Mostrando postagens com marcador Acidente Ayrton Senna. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Acidente Ayrton Senna. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 3 de maio de 2021
sexta-feira, 6 de dezembro de 2019
F1 1994 - Pacífico e Brasil (Fotos)
Tanaka International, Aida, Japão.
15-17 de abril de 1994.
Ayrton Senna (Williams FW16 Renault), retrato.
Campeonato: Fórmula 1 1994
Evento: GP do Pacífico
Data: domingo, 17 de abril de 1994
Piloto: Ayrton Senna
Equipe: Williams
Tanaka International, Aida, Japan.
15-17 April 1994.
Ayrton Senna (Williams FW16 Renault), portrait.
Championship: Formula 1 1994 (Formula 1, 1994)
Event: Pacific GP
Date taken: Sunday, April 17, 1994
Driver: Ayrton Senna
Team: Williams
Ayrton Senna
Campeonato: Fórmula 1 1994
Evento: GP do Pacífico
Data: domingo, 17 de abril de 1994
Localização: Circuito Internacional de Okayama, Japão
Fotógrafo: Rainer Schlegelmilch
Ayrton Senna
Championship: Formula 1 1994 (Formula 1, 1994)
Event: Pacific GP
Date taken: Sunday, April 17, 1994
Location: Okayama International Circuit, Japan
Photographer: Rainer Schlegelmilch
Ayrton Senna, Williams FW16 Renault.
Campeonato: Fórmula 1 1994
Evento: GP do Brasil
Data: domingo, 27 de março de 1994
Localização: Autódromo José Carlos Pace, Brasil
Ayrton Senna, Williams FW16 Renault.
Championship: Formula 1 1994
Event: Brazilian GP
Date taken: Sunday, March 27, 1994
Location: Autódromo José Carlos Pace, Brazil
Marcadores:
1994,
Acidente,
Acidente Ayrton Senna,
Ayrton Senna Fotos,
Banco de Fotos,
Fotos,
FW16,
Michael Schumacher,
Morte,
Temporada 1994,
Williams FW16
terça-feira, 5 de novembro de 2019
F1 1994 - San Marino (Fotos)
Ayrton Senna (BRA) Williams (esquerda) e Michael Schumacher (GER) Benetton (direita) são questionados sobre a reforma do GPDA após o acidente fatal dos dias anteriores. Tragicamente, Senna não veria o outro dia.
Grande Prêmio de San Marino, Rd 3, Ímola, Itália, 1 de maio de 1994.
Campeonato: Fórmula 1 1994 (Fórmula 1, 1994)
Evento: GP de San Marino
Data: domingo, 01 de maio de 1994
Localidade: Imola, Itália
Times: Williams, Benetton
Fotógrafo: Sutton Images
Ayrton Senna (BRA) Williams (Left) and Michael Schumacher (GER) Benetton (Right) are quizzed on the reformation of the GPDA following the previous days fatal accident. Tragically Senna would not see out the day.
San Marino Grand Prix, Rd 3, Imola, Italy, 1 May 1994.
Championship: Formula 1 1994 (Formula 1, 1994)
Event: San Marino GP
Date taken: Sunday, May 01, 1994
Location: Imola, Italy
Teams: Williams , Benetton
Photographer: Sutton Images
Ayrton Senna (BRA) Williams FW16 embarca em sua última volta antes de perder tragicamente sua vida em um acidente na sétima volta.
Campeonato Mundial de Fórmula 1, Rd 3, Grande Prêmio de San Marino, Imola, 1 de maio de 1994.
Campeonato: Fórmula 1 1994 (Fórmula 1, 1994)
Data: domingo, 01 de maio de 1994
Localidade: Ímola, Itália
Fotógrafo: Sutton Images
Ayrton Senna (BRA) Williams FW16 embarks on his final lap before tragically losing his life in an accident on lap seven.
Formula One World Championship, Rd 3, San Marino Grand Prix, Imola, 1 May 1994.
Championship: Formula 1 1994 (Formula 1, 1994)
Date taken: Sunday, May 01, 1994
Location: Imola, Italy
Teams: Williams
Photographer: Sutton Images
Ayrton Senna (BRA) Williams FW16 lidera o grid atrás do safety car após um acidente na largada.
Momentos depois, no recomeço, o próprio Senna se envolveu em um acidente fatal.
Grande Prêmio de San Marino, Ímola, 1 de maio de 1994
Data: domingo, 01 de maio de 1994
Localidade: Ímola, Itália
Fotógrafo: Sutton Images
Ayrton Senna (BRA) Williams FW16 leads the field behind the safety car after a start line crash.
Moments later at the restart Senna himself was involved in a fatal accident.
