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quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

Os Sobrinhos de Ayrton Senna São Seus Herdeiros? NÃO!

Ayrton Senna com pais, irmãos e sobrinhos em 1989

Essa é uma dúvida comum, mas juridicamente a resposta é não. 

De acordo com a lei brasileira da época (e que permanece similar hoje), existe uma "ordem de vocação hereditária". Como ele não tinha descendentes (filhos), os herdeiros diretos passaram a ser os ascendentes.

Quem foram os herdeiros legais?

Os herdeiros diretos de Ayrton Senna foram seus pais:

  • Milton da Silva (seu pai)

  • Neyde Senna (sua mãe)

E os sobrinhos e irmãos?

Os irmãos (Viviane e Leonardo) e os sobrinhos (como Bianca, Bruno e Paula) não herdaram diretamente a fortuna do piloto naquele momento. Na linha sucessória, os irmãos só herdariam se os pais de Senna já tivessem falecido.


O papel de Viviane Senna

A confusão sobre os sobrinhos ou a irmã serem os "herdeiros" geralmente acontece porque Viviane Senna assumiu um papel central na gestão do legado do irmão:

  • Instituto Ayrton Senna: Viviane ficou à frente da organização, que utiliza os direitos de imagem e a marca "Senna" para projetos sociais.

  • Gestão da Marca: A família, como um todo, passou a gerir o patrimônio e os negócios deixados por ele através da Senna Brands.

Vale lembrar: Na época da morte, houve uma disputa pública envolvendo a companheira de Senna, Adriane Galisteu, mas ela não foi reconhecida legalmente como herdeira, já que não havia um casamento formal ou união estável comprovada pela justiça para fins de partilha de bens. Adriane abriu mão de disputar a herança de Senna.

Adriane Galisteu era a ocmpanheira de Ayrton Senna


quarta-feira, 7 de agosto de 2024

"O pai e a mãe do Ayrton era quem mandava nos negócios dele.", Gigi, Amigo de Ayrton Senna e Dono de Restaurante no Algarve

 

Como o Ayrton Senna?

A chegada do Ayrton foi engraçada. A casa dele é comprada na mesa 8 do Gigi, veio um banqueiro brasileiro, o Braguinha, com o pai e com a mãe do Ayrton que era quem mandava nos negócios dele. 

Recorda-se do que dia em que o Ayrton morreu?

Sim. Estava a Adriane Galisteu cá a dormir na casa dele da Quinta do Lago, eu fui lá a casa. No dia da morte dele quando lá fui, a Adriane estava deitada triste para caramba porque já sabia. Ele morreu na hora, a barra da direção tirou-lhe metade da massa encefálica. As pessoas ainda diziam que era mentira porque a corrida tinha continuado e tudo. O fax dele tinha aqueles rolinhos, o gabinete estava cheio de rolinhos espalhados pelo gabinete. É a imagem que tenho do 1º. de maio daquele ano. 


FONTE PESQUISADA

MADRINHA, Mariana; RAINHO, Vítor. Gigi: “As melhores redes sociais são as dos pescadores da Quarteira”. Disponível em: <https://sol.sapo.pt/2016/09/21/gigi-as-melhores-redes-sociais-sao-as-dos-pescadores-da-quarteira/>. Acesso em: 07 de agosto de 2025.






sábado, 29 de julho de 2023

Adriane Galisteu Viveu Grande Humilhação no Velório de Senna Após Ser Ofuscada Por Xuxa

Adriane Galisteu, sozinha no velório de Ayrton Senna
Foto: revista argentina El Gráfico

Adriane Galisteu viveu um drama terrível no velório de Senna pois, mesmo ela sendo namorada do piloto na época, foi excluída pela família dele

Por: Marcela Carvalho

29 jul 2023 - 19h19

Terra - terra.com.br

As novas revelações de Viviane Senna no episódio desta semana de Xuxa, o documentário, criaram um verdadeiro rebuliço nas redes sociais, pois a obra mostrou que a família de Ayrton Senna sempre preferiu Xuxa Meneghel.

Mesmo separados há mais de um ano no momento da morte do piloto [Correção: Xuxa e Senna estavam separados há 3 anos, antes da morte dele], a eterna 'Rainha dos Baixinhos' foi tratada como a real 'viúva' durante a despedida do famoso. O caso gerou repercussão porque na época ele namorava Adriane Galisteu, que não teve papel de destaque no funeral. 

