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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Portuguesa Namorou Ayrton Senna no Mesmo Período Que Cristine Ferracciu?!?


Cristine Ferracciu, desmascarada

Algo bem estranho, que percebi no livro "Ayrton, o herói revelado" do jornalista Ernesto Rodrigues. 

A carioca Cristine Ferracciu disse em um livro (Ayrton, o herói revelado) que namorou Ayrton Senna de janeiro de 1990 a dezembro 1991, sendo que uma portuguesa chamada Vera Peres contou no mesmo livro que também foi namorada nessa mesma época. Estranho esse conflito de datas, não? Das duas uma: ou Senna traía Cristine - e a portuguesa - ou a carioca na verdade não namorou Ayrton Senna durante esse período. Esse último é o mais provável. Estou desconfiando da versão da Cristine e não da Vera porque amigos próximos do Ayrton disseram na extinta revista Manchete de 1992 que Senna e Cristine namoraram oficialmente por alguns meses em 1991 (pelos registro sobre o namoro em revistas e biografias, e até declarações posteriores da própria Cristine, seriam 4 ou 5 meses, de julho até o começo de dezembro). E Vera diz que namorou Senna durante 6 meses, de dezembro de 1990 até julho de 1991. Namoro confirmado por um outro amigo do Ayrton, conhecido como PQP (o português Paulo Queiroz Pereira). Foi um relacionamento esporádico, segundo o relato de Vera ao livro de Ernesto Rodrigues, Senna a procurava quando queria. As versões dos amigos de Ayrton batem com a versão de Vera, para mim, Cristine mentiu absurdamente nesse livro. E outra, os fatos narrados por ela no livro datam exatamente entre julho a dezembro de 91, ela não conta nada fora desse período. Não há registro de relacionamento deles antes disso (nem em jornais, revistas ou livros), em lugar algum, muito menos em 1990. Nada, nada. Sabe-se Deus o que mais ela mentiu naquele livro, provavelmente muitas informações que ela passou não procede. Por isso que é complicado sair colocando qualquer depoimento de qualquer pessoa, sem checar muitas das informações, sem checar outras fontes, versões, como fez o jornalista Ernesto Rodrigues no livro "Herói Revelado". Ele fez bem consciente do que estava fazendo, para criar polêmica mesmo. Ambos, muito cara de pau. Percebi até que ele, o Ernesto, ainda por cima, manipulou no livro a história do Ayrton para favorecer a família dele e Xuxa. Péssimo! 

Voltando a Cristine, está nítido que ela quis supervalorizar a relação que teve com o Ayrton. Eles já tinham tido um caso ou namoro em 1986, na mesma época que o piloto namorava Adriane Yamin. Foi algo breve. Bom, na minha opinião ela juntou essas duas fases, o caso/namoro de 1986 com o namoro de quatro meses de 1991 (acho que nem juntando as duas etapas dá o tempo que ela diz que namorou com ele). Tem gente assim, que termina, volta, daí junta tudo, o tempo que ficaram juntos, enfim.

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O namoro de Ayrton Senna com a portuguesa Vera

Ao lembrar o envolvimento com Senna, 13 anos depois, Vera Peres disse que detestava a idéia de ser conhecida ou tratada como a namorada portuguesa de Ayrton Senna, mas, a partir de dezembro de 1990, passou a se considerar e a agir como tal.

Tempos tão bons para Vera que ela chegou mesmo a acreditar que seria "a" namorada. Ajudou muito, segundo ela, o fato de Senna não ser "um crápula mulherengo completo":

"Eu dizia: adoro o Beco que você tem dentro de você. O Ayrton atrapalha tudo.”

Em julho de 1991, ela começou a perceber que ia sofrer muito, aguardando chegadas surpreendentes e afetuosas de Ayrton. Em uma conversa a caminho da casa, abriu mão do posto de namorada portuguesa. Contrariado, Senna reagiu com a arma que tinha, maltratando os pneus e o motor do Honda ao retornar a Sintra. Os dois voltaram a se encontrar no paddock de Estoril, durante do GP de Portugal, em setembro daquele ano. Àquela altura, porém, Senna já estava com Cristine Ferracciu. Ainda assim, mandou para Vera, de dentro do capacete, uma inesquecível piscada de olhos.

Extraído do livro "Ayrton, o herói revelado"

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Relações efêmeras antes de Adriane Galisteu

Nem sempre foi assim (a animosidade da família em relação a Adriane), era muito diferente quando a relação deles começou em Março de 1993. Logo depois, os Da Silva acolheu-a na família. Eles acreditavam que seria como todos os outros relacionamentos de Senna e terminaria depois de alguns meses: um ano, no máximo. Foi, no início de 1994, quando perceberam que não ia acabar rapidamente, e que ela tinha ido morar efetivamente com ele como seu parceiro em tempo integral, que a atitude da família mudou dramaticamente. Eles ficaram consternados que Adriane e Senna estavam agora firmemente estabelecidos como um casal, vivendo juntos no Brasil, em seu apartamento de São Paulo e sua casa de praia em Angra. Como se isso não fosse suficiente, a família tinha realmente ficado aborrecida quando soube que ele planejava passar o verão inteiro (a temporada européia de Fórmula 1, que tinha a duração de 6 meses), juntamente com Adriane em sua base européia no Algarve. Pior ainda, ele não voltaria ao Brasil para vê-los durante todo o verão (temporada européia de F1 - 6 meses), algo que ele nunca tinha deixado de fazer. 

