquilo outro....'. Nessa primeira vez (eles se conheceram em abril de 1985)não tive muito o que esconder porque o Ayrton não era ainda assim: O Ayrton Senna. Ele era uma pessoa mais tranquila, não era tão famoso, tão conhecido. Eu nunca, enfim, viajei com ele, nunca nada. Foi um namoro, assim, no Rio de Janeiro. Até que nós terminamos porque eu achava uma coisa muito chata. Na época tinha muito teste de pneu aqui (no Rio de Janeiro - Antigo Autódromo de Jacarepaguá). Então ele vinha para o Rio, lá ía ele para o Autódromo. Eu falava: 'Aí gente ele fica o dia inteiro... É teste de pneu... É carro... É isso, aquilo...'. Eu não tinha muita paciência com aquilo. E aí acabamos terminando e tal. Mas a gente terminava e voltava, terminava e voltava.
Sobre a segunda vez: "Foi um pouquinho antes do Grande Prêmio do Brasil (1991) que ele ganhou em São Paulo e acabamos voltando. E alí sim, eu acho que foi uma coisa mais madura, mais séria. Vejam o vídeo do depoimento dela:
Cristine namorou Senna no começo de 1985, mas não foi algo sério, não chegou a ser realmente um namoro. Tiveram um affair. Ela explica que Ayrton não era tão famoso.
Sobre a segunda vez que namoraram, ela conta que o relacionamento começou "um pouquinho antes do Grande Prêmio do Brasil (1991) que ele ganhou em São Paulo". Mas no livro "Ayrton, o herói revelado", do jornalista Ernesto Rodrigues, consta outra informação. "Mais tarde, pelo telefone interno do condomínio (Portogallo, onde Senna morava), Senna mandou chamá-la (ela estava na casa de parentes em Angra). E quando soube que ela estava se separando, comemorou como se tivesse vencido uma aposta.
Ou uma corrida. Ao lembrar o episódio, Cristine disse que resistiu às novas investidas até dois meses depois daquele reencontro, quando, em novo fim de semana em Angra, Ayrton a chamou para um jantar em que os convidados eram Bernie Ecclestone e a mulher, Slavica.
Treze anos depois, Cristine considerou esse jantar, em 1990, o marco de uma relação que durou perto de dois anos e que foi praticamente desconhecida pelos brasileiros." A Cristine era casada com um jogador de vôlei e o casamento terminou em 1991 – saiu até na coluna social de um jornal carioca –, logo depois, após a metade desse mesmo ano, ela começou a namorar o Ayrton, e eles só foram vistos juntos em público no final de 91.
FONTE PESQUISADA
RODRIGUES, Ernesto. Ayrton, o herói revelado. Edição 1. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2004.
Documentário "Ayrton, retratos e memórias". Canal Brasil 2014.
Ayrton Senna (1960) aos 20 anos e Lilian de
Vasconcellos (1959) aos 21 anos se casaram em 1981. O casamento durou poucos meses. Saiba mais!
Trecho extraído do livro "Fatal Weekend" escrito pelo jornalista britânico Tom Rubython TRADUÇÃO LIVRE Mas em sua última aparição no pódio da temporada [de Fórmula Ford 1600] de 1981, em Brands Hatch, no final de setembro, Ayrton da Silva [na época ele ainda não era conhecido como Ayrton Senna] anunciou sua aposentadoria [do automobilismo]. Para espanto geral, ele disse ao público na entrevista após a corrida que ele não iria ficar para o Festival de Fórmula Ford, um evento final-de-temporada de fim de semana que atrai 250 pilotos, produz um único campeão e lançou muitas carreiras importantes. Senna teria sido o favorito. Em vez disso, ele estava voltando para o Brasil e desistindo das corridas.
Esta parece ter sido a única vez que ele pensou seriamente em abandonar sua vocação. As razões eram três: primeiro, ele queria ver se poderia satisfazer o desejo do pai de que ele se preparasse para assumir os negócios da família. Segundo, ele estava muito longe de casa e estava tendo dificuldade em obter apoio e, crucialmente, patrocínio, embora (com a ajuda de um amigo inglês, o fotógrafo Keith Sutton) estivesse enviando relatórios regulares sobre seu progresso de volta à mídia. no Brasil. O terceiro fator foi o estado de seu casamento, desintegrando-se diante das pressões sobre Lilian, que nem entendeu nem gostou de correr e encontrou sua infelicidade aprofundada pela extraordinária intensidade do marido, a qualidade imediatamente notada por todos que o conheceram.
