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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

Prost chega aos 70 irritado por ser resumido a rival de Senna

Tetracampeão se incomoda com papel que lhe foi atribuído na história do automobilismo, o de vilão

23.fev.2025 às 23h15

Luciano Trindade

Folha São Paulo - folha.uol.com.br

Alain Prost chega para acompanhar a corrida do GP de Monaco - Nicolas Tucat - 25.mai.2024/AFP

Três décadas após disputar sua última corrida na F1, Alain Prost ainda busca ressignificar sua reputação no cenário do automobilismo mundial. Para o francês, muitos fãs de corridas costumam se lembrar mais de sua rivalidade com Ayrton Senna do que de seus feitos nas pistas.

Prestes a completar 70 anos de vida, o lendário piloto está cansado de ser retratado, segundo ele, apenas como o vilão da história do brasileiro. "É só disso que as pessoas lembram", reclamou em entrevista para o Canal+, da França, que lançou recentemente um documentário sobre o francês, chamado "Prost".

A obra é uma espécie de resposta à recente série que a Netflix lançou para contar a história de Senna, na qual o francês, em muitas passagens, é visto como um vilão.

Um homem com cabelo grisalho e vestindo uma camiseta preta está em um barco. Ele está segurando um celular rosa e parece estar falando ao telefone. Ao fundo, há uma bandeira francesa e parte de outro barco.Um homem com cabelo grisalho e vestindo uma camiseta preta está em um barco. Ele está segurando um celular rosa e parece estar falando ao telefone. Ao fundo, há uma bandeira francesa e parte de outro barco.

Não é de hoje, no entanto, que ele reclama de seu retrato na mídia. Na época em que corria com Senna, ele também acusava jornalistas de terem mais simpatia pelo brasileiro.

No documentário da rede de televisão francesa, o ex-piloto também se queixa do público francês que o apelidou de "Anão Amarelo", cor dos carros da equipe Renault que ele pilotava em 1982, na época em que trava uma rivalidade com o compatriota René Arnoux.

Mesmo superando de longe o rival, ostentando hoje seus quatro títulos mundiais e o fato de ainda ser o quinto maior vencedor da F1, com 51 vitórias, Prost tem a percepção de que seus feitos são "reduzidos" ao seu papel na história dos rivais.

"Há 30 anos, convivo com uma espécie de redução da minha vida, que é o episódio Prost-Senna", afirmou.

Sem negar a importância histórica dessa rivalidade, o francês gostaria de ver sua trajetória ser contada do início, partindo do período no qual ele se diz sentir mais orgulho.

Neto de sobreviventes do genocídio dos armênios da Turquia no início do século 20, Alain Prost teve uma infância de classe média perto de Lyon, terceira cidade mais populosa da França. Seu pai era dono de uma oficina de cadeiras metálicas de cozinha.

A paixão pelos carros, porém, não era exclusiva dele. Na verdade, seu irmão mais velho, Daniel, era o predestinado a se tornar piloto, mas foi impedido pela saúde frágil –um tumor no cérebro na adolescência e um câncer de pulmão que o matou aos 33 anos, quando o caçula já era campeão da F1.

"Corri um pouco por procuração", contou Prost no documentário sobre sua carreira.

Seu talento fora de série combinado com habilidades políticas o ajudaram construir sua trajetória, iniciada quando ele tinha 14 anos e começou a correr de kart. Ele progrediu nas categorias juniores, vencendo os campeonatos francês e europeu de Fórmula 3 antes de ingressar na McLaren, em 1980, aos 24 anos.

Prost correu ao longo de 13 temporadas na F1, de 1980 a 1993, com um breve hiato em 1992, quando ele se afastou das pistas. Com exceção ao seu ano de estreia, quando foi o 16º, sempre fechou o campeonato entre os cinco primeiros colocados.

Em oito oportunidades, foi o primeiro ou segundo colocado, vencendo os Mundiais de 1985, 1986, 1989 e 1993, além dos vices em 1983, 1984, 1988 e 1990. No pós-carreira, Prost seguiu envolvido com a F1, tendo trabalho na construtora Alpine em diferentes cargos diretivos desde 2015 até ser demitido, em 2021.

