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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Xuxa Chegou à Funeral de Ayrton Senna Junto Com a Família do Piloto


Folha de Hoje, Sexta-feira, 06 de maio de 1994 

(edição do outro dia do enterro)

Xuxa chegou com a família de Ayrton Senna e Adriane Galisteu chorou muito no sepultamento do piloto

A apresentadora Xuxa, que namorou Senna, chegou ainda pela manhã à Assembleia Legislativa, junto com a família do piloto. Ela ficou ao lado do caixão, alisando a bandeira brasileira. Adriane Galisteu, muito emocionada, foi retirada momentos antes do sepultamento. As duas, em momento algum, aceitaram dar entrevistas. 



FONTE PESQUISADA

FOLHA DE HOJE – Adriane Galisteu chora e não dá entrevistas. Folha de Hoje, 06 de Maio de 1994, Esportes, página 18.


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Xuxa, Adriane Galisteu e Família Senna Chegando no Enterro de Ayrton Senna (Vídeo)


Sepultamento de Ayrton Senna, 5 de maio de 1994, Cemitério do Morumbi, São Paulo


Xuxa Meneghel chegando ao cemitério do Morumbi de Van com toda a família de Ayrton Senna para o enterro do piloto, enquanto Adriane Galisteu – namorada que morava com Ayrton havia 1 ano – chegou de ônibus acompanhada de sua melhor amiga Birgit.

domingo, 3 de setembro de 2017

Kennedy, Lennon, Diana e Senna São Todos ícones



Prefácio do livro "Fatal Weekend"

Este foi um livro que me exigiu muito para escrever. Por duas vezes nos últimos anos eu o abandonei devido às dificuldades de escrever sobre um assunto tão carregado emocionalmente. Eventualmente, eu coloquei isto de lado e apenas segui com o que é um livro essencialmente acerca de quatro dias em 1994. São eventos que ocorreram 21 anos atrás, pelo qual deveríamos já ter esquecido, mas que de alguma forma hoje ainda é importante. No final, havia ainda muita coisa não dita.

Quinta-feira 28 de abril a domingo 1 de maio de 1994, foi o fim de semana mais famoso da história da Fórmula 1 e o terceiro evento mais infame do esporte mundial após o atentado terrorista de Munique em 1972 e o acidente de 24 horas de Le Mans em 1955.

Como na morte do presidente John F. Kennedy em 1963 e da princesa Diana em 1997, todos se lembram exatamente onde estavam e o que estavam fazendo quando souberam da morte de Ayrton Senna. A morte de Senna pôs o Brasil de joelhos, assim como a morte de Kennedy devastou os Estados Unidos da América e a morte de Diana abalou a Grã-Bretanha.

Felizmente, a morte inesperada de tais ícones de repente e em seu auge é rara. Na era moderna, Kennedy, Senna, Diana, John Lennon, Michael Jackson e Elvis Presley estiveram conosco um minuto e, literalmente, se foram no próximo [minuto]. Jackson e Presley morreram em circunstâncias suspeitas e quando eles estavam bem, além do melhor deles.

Mas Kennedy, Lennon, Diana e Senna são diferentes porque morreram no auge de seus poderes e cruelmente abatidos por eventos que não foram culpa deles. E, no entanto, por alguma coincidência estranha, cada um teve um papel inocente em suas próprias mortes. Kennedy deveria ter insistido em que a bolha de vidro à prova de balas fosse colocada em seu carro, especialmente no hostil estado do Texas, mas, por razões mais conhecidas por ele mesmo, não o fez. Lennon, uma das personalidades mais famosas do mundo, porque ele se mudou para Nova York sem segurança e deixou todos saberem onde ele morava, preparou-se para o lobo solitário. Mesmo as medidas de segurança mais simples teriam salvado a vida de John Lennon. Diana nunca deveria estar em um carro sendo conduzido em alta velocidade no final de uma noite de sábado em Paris. Nunca.

Senna, pelas mesmas razões, deveria ter insistido na proteção de barreira de pneus para o muro de concreto em Tamburello quando ele inspecionou o circuito no dia 9 de março.

Uma bolha de vidro, uma segurança básica, uma condução mais segura e algumas centenas de pneus velhos eram tão óbvias precauções para tomar contra o risco de morte que eles quase desafiam a crença. É justo dizer que, com tais precauções básicas rotineiras, todos os quatro estariam vivos e bem hoje, permitindo-lhes chegarem a velhice.

A morte de Ayrton Senna era tão inconcebível quanto a morte de John Kennedy e da princesa Diana. Os eventos inconcebíveis deixaram grandes legados e fizeram com que as pessoas passassem anos e anos tentando entender o porquê e como.

