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sábado, 27 de outubro de 2018

Senna e Galisteu Sonhavam com Bebês


Quando Adriane pensava que estava grávida, e comunicava ao Ayrton, eles brincavam de escolher nomes do filho ou filha. Que fofo!



Com Adriane, foi diferente. Pela primeira vez, Senna imaginou um dia ser pai de família. Adriane disse com grande modestia: "Sonhamos com filhos. Nós nos divertíamos procurando nomes. Ele sempre falou que se fosse menina se chamaria Adriane. Então, ele dizia, terei duas de você."



Fonte: Entrevista de Adriane Galisteu, Revista francesa Télé 7 Jours, 13 de Outubro 1995.



FONTE PESQUISADA

BARON, Claude. La fiancée de Senna: “Nous rêvions d’enfants”. Télé 7 Jours, nº 1845, p.116-117. 13 de Outubro 1995.





terça-feira, 16 de outubro de 2018

Ayrton Senna Diz Que Motivaria Um Filho a Ser Piloto Também


Revista Manchete, abril de 1989

"Você correria em outra categoria que não fosse a Fórmula 1, algum dia?"

"Eu não posso dizer que não correria em nenhuma outra categoria porque isso não existe. Mas não tenho intenção. A F-1 já dá muito trabalho e dor de cabeça.Quero aproveitar o tempo livre para viver a vida de maneira melhor."

"Isto incluiria curtir seus próprios filhos?"

"E porque não? Ultimamente, as crianças tem me atraído muito, elas me fazem bem. São muito especiais para mim. Até motivaria um filho a correr se este fosse seu desejo e mostrasse competência, o que é muito importante."


FONTE PESQUISADA


CALMON, Fernando. Ayrton segundo Senna. Revista Manchete, Rio de Janeiro, nº 1928, ano 37, p. 30-33, Editora Bloch, abril de 1989.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

GP às 10: Plano secreto de Ayrton Senna para futuro era mesmo encerrar carreira na Ferrari (Vídeo)

Ayrton Senna venceu pela segunda vez o GP do Brasil (Foto: Rainer Nyberg)

Na edição do GP às 10 desta quinta-feira (27), Flavio Gomes relembra entrevista feita com Ayrton Senna em 1993 e conta como o tricampeão já tinha dados os primeiros passos para correr na Ferrari após a passagem pela Williams

WARM UP / REDAÇÃO GP, DE CURITIBA
grandepremio.com.br | 27/09/2018

Flavio Gomes aproveitou os 25 anos da conquista do quarto título mundial de Alain Prost para recordar uma entrevista exclusiva com Ayrton Senna naquele mesmo fim de semana. Apesar da despedida do francês, as atenções no Estoril estavam voltadas para o futuro do brasileiro, que já havia assinado com a Williams, mas não podia falar sobre o acordo. Gomes, então, quis saber sobre o que o tricampeão ainda queria fazer na F1. Anos mais tarde, descobriu que o plano para o futuro incluía um contrato com a Ferrari.

O GP às 10 é a série que traz um comentário em vídeo dos jornalistas do GRANDE PRÊMIO, sempre às 10h (de Brasília), do dia e da noite.





FONTE PESQUISADA


GRANDE PRÊMIO - GP às 10: Plano secreto de Ayrton Senna para futuro era mesmo encerrar carreira na Ferrari. Disponível em: <https://www.grandepremio.com.br/f1/noticias/gp-as-10-plano-secreto-de-ayrton-senna-para-futuro-era-mesmo-encerrar-carreira-na-ferrari>. Acesso em: 27 de setembro 2018.

terça-feira, 17 de julho de 2018

O Maior Sonho da Vida de Ayrton Senna

Amor por Adriane Galisteu faz Ayrton Senna sonhar cada vez mais forte com casamento e filhos

Ayrton Senna sonhava com casamento e herdeiros

Qual é seu maior sonho?

Meu maior sonho não está ligado a minha vida profissional e sim pessoal. É que um dia me case novamente, estabelecer uma extensão da minha família atual, ter filhos, saber quem são eles, o que fazem, o que gostam, educá-los.

Falta muito para isso?

Não sei quanto tempo. Eu só sei o que vai acontecer. Não quando.