Quando Senna retornou à Inglaterra no início de 1982 para aceitar a oferta de Dennis Rushen, foi sem Lilian. "Eu não penso nisso como um erro", ele disse mais tarde sobre o casamento. "Eu considero que tenha sido uma experiência muito preciosa. Nós não tínhamos filhos, então ninguém ficou ferido. Nós continuamos com nossas vidas sem efeitos nocivos. Foi simplesmente que ela não foi feita para mim, nem eu para ela.” Eles estavam discretamente divorciados. IDIOMA ORIGINAL
But on his final podium appearance of the 1981 season, at Brands Hatch at the end of September, he announced his retirement. To general astonishment, he told the crowd in the post-race interview that he was not going to stay around for the Formula Ford Festival, an end-of-the-season weekend event that attracts 250 drivers, produces a single champion and has launched many important careers. Senna would have been the hot favourite. Instead he was going back to Brazil and giving up racing.
This seems to have been the only time he seriously contemplated relinquishing his vocation. The reasons were threefold: first, he wanted to see if he could satisfy his father’s desire for him to prepare to take over the family’s businesses. Second, he was a long way from home and was having difficulty enlisting support and, crucially, sponsorship, even though (with the aid of an English friend, the photographer Keith Sutton) he had been sending regular reports on his progress back to the media in Brazil. The third factor was the state of his marriage, disintegrating in the face of the pressures on Liliane, who neither understood nor enjoyed racing and found her unhappiness deepened by her husband’s extraordinary intensity, the quality immediately noticed by everyone who met him.
When Senna returned to England early in 1982 to take up Dennis Rushen’s offer, it was minus Liliane. ‘I don’t think of it as a mistake,’ he later said of the marriage. ‘I consider it to have been a very precious experience. We didn’t have children, so no one else was hurt. We have both continued with our lives with no ill effects. It was simply that she wasn’t made for me, nor I for her.’ They were quietly divorced.
FONTE PESQUISADA
RUBYTHON, Tom. Fatal Weekend. 1º Edição. Great Britain: The Myrtle Press, 12 de novembro de 2015.
Apesar de sempre ter sido um homem muito sério,
Ayrton Senna na juventude, solteiro, teve uma fase "pegador" nos anos
80. Precisamente entre 1985 e 1988.
Existe um documentário italiano que comprova o
namoro, pois aparecem Cristine com uma amiga assistindo aos treinos e corrida
do GP Brasil 1985, em abril daquele ano, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, ao lado de dona Neyde Senna,
mãe de Ayrton Senna. Cristine revela também que nos anos 80 terminaram e voltaram
inúmeras vezes. Nesse período, ele namorava também Adriane Yamin, desde janeiro
de 1985. Além dessas duas moças, Ayrton assumiu outras namoradas, algumas
publicamente como Marcella Prado (1986) e Marjorie Andrade (1987). Essas, como
dito, foram as assumidas publicamente, pois tanto no Brasil quanto na Europa, o piloto namorou e flertou com várias outras mulheres nesse tempo (entre 1985 e 1988).Alguns outros casos dele ganhou atenção da
mídia, mas essas citadas anteriormente foram realmente identificadas como
namoradas, pois foram vistas algumas vezes com ele. Mas ele mesmo não assumiu
nenhuma delas. No final de 1988 foi visto em público com Adriane Yamin, mas a
alegria de Yamin durou pouco, pois ele conheceu Xuxa em dezembro daquele ano,
largou a namorada traída definitivamente e assumiu namoro com a “rainha dos
baixinhos”.