Algumas pessoas podem pensar que é bizarro comparar a morte de um estadista mundial como Kennedy e um ícone global como Diana com o de Ayrton Senna, que era apenas um piloto de corrida, um homem que dirigia carros em círculos para ganhar a vida. Mas o mérito de Senna é de um ícone que deu esperança ao Brasil, então um país muito pobre com milhões vivendo na pobreza. Como Julian Jakobi [antigo empresário de Senna] diz em outro lugar deste livro, você teria que ir ao funeral de Senna para apreciar esse fato.

Senna foi uma inspiração para todo um continente de sul-americanos. E ninguém deve duvidar de que a morte de Senna e seu funeral subseqüente significassem tanto para a América do Sul como a morte de Kennedy para América do Norte e a Princesa Diana para a Grã-Bretanha. E assim como a América foi roubada do futuro potencial de John Kennedy, então o Brasil foi roubado do futuro potencial de Senna.

A coisa mais triste é que, sob qualquer ângulo que se examine, Senna não deveria ter morrido. Ele correu na era mais segura da Fórmula 1. Ele correu em uma época em que era realmente muito difícil morrer em um carro da Fórmula 1. A era em que ninguém morreu em um carro de Fórmula 1, fora de 30 de abril/1 de maio de 1994, durava 30 anos. Tornou-se algo que é incrivelmente seguro de fazer.

Este livro registra a lista de circunstâncias que formaram a cadeia de eventos que levou à morte de Senna. É um dos mais longos.

Em primeiro lugar, os sistemas de suspensão ativa nunca deveriam ter sido removidos dos carros que foram projetados para os ter. A remoção tornou os carros (especialmente o Williams-Renault) instáveis. Os novos regulamentos foram bem intencionados e era o direito de fazer, mas deveriam ter sido introduzidos em 1995, dando às equipes aviso prévio para projetar carros novos. Por isso, Max Mosley deve assumir a culpa por impor à força esta alteração sem dar o devido aviso prévio. A forma como foi feito no Grande Prêmio de Canadá de 1993 foi pobre e mal pensada. Mosley e Charlie Whiting fizeram uma incrível quantidade de esforços para tornar a Fórmula 1 segura, mas eles baixaram a guarda a respeito da suspensão ativa.

Em segundo lugar, deveria ter havido uma série de pneus protegendo o muro de concreto em Tamburello. Por que não houve é um mistério inexplicável e, sobre isso, Ayrton Senna deve ter a culpa, ele realizou uma inspeção de segurança algumas semanas antes de seu acidente. Há muitas pessoas que também devem ter uma certa culpa por isso. Tamburello tinha sido o cenário de cinco acidentes importantes - deveria ter tido uma parede de pneu. 21 anos depois, ninguém quer discutir esta precaução de segurança bastante básica.

Em terceiro lugar, o sistema de direção do carro de Williams era suspeito e provavelmente falhou no momento do acidente. Se tivesse estado tudo em ordem [se estivesse top de linha], Senna provavelmente teria conseguido se afastar de problemas. A coluna de direção tinha fadiga de metal devido a uma modificação quase impossível, quase amadora, feita contra tudo o que a Fórmula 1 representava para manter a segurança nos carros. Embora não fossem diretamente responsáveis, Patrick Head e Adrian Newey devem assumir a culpa por isso.

A corrida nunca deveria ter ocorrido. Roland Ratzenberger bateu e morreu no dia anterior. O que quer que alguém tenha dito depois, Ratzenberger morreu na hora, e Sid Watkins deveria tê-lo declarado morto de acordo com a lei. No entanto, Watkins estava sob a pressão de Bernie Ecclestone para nunca declarar um piloto morto na pista e sempre levá-los ao hospital primeiro [fazer encenação caso fosse necessário]. Mas se Watkins tivesse atuado corretamente, a corrida teria sido cancelada e Senna não teria morrido naquele fim de semana. Watkins e Ecclestone devem compartilhar a culpa por isso.

O capacete de Senna quase certamente estava no limite da legalidade. Era de peso mais leve do que um capacete normal e também tinha uma viseira mais fina. Com um peso mais pesado de capacete, ele teria tido uma chance muito maior de sobrevivência e isso era inteiramente sua culpa, pois ele usava um capacete mais leve procurando por uma vantagem.

Senna estava sobrecarregando seu carro durante toda a temporada de 1994 para acompanhar Benetton de Michael Schumacher. Depois que a temporada terminou, o carro de Schumacher provaria ser ilegal por empregar controle de tração, o que lhe deu vantagem. Na volta sete do Grande Prêmio de São Marino, Senna estava sob a enorme pressão de ser perseguido por um carro muito mais rápido. Sem isso, ele poderia ter entrado em Tamburello com mais cautela e ter sido capaz de salvar sua própria vida. Por assim dizer, ele não deixou nenhuma margem de manobra. Por isso, as pessoas que dirigiram a equipe de Benetton devem ter a culpa, pois eles estavam indubitavelmente conscientes do que estava acontecendo e, infelizmente, contribuíram para a morte de Senna.