Fonte: Ayrton Senna em entrevista à extinta revista esportiva argentina El Gráfico 3862, 12/10/1993


Prints da revista


Capa da revista


FONTE PESQUISADA


EL GRÁFICO – A solas con Ayrton Senna. Revista El Gráfico, Buenos Aires, Nº 3862, 12 de outubro 1993.



quinta-feira, 27 de abril de 2017

Sonhos de um Campeão

"Um dia vou casar com você, e eu vou correr na Ferrari."


Adriane Galisteu: Pouco antes da tragédia de Imola, Ayrton me disse: "Um dia eu vou casar com você, e eu vou correr na equipe Ferrari". “Mais dois anos”, ele calculou, “e a equipe italiana terá um carro mais competitivo. E mesmo que não tiver, é lá que eu quero ter minha última corrida e dar minha última volta.”"

Ayrton Senna e Adriane Galisteu no GP de Mônaco em 1993

Fonte: Revista Francesa VSD, número 946, 12 de outubro de 1995.


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Senna negociou com a Ferrari dias antes de morrer, diz dirigente

Do UOL, em São Paulo
 30/04/2014 | 08h54


O presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, revelou em entrevista ao site oficial da escuderia que o tricampeão mundial Ayrton Senna "deixou claro" em um encontro com o dirigente no dia 27 de abril de 1994, dias antes de sua morte, que terminaria a carreira na equipe italiana.

"Ele quis vir para a Ferrari, e eu queria que ele viesse para a equipe. Quando esteve na Itália, para disputar o GP de San Marino, nos reunimos na minha casa em Bolonha na quarta-feira, 27 de abril. Me disse que gostou muito da posição que havíamos adotado contra o excesso do uso de ajudas eletrônicas na pilotagem, que não deixavam claro o real valor de cada piloto. Falamos durante um bom tempo e me deixou claro que queria terminar sua carreira na Ferrari", afirmou Montezemolo.

O dirigente disse ainda que Senna deixou pendente um novo encontro para tratar de uma possível ida para a Ferrari. "Ficamos de voltar a nos reunir logo, para tentar averiguar como poderíamos superar as obrigações contratuais que ele tinha naquele momento. Ambos estávamos de acordo que, para um piloto como ele, a Ferrari seria o lugar ideal para continuar com sua carreira, até aquele momento já brilhantíssima, única", disse o presidente da escuderia.

Senna morreu no dia 1° de maio de 1994 após sua Williams escapar na curva Tamburello do Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, na Itália, e atingir o muro de proteção a quase 300 km/h. O brasileiro teve fraturas no crânio após um dos braços da suspensão ser arremessado junto com uma das rodas em direção ao seu capacete no momento da batida.

"Por desgraça, o destino nos roubou Ayrton e Roland Ratzenberger (morto no dia 30 de abril, em um acidente durante o treino classificatório) em um dos finais de semana mais tristes da história da Fórmula 1. Do Senna, recordo sua gentileza e simplicidade, quase timidez, em absoluto contraste com o Senna piloto, um lutador sempre decidido a tirar o máximo", concluiu Montezemolo.


Na época piloto da Mclaren, Senna aparece com Luca Cordero di Montezemolo, então presidente da Ferrari, num jantar de gala, durante o fim de semana do GP de Mônaco, em 1992

Senna fazia sua primeira temporada na Williams em 1994, após seis anos correndo pela McLaren. A equipe de Grove havia dominado os dois campeonatos anteriores, com os títulos mundiais de Nigel Mansell, em 1992, e Alain Prost, em 1993, deixando o brasileiro com um carro muito inferior sobretudo por causa dos recursos eletrônicos sofisticados da Williams, como a suspensão ativa.

Com a mudança de regulamento para a temporada de 1994, que baniu recursos eletrônicos, a Williams teve problemas no projeto do FW16, carro com o qual Ayrton Senna tentaria conquistar seu quarto título mundial. O piloto brasileiro não conquistou nenhum ponto nas duas provas anteriores, o GP do Brasil e o GP do Pacífico, após rodar em Interlagos e ser atingido por outro carro logo após a largada no circuito de Aida, no Japão.