"Minha carreira não durou dois ou três anos", disse ele em entrevista ao site motosports.com. "Olhe para os meus outros companheiros de equipe: [John] Watson, [René] Arnoux, [Eddie] Cheever, Niki [Lauda], Keke [Rosberg], Stefan [Johansson], Nigel [Mansell], Jean [Alesi] e Damon [Hill]. Ninguém fala sobre eles. Eu tive cinco campeões mundiais como companheiros de equipe, então é uma pena", criticou.

Com nenhum deles, no entanto, Prost viveu uma rivalidade tão intensa como foi com Senna. Os dois foram companheiros durante duas temporadas, em 1988 e 1989.

No primeiro ano, o brasileiro conquistou o título da F1, o primeiro de seus três. No segundo ano, o francês levou o troféu após o polêmico desfecho daquele campeonato, quando ele bateu no carro de Senna na última corrida.

Em 1990, com Prost na Ferrari, Senna deu o troco, praticamente da mesma forma, e ganhou o seu segundo troféu após um acidente com o francês no mesmo circuito de Suzuka, no Japão.

Para além de comparações baseadas em números, episódios como esses ocorridos no Japão conectaram as trajetórias de Alain Prost e Ayrton Senna de tal forma que é quase impossível falar de um sem citar o outro mesmo que isso incomode o francês.

Raio-X | Alain Prost

Tetracampeão de F1 em 1985, 1986, 1989 e 1993, o francês participou ao longo da carreira na elite do automobilismo de 199 GPs, com 33 poles e 51 vitórias.


FONTE PESQUISADA

TRINDADE, Luciano. Prost chega aos 70 irritado por ser resumido a rival de Senna. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2025/02/prost-chega-aos-70-irritado-por-ser-resumido-a-rival-de-senna.shtml>. Acesso em: 24 de fevereiro de 2025.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

F1: Prost esclarece polêmica sobre veto a Senna na Williams em 1993



Kadu Gouvêa | 10/01/2024 - 09:28

F1 Mania - f1mania.net

Uma das maiores rivalidades da história da Fórmula 1, a disputa entre Ayrton Senna e Alain Prost, ganhou um novo capítulo. A polêmica em torno de uma suposta cláusula no contrato de Prost em 1993, impedindo Senna de ser seu companheiro na Williams, foi esclarecida pelo próprio francês em entrevista ao podcast ‘Beyond the Grid’.

Em resumo, o contrato de Prost realmente continha uma cláusula vetando Senna como companheiro de equipe, mas segundo Prost, ele não foi o responsável pela inserção dessa cláusula no contrato. “Não, eu não tentei fazer isso”, afirmou ele. “Frank (Williams, então chefe e dono da equipe) estava usando a mídia para dizer isso, mas ele sabia há muito tempo que era o caso.”

Prost explica que, ao entrar na Williams, ele não tinha ideia de quem seria seu companheiro e tampouco havia exigido o status de número um no time. Ele acredita que a própria equipe inseriu a cláusula para evitar qualquer conflito futuro.

“Eu realmente me senti mal com essa história porque é normal quando alguém entra em um time, como muitos outros, eles pedem um contrato de número um”, disse Prost. “Eu nunca pedi um contrato de número um. Nunca fui número um. Eu até fui número dois atrás de Niki Lauda quando entrei na McLaren em 1984.”

Apesar de entender a posição da equipe, Prost admite que não gostaria de dividir a garagem com Senna novamente, caso essa possibilidade existisse. “Eu não tive problemas em lutar contra ele na Ferrari e ele na McLaren. Mas não queria repetir o que fizemos na mesma equipe, trabalhando duas vezes mais, comigo fazendo todos os testes de pré-temporada enquanto ele estava descansando no Brasil. Você não quer isso.”

No entanto, a relação entre os dois pilotos sofreu uma reviravolta no final da carreira de Senna. Após Prost anunciar sua aposentadoria em 1993, Senna, que não falava com o francês havia um ano, surpreendentemente pediu para que ele reconsiderasse.