"A Xuxa sempre teve esse vínculo conosco. Tanto é que foi supernatural ela ir pra nossa casa, dormiu lá, o pouco que a gente dormiu naquele momento. Pessoas que tem um vínculo profundo, a gente sabe quanto tem. A gente sabe, a gente intui", explicou Viviane Senna no terceiro episódio do documentário.

Comentário do Blog: É mentira da Viviane Senna. Xuxa não era amiga da família. Foi ser no dia do funeral, quando ficou no lugar de destaque, este lugar que pertencia a Adriane Galisteu, junto à família, no posto de viúva. Viviane e Xuxa nunca foram amigas antes desse dia. Não tinham contato algum.

No velório, a modelo viveu uma situação inusitada. Quando chegou para se despedir do namorado, Adriane Galisteu foi obrigada a sentar ao lado de Xuxa. Ao notarem o constrangimento, a família de Senna retirou Xuxa. Após o enterro do corpo do piloto, mais uma humilhação: Galisteu foi retirada do carro da família, enquanto Xuxa entrou no mesmo veículo com Vivianne Senna, outra das irmãs do piloto. Ela dormiu na casa da família e recebeu todo o carinho no momento difícil. Enquanto isso, a modelo, que tinha apenas 21 anos na época, deixou o local a pé.

Veja as fotos de arquivo da Caras no dia do velório de Ayrton Senna:

Viviane Senna de mãos dadas com Xuxa Meneghel no enterro de Ayrton. A família do piloto amparou Xuxa.
Foto: Mais Novela

Agora dessa vez, Xuxa de mãos dadas com a filha de Viviane Senna, Bianca Senna
Foto: Mais Novela


FONTE PESQUISADA

CARVALHO, Marcela. Adriane Galisteu viveu grande humilhação no velório de Senna após ser ofuscada por Xuxa. Disponível em: <https://www.terra.com.br/diversao/gente/adriane-galisteu-viveu-grande-humilhacao-no-velorio-de-senna-apos-ser-ofuscada-por-xuxa,8a6d94ddda87aed3c58879a1825d4e32rc3xeyhu.html>. Acesso em: 29 de Julho de 2023.

sábado, 10 de julho de 2021

Dilema de Gabriel e Yasmin gera comparação inevitável com Ayrton e Adriane

Postado por Diogo Mourão | jul 9, 2021

É possível traçar um paralelo entre as histórias de Gabriel Medina e Ayrton Senna. Ambos ficaram mais felizes, mas suas escolhas não foram bem recebidas pelas famílias.

Todo este barulho em volta do casal, motivou-me a escrever sobre algo que venho pensando desde que a briga de Medina com a família virou assunto nacional. Guardemos devidas proporções, por favor, mas tracei um paralelo entre as histórias Yasmin & Medina e Ayrton Senna & Adriane Galisteu. Adriane parecia levar ao tricampeão mundial de Fórmula-1 a leveza que ele nunca tinha mostrado antes. Desde que começara a namorar a então modelo, Senna aparentava estar mais feliz, mais sorridente.

O mesmo ocorre com Medina na atual temporada ao lado de Yasmin. O bom astral aparece nos resultados espetaculares, que inclusive o garantiram nas finais mundiais (WSL Finals), além da espontanedade antes nunca vista, durante as entrevistas após baterias. Um Medina menos contido, sem medir tanto as palavras.

O tricampeão Mundial Ayrton Senna e a então modelo Adriane Galisteu, que namorava o piloto e parecia estar deixando a vida dele mais leve. Crédito: Revista Ana Maria/UOl/reprodução Intagram

Não havia as redes sociais para Senna e Galisteu compartilharem momentos de amor e felicidade com todos, como fazem hoje Medina e Yasmin. Era uma época de observações nas corridas e nos momentos que Senna passava em sua casa de Angra dos Reis (RJ), por exemplo.

Como setorista de F-1, muitas e muitas vezes fui mandado até Portogalo, onde ficava a casa do piloto, para fazer um plantão na esperança de que ele falasse com a imprensa, o que deve ter acontecido uma, no máximo duas vezes, em anos sentado numa pedra. Geralmente com três, quatro palavras, sem responder nada e apenas mostrar um bilhete pedindo para que o deixassem em paz, apesar de ele saber que ídolos não têm paz.