San Marino Grand Prix, Imola, 1 May 1994
Date taken: Sunday, May 01, 1994
Location: Imola, Italy
Photographer: Sutton Images
Ayrton Senna conduz Michael Schumacher pelo cênico circuito de Interlagos.
Grande Prêmio do Brasil, Interlagos, 27 de março de 1994
Data: domingo, 27 de março de 1994
Fotógrafo: Sutton Images
Ayrton Senna leads Michael Schumacher around the scenic Interlagos circuit.
Brazilian Grand Prix, Interlagos, 27 March 1994
Date taken: Sunday, March 27, 1994
Photographer: Sutton Images
Marcadores:
1994,
Acidente,
Acidente Ayrton Senna,
Ayrton Senna Fotos,
Banco de Fotos,
Fotos,
FW16,
Michael Schumacher,
Morte,
Temporada 1994,
Williams FW16
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
"Senna era fascinante", diz Williams
FÁBIO SEIXAS
da Reportagem Local
São Paulo, Domingo, 22 de Agosto de 1999
Folha de São Paulo - folha.uol.com.br
Para dono da equipe que completa 30 anos na categoria, tricampeão tinha "intelecto para vida e negócios"
Em entrevista exclusiva à Folha, ele fala sobre o atual momento ("não estamos bem"), sobre a rival McLaren ("admiro a maneira como eles operam") e sobre Senna ("há uma responsabilidade enorme sobre nosso ombros").
Folha - O senhor trabalhou com alguns pilotos brasileiros: José Carlos Pace...
Williams - Um grande piloto.
Williams - Um grande piloto.
Folha - Nelson Piquet e Ayrton Senna...
Williams - Todos eles eram grandes pessoas.
Williams - Todos eles eram grandes pessoas.
Folha - Como o senhor pode comparar esses pilotos?
Williams - Eram bem diferentes. E correram em eras diferentes. Mas cada um tinha um talento. Ayrton tinha um intelecto incomum, não só para correr, mas para os negócios, para a vida e para a filosofia. Uma pessoa fascinante.
Williams - Eram bem diferentes. E correram em eras diferentes. Mas cada um tinha um talento. Ayrton tinha um intelecto incomum, não só para correr, mas para os negócios, para a vida e para a filosofia. Uma pessoa fascinante.
Folha - Uma questão que precisa ser feita diz respeito à morte de Ayrton Senna...
Williams - Posso falar pouco sobre isso, porque foi um acidente. Há duas ou três teorias, mas até agora nada foi provado, nada foi descartado. É claro que há uma responsabilidade enorme sobre nossos ombros, e, quando fui para seu funeral, entendi o que sua morte significou para o Brasil. Foi a maior demonstração de amor, simpatia e respeito que já vi.
Williams - Posso falar pouco sobre isso, porque foi um acidente. Há duas ou três teorias, mas até agora nada foi provado, nada foi descartado. É claro que há uma responsabilidade enorme sobre nossos ombros, e, quando fui para seu funeral, entendi o que sua morte significou para o Brasil. Foi a maior demonstração de amor, simpatia e respeito que já vi.
Folha - O senhor chegou a ter algum sentimento de culpa?
Williams - Não divido minhas emoções com ninguém e não vou fazer isso hoje. Foi um dia triste para a Williams, para a McLaren, para a F-1 e para o Brasil. Foi um dos piores dias da história da F-1.
Williams - Não divido minhas emoções com ninguém e não vou fazer isso hoje. Foi um dia triste para a Williams, para a McLaren, para a F-1 e para o Brasil. Foi um dos piores dias da história da F-1.
"Senna era fascinante", diz Williams
FÁBIO SEIXAS
da Reportagem Local
São Paulo, Domingo, 22 de Agosto de 1999
Folha de São Paulo - folha.uol.com.br
No início do ano, ele recebeu da rainha da Inglaterra o título de "sir", recompensa pelos "serviços prestados ao automobilismo".
Segundo conta, "foi o reconhecimento pelas conquistas da equipe na história da categoria".
Frank Williams, 57, completa nesta temporada 30 anos na F-1.
Estreou no GP da Espanha de 1969 comprando um Brabham, que cedeu para um amigo íntimo, o piloto inglês Piers Courage, morto em um acidente em Zandvoort, Holanda, no ano seguinte.
Foi o primeiro momento de baixa de sua equipe. De 1970 até hoje, a Williams, equipe mais vencedora da história da categoria -nove títulos de construtores-, viveu outros períodos difíceis.
Ou "curvas de aprendizado", como prefere definir.
"Em 84, por exemplo, estávamos em curva de aprendizado, adaptando-nos ao turbo e mudando para uma fábrica nova."