“A única coisa que Ayrton disse, a primeira vez que ele falou comigo novamente, foi no pódio em Adelaide. Mas especialmente depois do pódio, ele já me pediu para que voltássemos a conversar”, afirmou Prost.

Mesmo com essa tentativa de reconciliação, Prost acredita que Senna e ele eram pilotos muito diferentes. “Éramos muito diferentes. Estilos de pilotagem muito diferentes, especialmente no início. Uma maneira muito diferente de trabalhar dentro da equipe, pensamento diferente, educação diferente. Diferentes também em nossa mentalidade, então eu diria que éramos muito diferentes”, finalizou o ex-piloto francês.

A entrevista de Prost revela detalhes interessantes sobre a relação complexa entre os dois maiores pilotos de sua geração, mostrando que mesmo longe das pistas, a rivalidade Senna x Prost continua a despertar interesse e debate até os dias de hoje.


FONTE PESQUISADA

GOUVÊA, Kadu. F1: Prost esclarece polêmica sobre veto a Senna na Williams em 1993. Disponível em: <https://www.f1mania.net/f1/f1-prost-esclarece-polemica-sobre-veto-a-senna-na-williams-em-1993/>. Acesso em: 10 de Janeiro de 2024.





terça-feira, 17 de maio de 2022

Ayrton Senna no Pódio do GP do Japão 1988 (Foto)

Alain Prost, 2º colocado, Ayrton Senna, 1º colocado, e Thierry Boutsen, 3º colocado, no pódio.

Alain Prost, 2nd position, Ayrton Senna, 1st position, and Thierry Boutsen, 3rd position, on the podium.


 Campeonato: Fórmula 1 1988 (Fórmula 1, 1988)

Evento: GP do Japão

Data da tomada: domingo, 30 de outubro de 1988

Local: Suzuka, Japão

Fotógrafo: Ercole Colombo


Championship: Formula 1 1988 (Formula 1, 1988)

Event: Japanese GP

Date taken: Sunday, October 30, 1988

Location: Suzuka, Japan

Photographer: Ercole Colombo


Ayrton Senna - Coletiva - Japão 1988 (2 Fotos)

 

Ayrton Senna e Alain Prost em entrevista coletiva.

Ayrton Senna and Alain Prost in a press conference.



Campeonato: Fórmula 1 1988 (Fórmula 1, 1988)

Evento: GP do Japão

Data da tomada: domingo, 30 de outubro de 1988

Local: Suzuka, Japão

Fotógrafo: Ercole Colombo


Championship: Formula 1 1988 (Formula 1, 1988)

Event: Japanese GP

Date taken: Sunday, October 30, 1988

Location: Suzuka, Japan

Photographer: Ercole Colombo


Ayrton Senna e Alain Prost - Japão 1988 (Foto)

 Ayrton Senna e Alain Prost.

Ayrton Senna and Alain Prost.


Campeonato: Fórmula 1 1988 (Fórmula 1, 1988)

Evento: GP do Japão

Data da tomada: domingo, 30 de outubro de 1988

Local: Suzuka, Japão

Fotógrafo: Ercole Colombo


Championship: Formula 1 1988 (Formula 1, 1988)

Event: Japanese GP

Date taken: Sunday, October 30, 1988

Location: Suzuka, Japan

Photographer: Ercole Colombo


segunda-feira, 16 de maio de 2022

Ayrton Senna em entrevista coletiva - GP do Japão 1988 (3 Fotos)

 

Ayrton Senna em entrevista coletiva.

Ayrton Senna in a press conference.


Ayrton Senna e Alain Prost em entrevista coletiva.

Ayrton Senna and Alain Prost in a press conference.


Campeonato: Fórmula 1 1988 (Fórmula 1, 1988)

Evento: GP do Japão

Data da tomada: domingo, 30 de outubro de 1988

Local: Suzuka, Japão

Fotógrafo: Ercole Colombo


Championship: Formula 1 1988 (Formula 1, 1988)

Event: Japanese GP

Date taken: Sunday, October 30, 1988

Location: Suzuka, Japan

Photographer: Ercole Colombo




quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Chegada do Grande Prêmio de Mônaco de F1, 06/03/1984, com Alain Prost e Ayrton Senna. O GP foi parado no meio de uma tempestade. (Foto)


Chegada do Grande Prêmio de Mônaco de F1, 06/03/1984, com Alain Prost e Ayrton Senna. O GP foi parado no meio de uma tempestade.