Extraído do "Fatal Weekend"

Leia mais: Leonardo vs Adriane e Na pole position do amor

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FONTES PESQUISADAS


RODRIGUES, Ernesto. Ayrton, o herói revelado. Edição 1. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2004.


WERNECK, Claudia. O enigma de Ayrton Senna. Manchete, Rio de Janeiro, edição nº 2087, p. 56 – 61, 04 de abril 1992.

RUBYTHON, Tom. Fatal Weekend. 1º Edição. Great Britain: The Myrtle Press, 12 de novembro de 2015.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Veja: Segredo do Herói 30 10 1991













FONTE PESQUISADA

ALTMAN, Fábio. O Segredo do Herói. Veja, São Paulo, edição 1260, ano 24, nº 44, p.57-58. 30 de outubro 1991.






Veja: Cristine Ferracciu: Beijo Reprimido na Hungria 30 10 1991

Por Fábio Altman

Revista Veja - Edição 1206 
30 de outubro de 1991




Cristine Ferracciu teve beijo reprimido na Hungria

Nos treinamentos para o Grande Prêmio da Hungria, a carioca Cristine Ferracciu, que Senna apresenta como sua namorada, aproximou-se do campeão e sapecou-lhe um beijo na frente de engenheiros e mecânicos. Senna passou-lhe uma reprimenda: "Aqui não é lugar para isso", disse ele.


Matéria Completa 










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Ayrton Senna e Adriane Galisteu: Demostração de Carinho em Público

 Com a namorada Adriane Galisteu, – de acordo com muitos amigos sua futura esposa –, Senna foi bem diferente. Ele fazia questão de se expor com ela, mostrar que estava amando e feliz. O casal tinha demostrações de carinho em público: afagos, abraços e beijos. Foi a mulher que ele mais amou sem dúvidas e a que mais esteve a seu lado. A mulher que ele mais apareceu em público.

Senna e Galisteu após a vitória do campeão em Mônaco 1993

Desde o primeiro dia que se conheceram,  Senna sempre fez questão de apresenta-la a todos, de aparecer em todos os lugares com Adriane, namoravam nas pistas de F1, inclusive dentro dos boxes da McLaren e de sua última equipe, Williams. Para vocês terem uma ideia em todas as entrevistas que Ayrton dava para revistas ele sempre enviava fotos dele com sua amada. Gesto que nos faz crer que ele pensava o tempo inteiro na Adriane. Tanto que sua última capa de revista em vida foi ao lado de Galisteu. Os dois apareceram abraçados na capa da revista brasileira Caras edição 25 de abril 1994 e dentro (no recheio) muitas fotos do casal, todas escolhidas e enviadas pelo próprio Ayrton.


Senna sempre demostrava carinho por Adriane Galisteu em Público, e a beijava na boca inclusive.











Ayrton Senna e Adriane Galisteu namoraram um ano e meio. Os dois moravam juntos quando o piloto sofreu o acidente que o matou, em 1994.

Mais Fotos Ayrton Senna e Adriane Galisteu




FONTE PESQUISADA

ALTMAN, Fábio. O Segredo do Herói. Veja, São Paulo, edição 1260, ano 24, nº 44, p.57-58. 30 de outubro 1991.

sábado, 9 de março de 2013

Os Romances Secretos de Ayrton Senna


As namoradas secretas, como diz aqui no Brasil, "As Ficantes".



Introdução

No livro de Tom Rubython, “The Life of Senna”, diz que ele teve apenas 3 mulheres importantes em sua vida: Lílian de Vasconcellos, Xuxa e Adriane Galisteu. Porém com Xuxa teve vários tipos de problemas, inclusive traições de Ayrton. Namorou paralelamente com uma modelo Holandesa e Cindy Crawford enquanto estava com Xuxa. As famosas "ficantes"como dizem aqui no Brasil. Cindy ele namorou durante 1 mês e a modelo Holandesa durante alguns meses ambas em 1990. No intervalo entre Lílian de Vasconcellos e Adriane Galisteu ele namorou muito, mas não assumiu nenhum namoro publicamente, o namoro com Xuxa ficou publico por causa da assessoria da apresentadora que divulgou. Ayrton ficou chateado por ter vazado, segundo a revista veja, a informação do namoro e outras informações do relacionamento. E eles terminaram, tempos depois, Xuxa se arrependeu, e passou a persegui-lo querendo reatar, como contou a caseira Maria Augusta da casa de Angra dos Reis, porém ele não quis mais. (Revista Veja 11/05/1994). Desde que se separou de Lílian, ele sempre repetia que dessa vez “queria acertar em cheio” pois não queria se separar. Em 04/04/1992 a revista manchete noticiou que seu sonho no momento era ter uma nova família: “Se até agora lamento alguma coisa, o fato de não ter me ocupado na minha vida privada é, sem dúvida, a mais importante. Um dia, terei mulher e filhos, como é o sonho de todos os homens.” E ele definiu a mulher que estava procurando: “Sensual, bonita, inteligente, fascinante, segura e dona de si.”