Hoje, a equipe, segundo ele, passa por situação parecida. Campeã de construtores e pilotos em 1997, viu seu rendimento cair no ano passado, quando perdeu os motores da Renault.
Em 1999, vive uma temporada de espera, preparando-se para iniciar, no próximo Mundial, uma parceria com a BMW.
No Brasil, porém, Frank Williams será sempre lembrado como o dono do carro em que Ayrton Senna morreu, em 1994.
Em entrevista exclusiva à Folha, ele fala sobre o atual momento ("não estamos bem"), sobre a rival McLaren ("admiro a maneira como eles operam") e sobre Senna ("há uma responsabilidade enorme sobre nosso ombros").
Folha - No ano passado, a Wil- liams foi a terceira colocada no Mundial de Construtores. Que possibilidades o senhor enxerga para a equipe nesta temporada?
Sir Frank Williams - Neste início de ano, não estamos muito bem. Mas acho que podemos ficar em quarto, quinto...
Sir Frank Williams - Neste início de ano, não estamos muito bem. Mas acho que podemos ficar em quarto, quinto...
Folha - O senhor pode fazer uma comparação entre o carro deste ano e o de 1998?
Williams - Não muito. É um carro diferente. Os pilotos dizem que é muito melhor que o carro de 1998, mas isso é competição. Os outros times também evoluíram.
Williams - Não muito. É um carro diferente. Os pilotos dizem que é muito melhor que o carro de 1998, mas isso é competição. Os outros times também evoluíram.
Folha - A Williams neste ano está com o Alessandro Zanardi, que foi bicampeão na Indy, mas que parece ainda estar com algumas dificuldades na F-1...
Williams - Não se trata de dificuldades dele. O problema é que nosso carro ainda não é suficientemente confiável. Ele é um excelente piloto, foi bem em testes recentes. Acho que ainda ninguém viu seu verdadeiro potencial.
Williams - Não se trata de dificuldades dele. O problema é que nosso carro ainda não é suficientemente confiável. Ele é um excelente piloto, foi bem em testes recentes. Acho que ainda ninguém viu seu verdadeiro potencial.
Folha - Há especulações sobre uma eventual quebra de contrato da Williams com o Zanardi. O que há de verdade nisso?
Williams - Temos um contrato de três anos e não vamos interrompê-lo nem trocar pilotos. Não pensamos nisso. É óbvio que algumas vezes os jornalistas escrevem essas coisas. Acho que deveriam escrever sobre o que vêem.
Williams - Temos um contrato de três anos e não vamos interrompê-lo nem trocar pilotos. Não pensamos nisso. É óbvio que algumas vezes os jornalistas escrevem essas coisas. Acho que deveriam escrever sobre o que vêem.
Folha - O colombiano Juan Pablo Montoya foi seu piloto de testes e agora vem conseguindo sucesso na Indy. O senhor não se sente tentado a buscá-lo?
Williams - Não. Ele tem um contrato de três anos com a equipe Ganassi. Não é algo que tem que partir da gente.
Williams - Não. Ele tem um contrato de três anos com a equipe Ganassi. Não é algo que tem que partir da gente.
Folha - Esse relacionamento com a Ganassi é algo que surgiu de uma eventualidade ou vocês estão pensando em uma espécie de intercâmbio permanente?
Williams - Não é bem assim. Ele (Montoya) foi nosso piloto de testes, e sua carreira é dirigida pelo David Sears (dono da Supernova, de F-3.000). E foi o David que achou que ainda era cedo para colocá-lo na F-1, especialmente neste ano, em que estamos nos despedindo de um motor (os Supertec, que equipam a Williams, serão substituídos pelos BMW no próximo ano). Acho que na Indy ele vai ganhar confiança.
Williams - Não é bem assim. Ele (Montoya) foi nosso piloto de testes, e sua carreira é dirigida pelo David Sears (dono da Supernova, de F-3.000). E foi o David que achou que ainda era cedo para colocá-lo na F-1, especialmente neste ano, em que estamos nos despedindo de um motor (os Supertec, que equipam a Williams, serão substituídos pelos BMW no próximo ano). Acho que na Indy ele vai ganhar confiança.
Folha - A McLaren hoje ocupa uma posição que por algum tempo foi da Williams, o de melhor equipe da F-1. Como o senhor vê o futuro da McLaren?
Williams - Não falo sobre outros times, mas gostaria de dizer que eu admiro a maneira como a McLaren opera. Estou na F-1 há 30 anos, e a McLaren sempre foi nossa maior rival. Agora, a Wil- liams vive um período de baixa, mas vamos voltar ao topo.