Edilaine Gonçalves e a filha Victoria, antes como
Marcella Prado na “Playboy” Foto: reprodução/facebook
Famosa por ter sido a Garota do Fantástico de 1987 e
também namorada de Ayrton Senna, Marcella Prado sumiu da mídia. Hoje, Edilaine
Barros Gonçalves, seu nome de batismo, tem 53 anos e parece ter deixado o
passado conturbado para trás. No início dos anos 2000, ela tentou provar que
sua filha, Victoria, era fruto de sua relação com o piloto. Foram dois testes
de DNA (na verdade foram feitos três testes de DNA, todos deram negativo, Senna não é o pai) e ambos deram negativo. Na época, a ex-modelo lutava por uma herança que
chegaria a R$ 800 milhões, mas a paternidade não foi confirmada.
Edilaine
Gonçalves e a filha Victoria Foto: reprodução/facebook
Passados 18 anos, a ex-modelo casou a filha, agora
com 25. A foto das duas prontas para a cerimônia foi compartilhada por Marcella
em seu perfil no Facebook. O casamento aconteceu em Miami, onde Edilaine vive
também na companhia do outro filho, Felipe.
Edilaine Gonçalves foi Garota do Fantástico em 1987
Foto: reprodução
Marcella Prado foi capa da “Playboy” duas vezes e
chegou também a trabalhar como atriz. Ela foi uma das protagonistas do filme
“Solidão — Uma linda história de amor”, lançado em 1989, que tinha Pelé e
Tarcísio Meira no elenco.
Edilaine Gonçalves e a filha Victoria com o irmão Felipe Foto: reprodução/facebook
Edilaine
Gonçalves foi Garota do Fantástico em 1987 e namorada de Ayrton Senna Foto:
reprodução
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Comentário
Tem mulher que transa com tantos homens ao mesmo tempo que não sabe quem é o pai da própria filha, ainda bem que existe o DNA pra proteger nós homens dessas mulheres interesseiras.
victortavares (via Extra.com, 07/09/2018)
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Apesar do comentário machista... Mas de acordo com o que pesquisei foi o que aconteceu de fato, Marcella Prado havia saído com outros homens, além do Ayrton, no final de 1992, e ficou grávida. Provavelmente não sabe quem é o verdadeiro pai de sua filha. E parece que ela queria dar um golpe no Ayrton e após sua morte na família dele.
Notícia foi destaque no site Globo.com...
...E uma das mais lidas
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Namoradas simultâneas nos anos 80
Marcella Prado foi namorada de Ayrton Senna entre 1986 e 1987 – depois se encontravam esporadicamente até 1992 – nesse período ele namorava também a herdeira das Duchas Corona Adriane Yamin (1984 a 1988), a
carioca Cristine Ferracciu (1986), a modelo radicada em Nova York, Marjorie
Andrade (1987 a 1988), dentre outras, inclusive estrangeiras... foi uma fase “pegador”
de Ayrton.
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Reaceso! Em 2013 foi aberto outro processo de reconhecimento de paternidade, mas dessa vez não era da Marcella e sim de sua filha, Victoria, que na época tinha 20 anos.
POR ANCELMO GOIS
blogs.oglobo.globo.com
21/05/2013 13:00
DNA de Senna
Corre em segredo de Justiça um processo de reconhecimento de paternidade de uma
suposta filha de Ayrton Senna.
A moça tem 20 anos. A mãe é uma ex-modelo. Na disputa, um patrimônio de US$ 200
milhões.
Na ocasião, procurada por uma emissora de TV, Viviane Senna falou
publicamente sobre o processo:
Suposta filha de Ayrton Senna? Viviane Senna explica a polêmica.
Viviane Senna fala sobre processo de reconhecimento de paternidade
movido por filha de Marcella Prado.
RedeTV - TV Fama! - 27 de maio de 2013
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FONTES PESQUISADAS
EXTRA - AOS 53 ANOS, EX-GAROTA DO FANTÁSTICO, MARCELLA PRADO CASA FILHA QUE JÁ FOI APONTADA COMO DE SENNA. Disponível em: <https://extra.globo.com/famosos/aos-53-anos-ex-garota-do-fantastico-marcella-prado-casa-filha-que-ja-foi-apontada-como-de-senna-23048666.html>. Acesso em: 07 de setembro 2018.