De longe, era possível ver alguns cômodos da casa e o jardim grande. Invariavelmente, Senna passava alguns momentos se divertindo no mar, na maioria das vezes esquiando. Maravilha para os fotógrafos, já os repórteres não tinham nada o que comemorar, apenas a tradicional parada numa churrascaria na volta.

Atenção aos detalhes

No jornalismo, observar os detalhes é importante, pois pode ser que os detalhes só venham a ser usados lá na frente. É no “lá na frente”, que peguei um tubo (túnel) do tempo para traçar o paralelo entre os ídolos e suas respectivas paixões, Yasmin e Galisteu.

Senna nunca chegou a romper com a família como Medina, mas passou a usar seu tempo livre para namorar, roubando sua presença dos encontros familiares. Quando estava em Angra com Adriane, normalmente ficavam sozinhos, sem parentes por perto, e ele gastava menos tempo na água, para desespero dos fotógrafos. Minha opinião era que, pela primeira vez, Senna estava gostando mais de ficar com a namorada do que entre motores (mesmo que de lanchas), velocidade e adrenalina.

Ao que parece, Yasmin não foi bem recebida pela família do bicampeão mundial de surfe. A família do tricampeão de F-1 nunca fez barulho, mas era claro que não gostavam muito da mulher que poucos anos trabalhava como modelo de feiras e eventos. Preferiam a namorada anterior, ninguèm mais, ninguém menos que Maria da Graça Xuxa Meneghel.

Senna e Adriane ficaram juntos por pouco mais de um ano, até o fatídico acidente na curva Tamburello, em 1 de maio de 1994. Impressionante como até hoje, só de lembrar, me embrulha o estômago.

Fui designado para ir a São Paulo acompanhar os funerais. Uma das coberturas mais cansativas e emocionantes que fiz. Passei a noite na Assembleia Legislativa, acompanhando o velório. Mais uma vez, minha principal atividade era observar. Ver quem passava por lá, como eram recebidos, quem ficava mais tempo, etc. No dia seguinte, mais observações, desta vez no cemitério, onde ocorreria o sepultamento, em local sem acesso à imprensa.

Muita atenção aos detalhes

Tive a ajuda do fotógrafo Daniel Augusto Jr, fundamental para juntar as peças e escrever uma das matérias mais comentadas do dia seguinte, na qual mostramos a forma diferente com que Xuxa e Adriane foram tratadas pela família do piloto morto.

Reprodução da página do jornal o Globo.

Para montar o quebra-cabeça, entraram informações da época da pedrinha em Portogalo e muito do que observei nos funerais, além do que Daniel, que estava dento no cercadinho do sepultamento, me contou.

No velório, o encontro das duas foi evitado com passagens em momentos diferentes, embora separados por poucos minutos. Já foi possível perceber um tratamento diferente e mais frio para Adriane, mas nada assim que valesse registro. Porém, no enterro, tudo ficou mais evidente.

Xuxa chegou no segundo carro da comitiva, logo atrás ao veículo que trazia a família, enquanto Adriane, num dos últimos. Durante o sepultamento, como me relatou o repórter fotográfico Daniel, Xuxa sentou-se ao lado do irmão de Senna, Leonardo, enquanto Adriane ficou numa fila mais distante. Na saída, o fato mais marcante, decisivo para a publicação da matéria e que transcrevo exatamente como foi publicado em 1994.

“Na saída, o momento de maior constrangimento para Adriane. Depois de se despedir de todos os pilotos, ela se dirigiu ao carro que levaria a família até o aeroporto. Foi breve: entrou e saiu em menos de um minuto. Fez todo o percurso até a saída do cemitério a pé. Lá fora, embarcou no ônibus reservado para os amigos da família”

“Antes de deixar o local do enterro, Xuxa se abaixou, pegou uma flor no chão, a beijou e depois a devolveu ao solo. Caminhou então para o carro da família, acompanhada por Viviane, a irmã de Senna”.

De volta ao surfe

Bom, vamos sair desta viagem por dentro do deste tubo do tempo e voltar para Yasmin e Medina. Da minha parte, fica a torcida para que ele consiga botar uma pedra no assunto e concentrar-se em ir buscar uma medalha na estreia do surfe nas Olimpíadas. Pelo que conhecemos do fenômeno, as possibilidades são enormes, mesmo com esse turbilhão de coisas ao redor.

Boa sorte, Medina!


