"Sempre gostei de motos. São veículos que aceleram e freiam muito rapidamente e isso faz ter vontade de andar forte. Sobem de giro loucamente, provocando as pessoas que gostam de velocidade como eu, só que nunca fui um bom piloto de moto, por isso nunca abusei." (Ayrton Senna, em entrevista a MOTOSHOW em fevereiro de 1986.)
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quarta-feira, 20 de novembro de 2019
quinta-feira, 28 de julho de 2016
A Paixão de Ayrton Senna Por Duas Rodas: Relembre Algumas Motos do Tricampeão
Além de fanático por carros,
Ayrton Senna também gostava de acelerar nas duas rodas. O tricampeão mundial de
F-1 teve várias motos ao longo de sua carreira, sendo a maioria delas
oferecidas por patrocinadores e por parceiras como a Honda e a Ducati. Confira
algumas delas:
Honda NX 150 - Foto: Norio
Koike/ASE
No Brasil, país onde é
comemorado o Dia Nacional do Motociclista neste 27 de julho, Ayrton costumava
usar bastante a Honda NX 150. O modelo chegou por aqui em 1989 e o piloto foi
um dos primeiros a utilizá-lo. A moto era bastante simples, mas trazia uma
grande novidade para a época: a partida elétrica.
Vespa
Um modelo de moto que Ayrton
Senna virou colecionador foi a Scooter Vespa. Na temporada de 1985, cada pole
position conquistada por um piloto dava direito a ele de receber uma “motinho”
de prêmio. Senna levou sete vezes esse prêmio para casa.
Ducati 851 Desmo - Foto: Norio Koike/ASE
A Ducati 851 Desmo era uma
das paixões de Ayrton Senna. O brasileiro estabeleceu uma boa relação com os
italianos da marca, que no fundo também sonhavam em levá-lo para a Ferrari. Na
imagem acima, Senna está passando um pano na Ducati 851 para deixá-la
brilhando.
Ducati 1199 Panigale Senna
A Ducati 1199 Panigale S
Senna chegou ao Brasil em 2014 como uma homenagem ao tricampeão pelos 20 anos
de seu legado. Apenas 161 unidades foram confeccionadas (número de GPs de
Senna).
REFERÊNCIAS
AYRTON SENNA - A paixão de Ayrton Senna por
duas rodas: relembre algumas motos do tricampeão. Disponível em: <http://www.ayrtonsenna.com.br/noticias/a-paixao-de-ayrton-senna-por-duas-rodas-relembre-algumas-motos-do-tricampeao/?n=1563&utm_source=facebook_post_270716&utm_medium=facebook&utm_campaign=as_op>.
Acesso em: 28 de julho 2016.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
As Motos de Ayrton Senna
Ciclomotor Pumita
Scooter Vespa T5
Ayrton Senna ganhou sete dessas Vespas por ter largado na frente em 1985. A cada pole position na temporada o piloto ganhava uma Vespa T5
Ayrton Senna ganhou sete dessas Vespas por ter largado na frente em 1985. A cada pole position na temporada o piloto ganhava uma Vespa T5
Honda Vision
Honda CBR 600F 1988
Honda NX150
Honda NX150
Ducati Monster
Ducati 851 Desmo
Ducati 851 Desmo
Ducati Senna 916, modelo desenvolvido
pela fabricante italiana Ducati em parceira com o próprio Ayrton Senna a partir
da Ducati 916 – Uma superesportiva que venceu o campeonato Mundial de Superbike
de 1994 e 1995. Com a morte de Senna, a moto só seria lançada um ano depois da partida do campeão, em outubro de 1995.
Ducati 1199 Panigale S Senna foi
especialmente desenvolvida em tributo aos 20 anos do legado do piloto de
Fórmula 1, lançada em 2014
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
domingo, 24 de agosto de 2014
MotoGP, Vale, Marc, Dani, Cal about Ayrton Senna
Thursday, 01 May 2014 18:52 by
Paolo Scalera
GP One - gpone.com
Valentino Rossi is the only one, among the MotoGP riders, able to
really remember Ayrton Senna who died on May 1st, twenty years ago, at Imola. And it's not just a matter of age. At that time, in
fact, Valentino despite having already decided to tackle the career of
motorcycling rider, was also a great fan of F1.