GOIS,
Ancelmo. A coluna de hoje. Disponível em: <https://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/post/a-coluna-de-hoje-497391.html>.
Acesso em: 07 de setembro 2018.
Algo bem estranho, que percebi no livro "Ayrton, o herói revelado" do jornalista Ernesto Rodrigues. A carioca Cristine Ferracciu
disse em um livro (Ayrton, o herói revelado) que namorou Ayrton Senna de janeiro de 1990 a dezembro 1991, sendo que uma portuguesa chamada Vera Peres contou no mesmo livro que
também foi namorada nessa mesma época. Estranho esse conflito de datas, não? Das duas uma: ou Senna traía Cristine - e a portuguesa - ou a carioca na verdade não
namorou Ayrton Senna durante esse período. Esse último é o mais provável. Estou desconfiando da versão da Cristine e
não da Vera porque amigos próximos do Ayrton disseram na extinta revista
Manchete de 1992 que Senna e Cristine namoraram oficialmente por alguns meses em 1991 (pelos registro sobre o namoro em revistas e biografias, e até declarações posteriores da própria Cristine, seriam 4 ou 5 meses, de julho até o começo de dezembro). E
Vera diz que namorou Senna durante 6 meses, de dezembro de 1990 até julho de
1991. Namoro confirmado por um outro amigo do Ayrton, conhecido como PQP (o português
Paulo Queiroz Pereira). Foi um relacionamento esporádico, segundo o relato de
Vera ao livro de Ernesto Rodrigues, Senna a procurava quando queria. As versões dos amigos de Ayrton batem
com a versão de Vera, para mim, Cristine mentiu absurdamente nesse livro. E outra, os fatos narrados por ela no
livro datam exatamente entre julho a dezembro de 91, ela não conta nada fora desse período. Não há registro de
relacionamento deles antes disso (nem em jornais, revistas ou livros), em lugar algum, muito menos em 1990. Nada,
nada. Sabe-se Deus o que mais ela mentiu naquele livro, provavelmente muitas informações que ela passou não procede. Por isso que é complicado sair colocando qualquer depoimento de qualquer pessoa, sem checar muitas das informações, sem checar outras fontes, versões, como fez o jornalista Ernesto Rodrigues no livro "Herói Revelado". Ele fez bem consciente do que estava fazendo, para criar polêmica mesmo. Ambos, muito cara de pau. Percebi até que ele, o Ernesto, ainda por cima, manipulou no livro a história do Ayrton para favorecer a família dele e Xuxa. Péssimo! Voltando a Cristine, está nítido que ela quis supervalorizar a relação que teve com o Ayrton. Eles já tinham tido um caso ou namoro em 1986, na mesma época que o piloto namorava Adriane Yamin. Foi algo breve. Bom, na minha opinião ela juntou essas duas fases, o caso/namoro de 1986 com o namoro de quatro meses de 1991 (acho que nem juntando as duas etapas dá o tempo que ela diz que namorou com ele). Tem gente assim, que termina, volta, daí junta tudo, o tempo que ficaram juntos, enfim.
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O namoro de Ayrton Senna com a portuguesa Vera
Ao lembrar o envolvimento com
Senna, 13 anos depois, Vera Peres disse que detestava a idéia de ser conhecida
ou tratada como a namorada portuguesa de Ayrton Senna, mas, a partir de
dezembro de 1990, passou a se considerar e a agir como tal.
Tempos tão bons para Vera que
ela chegou mesmo a acreditar que seria "a" namorada. Ajudou muito,
segundo ela, o fato de Senna não ser "um crápula mulherengo
completo":
"Eu dizia: adoro o Beco
que você tem dentro de você. O Ayrton atrapalha tudo.”
Em julho de 1991, ela começou
a perceber que ia sofrer muito, aguardando chegadas surpreendentes e afetuosas
de Ayrton. Em uma conversa a caminho da casa, abriu mão do posto de namorada
portuguesa. Contrariado, Senna reagiu com a arma que tinha, maltratando os
pneus e o motor do Honda ao retornar a Sintra. Os dois voltaram a se encontrar
no paddock de Estoril, durante do GP de Portugal, em setembro daquele ano.
