domingo, 12 de julho de 2026
terça-feira, 4 de março de 2025
Ayrton Senna ainda tem recordes que seguem inatingíveis
Por Pablo Fascina 04/03/25 08:50:00 Em Fórmula 1
Mesmo três décadas depois, Ayrton Senna ainda tem recordes que seguem inatingíveis
Ayrton Senna, um dos maiores ícones da Fórmula 1, teve sua carreira interrompida tragicamente em 1º de maio de 1994, durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, Itália. Mesmo após três décadas, o legado do piloto brasileiro continua a influenciar o mundo do automobilismo, com recordes que ainda permanecem inabaláveis.
Senna é lembrado não apenas por suas habilidades excepcionais ao volante, mas também por sua determinação e paixão pelo esporte. Sua presença no circuito de Fórmula 1 deixou uma marca indelével, que ainda é celebrada por fãs e admiradores ao redor do mundo.
Os recordes de Ayrton Senna que ainda permanecem
Um dos recordes mais notáveis de Ayrton Senna é o de maior número de vitórias no Grande Prêmio de Mônaco. Ele venceu a corrida seis vezes, com sua última vitória ocorrendo em 1993. Este feito o consagrou como o “Rei de Mônaco”, um título que ainda não foi superado por nenhum outro piloto. Graham Hill e Michael Schumacher, por exemplo, conquistaram cinco vitórias cada nas ruas de Monte Carlo.
Outro recorde impressionante de Senna é o de vitórias consecutivas em um mesmo Grande Prêmio. Entre 1989 e 1993, ele venceu cinco vezes seguidas em Mônaco. Este recorde é compartilhado com Lewis Hamilton, que alcançou cinco vitórias consecutivas no Grande Prêmio da Espanha entre 2017 e 2021.
O impacto de Ayrton Senna no automobilismo
O impacto de Ayrton Senna no automobilismo vai além dos números e recordes. Ele é reverenciado por sua habilidade técnica, coragem e dedicação ao esporte. Senna também é lembrado por seu compromisso com a segurança dos pilotos, uma causa que ganhou destaque após o acidente fatal em Ímola.
Senna inspirou uma geração de pilotos e continua a ser uma referência para muitos que aspiram a competir na Fórmula 1. Sua abordagem meticulosa e paixão pelo automobilismo estabeleceram novos padrões de excelência e profissionalismo no esporte.
Como o legado de Senna é celebrado hoje
O legado de Ayrton Senna é celebrado de várias maneiras, tanto no Brasil quanto internacionalmente. O Instituto Ayrton Senna, fundado por sua família, continua a promover a educação e o desenvolvimento social no Brasil, refletindo o desejo de Senna de contribuir para um mundo melhor.
Além disso, eventos e homenagens são realizados regularmente para lembrar suas conquistas e impacto no esporte. Documentários, livros e exposições ajudam a manter viva a memória de Senna, garantindo que sua história continue a inspirar futuras gerações.
Conclusão
Ayrton Senna permanece como uma figura icônica na história da Fórmula 1. Seus recordes, conquistas e o impacto duradouro no esporte e na sociedade continuam a ser celebrados e respeitados. O legado de Senna é um testemunho de sua habilidade excepcional e de seu espírito indomável, que continuam a inspirar e motivar pessoas ao redor do mundo.
FONTE PESQUISADA
FASCINA, Pablo. Ayrton Senna ainda tem recordes que seguem inatingíveis. Disponível em: <https://sportbuzz.com.br/formula-1/2025/03/04/mesmo-tres-decadas-depois-ayrton-senna-ainda-tem-recordes-que-seguem-inatingiveis/#:~:text=Mesmo%20ap%C3%B3s%20tr%C3%AAs%20d%C3%A9cadas%2C%20o,determina%C3%A7%C3%A3o%20e%20paix%C3%A3o%20pelo%20esporte.>. Acesso em: 04 de março de 2025.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025
Prost chega aos 70 irritado por ser resumido a rival de Senna
Tetracampeão se incomoda com papel que lhe foi atribuído na história do automobilismo, o de vilão
23.fev.2025 às 23h15
Luciano Trindade
Folha São Paulo - folha.uol.com.br
Três décadas após disputar sua última corrida na F1, Alain Prost ainda busca ressignificar sua reputação no cenário do automobilismo mundial. Para o francês, muitos fãs de corridas costumam se lembrar mais de sua rivalidade com Ayrton Senna do que de seus feitos nas pistas.
Prestes a completar 70 anos de vida, o lendário piloto está cansado de ser retratado, segundo ele, apenas como o vilão da história do brasileiro. "É só disso que as pessoas lembram", reclamou em entrevista para o Canal+, da França, que lançou recentemente um documentário sobre o francês, chamado "Prost".
A obra é uma espécie de resposta à recente série que a Netflix lançou para contar a história de Senna, na qual o francês, em muitas passagens, é visto como um vilão.
Um homem com cabelo grisalho e vestindo uma camiseta preta está em um barco. Ele está segurando um celular rosa e parece estar falando ao telefone. Ao fundo, há uma bandeira francesa e parte de outro barco.Um homem com cabelo grisalho e vestindo uma camiseta preta está em um barco. Ele está segurando um celular rosa e parece estar falando ao telefone. Ao fundo, há uma bandeira francesa e parte de outro barco.
Não é de hoje, no entanto, que ele reclama de seu retrato na mídia. Na época em que corria com Senna, ele também acusava jornalistas de terem mais simpatia pelo brasileiro.
No documentário da rede de televisão francesa, o ex-piloto também se queixa do público francês que o apelidou de "Anão Amarelo", cor dos carros da equipe Renault que ele pilotava em 1982, na época em que trava uma rivalidade com o compatriota René Arnoux.
