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segunda-feira, 25 de março de 2024
segunda-feira, 28 de março de 2022
Ayrton Senna - Grande Prêmio do Brasil 1991 - GP - Fórmula 1 - F1 - McLaren (Fotos)
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sábado, 24 de novembro de 2018
GP Brasil 1994 (Fotos)
Ayrton Senna
1994: O piloto da Williams Renault, Ayrton Senna, do Brasil é levado de volta aos boxes depois de sair da pista durante o Grande Prêmio do Brasil no circuito de Interlagos, em São Paulo, Brasil. Crédito Obrigatório: Pascal Rondeau / Allsport
Ayrton Senna
1994: Williams Renault driver Ayrton Senna of Brazil is driven back to the pits after spinning off the track during the Brazilian Grand Prix at the Interlagos circuit in Sao Paulo, Brazil. \ Mandatory Credit: Pascal Rondeau/Allsport
1994: O piloto da Williams Renault, Ayrton Senna, do Brasil é levado de volta aos boxes depois de sair da pista durante o Grande Prêmio do Brasil no circuito de Interlagos, em São Paulo, Brasil. Crédito Obrigatório: Pascal Rondeau / Allsport
Ayrton Senna
1994: Williams Renault driver Ayrton Senna of Brazil is driven back to the pits after spinning off the track during the Brazilian Grand Prix at the Interlagos circuit in Sao Paulo, Brazil. \ Mandatory Credit: Pascal Rondeau/Allsport
quinta-feira, 21 de junho de 2018
Ayrton Senna no GP Brasil de Fórmula 1 de 1994 - Fotos: Gazeta Press
Ayrton Senna(D),
piloto da equipe Williams, no boxe, conversa com os mecânicos de sua equipe
antes do treino oficial para o GP Brasil de Fórmula 1 de 1994. Cidade/Estado:
São Paulo/SP. País: Brasil Local:
Autódromo José Carlos Pace (Interlagos). Crédito: /Gazeta Press.
Ayrton Senna(D),
piloto da equipe Williams, no boxe, se prepara para entrar no carro antes do GP
Brasil de Fórmula 1 de 1994. Cidade/Estado: São Paulo/SP. País: Brasil Local: Autódromo José Carlos Pace
(Interlagos). Crédito: /Gazeta Press.
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quinta-feira, 17 de maio de 2018
Especial Senna Eterno
Globo
Esporte BA faz homenagem a Ayrton Senna pelos 24 anos de sua morte
Série de matérias mostra a relação de Ayrton Senna com a Bahia
Série de matérias mostra a relação de Ayrton Senna com a Bahia
Esquecido
e batizado de Fumaça, safety car usado por Senna em 1993 será restaurado
Carro de segurança em
que Ayrton Senna desfilou no histórico GP do Brasil é encontrado por empresário
baiano no interior de São Paulo e vai passar por restauração em Itabuna, na
Bahia
Confira a primeira reportagem de uma série especial que homenageia o piloto.
TV Globo - Globo Esporte BA - 16 de maio de 2018
Confira a primeira reportagem de uma série especial que homenageia o piloto.
TV Globo - Globo Esporte BA - 16 de maio de 2018
Série de matérias
mostra a relação de Ayrton Senna com a Bahia. Conheça a relação de amizade do
piloto com o baiano Paulo Soares
Em 1979, Senna
esteve em Salvador para participar de uma prova, a convite do então piloto Paulo
Soares. Desde então, eles se tornaram muito amigos.
O Globo Esporte
continua com a série de matérias sobre a relação de Ayrton Senna com a Bahia.
Nesta quinta-feira, conheça a história do baiano Paulo Soares, amigo do piloto,
que o convidou para disputar uma prova de kart em 1979 em Salvador. E Senna, é
claro, venceu a corrida, que era disputada no antigo kartódromo do Stiep.
Globo TV - Globo
Esporte BA - 17/05/2018
Ge traz a segunda reportagem da série 'Senna Eterno'
TV Globo - Bahia Meio-Dia - Salvador - 17 mai 2018
'Senna Eterno': conheça o
homem que participou de momento importante da carreira do ídolo
André Mendonça
atualmente é bancário, mas já trabalhou como comissário de pista na Fórmula 1.