FONTE PESQUISADA

MOURÃO, Digo. Dilema de Gabriel e Yasmin gera comparação inevitável com Ayrton e Adriane. Disponível em:<https://origemsurf.folha.uol.com.br/2021/07/09/dilema-gabriel-yasmim-gera-comparacao-com-ayrton-e-adriane/>. Acesso em: 11 de julho 2021.


 




A volta por cima de Adriane Galisteu na TV

Ricardo Feltrin

Colunista do UOL

07/07/2021 13h41

No programa desta semana no canal do UOL no YouTube, o colunista Ricardo Feltrin comenta a "volta por cima" de Adriane Galisteu. 

A apresentadora saiu de um período de "geladeira" na TV brasileira para comandar dois dos principais e mais rentáveis reality shows da Record: o "Power Couple" e a próxima edição de "A Fazenda". 

Desde que despontou para a fama, inicialmente como mera namorada do piloto Ayrton Senna (1960-1994), até estrear na TV, em 1995, Galisteu sofreu todo tipo de crítica, de julgamentos, prejulgamentos e até ofensas. 

A humilhação começou já no enterro de Senna, a propósito, quando a família do piloto simplesmente a tratou como se não fosse ninguém, "entronando" Xuxa como a verdadeira "viúva" de Senna.

Uma cena ridícula e patética num dos momentos mais tristes do país. "Interesseira", "arrivista" e "oportunista" foram alguns dos baixos adjetivos distribuídos a Galisteu, 48, durante anos, desde que estreou na TV, embora fosse uma trabalhadora e desde os 11 anos já estivesse tentando a carreira artística musical. No entanto, precisou de muito mais tempo de trabalho para mostrar aos detratores que, por trás da suposta "interesseira", estava uma grande comunicadora que sabia falar com qualquer tipo de público. 

Mesmo assim, ainda seguiu sendo humilhada, como ocorreu em seus anos no SBT, onde Silvio Santos a tratou como um joguete de programação. Adriane Galisteu trabalhou na CNT, MTV, Record, SBT, Band, fez teatro, cinema, comandou reality shows e passou até pela Globo, como participante do "Dança dos Famosos", e até de novelas como "O Tempo Não Para". 

Estava havia alguns anos fora do ar, mas manteve a cabeça erguida e, recentemente, foi "resgatada" pelo vice-presidente artístico da Record, Marcelo Silva. 

Nada mais justo e merecido para uma das grandes comunicadoras da TV aberta brasileira. 

Assista ao programa desta semana. 



FONTE PESQUISADA

FELTRIN, Ricardo.  Assista: A volta por cima de Adriane Galisteu na TV. Disponível em: <A volta por cima de Adriane Galisteu na TV>. Acesso em: 10 de julho 2021.

quinta-feira, 20 de maio de 2021

"A família de Ayrton tinha certeza do amor dele por Adriane, e que ele ia casar com ela. Por isso humilharam ela depois da morte dele." J.N.

"A família de Ayrton tinha certeza do amor dele por Adriane, e que ele ia casar com ela. Por isso humilharam ela depois da morte dele." J.N.

Sim, exatamente, tem um livro que fala sobre isso. Disse que a preocupação da família era que ele casasse de repente com Adriane e então seria tarde demais para eles fazerem algo a respeito.

*O livro citado é o The Life of Senna.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Bisavós do piloto Ayrton Senna imigraram da Itália para o município de Castelo


Por Redação - 20 de dezembro de 2019
Aqui Notícias - aquinoticias.com

O piloto brasileiro e tricampeão mundial de Fórmula 1, Ayrton Senna, tinha raízes capixabas. Uma reportagem publicada pela Revista “Insieme” conta as origens e trajetória da família Senna no Espírito Santo. Um dos textos que compõem a matéria é de autoria do castelense e Diretor do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo (APEES), Cilmar Franceschetto, e trata da genealogia do piloto. O estudo mostra que os bisavós de Ayrton imigraram da Itália para a região de Castelo, onde se casaram.

De acordo com a Revista, Luigi Sena, bisavô de Ayrton, chegou ao Brasil pelo porto de Cachoeiro de Itapemirim em 20 de março de 1893. Era um jovem de apenas 24 anos que imigrou sozinho da pequena localidade de Scisciano, na província de Nápoles, onde nasceu em 1869.