Williams - Não falo sobre outros times, mas gostaria de dizer que eu admiro a maneira como a McLaren opera. Estou na F-1 há 30 anos, e a McLaren sempre foi nossa maior rival. Agora, a Wil- liams vive um período de baixa, mas vamos voltar ao topo.
Folha - Desde o ano passado, vocês usam gasolina fornecida pela Petrobras. Como o senhor avalia o trabalho da empresa?
Williams - Em primeiro lugar, nosso relacionamento com eles, até do ponto de vista pessoal, é muito bom. Eles são muito sinceros. E a tecnologia de combustível da Petrobras é muito forte, impressionante. Conseguiram bons resultados nos Supertec e agora estamos olhando para o futuro.
Williams - Em primeiro lugar, nosso relacionamento com eles, até do ponto de vista pessoal, é muito bom. Eles são muito sinceros. E a tecnologia de combustível da Petrobras é muito forte, impressionante. Conseguiram bons resultados nos Supertec e agora estamos olhando para o futuro.
Folha - Como está o trabalho com a BMW para o ano 2000?
Williams - Estamos tentando cobrir a maior área possível. Eles estão aplicando recursos substanciais muito importantes, pessoal e tecnologia nesse programa. Vai ser difícil por um período, isso nós sabemos. Nosso plano é encurtar essa fase. Estamos muito, muito felizes de estar com eles.
Williams - Estamos tentando cobrir a maior área possível. Eles estão aplicando recursos substanciais muito importantes, pessoal e tecnologia nesse programa. Vai ser difícil por um período, isso nós sabemos. Nosso plano é encurtar essa fase. Estamos muito, muito felizes de estar com eles.
Folha - O senhor trabalhou com alguns pilotos brasileiros: José Carlos Pace...
Williams - Um grande piloto.
Williams - Um grande piloto.
Folha - Nelson Piquet e Ayrton Senna...
Williams - Todos eles eram grandes pessoas.
Williams - Todos eles eram grandes pessoas.
Folha - Como o senhor pode comparar esses pilotos?
Williams - Eram bem diferentes. E correram em eras diferentes. Mas cada um tinha um talento. Ayrton tinha um intelecto incomum, não só para correr, mas para os negócios, para a vida e para a filosofia. Uma pessoa fascinante.
Williams - Eram bem diferentes. E correram em eras diferentes. Mas cada um tinha um talento. Ayrton tinha um intelecto incomum, não só para correr, mas para os negócios, para a vida e para a filosofia. Uma pessoa fascinante.
Folha - Uma questão que precisa ser feita diz respeito à morte de Ayrton Senna...
Williams - Posso falar pouco sobre isso, porque foi um acidente. Há duas ou três teorias, mas até agora nada foi provado, nada foi descartado. É claro que há uma responsabilidade enorme sobre nossos ombros, e, quando fui para seu funeral, entendi o que sua morte significou para o Brasil. Foi a maior demonstração de amor, simpatia e respeito que já vi.
Williams - Posso falar pouco sobre isso, porque foi um acidente. Há duas ou três teorias, mas até agora nada foi provado, nada foi descartado. É claro que há uma responsabilidade enorme sobre nossos ombros, e, quando fui para seu funeral, entendi o que sua morte significou para o Brasil. Foi a maior demonstração de amor, simpatia e respeito que já vi.
Folha - O senhor chegou a ter algum sentimento de culpa?
Williams - Não divido minhas emoções com ninguém e não vou fazer isso hoje. Foi um dia triste para a Williams, para a McLaren, para a F-1 e para o Brasil. Foi um dos piores dias da história da F-1.
Williams - Não divido minhas emoções com ninguém e não vou fazer isso hoje. Foi um dia triste para a Williams, para a McLaren, para a F-1 e para o Brasil. Foi um dos piores dias da história da F-1.
Folha - Continuando a falar sobre brasileiros, o senhor conversou com Rubens Barrichello em 94 e no ano passado. Porque ele nunca chegou à Williams?
Williams - É sempre complicado. Algumas vezes você quer um contrato, mas o piloto não pode. Outras vezes um piloto que nos interessa nos procura, mas aí nós é que estamos de mãos atadas.
Williams - É sempre complicado. Algumas vezes você quer um contrato, mas o piloto não pode. Outras vezes um piloto que nos interessa nos procura, mas aí nós é que estamos de mãos atadas.
Folha - Os pilotos hoje reclamam dos pneus com sulcos. Qual é sua opinião sobre isso?
Williams - Eu nunca pilotei esses carros, então acho que não sou qualificado para falar sobre esse assunto. É uma questão entre os pilotos, a FIA (entidade máxima do automobilismo) e a empresa que fabrica os pneus.