A Ferrari vivia uma má fase na Fórmula 1 desde a perda do título de Alain Prost, em 1990, justamente para Senna. O brasileiro forçou uma batida no carro do francês logo na largada do GP do Japão, em Suzuka, e garantiu o bi mundial. No ano seguinte, Prost foi demitido da Ferrari antes do fim do campeonato por fazer duras críticas ao carro da escuderia italiana, que o francês comparou a um "caminhão". 

A equipe italiana só voltaria a viver dias melhores quando contratou o então bicampeão mundial Michael Schumacher. Após uma temporada difícil de adaptação em 1996, o alemão disputou o título até a última corrida em 1997 com Jacques Villeneuve, da Williams. Perdeu e ainda teve o vice-campeonato cassado por provocar uma batida contra o canadense. O jejum de títulos de pilotos da Ferrari só acabaria no ano 2000, quando Schumi começou uma sequência de cinco títulos e uma era de domínio absoluto do time de Maranello na categoria.


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FONTES PESQUISADAS

PARMENTIER, Frederic. Senna intime raconté par Adriane. VSD, Paris, edição 946, ano 37, nº 15, p.78-81. 12 de outubro 1995.

UOL ESPORTE - Senna negociou com a Ferrari dias antes de morrer, diz dirigente. Disponível em: <https://esporte.uol.com.br/f1/ultimas-noticias/2014/04/30/senna-disse-que-iria-terminar-a-carreira-na-ferrari-revela-montezemolo.htm#fotoNav=1>. Acesso em: 26 de abril 2017.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Ayrton Senna e Adriane Galisteu Sonhavam Com Filhos



TRADUÇÃO LIVRE

Com Adriane, foi diferente. Pela primeira vez, Senna imaginou um dia ser pai de família. Adriane disse com grande modestia: "Sonhamos com filhos. Nós nos divertíamos procurando nomes. Ele sempre falou que se fosse menina se chamaria Adriane. Então, ele dizia, terei duas [Adrianes]." 


IDIOMA ORIGINAL

Avec Adriane, c'est diférent. Pour la première fois, Senna s'imagine un jour père de famille. Adriane le dit avec beaucoup de pudeur: "Nous rêvions d'enfants. Nous nous amusions à chercher des prénoms. Il parlait toujours d'une petite fille qui s'appelait Adriane. Comme cela, disait il, vous serez deux."



FONTE PESQUISADA

BARON, Claude. La fiancée de Senna: “Nous rêvions d’enfants”. Télé 7 Jours, nº 1845, p.116-117. 13 de Outubro 1995.












domingo, 6 de novembro de 2016

A noiva de Senna: "Sonhamos com filhos”



\\ Tradução livre //

A NOIVA DE SENNA: "SONHAMOS COM FILHOS"

*Revista Francesa 1995*

Adriane e Ayrton no momento de felicidade. Ela o acompanhou em alguns circuitos, embora tivesse muito medo da velocidade e dos Grandes Prêmios. No dia do Grande Prêmio de Imola, ela ficou em uma de suas casas.

Adriane Galisteu, a última companheira do grande campeão de Fórmula 1, acaba de publicar "Minha vida com Ayrton", por Michel Lafon. Ela relembra o primeiro encontro, suas viagens, mas também a angústia.

"Qual é o seu signo? (Senna perguntou o signo de Adriane e em seguida disse que era do signo de Áries) – brincou ele. - Eu também. (Respondeu Adriane) - Eu sou um pouco tímido, você entende, não é? - Eu também, e muito problemática." O primeiro diálogo de Adriane Galisteu e Ayrton Senna. Modelo, ela foi contratada como recepcionista pela Shell para representar a famosa marca no GP do Brasil, em 1993. De repente ela descobriu-se uma fervorosa torcedora de Ayrton Senna (Antes mesmo de conhecê-lo, Adriane passou a torcer ardentemente por Ayrton Senna no Grande Prêmio do Brasil de 1993). Ela relembra em "Minha vida com Ayrton", um livro - bestseller no Brasil- publicado por Michel Lafon na França, o que lhe valeu um convite "Definitivamente", na TF1.