TV Globo - Globo Esporte BA - 18 de maio de 2018
TV Globo - Globo Esporte BA - 18 de maio de 2018
domingo, 1 de abril de 2018
O Momento Mais Tenso da Relação Entre Ayrton Senna e Nelson Piquet
Há 30 anos, a Fórmula 1 se reunia para a abertura de
mais uma temporada no Rio de Janeiro, semanas depois de uma bombástica troca de
farpas envolvendo os ídolos brasileiros
O momento mais tenso da relação entre Ayrton Senna e Nelson
Piquet
Por Fred Sabino, Rio de Janeiro
F1 Memória - GE globoesporte.globo.com
01/04/2018 07h00
Atualizado há 30 minutos
O começo de abril de 1988 marcou o primeiro fim de
semana da temporada da Fórmula 1, no Rio de Janeiro. Dentro da pista, existia a
expectativa para a estreia do tricampeão Nelson Piquet pela Lotus e também pela
primeira corrida de Ayrton Senna como piloto da McLaren. Mas, há 30 anos, o que
se falava mesmo nos bastidores era o mais conturbado momento na sempre tensa
relação entre os dois ídolos do automobilismo brasileiro.
No dia 7 de março, quando ainda eram realizados os
saudosos testes coletivos de verão no Rio de Janeiro, Senna deu entrevista ao
"Jornal do Brasil" e fez uma provocação a Piquet. Quando o repórter
Sérgio Rodrigues perguntou o motivo de Senna estar tanto tempo sem falar com a
imprensa, o futuro tricampeão respondeu:
- Eu tinha que dar aos outros uma chance de aparecer
um pouco. Afinal, não fazia sentido o cara ser tricampeão e eu continuar sendo
assunto. Já que ninguém gosta muito dele, o único jeito era eu sumir para que
ele pudesse aparecer um pouco.
Lotus-Honda de Nelson Piquet na temporada 1988 da
Fórmula 1 (Foto: Getty Images)
Embora Senna tenha deixado claro que era uma
brincadeira, e a própria reportagem tenha destacado isso, afirmando que Ayrton
até queria superar a rixa com Piquet, a manchete "Senna diz que sumiu para
Piquet aparecer" teve resposta.
Nelson Piquet, cujo nome passava a batizar o
Autódromo de Jacarepaguá, leu a matéria e chamou o jornalista Eloir Maciel para
responder a Senna. A reportagem de título "Piquet reabre guerra particular
com Senna" continha uma declaração que caiu como uma bomba:
- Senna estava desaparecido por esses meses não foi
para me deixar aparecer. Foi para não ter de explicar à imprensa brasileira por
que não gosta de mulher.
Ayrton, que já havia sido casado com Lílian de
Vasconcellos e namorava na época Adriane Yamin, sem contar outros
relacionamentos com modelos famosas da época [o jornalista se refere a Ayrton ter tido relacionamento com Yamin e outras mulheres ao mesmo tempo], ficou furioso. Chegou a querer
partir para o box da Lotus e brigar com Piquet no autódromo de Jacarepaguá, mas
acabou convencido a se acalmar, pois um confronto poderia render alguma punição
antes ou durante o GP do Brasil, que seria disputado dia 3 de abril.
Largada do Grande Prêmio do Brasil de 1988, em
Jacarepaguá (Foto: Getty Images)
Senna ameaçou entrar na Justiça contra Piquet, que
foi convocado para esclarecimentos. Nelson, que no dia seguinte ao estouro da
declaração chegara a confirmá-la, depois minimizou o caso, e o advogado Geraldo
Gordilho alegou que houve uma interpretação equivocada do que havia sido dito.
No âmbito judicial, a questão não prosseguiu e, enfim, os dois passaram a se
concentrar em acelerar seus carros.
Com o brilhante modelo MP4/4 e o poderosíssimo motor
Honda, que venceria 15 das 16 corridas daquele ano, Senna marcou a pole
position em sua estreia pela McLaren, 1s991 mais rápido do que o quinto
colocado Piquet, já enfrentando dificuldades com o péssimo chassis projetado
por Gerard Ducarouge para a Lotus.
No fim da volta de apresentação, Senna ergueu os
braços com problemas no câmbio da McLaren, e a largada foi abortada. Ayrton
trocou de carro, o que era proibido pelo regulamento, e fez uma furiosa
recuperação até subir do 21º ao quinto lugar em 16 voltas. Foi quando ele
chegou em Piquet. A tensão chegava até a Galvão Bueno e Reginaldo Leme na
cabine da Globo.