Senna ficou profundamente perturbado nesse fim de semana com a morte de Roland Ratzenberger e o grave acidente de seu compatriota Rubens Barrichello. Todos esses acidentes violentos perturbaram Senna, e esses dois dias sem dúvida o desequilibraram. Qualquer um que analisa as fotografias e o vídeo daquela manhã da corrida pode ver claramente que Senna não estava em condições de entrar em um carro de Fórmula 1.

A principal causa disso foi a morte de Ratzenberger. Ratzenberger não deveria ter morrido. A equipe Simtek não tinha dinheiro suficiente para competir na Fórmula 1 e, portanto, correu em um carro sub-padrão, o que, por uma série de razões, causou a morte de Ratzenberger e, por isso, muitas pessoas, incluindo o chefe da equipe, Nick Wirth, são culpados. A morte de Ratzenberger, como muitos acidentes na Fórmula 1, foi erroneamente responsabilizado por erro do piloto. Não foi nada disso. As fixações da asa dianteira falharam e fizeram com que a asa subisse no carro, negando a Ratzenberger a habilidade de guiá-lo.

Por fim, Senna estava perturbado com a conduta de seu irmão mais novo, Leonardo, que havia passado dos limites, interferindo na vida pessoal de seu irmão, e ele tem a culpa por desestabilizar seu irmão nos dias que antecederam o Grande Prêmio de São Marinho.

Então, o que podemos aprender 21 anos depois? Ainda há alguns erros que precisam ser concertados. O campeonato mundial de 1994 foi horrivelmente manchado pelos trapaças da equipe Benetton. A conquista do primeiro campeonato mundial de Michael Schumacher foi uma farsa, e não há dúvida de que Schumacher deveria ter sido excluído do campeonato por ter pilotado um carro ilegal.

A trapaça da equipe Benetton foi a mais flagrante já vista na Fórmula 1. Quando Johnny Herbert se juntou ao time mais tarde na temporada, ele deu uma volta no carro de Schumacher quando o controle de tração foi acidentalmente deixado e não podia acreditar na diferença no carro de Schumacher em comparação com o seu próprio Benetton-Ford.

O principal homem responsável pela flagrante fraude, Tom Walkinshaw, está morto agora, mas não é tarde demais para a FIA fazer algo retrospectivamente sobre o campeonato mundial de 1994. O resultado do campeonato de 1994 é um insulto contínuo à memória de Ayrton Senna.

A FIA poderia começar por despojar a equipe de Benetton e Michael Schumacher desse campeonato de 1994 e entregá-la a Williams e Damon Hill. Esse campeonato não pertence a Schumacher ou Benetton. Michael Schumacher provou mais tarde, seis vezes, que ele era o melhor motorista da Fórmula 1 [depois da morte de Senna], mas em 1994 não o fez.

Em muitos aspectos, o erro já foi corrigido. Embora Schumacher ganhasse o campeonato mundial sete vezes e, por esse motivo, deve ser considerado "o maior", ele não é. Em 2004, lembro que ainda havia muitos debates sobre o status de Senna na história da Fórmula 1. Agora, 11 anos depois, isso mudou e há unanimidade na opinião de que ele era o maior e mais rápido motorista de Fórmula 1. Assim, o verdadeiro legado de Ayrton Senna finalmente foi estabelecido, e ele foi reconhecido pelo que ele era e é "o maior".

E, finalmente, à medida que este livro é assinado para imprimir, menciono antecipadamente algo que você pode ler no livro e particularmente não gostar. Há algumas críticas leves do professor Sid Watkins mais tarde nessas páginas. Deixe-me explicar. Antes de morrer, falei mais de uma vez ao professor Watkins sobre o fim de semana de 1º de maio. Fiquei sempre mistificado com as lacunas nas respostas do professor. Ele foi o homem que tirou o capacete de Senna de sua cabeça antes das duas e meia da tarde de domingo, 1 de maio de 1994. Ele foi o primeiro a perceber que o maior piloto de todos os tempos estava morto. Mas o professor Watkins nunca chegou a falar sobre os detalhes da morte de Senna ou Ratzenberger. Agora, sabemos o porquê - de acordo com as regras médicas, os dois motoristas deveriam ter sido declarados mortos na pista. Verdade, ele conseguiu que o coração de Senna voltasse imediatamente, então havia uma razão válida para remover Senna para o hospital, mas certamente a existência do pulso de Ratzenberger estava apenas na imaginação do professor. Claro, se a morte de Ratzenberger tivesse sido tratada corretamente, o Grande Prêmio de São Marino teria sido cancelado, e Ayrton Senna provavelmente estaria vivo hoje, felizmente aposentado: um empresário bilionário e talvez um campeão mundial de seis ou sete vezes.