Para Ayrton, foi amor à primeira vista. Ele mantém que Adriane concorda em se juntar aos seus amigos em sua propriedade de Angra, o único lugar no mundo onde ele conseguia esquecer o stress. Lá, ela vai ser conquistado por sua vez. "Ayrton reuniu todos os elementos para compor a cena para a primeira noite de amor. Ele beijou meus pés. O primeiro beijo. Um beijo de verdade, seguido por muitos outros, ele não podia parar. Era como se a noite tinha parado acima de nossas cabeças. Eu interrompi: "Saiba que para mim é muito sério... - Para mim também ", respondeu ele." Conquista de um dia, uma semana ou um mês, Senna tinha conhecido, mas não sejam concedidas ou sem importância. (Senna não teve relacionamentos sérios antes de Adriane). Parte disso devido ao turbilhão que era sua vida de campeão (de Fórmula 1). Com Adriane, foi diferente. Pela primeira vez, Senna imaginou um dia ser pai de família. Adriane disse com grande modéstia: "Sonhamos com filhos, nós nos divertimos procurando um pré-

Nota: Infelizmente não tenho o resto da matéria – que foi concedida a mim gentilmente por um fã. Também não sei o nome da publicação e nem a data de impressão. Provavelmente a reportagem é do ano de 1995.

\\ Idioma Original //

LA FIANCÉE DE SENNA "NOUS RÊVIONS D'ENFANTS"

Adriane et Ayrton au temps du bonheur. Elle le suivait sur certains circuits, bien qu'ayant très peur de la vitesse et des Grands Prix. Le jour du Grand Prix d'Imola, elle était restée dans une de leurs maisons.

Adriane Galisteu, l'ultime compagne du grand champion de Formule 1, vient de publier "Ma vie avec Ayrton", chez Michel Lafon. Elle raconte leur recontre, leurs voyages, mais aussi les angoisses.

"Quel est votre signe? - Aucun, plaisanta-t-il. Bélier. - Moi aussi. - Je suis un peu timide, vous me comprenez, n'est-ce pas? - Moi aussi, et très troublée." Le premier dialogue d'Adriane Galisteu et Ayrton Senna. Mannequim, elle a été engagée comme hôtesse par Shell pour représenter la célèbre marque lors du Grand Prix du Brésil en 1993. Soudain, elle qui ne s'intéressait guère à la Formule 1 se découvre une âme de fervente supporter de Senna. Elle le raconte dans "Ma vie avec Ayrton", un livre - best-selle au Brésil- paru en France chez Michel Lafon, et qui lui vaut d'être invitée de "Sans aucun doute", sur TF1.

Pour Ayrton, cést le coup de foudre. Il n'a de cesse qu'Adriane accepte de se joindre à ses amis dans sa propriété d'Angra, le seul endroit au monde où il parvient à oublier son stress. C'est là qu'elle va être conquise à son tour. Très vite. "Ayrton assembla tous les éléments pour composer le décor de notre première nuit d'amour. Il m'embrassa debout. Le premier baiser. Un vrai baiser, suivi de beaucoup d'aitres, il ne pouvait plus s'arrêter. On aurait dit que la nuit s'était immmobilisée au-dessus de nos têtes. Je l'ai interrompu: "Sachez que pour moi, c'est très sérieux... - Pour moi aussi", me répondit-il." Des conquêtes d'un jour, d'une semaine ou d'un mois, Senna en avait connues, mais il n'y accordait pas ou peu d'importance. Cela faisait partie du tourbillon de sa vie de champion. Avec Adriane, c'est diférent. Pour la première fois, Senna s'imagine un jour père de famille. Adriane le dit avec beaucoup de pudeur: "Nous rêvions d'enfants. Nous amusions à chercher des pré-



FONTE PESQUISADA


BARON, Claude. La fiancée de Senna: “Nous rêvions d’enfants”. Télé 7 Jours, nº 1845, p.116-117. 13 de Outubro 1995.


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

EXCLUSIVO: Ayrton Senna Fala de Seus Planos ao Lado da Modelo Adriane Galisteu

Em entrevistas exclusivas para a imprensa espanhola, francesa e belga, direto da fazenda “Dois Lagos” em Tatuí, Ayrton Senna falou dos planos com sua amada Adriane Galisteu.