Williams - Eu nunca pilotei esses carros, então acho que não sou qualificado para falar sobre esse assunto. É uma questão entre os pilotos, a FIA (entidade máxima do automobilismo) e a empresa que fabrica os pneus.
Folha - Como o senhor pode comparar a F-1 dos anos 60, quando o senhor iniciou sua equipe, com a de hoje?
Williams - Hoje há muito mais gente, tecnologia, recursos financeiros. Provavelmente, está mais competitiva, mais difícil.
Williams - Hoje há muito mais gente, tecnologia, recursos financeiros. Provavelmente, está mais competitiva, mais difícil.
FONTE PESQUISADA
SEIXAS,
Fábio. "Senna era fascinante", diz Williams. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk22089931.htm>.
Acesso em: 15 de novembro 2018.
Marcadores:
1994,
Acidente,
Acidente Ayrton Senna,
Causas do Acidente,
Frank Williams,
Investigação Morte,
Morte,
Perícia Morte,
Processo da Morte de Ayrton Senna,
Temporada 1994,
Williams
segunda-feira, 30 de abril de 2018
24 Anos da Última Pole Position de Ayrton Senna
Hoje faz 24 anos da pole 65 de Ayrton Senna, a
última da carreira do piloto.
Essa foto foi batida 40 minutos antes de Ayrton
Senna morrer.
segunda-feira, 12 de março de 2018
Halo Teria Evitado Morte de Ayrton Senna? Opinem!
Pilotos da Fórmula 1 treinam com o Halo, novo
equipamento de proteção da categoria
Apesar de garantir mais segurança, peça causou
polêmica na F1.
Jornal Nacional, Sexta, 9 de março de 2018
domingo, 4 de fevereiro de 2018
Galvão Relembra Morte do Senna (Vídeo)
Jornalista se emociona ao
falar do ídolo e amigo
Galvão afirma que Senna não trazia preocupações antes da corrida fatal e dá a entender que uma das famosas cenas
finais de sua vida (imagens acima - Senna pensativo com as mãos sobre o aerofólio de seu carro Williams FW16 poucos minutos antes da corrida) foi na verdade por ele estar chateado com a morte de
Ratzenberger e pelo acidente grave do compatriota e amigo Barrichello. O narrador esportivo, ao falar também que Senna pediu uma bandeira da Áustria para homenagear Ratzenberger, quer dizer, com isso, que o piloto brasileiro só pensava em vencer a corrida e tinha convicção realmente disso, que venceria o GP de Ímola.
Altas Horas com Serginho Groisman - Globo - 03/02/2018
Marcadores:
Acidente,
Acidente Ayrton Senna,
Amigos,
Causas do Acidente,
Depoimentos Amigos,
Imola,
Ímola,
Lembranças de Amigos,
Morte,
Tragédia,
Vídeo,
Videos
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
3 Memórias de Ayrton Senna
Por Sérgio Veiga
F1 Flash - f1flash.com
01/05/2015
(Parte I): A Vitória no Estoril-85
Ayrton Senna da Silva comemoraria hoje o seu 55.º
aniversário, se não tivesse sido aquele fim-de-semana maldito de Imola-94, em
que todos os deuses se zangaram com a Fórmula 1… Tive a sorte de poder privar,
em termos profissionais, com o enorme piloto brasileiro e aqui recupero, em
jeito de homenagem, os três episódios que imediatamente me vêm à cabeça de cada
vez que ouço o seu nome.
Abril de 1985, uma manhã de quarta-feira no
aeroporto da Portela, espero a saída do brasileiro, passageiro do voo Varig
762. Naquela altura, em que a F1 ainda era novidade em Portugal (era o 2.º
Grande Prémio da «era moderna» ainda era hábito ir esperar os pilotos mais
importantes ao aeroporto para ter logo umas primeiras palavras. Para mais, o
trissemanário «A Bola» saía à 5.ª feira, era bom arrancar com a reportagem da
F1 logo com declarações da nova estrela em ascensão! Mas com tantos jornalistas
à espera, era quase impossível ter uma conversa mais prolongada e consegui
combinar com Senna um encontro para a tarde, já no autódromo do Estoril.