Temo de que o professor Watkins tenha cometido um erro ao não declarar Ratzenberger morto na pista e, de forma inconsciente, criando uma situação muito instável para o resto do fim de semana da corrida. Os médicos nunca mais devem ser submetidos a essa pressão apenas para garantir que a corrida continue.

Algumas coisas são mais importantes.

Tom Rubython
Olney Park
Buckinghamshire
25 de outubro de 2015


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FOREWORD

Kennedy, Lennon, Diana
and Senna are icons all

This has been a very demanding book to write. Twice in the past few years I abandoned it because of the difficulties of writing about a subject so emotionally charged. Eventually, I put that to one side and just got on with what is essentially a book about four days in 1994. They are events that happened 21 years ago, which we should have forgotten but that somehow today still really matter. In the end there was too much still left unsaid.

Thursday 28th April to Sunday 1st May 1994 was the most infamous weekend in Formula One history and the third most infamous event in world sport after the Munich Olympics terrorist attack in 1972 and the Le Mans 24 hours crash in 1955.

Like the death of President John F. Kennedy in 1963 and Princess Diana in 1997, everyone can remember exactly where they were and what they were doing when they heard about the death of Ayrton Senna. The death of Senna brought Brazil to its knees just as Kennedy’s death devastated the United States of America and Diana’s death shook Britain to its very core.

Thankfully, the unexpected death of such icons suddenly and at their peak is rare. In the modern age, there have been Kennedy, Senna, Diana, John Lennon, Michael Jackson and Elvis Presley who have been with us one minute and literally gone the next. Jackson and Presley died in suspicious circumstances and when they were well past their best.

But Kennedy, Lennon, Diana and Senna were different because they were killed at the very height of their powers and cruelly struck down by events that were no fault of their own. And yet, by some strange coincidence, each had an innocent role in their own deaths. Kennedy should have insisted that the bulletproof glass bubble be placed on his car, especially in the hostile state of Texas, but for reasons best known to himself he did not. Lennon, one of the most famous personalities in the world, because he moved around New York with no security and let everyone know where he lived, set himself up for the lone-wolf nutcase. Even the simplest of security measures would have saved John Lennon’s life. Diana should never have been in a car being driven at high speed late on a Saturday night in Paris. Never.

Senna, for very much the same reasons, should have insisted on tyre barrier protection for the concrete wall at Tamburello when he inspected the circuit on 9th March.

A glass bubble, some basic security, safer driving and a few hundred old tyres were such obvious precautions to take against the risk of death that they almost defy belief. It is fair to say that with such basic everyday precautions, all four would be alive and well today, old age permitting.

The death of Ayrton Senna was as inconceivable as was the death of John Kennedy and Princess Diana. The inconceivable events left large legacies and caused people to spend years and years trying to understand why and how.
Some people may think it bizarre to compare the death of a world statesman like Kennedy and a global icon like Diana to that of Ayrton Senna who was just a racing driver, a man who drove cars round in circles for a living. But Senna’s worth was as an icon who gave hope to Brazil, then a very poor country with millions living in poverty. As Julian Jakobi says elsewhere in this book, you had to go to Senna’s funeral to appreciate that fact.

Senna was an inspiration to a whole continent of South Americans. And no one should doubt that Senna’s death and his subsequent funeral meant just as much to South America as Kennedy’s death did to North America and Princess Diana’s to Great Britain. And just as America was robbed of the future potential of John Kennedy, so Brazil was robbed of the future potential of Senna.

The saddest thing is that, by any measure you care to use, Senna should not have died. He raced in the safest-ever era of Formula One. He raced in an age when it was actually very difficult to die in a Formula One car. The era when no one died in a Formula One car, outside of 30th April/1st May 1994, spanned 30 years. It has become something that is incredibly safe to do.

This book records the list of circumstances that formed the chain of events that led to Senna’s death. It is a long one.

Firstly, active suspension systems should never have been removed from cars that were designed to have them. Its removal made the cars (especially the Williams-Renault) unstable. The new regulations were well intentioned and were the right to do but should have been introduced in 1995, giving the teams due notice to design new cars. For this, Max Mosley must take the blame for railroading through this change without giving due notice. The way it was done at the 1993 Canadian Grand Prix was shabby and ill-thought through. Mosley and Charlie Whiting did an incredible amount of work to make Formula One safe, but they dropped the ball over active suspension.