Já no Espírito Santo, em Castelo, Luigi casou-se com Giovanna Maria Magro. Muitos anos depois, o nome da matriarca foi dado a sua neta Neyde Joana, mãe de Ayrton. Giovanna nasceu em Siculiana, na província de Agrigento, uma das partes mais pobres da Sicília. Ela chegou ao Brasil, em 1894, aos 18 anos.

Luigi e Giovanna se conheceram e casaram-se em Castelo, às nove horas de um domingo, dia 13 de dezembro de 1896. Segundo o texto de Franceschetto, as informações do matrimônio dos avós do piloto estão registradas no Cartório de Registro Civil e Notas de Castelo. Essa fonte documental e os documentos do  APEES ajudaram a elucidar parte do roteiro dos italianos Luigi e Giovanna em território capixaba.

A pesquisa de Cilmar também descobriu que os antepassados de Ayrton eram agricultores, tinham trato com rebanho bovino e vocação de negociantes, o que pode ter contribuído para o estabelecimento em Castelo, visto que já havia familiares no território que imigraram primeiro e moravam em localidades de Castelo e Muniz Freire.

Seguindo as análises do diretor do APEES, a família Senna mudou-se para São Paulo após o ano de 1898. O avô de Ayrton já nasceu em solo paulista, em 1906.



*Curiosidades
O sobrenome na família, originalmente, era escrito “Sena” como consta nos documentos do Arquivo Público; já no Brasil, houve a mudança na grafia para “Senna”.

Ayton Senna nasceu em 21 de março de 1960 e morreu em 1 de maio de 1994, na Itália, país de origem de seus antepassados.

Com informações, Rádio FMZ / Revista Insieme.



FONTE PESQUISADA


Bisavós do piloto Ayrton Senna imigraram da Itália para o município de Castelo. Disponível em: <https://www.aquinoticias.com/2019/12/bisavos-do-piloto-ayrton-senna-imigraram-da-italia-para-o-municipio-de-castelo/>. Acesso em: 20 de dezembro 2019. 

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

DIA DO MACARRÃO: DONA NEYDE RELEMBRA RECEITA QUE AYRTON SENNA SEMPRE ADOROU


25/10/2019
Site ayrtonsenna.com.br, gerido pela família do piloto.

Bom nas pistas e também bom de garfo. Tricampeão mundial de F1, Ayrton Senna, como um brasileiro de origem, sempre teve gosto bem tradicional para a alimentação. Segundo Dona Neyde, mãe do piloto, um dos pratos preferidos do filho era mesmo um arroz, feijão, bife e batata frita.

Mas um dos pratos que a mãe do piloto mais preparava para o filho era o macarrão ao sugo. E já que hoje é o Dia Mundial do Macarrão, o site oficial do piloto “fuçou” e conseguiu com exclusividade a receita do macarrão que Ayrton adorava comer. Quem nos passou a receita foi ninguém menos que a própria Dona Neyde.

“Ele sempre gostou de um talharim ou espaguete, principalmente quando a massa era feita em casa. O molho de tomate era à moda italiana, com azeite, cebola e tomate. Eu coloco o azeite cobrindo o fundo da panela no início, refogo a cebola picada, coloco os tomates pelados cortados em quatro e depois é só deixar cozinhar. Quando surgirem as bolinhas de azeite boiando é porque o macarrão está pronto”, contou Dona Neyde.

Antes do macarrão, sempre que podia, Ayrton também não dispensava uma boa salada de alface. Senna realmente tinha orgulho das tradições de sua família no Brasil.





FONTE PESQUISADA

SITE AYRTON SENNA - DIA DO MACARRÃO: DONA NEYDE RELEMBRA RECEITA QUE AYRTON SENNA SEMPRE ADOROU. Disponível em: <https://www.ayrtonsenna.com.br/dia-do-macarrao-dona-neyde-relembra-receita-que-ayrton-senna-sempre-adorou/?n=147896325>. Acesso em: 25 de outubro 2019. 


sexta-feira, 19 de julho de 2019

Adriane Galisteu Fala de Sua Difícil Relação com Família Senna Após Morte de Ayrton Senna



PLAYBOY: Como andam suas relações com a família Senna?

ADRIANE: Não andam. Não existem. Eles lá e eu cá. [Pausa.] Compreendo, faço enorme esforço para compreender... Acho que com o tempo eles vão rever certos preconceitos. Outro dia encontrei por acaso o Leonardo [irmão de Senna], ele me abraçou e beijou, foi muito legal.

PLAYBOY: Você quer uma reaproximação?