Despachados os cumprimentos a engenheiros, mecânicos
e demais elementos da equipa Lotus, sentámo-nos junto do muro das «boxes» e,
durante largos minutos, sem pressas, Senna foi respondendo a tudo o que lhe
perguntava. Sentia o olhar desconfiado do brasileiro, ao ver que apenas tomava
notas num daqueles grandes blocos «Castelo», mas falámos tranquilamente o tempo
que foi necessário. Outros tempos, sem a pressão mediática actual…
No dia seguinte, reencontrámo-nos no autódromo logo
pela manhã e ele, sorridente, agradeceu «o bom trabalho». Já tinha visto,
obviamente, a página inteira de «A Bola» (ainda no formato… gigante!), encimada
pelo título «Quando vou a 300 km/h só penso em ir mais e mais rápido!» e com
tudo o que ele tinha dito, direitinho, por muito estranho que lhe tivesse
parecido o esquema das notas no bloco «Castelo»… Desde esse dia que se criou
uma relação de respeito mútuo, óbvio do meu lado pelo piloto que ele era, mas
também da parte dele que sempre me «atendeu» com a máxima paciência e atenção.
Depois, viria a «pole» e a sua primeira vitória na
Fórmula 1 (fará 30 anos a 21 de Abril), sob um dilúvio imenso, em que
demonstrou um controlo superior do Lotus, numa prova com metade dos 16
abandonos por piões ou acidentes. E em que Senna deixou o 2.º a mais de um
minuto, os 3.º e 4.º a 1 volta e o 5.º (Nigel Mansell num Williams/Honda) a 2
voltas! Apesar de muitas vezes ter pedido para que a corrida fosse parada,
Senna nunca «tirou pé» e, sob condições dantescas, levou o Lotus/Renault à vitória
e a crença popular ao ponto de perceber que estávamos perante alguém muito
especial.
Entrou totalmente encharcado na sala das
conferências de imprensa, trocámos sorrisos quase cúmplices pela entrevista
que, agora, parecia um talismã e, durante um ror de tempo, ali o vi
literalmente a bater o queixo e a tiritar de frio, mas a explicar com toda a
tranquilidade como fora a sua primeira vitória. Porque muitas mais se
seguiriam…
**************
(Parte II): da raiva… às desculpas
Embora todos tenhamos cultivado a imagem de um
Ayrton Senna sereno, simpático, uma pessoa suave, o genial piloto brasileiro
também tinha os seus momentos irascíveis, em que conseguia raiar o
desagradável. Na sexta-feira dos treinos livres do G.P. da Alemanha de 1988 as
coisas não lhe estavam a correr de feição e o McLaren/Honda não estava ao seu
gosto, perdendo para o rival Alain Prost.
Naqueles tempos, jornalistas a entrar nas «boxes»
das equipas era algo mais ou menos normal e, para reportar para «A Bola»,
costumava aproveitar a «boleia» dos jornalistas brasileiros para falar também
com Senna, agradando à enorme legião de fãs que ele sempre teve em Portugal.
Naquele dia, contudo, algo me atrasou e perdi o «comboio brasileiro», descendo
mais tarde à «boxe» da McLaren onde encontrei Senna a falar com o seu
engenheiro, ar de poucos amigos. Esperei que a conversa acabasse e, quando lhe
perguntei «o que se passa Ayrton?», ele olhou através de mim e disse-me com uma
rudeza que não lhe conhecia: «Porque só vem agora e não veio com os outros?!
Agora não falo com você!» e quase me expulsou da «boxe»… «Está o caldo
entornado», pensei, «este agora nunca mais me vai falar por causa disto».
Horas mais tarde, dia de treinos arrumado, estava no
«paddock» em amena cavaqueira com o Domingos Piedade e outras pessoas, a
caminho do carro para sair do circuito, quando sinto alguém bater-me nas
costas. Virei-me e era Senna. «Você me desculpe aquilo de há pouco, eu estava
meio chateado e você apareceu na altura errada. Me desculpe, agora está tudo
bem, ok?». Nem sei se cheguei a balbuciar algo, era a última coisa que esperava
de um piloto de F1 com os seus gigantescos egos…
O grande Ayrton Senna, a caminho do seu primeiro
título, estava ali humildemente a pedir-me desculpa? Quantos dos outros trinta
pilotos presentes em Hockenheim teriam tido semelhante atitude? Aí confirmei
não só o respeito mútuo que já levava alguns anos, mas a grandeza humana de
Senna que, tendo tido um ataque de irascibilidade (talvez até compreensível…),
tivera a humildade de desviar o seu caminho para vir pedir desculpas pela sua
atitude. E lá continuámos a nossa relação profissional como se nada se tivesse
passado.
**************
(Parte III): o fim-de-semana que nunca devia ter
existido
É inevitável… Quando ouço o nome Senna viajo
imediatamente no tempo para 1 de Maio de 1994, o ponto mais fundo do
fim-de-semana em que os deuses abateram toda a sua raiva sobre a F1. Tudo
começara na 6.ª feira, com um acidente feito de Rubens Barrichello, com quem
tinha grande afinidade por ter seguido a sua carreira na Fórmula Opel-Lotus
(que corria juntamente com a F1) e pela ligação com Pedro Lamy. O susto foi
enorme e lembro-me de Senna correr ao hospital do circuito para se inteirar do
estado do seu benjamim.