Secondly, there should have been a treble row of tyres protecting the concrete wall at Tamburello. Why there wasn’t is an inexplicable mystery and, for this, Ayrton Senna must take the blame as he carried out a safety inspection himself a few weeks before his accident. There are a lot of people who must also take some of the blame for this. Tamburello had been the scene of five major accidents – it should have had a tyre wall. 21 years later, no one wants to discuss this pretty basic imperative safety precaution.

Thirdly, the Williams car’s steering system was suspect and probably failed at the point of the accident. If it had been in tip top order, Senna probably would have been able to steer himself out of trouble. The steering column had metal fatigue due to a scarcely believable, almost amateurish, modification made to it that went against everything Formula One stood for in maintaining safety in cars. Although they were not directly responsible, Patrick Head and Adrian Newey must take the blame for that.

The race should never have taken place at all. Roland Ratzenberger crashed and died on the previous day. Whatever anyone said afterwards, Ratzenberger was dead on impact, and Sid Watkins should have declared him dead in line with the law. However, Watkins was under pressure from Bernie Ecclestone never to declare a driver dead at the scene and always get them to hospital first. But if Watkins had acted properly, the race would have been cancelled and Senna would not have died that weekend. Watkins and Ecclestone must jointly share the blame for this.

Senna’s helmet was almost certainly on the limit of legality. It was of lighter weight than a normal helmet and also had a thinner visor. With a heavier weight of helmet he would have had a much better chance of survival and this was entirely his own fault as he wore a lighter helmet looking for an edge.

Senna was overdriving his car throughout the 1994 season to keep up with Michael Schumacher’s Benetton. After the season ended, Schumacher’s car was to prove to be illegal for employing traction control, which give him the advantage. On lap seven of the San Marino Grand Prix, Senna was under the huge pressure of being chased by a much faster car. Without that, he may have gone into Tamburello more cautiously and been able to save his own life. As it was, he left himself no leeway. For this, the people who ran the Benetton team must take the blame as they were undoubtedly aware of what was going on, and it sadly contributed to Senna’s death.

Senna was deeply troubled that weekend by the death of Roland Ratzenberger and the serious accident of his countryman Rubens Barrichello. Every violent accident upset Senna, and two in two days had undoubtedly unbalanced him. Anyone who studies the still photographs and video of that morning of the race can clearly see that Senna was in no state to get in a Formula One car.

The principal cause of that was Ratzenberger’s death. Ratzenberger shouldn’t have died. The Simtek team did not have enough money to go Formula One racing and therefore raced in a sub-standard car, which, for a myriad of reasons, caused Ratzenberger’s death and, for that, many people, including team principal Nick Wirth, must take the blame. Ratzenberger’s death, like many accidents in Formula One, was wrongly blamed on driver error. It was nothing of the sort. The front wing fixings failed and caused the wing to go under the car, denying Ratzenberger the ability to steer it.

Lastly, Senna was distraught over the conduct of his younger brother, Leonardo, who had stepped over the line by interfering in his brother’s personal life, and he must take the blame for destabilising his brother in the days leading up to the San Marino Grand Prix.

So what can we learn 21 years later? There are still a few wrongs that need righting. The 1994 world championship was horribly tainted by the shenanigans of the Benetton team. The winning of Michael Schumacher’s first world championship was a farce, and there is absolutely no doubt that Schumacher should have been thrown out of the championship for running an illegal car.
The Benetton team’s cheating was the most blatant ever seen in Formula One. When Johnny Herbert joined the team later in the season, he was given a run in Schumacher’s car when the traction control had been accidentally left on and could not believe the difference in Schumacher’s car compared with his own Benetton-Ford.

The man mainly responsible for the blatant cheating, Tom Walkinshaw, is dead now but it is not too late for the FIA to do something retrospectively about the 1994 world championship. The outcome of the 1994 championship is an ongoing insult to the memory of Ayrton Senna.

The FIA could make a start by stripping the Benetton team and Michael Schumacher of that 1994 championship and handing it to Williams and Damon Hill. That championship does not belong to Schumacher or Benetton. Michael Schumacher later proved, six times, that he was the best driver in Formula One but in 1994 he didn’t.

In many ways, the wrong has already been righted. Although Schumacher won the world championship seven times and for that reason alone should be regarded as ‘the greatest’, he is not. In 2004, I remember there was still a lot of debate about Senna’s status in the history of Formula One. Now, 11 years later, that has changed and there is unanimity of the opinion that he was the greatest and fastest Formula One driver. So Ayrton Senna’s true legacy has finally been established, and he has been recognised for what he was and is ‘the greatest.’