Piquet pilota Lotus-Honda na abertura da temporada
de 1988 (Foto: Getty Images)
- Agora é a hora da serenidade, porque sem dúvida o
Senna vai chegar muito rápido no Piquet - disse Reginaldo.
- Foram muitas discussões, muitos problemas entre os
dois brasileiros nas semanas que antecederam o grande prêmio. Como disse o
Reginaldo, é hora da serenidade de parte a parte, essa é a nossa torcida. São
dois grandes pilotos do Brasil brigando por uma posição - completou Galvão.
Na pista nem houve briga. Com muito mais carro,
Senna engoliu Piquet no retão e assumiu o quarto lugar. Em mais dez voltas,
Ayrton chegou à segunda posição, mas foi desclassificado por ter trocado de
carro. Sem condições de brigar pela vitória, Nelson conduziu sua Lotus ao
terceiro lugar, a 1m08s581 do vencedor Alain Prost.
Senna durante os treinos para o GP do Brasil de
1988, no Rio (Foto: Getty Images)
No fim das contas, Senna conquistou seu primeiro
título mundial, depois de vencer oito corridas e fazer 13 poles. Já Piquet, que
se arrastou durante o ano com sua Lotus e os crônicos problemas de torção do
chassis, não venceu na temporada, e foi apenas o sexto colocado, com suados
três pódios.
Nos anos seguintes, o tom das declarações de ambos
diminuiu, mas eles nunca chegaram a ser amigos. Em 1992, Ayrton gravou uma
mensagem para Nelson, que se recuperava de um gravíssimo acidente nos treinos
para as 500 Milhas de Indianápolis. Dois anos depois, Piquet demonstrou muito
abatimento com a morte do antigo rival.
- Várias vezes eu me peguei imaginando que quando os
dois parassem de correr poderiam ter do lado de cá das pistas, porque um
respeitava muito o talento do outro. E a minha esperança é de que com o tempo,
todo esse passado fosse esquecido - disse Reginaldo Leme em um episódio do
quadro Histórias da F1, em 2016.
FONTE PESQUISADA
SABINO, Fred. O momento mais tenso da relação entre
Ayrton Senna e Nelson Piquet. Disponível em: <https://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/blogs/f1-memoria/post/2018/04/01/o-momento-mais-tenso-da-relacao-entre-ayrton-senna-e-nelson-piquet.ghtml>.
Acesso em: 01 de abril 2018.
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sábado, 24 de março de 2018
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Um Certo 7 de Abril, o "Sinal Verde" do Reginaldo Leme e a Ansiedade Por Informações da F1 Antes da Internet
Por Marcos Júnior Micheletti
- 07/04/2017 16:46
Terceiro Tempo - terceirotempo.bol.uol.com.br
A estreia de Senna na Lotus
em 1985 em Jacarepaguá foi frustrante, mas traz boas lembranças
A foto que ilustra a crônica
é de 7 de abril de 1985.
Estou em uma acanhada
arquibancada, para ser generoso, no extinto autódromo de Jacarepaguá, no Rio de
Janeiro.
Dizem que o inferno é quente.
Duvido que haja mais calor por lá do que aquele que passei nos três dias em que
estive na cidade.
Um dia antes desta foto cheguei
ao Rio, vindo de São Paulo, após adquirir um pacote turístico para assistir o
GP do Brasil de 1985, que marcaria a estreia de Senna na Lotus. Aquela, preta e
dourada.
É difícil para que alguém que
tenha menos de 30 anos entenda hoje o que seja obter informações em tempos
analógicos.
O mundo existia sem internet,
mas em outra velocidade, em que pese a rapidez com que passaram aqueles carros
diante das minhas retinas naquele fim de semana. A primeira vez que vi carros
de F1 de perto.
Cheguei ao Rio na sexta-feira,
depois do treino livre, portanto, sem qualquer informação do que havia
acontecido, no caso, Elio de Angelis (companheiro de Senna na Lotus) ficado em
primeiro lugar e Senna em segundo.
De ônibus, fui direto para o
hotel, na Barra da Tijuca, pertinho da pista.
"La Cache " era o hotel, na
verdade um ex-motel transformado em hotel que tinha camas redondas e espelho no
teto.
Tirando o clima quase
burlesco do lugar, o ar condicionado funcionava muito bem, o que me fez pensar
em desistir de colocar o "bico" para fora do quarto, mas havia o que
fazer naquela sexta-feira.