Autor/Copyright: Bernard Bakalian

Arrival of the Monaco F1 grand prix, 03/06/1984, with Alain Prost and Ayrton Senna. The GP was stopped halfway through the rain.

Author/Copyright: Bernard Bakalian

terça-feira, 29 de junho de 2021

GRID MAGAZINE BRAZIL #05 - MONACO GP 1989 - AYRTON SENNA INTERVIEW - FORMULA 1

 





Senna depois de vencer, quase um minuto à frente de Prost:

"Calei a boca do papagaio"

GRID MAGAZINE BRAZIL #05 - MONACO GP 1989 - AYRTON SENNA INTERVIEW - FORMULA 1










segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Mônaco 1984: "Máfia Francesa de F1" vence Prost, paradoxalmente ajudando Lauda

Alain Prost ganhou sete grandes prêmios em 1984, seu companheiro de equipe e de fato o único competidor no campeonato mundial, Niki Lauda, apenas cinco. O campeão, no entanto, tornou-se essencialmente mais lento na Áustria. Ironicamente, um dos fatores por trás da derrota do francês foi a vitória nos negócios, que, segundo os críticos, foi "dada a ele". Como isso é possível?

18.11.2019 - 12:00  
Por Roman Klemm
ctidoma.cz



Ayrton Senna e seu novo Toleman-Hart foram as combinações mais rápidas do principado no domingo
Foto: Roman Klemm


O Grande Prêmio de Mônaco foi a sexta corrida de um total de 16 eventos do calendário em 1984, e já estava claro que normalmente um dos pilotos de Ron Dennis, McLaren - Niki Lauda ou Alain Prost se tornaria campeão. O início do ano no Brasil foi vencido pelo novo piloto da McLaren, Alain Prost, a segunda corrida na África do Sul foi "autorizado" a vencer Lauda, ​​porque o francês teve que sair do pit lane. Em Zolder, Bélgica, a hegemonia vitoriosa da McLaren-TAG / Porsche quebrou a Ferrari de Alboreto surpreendentemente, mas Prost reinou em Ímola e Lauda se regozijou em Dijon pela segunda vez, enquanto Prost diminuía a parada não planejada. 

Então, antes de Mônaco, estava claro: quão bonito o outro "lar" Prost venceria sob o brilhante sol da Côte d'Azur? Apenas parcialmente. Ele simplesmente "venceu", mas o sol em 3 de junho certamente não brilhou e, como as estrelas da corrida falaram sobre dois pilotos completamente diferentes.

Até domingo, tudo corria de acordo com notas francesas
E tudo começou de acordo com o cenário dos sonhos. O agregado sobrealimentado de Prost equipou o Mônaco com um soprador um pouco menor, que, embora produzisse menos "vapor", mas se comportou em cantos estreitos do principado. Alain estava da melhor forma em sua vida e evocou o asfalto entre o porto, hotéis e arranha-céus na volta 1: 22.661s mais rápida que nunca foi conduzida em Monte Carlo. Lauda deu à equipe 1,2 e mais uma vez mostrou a distribuição de energia na equipe. O austríaco teve um desempenho muito ruim durante todo o fim de semana e não estava procurando desculpas para o oitavo lugar de partida: "Eu sou muito lento aqui".


Introdução: Prost lidera à frente de Mansell e Arnoux
Foto: Roman Klemm

Enquanto treinava sob o sol bonito às quintas e sábados, o domingo de corrida estava coberto de nuvens cinzentas e chovia luz a manhã toda. Quanto mais perto estava a hora de início, mais a água caía do céu, o que, no entanto, não impediu Prost de assumir a liderança imediatamente. Atrás dele, Warwick, Tambay, Alboreto e De Cesaris colidiram na primeira curva, que à primeira vista não teve impacto no líder. Nigel Mansell (Lotus-Renault) começou a ter uma influência maior, e logo pressionou Prost e chegou ao primeiro lugar da 11ª rodada. O britânico tinha esse lugar no sol (encharcado), mas reteve apenas cinco voltas antes de deslizar para o canto de Massenet nas barreiras acidentadas. Então ele estava na ponta novamente na chuva, muito à frente de seu colega Lauda, ​​que havia trabalhado o seu caminho a seguir.