ADRIANE: Quero ser feliz e que eles também sejam — com ou sem reaproximação. Eles perderam um filho que era um deus, um gênio, era a fonte da alegria, a fonte do dinheiro, a fonte da felicidade. Eu não era da família, mas havia conquistado um lugar especial no coração do Ayrton, fui uma das últimas pessoas com quem ele conversou, minutos antes de morrer. Eu estava em Portugal e nos falamos pelo celular. Um dia vou ter um filho e tenho certeza de que não vou agir como agiram comigo.

PLAYBOY: Fora aquela cena que o mundo inteiro viu pela televisão, no funeral do Senna, aquele gelo que a família dele deu em você, houve alguma palavra, algum gesto hostil?

ADRIANE: Não gosto de remexer nessas coisas... Do fundo do meu coração, não desejo nenhum mal para eles. Já sofreram muito, e eu também. Não se pode apagar o passado, mas o melhor é que cada um viva a sua vida e, sobretudo, respeite a memória de alguém que era tão bom, tão sincero...

PLAYBOY: O que passava pela sua cabeça durante o velório?

ADRIANE: Eu só pensava nele, na perda imensa. Estava completamente destruída. Quem me tirou do fundo do poço foi o Braga, que me disse: "Eu estou com você, garota, conta comigo". O Prost também me deu a maior força. [Continua no fim do artigo]



PLAYBOY: Ficou a impressão de que, no funeral, houve uma competição de viuvez entre você e a Xuxa.

ADRIANE: Eu não estava competindo com ninguém. Minha vida tinha ido para o caralho [enfática] . No velório, o cerimonial botou nomes nas cadeiras e eu me sentei onde estava escrito, Adriane. Na cadeira ao lado estava escrito Xuxa. Não nos falamos.  Não tinha nada a falar com ela, só conseguia rezar. Depois a família levou a Xuxa para junto deles. Problema deles. Fiquei na minha.

PLAYBOY: É verdade que a família tentou subornar você?

ADRIANE: Suborno é uma palavra muito pesada. Mas, no dia seguinte ao enterro, eu estava na fazenda do Braga, no interior de São Paulo, e aconteceu um episódio extremamente desagradável. A mãe do Ayrton foi até lá e me ofereceu um envelope com um maço de dólares, 5.000 ou 10.000: "Isso é para você recomeçar a sua vida".


PLAYBOY: Não pode ter sido apenas um gesto de generosidade? Depois da hostilidade da véspera, não pode ter sido uma tentativa de aparar arestas?

ADRIANE: Se foi, me desculpe, mas aconteceu na hora errada, com a pessoa errada. Eu disse a ela: "O seu filho ainda está quente na cova e a senhora vem aqui... por favor, vá embora".

PLAYBOY: Afinal, você aceitou ou não aceitou o dinheiro?

ADRIANE: [Ofendida.] Claro que não!

PLAYBOY: Na hora você pensou que aquilo era um cala boca?

ADRIANE: Aquilo era consequência do fato de estarem todos pirados, com a cabeça fora do lugar, totalmente desnorteados. Estavam todos tão abalados que qualquer atitude impensada pode perfeitamente ser entendida, desculpada. Não quero mais falar sobre isso. 

PLAYBOY: Alguém testemunhou a cena do envelope?

ADRIANE: O Braga testemunhou. E, para desanuviar o ambiente, ele fez um comentário irônico, de banqueiro. 


PLAYBOY: O que ele disse?

ADRIANE: "Está faltando zero aí".

PLAYBOY: Foi a última vez que você esteve com a mãe do Senna?

ADRIANE: Não. Dias depois nos encontramos no apartamento dele, na Rua Paraguai, onde vivemos meses e meses de enorme felicidade. Fui tirar roupas minhas de lá. Ela soube que eu ia e também foi.

PLAYBOY: Foi outro encontro desagradável?

ADRIANE: Dessa vez foi diferente. Haviam passado uns dez dias, todas as cabeças estavam mais frias. Ela estava muito abatida e tinha uma Bíblia na mão. Eu chorei no colo dela, como se fosse no da minha mãe. Peguei as minhas coisas e perguntei a ela se podia ficar com o pijama e a escova de dentes do Ayrton. São as únicas coisas dele que ficaram para mim e que tenho até hoje. Saí dali e nunca mais a vi. Chovia pra cacete e, ao me despedir do porteiro do prédio, ele caiu num choro convulsivo, não conseguia parar. Nunca mais passei pela Rua Paraguai.