No dia seguinte foi a tragédia da morte de Roland
Ratzenberger que abanou todos quantos seguiam a F1. Recordo-me de Senna se
meter no carro médico, com o seu amigo Syd Watkins, o médico da F1, e ir ao
local do acidente perceber como tinha sido possível. Mais tarde, Watkins
revelou que, nessa altura, disse a Senna para parar de correr…
Ainda mal refeito de dois violentos dias, nada me
preparava para a tragédia de 1 de Maio… Primeiro o acidente no arranque em que
só por milagre Pedro Lamy não se magoou seriamente, ao abalroar o Benetton
parado de JJ Lehto. Mas muitas peças tinham voado para a bancada, provocando
diversos feridos… Retomada a corrida, Senna despista-se na temível Tamburello,
tem de estar tudo bem, pensamos todos, já muitos ali bateram e safaram-se com
maiores ou menores mazelas. Olhos colados nos ecrãs, o capacete amarelo
move-se, há um breve momento de alegria, está tudo bem ele mexe-se!, seguido
por uma queda abrupta nas profundezas da tragédia quando assistimos aos meios
médicos envolvidos no seu socorro.
Aproveito para descer à «box» da Lotus para saber
como está Lamy que me despacha rapidamente com um «eu estou bem, mas como está
o Ayrton?». Não há respostas, parece grave, mas, bolas, o capacete mexeu-se ele
há-de estar razoavelmente bem, talvez algumas fracturas… Na altura apenas os
socorristas sabiam a verdade e os momentos de desespero por que passava o
brasileiro, já inconsciente, já em coma, de onde não mais sairia.
Numa sala de imprensa com muitas centenas de
jornalistas, o silêncio era sepulcral, havia quem não contivesse as lágrimas,
era demais num só fim-de-semana. Porque a corrida prosseguira e ainda houvera
mais quatro feridos nas «boxes», por uma roda que se saltara do Minardi de
Alboreto. «Morte» foi coisa que só se começou a ouvir muito mais tarde, já a
corrida estava a terminar. Os rumores foram-se avolumando, até à confirmação do
«press officer» da FIA que varreu a sala de imprensa com uma violenta onda de
choque. Não, o Ayrton não!...
Na altura senti-me totalmente vazio e exausto,
totalmente exausto de três dias de tragédias permanentes… Lembro-me de ligar
para Lisboa e pedir ao chefe de redacção d’ «A Bola», Santos Neves, que me
dispensasse do trabalho, não tinha condições para escrever uma única linha. Mas
os leitores não têm nada a ver com os estados de alma do jornalista e foi o que
percebi quando, do outro lado, ouvi um seco (e sei que muito difícil de dizer!)
«está bem, vê se te acalmas e depois tens duas páginas para escrever».
Às vezes, «enfiarmo-nos» num teclado serve quase de
terapia, de exorcismo dos fantasmas que nos esmagam. E foi assim que apareceram
os textos para as tais duas páginas (ainda das grandes…), as mais difíceis de
toda a minha vida! Já passava da uma da manhã quando saí de Imola, um
sentimento de tremendo vazio, as lágrimas a quererem saltar. Acabara de viver o
maior pesadelo de sempre… E a Fórmula 1 acabara de perder milhões de adeptos.
Ainda hoje há quem me diga que deixou de seguir a F1 no dia em que Senna
morreu. Compreendo mas não aceito. Porque tenho a certeza de que o próprio
Ayrton não o aprovaria!
**************
SÉRGIO VEIGA
Enviado-especial do jornal «A Bola» a largas dezenas
de Grandes Prémios, nunca deixou de reportar sobre o Mundial, tendo nos últimos
anos alargado a sua experiência aos comentários televisivos.
**************
FONTES PESQUISADAS
VEIGA, Sérgio. 3 memórias de Ayrton Senna (parte I): a
vitória no Estoril-85. Disponível em: <http://www.f1flash.com/Artigos/Historias/Senna-a-vitoria-no-Estoril-85>.
Acesso em: 25 de janeiro 2018.
VEIGA, Sérgio. 3 memórias de Ayrton Senna (parte II):
da raiva… às desculpas. Disponível em: <http://www.f1flash.com/Artigos/Historias/Senna-da-raiva-as-desculpas>.
Acesso em: 25 de janeiro 2018.