A primeira coisa era obter
alguma informação do que havia acontecido.
Não há celular. Não há
computador. No quarto, liguei o rádio, mas somente emissoras FM estavam
sintonizadas.
Assim, e sem TV no quarto,
restava ir à recepção onde havia um aparelho e aguardar o "Sinal
Verde", boletim informativo da Globo apresentado por Reginaldo Leme antes
do `Jornal Nacional´. Foi ali que eu e mais uns vinte malucos por F1 ficamos
sabendo o resultado do treino.
Uma certa decepção no ar para
quem achava que Senna trucidaria De Angelis logo de cara, mas o brasileiro,
depois de um ano espetacular pela Toleman, acabou levando quase sete décimos do
italiano, que já estava no time inglês há cinco temporadas.
Fomos jantar em uma
churrascaria e voltamos ao hotel para descansar e encarar o dia seguinte em que
ficaríamos por horas no autódromo, para o último treino livre a a
classificação.
Mais decepções, com a
liderança de Alboreto (Ferrari) no treino livre e no treino que definiu o grid
e Senna largando em quarto, uma posição atrás de De Angelis. Não vou entrar em
detalhes. Eles estão aqui, em matéria especial que fiz sobre a
prova.
Naquele mesmo sábado, após um
bom banho no confortável "La
Cache " (procurei para saber se ainda existia e não o
encontrei), fomos jantar no Hotel Glória. Um jantar bem legal, o hotel estava
bem caído mas sua arquitetura clássica enchia os olhos e a comida estava
excelente.
Dalí, nosso guia turístico
nos deu duas opções: o manjadíssimo Bondinho do Pão de Açúcar ou voltarmos para
o hotel. Alguns preferiram a primeira opção, poucos a segunda, e uma meia dúzia
de malucos, incluindo eu, sugerimos uma terceira via, o Maracanã, onde naquela
noite jogariam América e Santos pelo Brasileirão...
E lá fomos nós ao verdadeiro
Maracanã, gigante, no meio da torcida do "Diabo", torcer contra o
Santos, em vão, pois o Peixe acabou vencendo por 3 a 2. O público, segundo o
"Almanaque do Santos", de Guilherme Nascimento, foi de 3.490 pessoas.
Eu, um deles...
No dia seguinte, o GP.
Senna abandonou por problemas
elétricos (era o terceiro colocado e certamente subiria ao pódio), Piquet
também ficou fora logo no começo e Prost venceu.
Pior do que a decepção por
conta da jornada de Senna e também de Piquet (havia vários `Piquetistas´no
grupo), foi a superlotação da arquibancada e os sacos de urina arremessados por
aqueles que estavam mais acima.
Eu frequentava estádios desde
os cinco ou seis anos de idade, mas nunca havia visto nada mais absurdo em
minha vida em se tratando de espetáculo esportivo.
Hoje, 32 anos depois, guardo
a camisa preta (da John Player Special) e o boné que aparecem na foto. Ambos me
servem perfeitamente, pois tenho o mesmo peso e altura.
Guardo também uma saudade
enorme do tempo em que embora os carros fossem rápidos, o mundo corria de outra
forma.
Havia ansiedade pelas
informações, o que havia acontecido.
Assistir o Reginaldo Leme na
tevê — hoje um bom amigo, que me chama de "Marcão" —, nos dando
em primeira mão aquilo que havia acontecido no treino, tinha um sabor doce, um
frescor que nenhum whatsapp é capaz de proporcionar hoje em dia...
E é muito bom agora, tanto
tempo depois, ainda assistir o Reginaldo no seu "Sinal Verde", em
outro formato, porque tem de ser assim mesmo, mas sempre perfeito.
E só lamento não ter guardado
o telefone da menina que aparece atrás de mim na foto, a única da nossa
excursão.
Sabia tudo de F1 a mocinha
que estava com um boné igual ao meu...
FONTE PESQUISADA
MICHELETTI, Marcos Júnior. UM CERTO 7 DE
ABRIL, O "SINAL VERDE" DO REGINALDO LEME E A ANSIEDADE POR
INFORMAÇÕES DA F1 ANTES DA INTERNET. Disponível em: <http://terceirotempo.bol.uol.com.br/noticias/um-certo-7-de-abril-o-sinal-verde-do-reginaldo-leme-e-a-ansiedade-por-informacoes-da-f1-antes-da-internet?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter>.
Acesso em: 07 de abril 2017.