PLAYBOY: Você diz que não vende souvenirs do Senna, que vive do seu trabalho. O que acha da exploração comercial do nome dele?

ADRIANE: Não acho nada. Não falo sobre esse assunto.

PLAYBOY: Tem a Fundação Ayrton Senna, que ajuda crianças carentes. Isso não é louvável?

ADRIANE: Não sei, não quero falar. O máximo que posso dizer é que ele ajudava muita gente, mas não fazia propaganda disso. Nem para mim ele dizia. Fazia tudo na moita. Depois de um certo tempo, descobri que ele tinha dado uma baita contribuição para a ala de crianças do Hospital das Clínicas [da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo]. Mas não fez evento de inauguracão, não plantou notinha em coluna de jornal, não chamou a imprensa. Ele era assim. Fazia o bem sem pensar em promoção pessoal.




ADRIANE: Luiza e Braga continuaram me apoiando da mesma forma como haviam apoiado quando caí no fundo do poço. Amo os dois de paixão, sou capaz de fazer qualquer coisa... qualquer coisa por eles. No dia em que eu me casar, faço questão de que os dois estejam comigo na igreja. Eu os considero pai e mãe.

PLAYBOY: Sua mãe não fica com ciúme?

ADRIANE: Ela sabe que naquele momento [quando Senna morreu] eu precisava muito mais do que um colo. Precisava de uma ajuda, digamos... racional. Eles me deram isso e muito mais. Minha mãe também os adora.

PLAYBOY: Ela não mora com você, mas está sempre por perto, não é?

ADRIANE: Mamãe é a minha sombra, e eu a dela. Quando fui convidada a posar para PLAYBOY, disse que tinha medo e pedi a opinião dela. Ela me acendeu um sinal verde: "Só tem medo quem tem responsabilidade. Vai em frente". 




FONTE PESQUISADA

Entrevista publicada em fevereiro de 1997, revista Playboy, ed. 259. Editora Abril, São Paulo - SP.

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Irmã de Senna convida Adriane Galisteu para pré-estreia de documentário sobre piloto

Diário Catarinense - dc.clicrbs.com.br
05/11/2010 - 14h53min

Galisteu nunca foi aceita pela família de Senna
Foto: Renato Stockler / Divulgação Band

Considerada persona non grata pela família Senna, Adriane Galisteu se surpreendeu ao receber um email de Viviane Senna, irmã de Ayrton. Era um convite para a pré-estreia do documentário sobre o piloto. 

Adriane e o tricampeão mundial da F-1 tiveram um affair na época em que o piloto morreu, mas a loira nunca foi aceita pela família do amado. 

Depois de mais de 15 anos da morte do irmão, Viviane deve ter esquecido o desafeto e convidado a apresentadora para assistir o filme em São Paulo. 

Galisteu está de licença maternidade. A apresentadora deu à luz seu primeiro filho, Vittorio, em agosto.

DIARIO.COM.BR



FONTE PESQUISADA

DIÁRIO CATARINENSE - Irmã de Senna convida Adriane Galisteu para pré-estreia de documentário sobre piloto. Disponível em: <http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticia/2010/11/irma-de-senna-convida-adriane-galisteu-para-pre-estreia-de-documentario-sobre-piloto-3099445.html>. Acesso em: 17 de maio 2019.

segunda-feira, 6 de maio de 2019

A Última Mulher Que Amou Ayrton Senna

*Grande jornal da Espanha, da cidade de Madrid, destaca ausência de Adriane Galisteu no festival Senna Day

A família do piloto nunca aceitou seu relacionamento com Adriane Galisteu, 13 anos mais nova que ele

Ayrton Senna e Adriane Galisteu, em 1993 - Justin Thomas

Verónica Goyzueta
@goyzuet4
Correspondente em Sao Paulo - Atualizado: 04/05/2019 16: 55h

As homenagens organizadas pela família ao piloto Ayrton Senna, 25 anos após sua fatídica morte no circuito italiano de Ímola, foram marcadas em 1 de Maio pela ausência de Adriane Galisteu, sua última namorada e a mulher com quem o atleta passou os últimos dois anos de sua vida. A renomada atriz, que hoje tem 46 anos, viveu seu luto afastada, rejeitada pela mãe e pela família do piloto, que nunca reconheceram a relacionamento.