Fonte: Ciné Telé Revue 1994 N°18 


Ayrton Senna: O campeão aniquilado

Exclusivo:

Em sua magnífica propriedade sua última entrevista

"Eu quero parar a competição para dar um filho a Adriane"

Imola, a corrida maldita



Francês:

Ayrton Senna: Le champion foudroyé

Exclusif:

Dans sa magnifique propriété sa derniere interview

"Je veux arreter la compétition pour donner un enfant a Adriana" 

Imola, la course maudite

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Assim é o "jardim secreto", em que o campeão mundial pensava envelhecer junto a Adriane.

Asi es el "Jadin secreto" en el que el campeón del mundo pensaba envejecer junto a Adriane.


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Já a revista alemã Bunte fala sobre o desejo que o casal tinha de casar


Fama e Milhões

Vale a pena uma vida assim?

Senna pagou com a morte

Ayrton Senna, 34 anos, e Adriane, 21, sua noiva, a modelo brasileira. Eles queriam se casar. Sua fortuna é avaliada em 450 milhões de dólares. Ele tem dois jatos particulares e um helicóptero. Depois de sua morte, o presidente brasileiro [Itamar] Franco ordenou três dias de luto oficial.


Berühmt und Millionen

Lohnt sich so ein Leben?

Senna bezahlte mit dem Tod

Ayrton Senna, 34, und Adriana, 21, seine Verlobte, ein brasilianisches Top-Model. Sie wollten. Sie wollten heiraten. Sein Vermögen wird auf 450 Mil. Dollar geschätzt. Er besitzt zwei Privatjets und einen Hubschrauber, Nach seinem Tod ordnete Brasiliens Präsident Franco drei Tage Staats-traueran






sexta-feira, 16 de setembro de 2016

O Último Sonho da Vida de Ayrton Senna


\\ Tradução Livre //

UM FILHO E A FERRARI

Jornal Italiano La Republica, 01 de maio de 1995

RIO DE JANEIRO - "Ayrton queria ter um filho, este foi o seu último sonho. Ele queria fortemente, embora tivesse outras coisas importantes em mente, como correr pela Ferrari.". Um ano depois, as confissões de Adriane Galisteu, vinte e dois anos, modelo de São Paulo, última companheira da vida do piloto brasileiro. As memórias daqueles seus dezoito meses com o campeão brasileiro continuam a inundar os noticiários. Depois que o livro sobre sua vida com Senna (187.000 cópias vendidas no Brasil, em breve nas livrarias da Europa), aqui uma longa entrevista dela para o jornal do Rio de Janeiro "O 'Dia". Um ano sem Ayrton - Adriane diz: ‘Está horrível. Mas daqui a dois anos será muito pior, e dez anos vai fazer ainda mais mal"."Não tem havido um homem como ele” - Acrescenta Galisteu – “Eu considero humanamente impossível que possa haver um piloto igual. Ayrton era um gênio no que fazia. Dedicou sua vida à F1, e perdeu a vida por ela. Eu acho que, se ele pudesse escolher uma maneira de morrer, seria exatamente assim: Liderando a corrida em primeiro lugar, a 300 quilômetros por hora e sem sofrimento". Em seguida, houve críticas para aquele infeliz dia em Imola: "Continuar a executar o Grande Prêmio após a morte de Ratzenberger foi uma falta de caráter e responsabilidade. Mas acima de tudo é falta de humanidade". Então a loira Adriane, que diz não ter mais assistido um GP de F1 a partir daquele dia, continua elogiando Prost e culpado Piquet, ausente no dia do funeral. "A atitude de Alain foi a de um cavalheiro. Não havia uma pessoa na face da terra que não estava sofrendo, e que não tivesse vontade de estar lá para o funeral. Por isso eu não posso digerir o fato de que Piquet não participou, como inimigo poderia ser. Sua justificativa é a coisa mais idiota que eu já ouvi". Finalmente a ex-namorada de Senna relembrou o belo relacionamento de amizade entre o campeão brasileiro e Berger. A vida juntos, as brincadeiras, como aquela vez que Ayrton colocou um peixe grande em uma mala de Gerard antes de uma longa viagem intercontinental. "Na F1, são todos meninos que viajam o ano inteiro e permanecem a maior parte (do tempo) longe de seu país, longe da família, das namoradas. E assim fazem algo para se divertir. No fundo eles têm muitas carências".
Enquanto isso, milhares de brasileiros foram ao cemitério do Morumbi de São Paulo. O túmulo do tricampeão mundial é inundado com flores. A casa de Senna vieram cartas de todo o mundo, até mesmo da Letónia e 'Afeganistão. 160 libras de correio apenas do Japão e só no último mês. A "Torcida" dos fãs de Senna entrou no "tour" turístico, como o monumento de sete metros com o capacete do piloto. Para o Brasil Senna vive. Talvez só na pele de "Senninha", uma história em quadrinhos para as crianças que vende algo como 240.000 exemplares por edição. E Senna ainda é uma pechincha: $ 4 milhões nos royalties pagos até à data. Então Senna realmente vive.