"I remember Ayrton very
well even if I was more a fan of Nigel Mansell" he said. "But,
of course, I thought that Senna was an inspiring sportsman because he was so
strong. I have many great memories of him: for example Donington, in the rain,
when he won the GP of Europe one minute and 23 seconds ahead Damon Hill, with
Prost third one lap behind".
It was 1993. And Rossi
remembers a lot more than that race. He’s able to recall the successes of the
Brazilian driver at Montecarlo and many other details of his career.
Unfortunately, his colleagues
are too young to share the same feelings.
For Cal
Crutchlow Senna is an icon of motorsport but he can’t really remember his
races. Same thing for Marc Marquez who honestly admits: "I was
barely an infant when he died. It’s sad to know that today is the anniversary
of his death, but I do not feel to say something because I have not known
him".
"I know that he has been
one of the most pure talents of motorsport" - Dani Pedrosa says
- "and also that he was one of the firsts to care about the drivers’
safety, for which he deserves the utmost respect".
"To get an idea about
him I watched old videos, I red books" - Jorge Lorenzo admits -
"and watching his races I got the idea that he had something more than his
rivals and that he was a very serious guy, in all aspects of his
profession".
Ayrton Senna this unknown.
And to think that 'Magic' was a motorcycling enthusiast and a motorcyclist
himself.
Photos of the time often show
him riding a motorcycle, most of the time a red Ducati, or intent to take care
of it. We’ve never seen him racing it we can be very certain of one thing: with
his talent and sensitivity he would have been very strong on a 500 two-stroke.
Translated by Federica De Zottis
FONTE PESQUISADA
SCALERA, Paolo. MotoGP, Vale, Marc, Dani,
Cal about Ayrton Senna. Disponível em: <http://www.gpone.com/en/2014050113425/Vale-Marc-Dani-Cal-about-Ayrton-Senna.html>.
Acesso em: 24 de agosto 2014.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Unidos da Tijuca levou motos para a Sapucaí
Infomoto - 12/03/2014
- 03:14
Uma das alas da
escola campeã: o amor de Senna pelas motos
Foto: Aldo Tizzani
A grande campeã do carnaval
carioca, a Unidos da Tijuca, levou para a avenida muito mais que animação e
alegria no desfile das campeãs, que aconteceu na madrugada do domingo, 9 de
março. Com o enredo homenageando o piloto Ayrton Senna, “Acelera Tijuca”, a
agremiação levou para a Sambódromo uma ala caracterizada por outra paixão do
tricampeão mundial de Fórmula 1: as motos. Eram mais de 50 integrantes da
Tijuca que vestiam, literalmente, superesportivas, tipo de motocicleta que
fascinava o piloto.
“Ayrton Senna tinha o dom de
pilotar qualquer tipo de veículo motorizado, seja ele um carrinho de controle
remoto, jet ski, lancha, helicóptero ou até mesmo uma moto”, conclui, saudoso,
Antonio Carlos Ferreira Finardi, mais conhecido por Spiga, mecânico que fazia a
manutenção das motos do tricampeão de Fórmula 1. E isso se refletiu em diversos
modelos que levaram a marca do tricampeão ao longo dos anos (assunto que nós já
tratamos aqui). Ponto para a escola de samba, que mostrou ter
feito a lição de casa, quando decidiu levar para a avenida a história de Senna,
cuja morte completa 20 anos em 1º de maio. (Texto e foto Aldo Tizzani, do Rio de Janeiro)
FONTE PESQUISADA
TIZZANI, Aldo. Unidos da Tijuca levou motos
para a Sapucaí. Disponível em: <http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/tag/carnaval/>.