And finally, as this book is signed off for printing, I mention in advance something you may read in the book and not particularly like. There is some mild criticism of Professor Sid Watkins later in these pages. Let me explain. Before he died, I spoke at length, more than once, to Professor Watkins about the weekend of 1st May. I was always mystified with the gaps in the Professor’s answers. He was the man who lifted Senna’s helmet from his head just before half past two on the afternoon of Sunday 1st May 1994. He was the first man to realise that the greatest driver of all time was dead. But Professor Watkins was never completely forthcoming about the details of Senna’s or Ratzenberger’s death. Now we know why – according to medical rules, both drivers should have been declared dead at the scene. True, he did get Senna’s heart going again immediately so there was a valid reason to remove Senna to hospital, but certainly the existence of Ratzenberger’s pulse was only in the Professor’s imagination. Of course, if Ratzenberger’s death had been correctly handled, then the San Marino Grand Prix would have been cancelled, and Ayrton Senna would in all probability be alive today, happily retired: a billionaire businessman and maybe a six or seven times world champion.

I am afraid Professor Watkins erred in not declaring Ratzenberger dead at the scene and thereby unwittingly creating a very unstable situation for the rest of the race weekend. Doctors must never again be put under such pressure just to ensure that the race goes on.

Some things are more important.

Tom Rubython

Olney Park

Buckinghamshire

25th October 2015




FONTE PESQUISADA

RUBYTHON, Tom. Fatal Weekend. 1º Edição. Great Britain: The Myrtle Press, 12 de novembro de 2015.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Há exatamente 22 anos, numa quinta-feira como hoje, o corpo de Ayrton Senna era enterrado no Cemitério do Morumbi em São Paulo 05.05.1994

Enterro de Senna evidenciou status de herói nacional

POR DANIEL MÉDICI
grid.blogfolha.uol.com.b
05/05/2016  15:21


Se você tem 30 anos ou mais e é brasileiro, é bastante provável que se lembre de onde estava quando soube da morte de Ayrton Senna. E deve se recordar bem da suntuosidade de seu cortejo fúnebre e funeral, que hoje completa 22 anos.

A namorada de Ayrton, Adriane Galisteu, com uma amiga no enterro

As honras recebidas foram equivalentes à de um chefe de Estado —carreata, velório aberto ao público, com filas imensas de populares para ver de perto por alguns segundos o caixão. Multidões se amontoavam ao lado das avenidas para ver o caminhão dos bombeiros passar em direção ao cemitério. Segundo a biografia escrita por Ernesto Rodrigues, poucas vezes a rede Globo passou tanto tempo em uma transmissão ao vivo sem colocar no ar um único intervalo comercial.

A comoção que tomou conta do Brasil (e foi compartilhada por pessoas em boa parte do mundo) é indicativa de que, além de um esportista extremamente bem-sucedido, Senna havia se tornado um herói nacional.

Há um consenso de que o piloto brasileiro surgiu num momento em que o Brasil passava por um período de auto-estima incrivelmente baixa. Eram os anos 1980, a inflação galopava, a seleção brasileira não vencia uma Copa do Mundo havia mais de uma década (isso parecia uma eternidade, na época) e a política saía aos trancos e barrancos de uma ditadura militar.

Reprodução de página do jornal francês "L´Équipe", que presta homenagem ao piloto brasileiro Ayrton Senna na edição de 2 de maio de 2014: \'Inesquecível\'
Por: Reprodução 02/05/2014

No meio disso, aparecia um jovem usando um capacete amarelo, verde e azul —que ele havia adotado após um mundial de kart, no qual os competidores foram obrigados a correr com as cores de seus respectivos países— ganhando todos os campeonatos ingleses de base que disputava.

Foi num dos grandes picos de anticlímax da política nacional, 21 de abril de 1985, que Senna venceu sua primeira prova de F-1. No mesmo dia, morria Tancredo Neves em um hospital da capital paulista.

O ato de empunhar a bandeira brasileira a cada vitória também surgiu por acaso. No dia anterior anterior do GP da Detroit de 1986, a seleção brasileira havia sido eliminada pela França de Platini na Copa do Mundo do México. Foi a deixa para os mecânicos da Renault, que fornecia motores à Lotus, alugassem o brasileiro. Após a vitória, ao encontrar um torcedor com a bandeira na beira da pista, a pediu emprestada (nunca a devolveu) para reagir à tiração de sarro de que fora vítima.

A TV brasileira não transmitiu ao vivo a prova. Mas o gesto se repetiu. Vieram campeonatos e, com a sorte de Piquet já em declínio, Senna passou a ser a personificação do Brasil que vencia os gringos mundo afora.

Não impressiona, portanto, que poucas horas depois da batida fatal no GP de San Marino, o sentimento luto tenha se espalhado como um rastilho de pólvora pelo país. E não deixa de ser uma coincidência estranha: logo após sua morte, o plano Real foi implantado, as primeiras eleições nacionais foram realizadas após o impeachment de Collor e o Brasil conquistou sua primeira Copa do Mundo desde 1970.