\\ Idioma Original //

UN FIGLIO E LA FERRARI

La Republica, 01 maggio 1995

RIO DE JANEIRO - "Ayrton voleva avere un figlio, era questo il suo ultimo sogno. Lo voleva fortemente, anche se aveva altre cose importanti in testa, come correre per la Ferrari". Un anno dopo, le confessioni di Adriane Galisteu, ventidue anni, fotomodella di San Paolo, ultima compagna di vita del pilota brasiliano. I ricordi di quei suoi diciotto mesi con il campione brasiliano continuano ad inondare le cronache. Dopo il libro sulla sua vita con Senna (187 mila copie vendute in Brasile, presto in libreria anche in Europa) ecco una lunga intervista al quotidiano di Rio de Janeiro "O' Dia". "Un anno senza Ayrton - dice Adriane – “è stato terribile. Ma due anni saranno molto peggiori, e dieci anni faranno ancora più male". "Non c' è stato un uomo come lui - aggiunge la Galisteu - ritengo umanamente impossibile che vi possa essere un pilota uguale. Ayrton era un genio in quello che faceva. Ha dedicato la sua vita alla F.1, ha perso la sua vita per questo. Credo che, se avesse potuto scegliere una maniera di morire, sarebbe stata esattamente quella: in testa alla gara, al primo posto, a 300 chilometri all' ora e senza soffrire". Poi non sono mancate le critiche per quella sciagurata giornata a Imola: "Continuare a correre quel Gran Premio dopo la morte di Ratzenberger è stata una mancanza di carattere e di responsabilità. Ma sopratutto è mancata l' umanità". Quindi la biondissima Adriane, che dice di non aver assisitito più ad un GP di F.1 da quel giorno, prosegue elogiando Prost e prendendos ela con Piquet, assente il giorno dei funerali. "L' atteggiamento di Alain è stato quello di un gentleman. Non c' era una persona sulla faccia sulla terra che non stesse soffrendo e che non avesse voglia di esserci alle esequie. Per questo non riesco a digerire il fatto che Piquet non vi abbia partecipato, per quanto nemico potesse essere. La sua giustificazione è la cosa più imbecille che io abbia mai sentito". Infine l' ex fidanzata di Senna ha raccontato il bel rapporto di amicizia fra il campione brasiliano e Berger. La vita insieme, gli scherzi goliardici, come quella volta che Ayrton mise un grosso pesce in una valigia di Gerard prima di un lungo viaggio intercontinentale. "Nella F.1 sono tutti ragazzi che viaggiano l' anno intero e restano la maggior parte fuori del loro paese, lontano dalla famiglia, dalle fidanzate. E così fanno qualcosa per divertirsi. In fondo hanno molte carenze". Intanto migliaia di brasiliani si sono recati al cimitero Morumbi di Rio. La tomba del tre volte campione del mondo è sommersa dai fiori. A casa Senna arrivano lettere da tutto il mondo: persino dalla Lettona e dall' Afghanistan. 160 chili di posta solo dal Giappone e solo nel mese scorso. La "torcida" dei tifosi di Senna è entrata nei "tour" turistici, come il monumento di sette metri con il casco del pilota. Per il Brasile Senna vive. Magari solo nei panni di "Senninha", un fumetto per ragazzi che vende qualcosa come 240 mila copie a numero. E Senna è ancora un affare: 4 milioni di dollari le royalties incassate finora. Così Senna vive davvero.