Se lembram da famosa frase?: "Para mim, a mulher não é para exibir, é para dar atenção e para amar." Ayrton Senna


Pois é, depois que vocês lerem a série "Os romances secretos de Ayrton Senna" vocês vão saber porque ele disse isso, ele derreteu os corações das ficantes com essa frase, era um romântico, galanteador, dom Juan, eram muitas namoradas secretas. Essa frase ele disse em 1991 para quem tinha romance secreto com ele. As mulheres não queriam nada, se contentavam em tudo ficar em segredo, em troca de passar uns momentos juntinho dele.

Parte 1

Guilhermina Guinle



Hoje com 38 anos, atriz brasileira, completa 39 anos em julho, teve um namoro secreto com Ayrton Senna em 1991 e 1992. aos 18 anos, Guilhermina teve um discreto romance com Ayrton Senna. Ela costumava passar férias no condomínio Portogalo, em Angra, onde era hóspede freqüente do padrinho, o empresário Antonio Carlos de Almeida Braga, o Braguinha – de quem Senna compraria a mansão tempos depois. "O romance existiu, sim, mas discretamente, nunca foi divulgado", confirma.

O Senna foi só um ficante?
Foi. Cada homem me agregou. Tantos jeitos diferentes de pensar a vida! Com alguém mais velho, você amadurece.

Herdeira de um dos sobrenomes mais tradicionais da cidade do Rio de Janeiro, a atriz, que passou a infância brincando nos corredores do Hotel Copacabana Palace – construído pelo avô paterno, Octávio Guinle. Seu tio-avô, explorou estradas de ferro e trouxe a General Electric para o Brasil. Construiu o Palácio Laranjeiras, no Parque Guinle. Outro tio-avô, Guilherme, fundou o Banco Boavista e foi pioneiro na exploração de petróleo no país.
Carlos Guinle Filho, primo da atriz, trouxe a Rolls-Royce para o Brasil. Também compositor, é parceiro de Dorival Caymmi em Sábado em Copacabana, tema da novela Paraíso Tropical. Dos 5 aos 7 anos de idade Guilhermina morou na cidade de Buenos Aires (Argentina), onde se alfabetizou. Também estudou em escola americana e, por isso, fala inglês e espanhol fluentemente.
Seu bisavo foi prefeito da cidade do Rio de Janeiro. É também Prima do famoso Playboy do Rio de Janeiro Jorginho Guinle.



Parte 2

Senna o Romântico Incorrigível

As namoradas garantem que os adjetivos frio e calculistas só cabem a Senna em relação às corridas de F1. No fundo, confidenciam, o tricampeão é um romântico incorrigível – e inesquecível. Galante, presenteia bem. É capaz de pequenos gestos de afeto e sedução, mesmo em público (daqueles que ninguém vê, mas elas sentem). O que justifica algumas declarações femininas  todas em off, do tipo: “Ele é aquele cara que faz a gente se sentir a mulher mais importante do mundo 24 horas por dia.”



Parte 3

Monique Evans

Ayrton Senna e Monique Evans posam para foto para ensaio de uma revista

Ayrton Senna e Monique Evans posam para foto para ensaio de uma revista


A modelo Monique Evans afirma com segurança que as dúvidas sobre o charme de Senna não passam de fofocas, movimentadas pela inveja. "Há uns 6 anos, eu me encontrei com o Senna para fotografar uma capa da manchete. Ele foi uma gracinha. Acho que se eu tivesse deixado - e dado um pulinho no seu quarto do hotel - teria levado uma cantada e até ido para a cama com ele. Mas isso não aconteceu. Depois, ele me convidou para vê-lo correr no dia seguinte. Cheguei atrasada, mas, quando me aproximei do carro, ele tirou o capacete e disse que, mesmo sabendo que não ganharia, porque o caro estava ruim, dedicaria aquela corrida a mim." Monique guarda dele, até hoje, a melhor das impressões: "É um homem chiquerrimo no seu jeito de abordar as mulheres. Mesmo se quisesse, não conseguiria ser vulgar." Revista Manchete 04//04/1992

Em uma festa em 1992, conta a revista veja, Monique deu em cima de Senna a noite inteira. Mas como homem não gosta de mulher fácil, ele resistiu as investidas dela, e foi embora e voltou com outra mulher.

Ayrton Senna e Monique Evans apenas participaram juntos de um ensaio para a revista Manchete e nunca aconteceu nada entre eles.