Acesso em: 12 de março 2014.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Senna e as motos, um caso de paixão e paúra
Senna dá um talento em sua Ducati 851 Desmo, um presente da
casa de Borgo Panigale Foto de 1994
O ano era 1977. O local, kartódromo de Interlagos, zona Sul
de São Paulo. Entre uma bateria e outra de kart, dois moleques subiam no muro
para ver os treinos e as corridas de moto na pista do Autódromo José Carlos
Pace. Um deles, Ayrton Senna da Silva, dispensa apresentações. O outro, Geraldo
“Tite” Simões, hoje jornalista e instrutor de pilotagem. Relembrando aquele
momento, Tite puxou da memória uma frase do jovem Senna sobre pilotar uma
motocicleta: “Tenho muita vontade de acelerar uma moto, porém tenho muito
medo”. Com o tempo o medo se transformou em prazer, já que o piloto sempre dava
suas voltinhas de Ducati na madrugada paulistana. Depois, a pedido da família,
a moto só rodava na pista da fazenda, que fica em Tatuí, no interior de São
Paulo. Na Europa, Ayrton circulava de scooter pelo Principado de Mônaco para
não chegar atrasado em seus compromissos, principalmente nos dias que
antecediam o Grande Prêmio.
Cena do documentário “Senna” mostra o piloto acelerando uma Monster nas ruas de Mônaco com Adriane Galisteu, na garupa
“Mônaco era o local onde o Ayrton era mais visto em duas
rodas. No travado circuito de rua, eram várias as curvas que seu carro saia do
chão com uma e até duas rodas… Falando sério: para ir do seu apartamento até os
boxes e cumprir a apertada agenda de um fim de semana de corridas, Senna usava
sempre um scooter vermelhinho. Quem ia na garupa usava, como o Ayrton, um
capacete pintado na mesma cor da motinho. Transporte bem discreto e usado nas
suas folgas no elegante principado,” conta o jornalista Wagner Gonzalez,
ex-assessor de imprensa da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), que
por vários anos trabalhou com Senna na F1.
Ducati Réplica 888
No auge da carreira, Ayrton Senna foi sondado inúmeras vezes pela Scuderia
Ferrari. Neste longo namoro que, infelizmente não deu em casamento, ficou um
presente: uma Ducati 851 Desmo que, segundo fontes ligadas ao piloto, foi
oferecida pela Casa de Maranello com o objetivo de “apimentar” a relação entre
o piloto e as máquinas italianas.
De1991 a
1994, ano em que Ayrton se transformou em mito, só um mecânico trabalhou na rara
joia italiana. Antonio Carlos Ferreira Finardi, mais conhecido no meio
motociclístico por Spiga. Ele montou o modelo – já que a moto veio em uma
grande caixa da Itália – e fez alterações que a deixaram com um melhor
desempenho. “Otimizamos o rendimento do motor, sem fazer qualquer alteração
interna. O segredo foi a substituição da injeção eletrônica e um ajuste fino.
Só nisso ganhamos 26 cavalos de potência”.
Na verdade, a moto foi transformada em uma réplica do modelo 888 usado no Campeonato Mundial de Superbike de 1990, da qual a equipe Ducati sagrou-se campeã com o piloto Raymond Roche. As principais características estéticas desta macchine vestida de vermelho eram o quadro e as rodas pintados de branco, transmitindo um ar mais esportivo e requintado ao modelo italiano.
“O Ayrton era muito técnico, tinha a telemetria na cabeça. Um dia ele chegou para mim e disse: ‘Spiga, a moto perde progressividade entre 6200 e 6300 rpm’. Ele era um gênio. Um apaixonado por motocicletas”, conta o mecânico que já trabalhou no Mundial de Superbike e que hoje tem um oficina especializada em motos importadas em Campinas (SP) – www.spiga.com.br .
Segundo Spiga, Senna pilotava muito bem a Ducati 888 Réplica na pista de seu kartódromo em Tatuí. “O pneu só desgastava na parte externa, no limite entre a banda de rodagem e lateral. Isso prova que Senna adorava contornar curvas em alta velocidade”, afirma Spiga, dizendo que Ayrton Senna “tinha o dom de pilotar qualquer tipo de veículo motorizado, seja ele um carrinho de controle remoto, jet sky, lancha, helicóptero ou até mesmo uma moto superesportiva”, concluí, saudoso, o mecânico Spiga.