Àquela altura, porém, Senna já estava com Cristine Ferracciu. Ainda assim,
mandou para Vera, de dentro do capacete, uma inesquecível piscada de olhos. Extraído do livro "Ayrton, o herói revelado"
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Relações efêmeras antes de Adriane Galisteu
Nem sempre foi assim (a
animosidade da família em relação a Adriane), era muito diferente quando a
relação deles começou em Março de 1993. Logo depois, os Da Silva acolheu-a na
família. Eles acreditavam que seria como todos os outros relacionamentos de Senna
e terminaria depois de alguns meses: um ano, no máximo. Foi, no início de 1994,
quando perceberam que não ia acabar rapidamente, e que ela tinha ido morar
efetivamente com ele como seu parceiro em tempo integral, que a atitude da
família mudou dramaticamente. Eles ficaram consternados que Adriane e Senna
estavam agora firmemente estabelecidos como um casal, vivendo juntos no Brasil,
em seu apartamento de São Paulo e sua casa de praia em Angra. Como se
isso não fosse suficiente, a família tinha realmente ficado aborrecida quando
soube que ele planejava passar o verão inteiro (a temporada européia de Fórmula
1, que tinha a duração de 6 meses), juntamente com Adriane em sua base européia
no Algarve. Pior ainda, ele não voltaria ao Brasil para vê-los durante todo o
verão (temporada européia de F1 - 6 meses), algo que ele nunca tinha deixado de
fazer. Extraído do "Fatal Weekend" Leia mais: Leonardo vs Adriane e Na pole position do amor
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FONTES PESQUISADAS
RODRIGUES, Ernesto. Ayrton, o herói revelado. Edição 1. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2004.
WERNECK, Claudia. O enigma de Ayrton Senna.
Manchete, Rio de Janeiro, edição nº 2087, p. 56 – 61, 04 de abril 1992.
RUBYTHON, Tom. Fatal Weekend. 1º Edição. Great Britain: The Myrtle Press, 12 de novembro de 2015.
Questionada pela
apresentadora (Eliana em um programa do SBT) sobre o motivo da separação, Adriane Yamin (ex-namorada) disse que não estava nos
planos do piloto construir uma família com ela. "Acho que ele quis deixar
o Beco [apelido de Senna] de lado. Ele abraçou o Ayrton e quis viver essa nova
fase. Essa nova fase do Ayrton não cabia uma família. Não cabia filhos,
distrações...", afirmou. "Eu não namorei com o Ayrton, mas com o
Beco".
Logo em seguida, Ayrton começou namorar a apresentadora Xuxa Meneghel
FONTE PESQUISADA
IG GENTE - Ex de Ayrton Senna fala pela
primeira vez sobre piloto: "Me fez sentir dor". Disponível em: <
http://gente.ig.com.br/tvenovela/2016-12-19/adriane-yamin-ayrton-senna.html>.
Acesso em: 29 de junho 2017.
Sobre namoro com a herdeira Adriane Yamin nos anos 80
Enquanto manteve essa relação
com a jovem brasileira (Adriane Yamin), aprovada por ambas as famílias, Ayrton
não se coibiu de ter alguns casos fugazes em Portugal e na Europa, alguns deles
relatados pela agressiva imprensa cor de rosa (no Brasil: imprensa marrom) e a
maior parte com brasileiras, como a manequim Marjorie Andrade, que começou a
ser presença habitual nos Grandes Prémios em 1987, ou Cristine Ferracciu, que
tinha conhecido em São Paulo
em 1985 e com quem manteve uma intermitente ligação, até os dois assumirem a
relação em 1990.
Trecho extraído do livro "A Paixão de Senna", do jornalista português Rui Pelejão.
A Paixão de Senna é uma Biografia
sobre Ayrton Senna escrita por Rui Pelejão
Print do livro ***********************************
Ayrton Senna traiu Adriane
Yamin durante toda a duração do namoro, de 1985 ao final de 1988.
Apesar de sempre ter sido um homem muito sério, Ayrton Senna na juventude,
solteiro, teve uma fase "pegador" nos anos 80. Precisamente entre
1985 e 1988.