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
terça-feira, 8 de novembro de 2016
22 Anos Depois, Ernesto Paglia Volta a Interlagos Para Lembrar Reportagem Com Ayrton Senna (Vídeo)
Reportagem especial sobre Ayrton Senna
No próximo domingo (13), dia do Grande Prêmio do Brasil
2016, será exibida uma reportagem especial sobre Ayrton Senna no programa
Esporte Espetacular da TV Globo. Vocês se lembram daquela volta em um Verona -
carro que era usado como Safety Car - que Senna deu em Interlagos com o
Jornalista Ernesto Paglia nas vésperas do Grande Prêmio do Brasil de 1994?
Então! 22 anos depois, Ernesto Paglia volta a Interlagos para lembrar essa
reportagem com o Ayrton.
22 anos depois,
Ernesto Paglia volta a Interlagos para lembrar reportagem em que deu volta com
Ayrton Senna pelo circuito. É neste domingo no Esporte Espetacular.
Esporte Espetacular - 08/11/2016
Às véspera do Grande Prêmio do Brasil de 1994,
Ayrton Senna, muito bem-humorado, deu uma volta no autódromo de Interlagos com
o jornalista Ernesto Paglia
quarta-feira, 8 de junho de 2016
Ayrton Senna - GP Brasil de F1 1990 - Rede Globo (Vídeo)
Desde 1981, o GP do Brasil
era disputado no Rio de Janeiro.
Em 1990, o GP voltou para Interlagos e Senna faria sua primeira provaem São Paulo como piloto de
F1 (25/03/1990).
Em 1990, o GP voltou para Interlagos e Senna faria sua primeira prova
Ayrton Senna não esconde sua
emoção com a pergunta de Reginaldo Leme e vai as lagrimas pouco antes da
largada.
Um momento único na carreira do tri-campeão.
Tive sorte de assistir a F1
na época em que
Ayrton Senna corria.
Vencedor dessa prova foi
Alain Prost.
Dedico este vídeo ao meu pai.
Por Fabio Marckezini
FONTE PESQUISADA
MARCKEZINI, Fabio. Ayrton Senna - GP Brasil
de F1 1990 (Rede Globo). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=DNVDL6Iy0W8>.
Acesso em: 08 de junho 2016.
sábado, 14 de novembro de 2015
Senna Num Começo de Ano Desastroso
José Inácio - joseinacio.com
13
de novembro de 2015
Senna abandona o GP do Pacífico 1994
Em 1994 Ayrton Senna teve
um início de ano desastroso. Na primeira corrida da temporada (GP do Brasil)
Senna rodou com sua Williams e saiu da corrida ao tentar alcançar um Michael
Schumacher que corria com um carro alegadamente irregular – tinha controle de
tração proibido e o abastecimento de seu carro era mais rápido do que os dos
rivais por não utilizar um filtro obrigatório no cano de abastecimento.
Na segunda etapa, em Aida, no
Japão, de onde temos as imagens, Senna foi tocado na primeira curva e sai da
corrida novamente, com cara de poucos amigos pois sabe que está desperdiçando
pontos importantes no campeonato. Na corrida seguinte todos sabemos o que
aconteceria… Veja o vídeo amador editado dos momentos pré-GP, da largada
malfadada do brasileiro que sai do carro abalroado insatisfeito e do pódio
final – o primeiro, aliás, dos 68 que Rubens Barrichello anotaria em
sua longeva carreira de 326 GP´s.
FONTE PESQUISADA
INÁCIO, José. Senna num começo de
ano desastroso. Disponível em: <http://joseinacio.com/2015/11/13/senna-num-ano-desastroso/>.
Acesso em: 13 de novembro 2015.
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quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Ayrton Senna Narra o Drama e a Emoção de Vencer Pela Primeira Vez Um Grande Prêmio de F1 no Brasil
Minha batalha depois da dura
vitória
Edição 369 - Abril 1991
Apesar de todo cansaço, vou
lembrar para sempre a emoção de receber a bandeirada em Interlagos.
Depois de conseguir em
Interlagos uma das vitórias mais emocionantes da minha vida, eu não imaginava
que teria um novo desafio em seguida: entrar na minha própria casa, no bairro
de Cantareira, em São Paulo. Vocês podem não acreditar, mas foi uma missão quase
impossível chegar perto dos meus familiares para comemorar a primeira conquista
num GP do Brasil.