De
Na verdade, a moto foi transformada em uma réplica do modelo 888 usado no Campeonato Mundial de Superbike de 1990, da qual a equipe Ducati sagrou-se campeã com o piloto Raymond Roche. As principais características estéticas desta macchine vestida de vermelho eram o quadro e as rodas pintados de branco, transmitindo um ar mais esportivo e requintado ao modelo italiano.
“O Ayrton era muito técnico, tinha a telemetria na cabeça. Um dia ele chegou para mim e disse: ‘Spiga, a moto perde progressividade entre 6200 e 6300 rpm’. Ele era um gênio. Um apaixonado por motocicletas”, conta o mecânico que já trabalhou no Mundial de Superbike e que hoje tem um oficina especializada em motos importadas em Campinas (SP) – www.spiga.com.br .
Segundo Spiga, Senna pilotava muito bem a Ducati 888 Réplica na pista de seu kartódromo em Tatuí. “O pneu só desgastava na parte externa, no limite entre a banda de rodagem e lateral. Isso prova que Senna adorava contornar curvas em alta velocidade”, afirma Spiga, dizendo que Ayrton Senna “tinha o dom de pilotar qualquer tipo de veículo motorizado, seja ele um carrinho de controle remoto, jet sky, lancha, helicóptero ou até mesmo uma moto superesportiva”, concluí, saudoso, o mecânico Spiga.
Ducati 916 Senna, lançada no final de 1994, ano de sua morte, teve palpites do piloto no seu desenvolvimento
Bellas macchini
Para perpetuar esta extrema e intensa relação com o esportes à motor, duas marcas italianas – Ducati e MV Agusta – homenagearam o piloto com edições especiais e limitadas de suas superesportivas. A primeira foi a Casa de Borgo Panigale. No final de
A 916 Senna foi equipada com um motor de dois cilindros em “L”, com comando Desmodrômico, 916 cm³ de capacidade e alimentado por injeção eletrônica de combustível. O propulsor gerava 109 cv de potência máxima.
MV Agusta F4 750 Senna
Em 2002,
a MV Agusta apresentou a F4 750 Senna, uma obra de arte
sobre duas rodas. O modelo trazia o que havia de mais moderno em termos
de tecnologia embarcada, além da agressividade de um motor de quatro cilindros
em linha que produzia 136 cv de potência máxima.
Em 2006 chegava a F4 1000 Senna, também com motor quatro em linha, mas 174 cv. A moto tinha um novo sistema de injeção eletrônica, freios monobloco Brembo, com pinça de fixação radial, e vários itens construídos em fibra de carbono. A F 4 1000 Senna trazia na suspensão traseira o revolucionário amortecedor Sachs Racing, que pertencia a mesma família dos utilizados nos bólidos de Formula 1. Esta foi a forma da marca italiana homenagear uma lenda.
Em 2006 chegava a F4 1000 Senna, também com motor quatro em linha, mas 174 cv. A moto tinha um novo sistema de injeção eletrônica, freios monobloco Brembo, com pinça de fixação radial, e vários itens construídos em fibra de carbono. A F 4 1000 Senna trazia na suspensão traseira o revolucionário amortecedor Sachs Racing, que pertencia a mesma família dos utilizados nos bólidos de Formula 1. Esta foi a forma da marca italiana homenagear uma lenda.
Cartaz divulga a F4 1000 Senna. Claudio Castiglioni, falecido dono da MV, era amigo pessoal do piloto brasileiro
“Ayrton era uma estrela em um campeonato próprio, como homem
e como piloto, um campeão; um amante da velocidade, mas também um grande ser
humano que prestou atenção em cada detalhe e que buscava constantemente a
perfeição. Ficamos ligados por uma amizade valiosa e sentimentos mútuos de
respeito e admiração. Quando nos encontramos, nós não apenas falamos sobre os
motores, apesar de Ayrton ser muito atraído por veículos de duas rodas, mas
também de como ajudar crianças menos favorecidas”, afirmou Claudio Castiglioni
– que faleceu em agosto do ano passado -, dono da MV Agusta, no texto de
apresentação da moto que trazia um grande “S” e o sobrenome “Senna” estampado
na carenagem lateral. (Por Aldo Tizzani)
FONTE: Uol Carros
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