Os jogadores do tetra comemoraram estendendo, no campo, uma faixa em homenagem a Ayrton.

Os pilotos Emerson Fittipaldi, Alain Prost, Christian Fittipaldi, Jackie Stewart, Gerhard Berger, Rubens Barrichello, Thierry Boutsen, Raul Boesel, Michele Alboreto, Pedro Lamy e Damon Hill fazem o cortejo fúnebre ao lado do caixão de Ayrton Senna no cemitério do Morumby, em São Paulo Por: Eduardo Knapp - 5.mai.94/Folhapress 05/05/1994

Funeral do piloto brasileiro Ayrton Senna no cemitério do Morumby, em São Paulo Por: mai.94 30/04/2014

Multidão acompanha cortejo fúnebre de Ayrton Senna na avenida 23 de Maio, em São Paulo; cerca de 50 mil pessoas estiveram no velório realizado na Assembléia Legislativa Por: Jorge Araújo - mai.94/Folhapress

Multidão acompanha cortejo fúnebre de Ayrton Senna pelas ruas de São Paulo Por: Matuiti Mayezo - 4.mai.94/Folhapress 04/05/1994

Multidão acompanha cortejo fúnebre do piloto na região do Anhangabau, no centro de São Paulo Por: Luiz Carlos Murauskas - 04.mai.1994/Folhapress

Equipe de resgate dá os primeiros socorros, ao lado de seu carro destruído, após batida contra a parede da curva Tamborelo durante o GP de San Marino em Imola (Itália) Por: 1.mai.94

Reprodução de TV do acidente fatal do piloto Aytron Senna Por: 1.mai.94

Imagem mostra exato momento do acidente fatal do piloto Ayrton Senna, no GP de San Marino, em Imola, na Itália Por: 1.mai.94/Reuters 01/05/1994

Momentos antes da prova, o piloto Ayrton Senna se concentra em seu carro na Williams Por: 01.mai.1994/AFP

O piloto brasileiro Ayrton Senna faz sua primeira corrida pela escuderia Williams, no GP Brasil, na abertura da temporada da F-1 de 1994 em Interlagos Por: Pisco Del Gaiso - 27.mar.94/Folhapress 27/03/1994



FONTE PESQUISADA


MÉDICI, Daniel. Enterro de Senna evidenciou status de herói nacional. Disponível em: <http://grid.blogfolha.uol.com.br/2016/05/05/enterro-de-senna-evidenciou-status-de-heroi-nacional/>. Acesso em: 05 de maio 2016.


sábado, 2 de abril de 2016

Antonia Fontenelle Se Emociona Ao Relembrar Drama Vivenciado Por Adriane Galisteu No Funeral De Ayrton Senna

Publicado em 01/04/2016 às 14h00 por Endrigo Annyston
RD1 - rd1.ig.com.br

A atriz Antonia Fontenelle relembrou velório de Ayrton Senna e de seu falecido marido Marcos Paulo e se emocionou

Antonia Fontenelle conversou com Adriane Galisteu no “Na Lata”, programa de entrevistas que a atriz comanda no Youtube.

No bate-papo, Antonia relembrou a situação em que Adriane se viu isolada no funeral de Ayrton Senna, falecido piloto de Fórmula 1 com quem ela namorou nos anos 1990.

Ayrton Senna e Adriane Galisteu na fazenda do piloto poucos meses antes da tragédia 

“Fizeram a mesma coisa comigo. Eu estava transtornada porque estava do lado de um caixão e não tinha cabeça para pensar em maldade”, comparou Fontenelle, que relembrou o falecimento do diretor Marcos Paulo.

Ela falou que, guardadas as devidas proporções, foram situações parecidas, e se emocionou: “E foram muito malvados com você também e registraram porque foi a morte de um ídolo nacional. Sinto vontade de chorar porque vivi coisas parecidas. Você num canto e o Brasil inteiro sabia que você era namorada do cara!”.

Adriane Galisteu foi rejeitada e humilhada pela família de Ayrton Senna no funeral do piloto


Assista:


FONTE PESQUISADA

ANNYSTON, Endrigo. Antonia Fontenelle chora ao falar da morte de Marcos Paulo: “Não tinha cabeça para pensar em maldade”. Disponível em: <http://rd1.ig.com.br/antonia-fontenelle-chora-ao-falar-da-morte-de-marcos-paulo-nao-tinha-cabeca-para-pensar-em-maldade/>. Acesso em: 02 de abril 2016.








domingo, 7 de junho de 2015

Adriane Galisteu Foi Posta de Lado no Funeral de Ayrton Senna

Betise Assumpção, amiga e assessora de Senna, foi uma das únicas pessoas próximas de Ayrton, a ficar ao lado de Adriane no funeral do ídolo

Na época de sua morte, Ayrton Senna estava namorando a modelo brasileira Adriane Galisteu, com quem a família Senna nunca teve um relacionamento amigável, até mesmo nos dias de hoje. Isso foi mostrado no funeral de Senna, onde Galisteu foi abertamente posta de lado. O status de "Viúva" foi dado pela família e meios de comunicação para o ícone brasileiro (da época) Xuxa, que chegou ao funeral de mãos dadas com a irmã de Senna, Viviane.