Em seu lugar, assim como foi no funeral de 1994 [funeral do Ayrton], quando Adriane foi obrigada a entrar na fila gigantesca de fãs para dizer adeus a seu companheiro, os Senna escolheram como viúva oficial a apresentadora da televisão brasileira, Xuxa Meneghel, que foi namorada piloto entre 1988 e 1990 [dezembro de 1988 a janeiro de 1990]. Xuxa (56 anos) tornou-se o centro das homenagens a familiares, amigos e imprensa, que teve lugar esta semana no autódromo de Interlagos, onde o tricampeão mundial levantou grande parte de seus troféus. "Neste momento no país, onde tantas coisas erradas acontecem, você precisa de um ídolo como ele", disse Xuxa, que hoje é uma das celebridades mais conhecidas do Brasil.

Críticas à família

Muitos seguidores [fãs] de Senna criticaram a atitude da família, que apagou Adriane das fotos e das homenagens divulgadas [e transmitidas] no Festival Senna Day, incluindo uma que estava ao lado da cantora Tina Turner, que foi editada. "Que desrespeito!", exclamou um fã. "Nesse dia ele estava com Galisteu", disse outro. "Onde está Adriane?", perguntou um terceiro na rede social do Instituto Ayrton Senna. "Senna a amava, quer queiram ou não", acrescentou outro ao coro de reprovações.


Os pais do piloto (Neyde Senna e Milton da Silva), junto com sua neta Bianca - REUTERS

Em entrevista ao portal "GShow" por ocasião deste aniversário [da morte de Ayrton Senna], Galisteu recordou os momentos felizes ao lado do piloto, a quem conheceu quando tinha 19 anos e com quem conviveu dois anos de sua vida, quando era uma jovem modelo de revista, com uma carreira insignificante em comparação à de Xuxa que, como Ayrton, se destacou internacionalmente. "Tudo o que sei é que ninguém vai me tirar nossa história", afirmou Adriane, que herdou do ídolo um pijama, uma camisa e uma escova de dentes que ele deixou em sua casa na noite em que estiveram juntos [na verdade eles moravam juntos]. Senna também deixou um pequeno Fiat, que lhe presenteou e que foi seu primeiro carro, e um relógio.

Em novembro de 1994, Galisteu publicou "O caminho das borboletas", um livro que já está na décima segunda edição, onde ela conta em primeira pessoa sua história de amor com Senna. "Eu tinha 19 anos, ele tinha 34 anos. Nós nos divertimos muito e acho que lhe dava jovialidade à sua rotina, que era cheia de responsabilidades. O maior legado que Ayrton me deixou foi ter força para realizar meus sonhos ", resumiu a modelo, que sofreu muito com a morte repentina do campeão. "Eu nunca imaginei que ele poderia morrer fazendo o que mais amava e o que melhor sabia fazer", revelou. E sentenciou: "Em um piscar de olhos, tudo muda e não volta mais".

Descendente de malaguenhos (o pai de Adriane nasceu em Málaga, na Espanha), Galisteu teve uma vida difícil. Com um pai alcoólatra, que morreu quando era uma debutante, aos 9 anos começou a desfilar como modelo infantil para ajudar a mãe e nunca mais parou de trabalhar.

Acostumada a lutar, ela nunca desmoronou com a grosseria dos Senna, pelo contrário: tirou forças para empreender uma elogiada carreira como modelo, apresentadora e atriz. Ela usou a fundo o mantra do piloto para conquistar uma vida luxuosa por seus próprios méritos.

Atualmente, está casada com o empresário de moda Alexandre Iódice, com quem tem um filho pequeno, Vittorio. «Eu falo muito sobre ele [Ayrton] ao meu filho. E meu marido, como todo brasileiro, era muito fã dele ", disse ela ao GShow. E concluiu: "Ninguém jamais quis apagar meu passado [se referindo ao marido] e meu senso de gratidão é por ter vivido tudo o que eu vivi com um ser humano único".


 Senna e Galisteu em foto do jornal ABC impresso (a reportagem saiu também na versão digital, no site do jornal) 


FONTE PESQUISADA

GOYZUETA, Verónica. La última mujer que amó a Ayrton Senna. Disponível em: <https://www.abc.es/estilo/gente/abci-ultima-mujer-ayrton-senna-201905040033_noticia.html>. Acesso em: 04 de maio 2019.