VEIGA, Sérgio. 3 memórias de Ayrton Senna (parte III):
o fim-de-semana que nunca devia ter existido. Disponível em: <http://www.f1flash.com/Artigos/Historias/Senna-o-fim-de-semana-terrivel>.
Acesso em: 25 de janeiro 2018.
Marcadores:
1988,
1994,
Acidente,
Acidente Ayrton Senna,
Carreira,
Lotus,
Lotus Preta,
Lotus Preta e Dourada,
McLaren,
Memorias,
Morte,
Portugal,
Tamburello,
Temporada 1985,
Temporada 1988,
Temporada 1994,
Vida Pessoal,
Williams
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
O Show Tem Que Continuar
Wendlinger revela que a morte
de Senna quase fez Peter Sauber desistir da F1
POSTED BY: VICKTOR TIGRE
29/04/2014
Portal Race - portalrace.com.br
O ex-piloto ficou comovido
com as lágrimas do fundador da Sauber ao saber da morte do tricampeão após o GP
de San Marino de 1994.
Em todas as suas dez
temporadas, Ayrton Senna marcou história em equipes como a Toleman, Lotus,
McLaren e Williams. E também marcou o respeito e admiração nas escuderias
rivais dele, especialmente a Sauber. Isso quem garante é o ex-piloto Karl
Wendlinger, que estava correndo pelo time de Hinwil na temporada de 1994 e
presenciou de perto a morte do tricampeão mundial durante o GP de San Marino.
Wendlinger revelou que Peter
Sauber ficou muito abalado após a morte de Ayrton Senna
Wendlinger revelou para a revista
alemã ‘Auto Motor und Sport’, que consolou Peter Sauber que ficou muito abalado
com ao saber da morte de Senna naquele fatídico GP de San Marino.
“Ainda hoje eu consigo me
lembrar de muitos detalhes daquele final de semana. E quando eu falo do acidente
de Senna, me lembro das bandeiras amarelas na Tamburello, nós passando ao lado
da Williams dele. Ao sair do carro, o engenheiro de pista Tim Wright me disse
que Senna estava bem. Quando eu cheguei no parque fechado, um jornalista tinha
me dito que um mecânico da Sauber tinha sido atingido por uma moto. Tudo
mentira. No circuito fechado, havia muitas pessoas, o pessoal da Ferrari junto
com os da Minardi. Quando eu olhei para a pilha de pneus e vi Peter Sauber
chorando. Acreditei que fosse o mecânico, mas era o Sauber, e ele me olhou e
disse: ‘Senna morreu’”, lembrou.
O ex-piloto revelou que Peter
Sauber pensou naquele momento em desistir da Fórmula 1. “Foi um grande choque.
Sentei-me com Peter [Sauber] no chão. Ele disse que iria parar e me falou que
eu deveria também parar. Então eu fiquei em silêncio. Para mim essa não era a
questão. Acidentes e mortos são algo que eram muito cogitados na minha mente
naquela época. Mas eu não conseguia organizar a minha mente com aquela sensação
de impotência”, declarou.
Apesar das críticas em
relação aos carros da Fórmula 1 da temporada de 1994, Wendlinger acredita que
os bólidos daquela época não eram perigosos como muitos o disseram. “Ao
contrario de muitos dos meus colegas, eu não acredito que os carros de 94 eram
realmente perigosos. A Sauber não conduzia com a nova suspensão. Tínhamos ainda
a [suspensão] de 1993” ,
explicou.
Sobre o acidente de Rubens
Barrichello e a morte de Roland Ratzenberguer, Wendlinger revelou que o lema
após esses acontecimentos ditos para os pilotos era que “o show deve
continuar”.
“Os três acidentes, de
Barrichello, Ratzenberguer e o de Senna foram incríveis. Eu não poderia me dá
com isso direito. Havia muita pressão naquele final de semana. E eu não tinha
parado para me preocupar comigo. Frentzen me disse que não era para eu estar
nervoso. Então entrei no carro. Antes de começar a corrida do domingo, eu
escutei por 15 minutos, diversas pessoas dizendo a frase: ‘o show tem que
continuar’”, encerrou.
FONTE PESQUISADA
TIGRE, Vicktor. Wendlinger revela que a
morte de Senna quase fez Peter Sauber desistir da F1. Disponível em: <http://portalrace.com.br/wendlinger-revela-que-a-morte-de-senna-quase-fez-peter-sauber-desistir-da-f1/>.
Acesso em: 17 de novembro 2017.
Assinar:
Postagens (Atom)




























