Mesmo superando de longe o rival, ostentando hoje seus quatro títulos mundiais e o fato de ainda ser o quinto maior vencedor da F1, com 51 vitórias, Prost tem a percepção de que seus feitos são "reduzidos" ao seu papel na história dos rivais.
"Há 30 anos, convivo com uma espécie de redução da minha vida, que é o episódio Prost-Senna", afirmou.
Sem negar a importância histórica dessa rivalidade, o francês gostaria de ver sua trajetória ser contada do início, partindo do período no qual ele se diz sentir mais orgulho.
Neto de sobreviventes do genocídio dos armênios da Turquia no início do século 20, Alain Prost teve uma infância de classe média perto de Lyon, terceira cidade mais populosa da França. Seu pai era dono de uma oficina de cadeiras metálicas de cozinha.
A paixão pelos carros, porém, não era exclusiva dele. Na verdade, seu irmão mais velho, Daniel, era o predestinado a se tornar piloto, mas foi impedido pela saúde frágil –um tumor no cérebro na adolescência e um câncer de pulmão que o matou aos 33 anos, quando o caçula já era campeão da F1.
"Corri um pouco por procuração", contou Prost no documentário sobre sua carreira.
Seu talento fora de série combinado com habilidades políticas o ajudaram construir sua trajetória, iniciada quando ele tinha 14 anos e começou a correr de kart. Ele progrediu nas categorias juniores, vencendo os campeonatos francês e europeu de Fórmula 3 antes de ingressar na McLaren, em 1980, aos 24 anos.
Prost correu ao longo de 13 temporadas na F1, de 1980 a 1993, com um breve hiato em 1992, quando ele se afastou das pistas. Com exceção ao seu ano de estreia, quando foi o 16º, sempre fechou o campeonato entre os cinco primeiros colocados.
Em oito oportunidades, foi o primeiro ou segundo colocado, vencendo os Mundiais de 1985, 1986, 1989 e 1993, além dos vices em 1983, 1984, 1988 e 1990. No pós-carreira, Prost seguiu envolvido com a F1, tendo trabalho na construtora Alpine em diferentes cargos diretivos desde 2015 até ser demitido, em 2021.
"Minha carreira não durou dois ou três anos", disse ele em entrevista ao site motosports.com. "Olhe para os meus outros companheiros de equipe: [John] Watson, [René] Arnoux, [Eddie] Cheever, Niki [Lauda], Keke [Rosberg], Stefan [Johansson], Nigel [Mansell], Jean [Alesi] e Damon [Hill]. Ninguém fala sobre eles. Eu tive cinco campeões mundiais como companheiros de equipe, então é uma pena", criticou.
Com nenhum deles, no entanto, Prost viveu uma rivalidade tão intensa como foi com Senna. Os dois foram companheiros durante duas temporadas, em 1988 e 1989.
No primeiro ano, o brasileiro conquistou o título da F1, o primeiro de seus três. No segundo ano, o francês levou o troféu após o polêmico desfecho daquele campeonato, quando ele bateu no carro de Senna na última corrida.
Em 1990, com Prost na Ferrari, Senna deu o troco, praticamente da mesma forma, e ganhou o seu segundo troféu após um acidente com o francês no mesmo circuito de Suzuka, no Japão.
Para além de comparações baseadas em números, episódios como esses ocorridos no Japão conectaram as trajetórias de Alain Prost e Ayrton Senna de tal forma que é quase impossível falar de um sem citar o outro mesmo que isso incomode o francês.
Raio-X | Alain Prost
Tetracampeão de F1 em 1985, 1986, 1989 e 1993, o francês participou ao longo da carreira na elite do automobilismo de 199 GPs, com 33 poles e 51 vitórias.
FONTE PESQUISADA
TRINDADE, Luciano. Prost chega aos 70 irritado por ser resumido a rival de Senna. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2025/02/prost-chega-aos-70-irritado-por-ser-resumido-a-rival-de-senna.shtml>. Acesso em: 24 de fevereiro de 2025.
domingo, 23 de fevereiro de 2025
Ayrton Senna 1990 (Fotos)
Grande Prêmio de Mônaco de 1990.
Monte Carlo, Mônaco.
25-27 de maio de 1990.
Ayrton Senna (McLaren Honda), 1ª posição, se prepara para se classificar sob o olhar atento do chefe da equipe McLaren, Ron Dennis, retrato.
Direitos autorais mundiais - Steven Tee/LAT Photographic
Campeonato: Fórmula 1 1990 (Fórmula 1, 1990)
Evento: GP de Mônaco
Data da foto: Domingo, 27 de maio de 1990
Local: Circuito de Mônaco, Mônaco
Pilotos: Ayrton Senna
Equipes: McLaren
Fotógrafo: Steven Tee
1990 Monaco Grand Prix.
Monte Carlo, Monaco.
25-27 May 1990.
Ayrton Senna (McLaren Honda), 1st position, prepares to qualify under the watchful eye of McLaren team boss Ron Dennis, portrait.
World Copyright - Steven Tee/LAT Photographic
Championship: Formula 1 1990 (Formula 1, 1990)
Event: Monaco GP
Date taken: Sunday, May 27, 1990
Location: Circuit de Monaco, Monaco
Drivers: Ayrton Senna
Teams: McLaren
Photographer: Steven Tee
Ayrton Senna, McLaren MP4-5B Honda.
sábado, 15 de fevereiro de 2025
Mônaco 1990 - Ayrton Senna - (Foto)
segunda-feira, 30 de dezembro de 2024
Ayrton Senna 1989 (Fotos)

































