Nunca havia recebido tantas
visitas. Para entrar pelo portão, eu e os policiais, que estavam escoltando a
minha perua, ficamos pelo menos uns dez minutos esperando. Eu gostaria muito de
sair do carro e falar com cada um dos meus fãs, mas com tanta gente no local
seria mesmo impossível e até perigoso para todo mundo. As pessoas foram, então,
se aglomerando em volta do carro. Lá dentro, a impressão era de que estavam
amassando tudo. Comentei assustado com o meu irmão. Mas o Leonardo nem se
preocupou. “Becão, não liga. Se amassarem, a gente guarda essa perua como
troféu e compra outra.” Só mesmo uma vitória no GP do Brasil para ele brincar
naquela situação. Se fosse em outro dia...
Acabei entrando em casa por
volta das 18 h. Aí então pude, pelo menos, acenar por cima do muro para meus
ilustres visitantes. Fiquei um bom tempo ali. Quatro horas depois ainda havia
bastante gente no portão. Resolvi voltar e, com a eficiente ajuda dos
policiais, pude ficar mais perto dos meus fãs.
Senna na porta da casa dos pais acenando para seus fãs depois da vitória inédita no Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1
Estava realmente cansado. O
GP em Interlagos foi a prova mais desgastante da minha carreira. Depois de
enfrentar os problemas no câmbio a partir da 60.ª volta, cheguei ao pódio com
espasmos musculares nos braços. Vocês nem imaginam o sacrifício que foi
levantar o troféu. Acho que agradeceria se recebesse apenas uma medalha como na
corrida dos Estados Unidos. Mas ganhar só isso não tem muito a ver. Acabei
esquecendo a medalha no bolso do macacão. E ficou tudo por lá no caminhão da
McLaren em Phoenix.
Ayrton Senna estava tão cansado e dolorido que não conseguia nem levantar o troféu
Apesar de todo cansaço, vou
lembrar para sempre a emoção de receber a bandeirada em Interlagos.
Principalmente por ter ficado apenas com a sexta marcha nas últimas voltas. Foi
uma corrida tão especial que, após ser obrigado a passar por duas sessões de
massagens com o fisioterapeuta da equipe (uma no boxe e outra em casa), ainda
encontrei forças para assistir a todo o teipe do GP no vídeo. Só fui dormir às
2 h da madrugada.
Ayrton após a vitória dramática no GP Brasil 91
o piloto brasileiro durante a corrida
Na verdade, este início de
temporada tem sido perfeito. O primeiro exemplo aconteceu logo na abertura, em
Phoenix: vitória de ponta a ponta com pole. Sem contar a vantagem de mais de 40
segundos sobre o segundo colocado. Muitas pessoas dizem que eu forço demais o
carro. Não é verdade. A vantagem aberta nos Estados Unidos foi porque o meu
McLaren estava ótimo. E eu até poderia ter andado mais rápido. Mas já estava
satisfeito com o desempenho do novo modelo MP4/6, que, quase sem nenhum teste,
conseguiu colocar 2 segundos por volta em equipes que treinaram durante todo o
final do ano passado.
Não me sentia tão bem desde
1988, quando a McLaren tinha um carro tão superior que vencemos quinze das
dezesseis corridas. Nos Estados Unidos, ainda fiz minha tradicional escala em
Miami, onde revejo uns amigos queridos e ainda aproveito para fazer umas
comprinhas. No Brasil... Bem, no Brasil, comemorei meu 31.º aniversário na
quinta, dia 21 de março, mas só fui receber o presente no domingo. E que
presente!
O campeão já em casa descansando após ganhar pela primeira vez em seu país. Feliz e orgulhoso, ele exibi a garrafa de champanhe, troféu e medalha, símbolos da primeira conquista em sua terra natal. Ganhar um GP no Brasil era um sonho antigo de Ayrton Senna.
FONTE PESQUISADA
20 ANOS SEM SENNA
Edição: Marcio Ishikawa
Produção: Bruno Roberti
Texto e pesquisa: André Biernath, Gian
Kojikovski, Rodrigo Furlan e Vitor Matsubara
Edição de arte: Abraão Marcos Corazza
Design: Juliana Moreira
Ilustrações: Felipe Thiroux e Juliana
Moreira
Desenvolvimento: André Cabral, Allyson
Kitamura, Cah Felix e Leonam Dias
Imagens: Dedoc Abril e Photo-4
Analista de Redes Sociais: Lucas
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