Xuxa e Viviane (irmã de Ayrton) no funeral

By the time of his death, Senna was dating Brazilian model Adriane Galisteu, with whom the Senna family never had a friendly relationship, even to this date. That was shown in Senna's funeral, where Galisteu was openly cast aside. The "widow" status was given by the family and media to Brazilian icon Xuxa, who arrived at the funeral holding hands with Senna's sister, Viviane.

FONTE PESQUISADA

Formula 1 Legend - Aryton Senna Complete Biography,Career,Personal Life. Disponível em: <http://starsportsworld.blogspot.com.br/2011/08/formula-1-legend-aryton-senna-complete.html>. Acesso em: 07 de junho 2015.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Ha 21 anos atrás, num dia como hoje, Ayrton Senna era enterrado

O Brasil parou nesse dia

Cenas muito tristes

Guardas carregam o caixão de Senna

Povo brasileiro se despete de Ayrton Senna

Povo brasileiro se despede de Ayrton Senna

Adriane Galisteu muito abalada no enterro de Ayrton Senna

Pilotos conduzem o caixão de Senna para o sepultamento

O último patrão de Senna, dono da equipe Williams de F1, Frank Williams amparado por sua cadeira de rodas chega ao enterro

Adriane Galisteu de mãos dadas com a amiga Birgit depois do enterro de Ayrton

Adriane Galisteu se desespera no velorio de Senna, no dia anterior, e é amparada pela assessora de Ayrton, Betise

Betise Assumpção e uma senhora confortam Adriane Galisteu

Betise consola Adriane

Adriane Galisteu no velório de Ayrton, no dia anterior ao enterro

Corpo de Senna chega ao Brasil e é recebido pelo povo brasileiro


Fãs comentam a data na fanpage Senna Vive
05 de maio de 2015

Taty Nascimento Não esqueço aquele dia triste!!! O céu estava lindo ensolarado..

Daiane Oliveira Foi tristeza não apenas no Brasil. Ele É ídolo no mundo. 

Jane Meire Sempre em nossos corações!

Roberta De Cassia Moreira Ídolo Eterno. ...

Aline Martinez Eu era uma crianca, mas me lembro como se fosse hj
Morava em Sp, era feriado nesse dia

Lininha Araf It breaks my heart.. Tanto tempo depois e ainda doi muito. Como eu queria que fosse diferente....

Artur de Figueiredo Maior perda que esse país já teve em sua história.#Sennaeternosaudadesternas

Maria Alzenir Oliveira Não esqueço este dia tão triste era um lindo dia de sol quando ele ia pra pista o Brasil parava para assistir ele tinha orgulho de ser brasileiro

Renata Marcolino Um dos dias mais tristes da minha vida.....
Lindo de ver aquela fila infinita para passar em frente a seu caixão e um silêncio absoluto!

Willian Alves Saudades eternas do nosso Herói

Rosa Moura Nunca vou esquecer esse dia!

Patrick Eugênio Pinheiro DE Assis Pinheiro mt mt triste

Diogenes Diogo Um dia de sol, o sol mais escuro que já vi.

Janaína Firmo Lamentável


REFERÊNCIAS
Disponível em: <https://www.facebook.com/MagicAyrtonSenna/photos/a.378879348899768.1073741870.247532305367807/751283414992691/?type=1&theater>. Acesso em: 05 de maio 2015.



domingo, 18 de janeiro de 2015

Pilotos Conduzindo o Caixão de Ayrton Senna, no Cemitério do Morumby, 05 de maio de 1994 - Fotos

Foto: Egberto Nogueira 

Emerson Fittipaldi, Alain Prost, Christian Fittipaldi, Jackie Stewart, Roberto Pupo Moreno, Johnny Herbert, Wilson Fittipaldi, à esquerda, Gerhard Berger, Rubens Barrichello, Thierry Boutsen, Raul Boesel, Michele Alboreto, Pedro Lamy e Damon Hill, à direita, conduzindo o caixão de Ayrton Senna, no Cemitério do Morumby. 







FONTE PESQUISADA

Disponível em: < http://www.abril.com.br/fotos/ayrton-senna/?ft=especial-album-senna3g.jpg>. Acesso em: 18 de janeiro 2015.