Senna e Bellof foram as verdadeiras estrelas da corrida
Mas não era Lauda quem era o maior perigo para Prost. O jovem brasileiro Ayrton Senna no novo Toleman-Hart começou a partir da 13ª posição, o abandono de vários competidores após o acidente acima mencionado e, especialmente, sua maravilhosa capacidade de "andar sobre a água" para garantir que, nesta fase, ele já estivesse respirando nas costas de Lauda. Depois de três voltas, ele deixou um mestre duplo como estudante e foi o segundo. Houve uma sensação no ar, quando Senna imediatamente começou a aumentar a vantagem de Prost e quanto mais chovia, mais rápido ele se aproximava. Enquanto isso, Lauda coroava sua estranha apresentação horas antes do Hotel de Paris. Desde a 27ª volta, outro dos "jovens tigres", o alemão Stefan Bellof, da Tyrrell-Ford, era o único carro em campo sem motor turbo. 

Prost parecia estar com problemas na ponta. Entre 20 e 30, Senna encurtou sua distância de 33 para 11 segundos, e foi na 30ª rodada, quando Prost cometeu um pequeno erro no canto do tabaco e só com sorte evitou a colisão com a barreira de impacto. Ele perdeu mais 4 segundos para o brasileiro e o alemão nessa rodada (Bellof também ficou a apenas 15 segundos atrás de Senna).

Lilo ficou mais forte e Prost gesticulou descontroladamente quando cruzou a linha de chegada. O então secretário do curso, a lenda belga Jacky Ickx, brincava há muito tempo com a idéia de terminar a corrida prematuramente e agora via um sinal claro no comportamento de Prost: depois de 31 voltas, sua bandeira vermelha anunciava que havia terminado!

Senna sentiu-se roubado e, é claro, ficou furioso, mas Prost riu amplamente. Os pontos do campeonato são mais importantes para mim. Isso é naturalmente muito melhor para mim ...” Quanto ele deveria estar errado!

A intervenção de Ickx ajudou Prost à primeira vista
Não demorou muito para que muitos jornalistas vissem a ação acordada da "Máfia Francesa da F1" e a manipulação deliberada do resultado na intervenção apressada de Ickx. “Prefiro terminar aqui uma volta mais cedo do que outra depois. Foram condições drásticas, não pude deixá-los continuar ”, explicou Ickx, muitos acusados ​​de ser um lutador mais difícil no cockpit do que como diretor de corrida. A FISA impôs uma multa de US $ 6.000 a ele por "terminar a corrida sem consultar os oficiais da FIA", e mais tarde foi revogada da licença do Grande Prêmio. Apesar do fato de que logo após a ondulação, a chuva cedeu, o que Jacky não poderia ter adivinhado.

Mas agora à teoria prometida de que Ickx realmente machucou Prost por sua ajuda altruísta (se é que de fato). A corrida teve 77 voltas e, portanto, apenas metade dos pontos foram concedidos. Prost marcou para esta vitória apenas 4,5 pontos.

Vamos observar a possibilidade de a corrida continuar e terminar após duas horas ou 77 voltas completas com o resultado "lógico" de Senna, Bellof, Prost - ou Bellof, Senna, Prost (como os fãs alemães ainda hoje vêem). A equipe de Bellof Tyrrell foi posteriormente desclassificada por fraudes sobre o peso dos carros de todo o campeonato, e Prost teria marcado seis pontos atrás do vencedor do Senna pelo segundo lugar. Ele teria 1,5 pontos a mais no final da temporada do que após a ação de Ickx. E você sabe quantos pontos ele perdeu para Lauda como campeão mundial? 0,5!


Ou Stefan Bellof venceria em Tyrrell-Ford?
Foto: Roman Klemm

Se somente então...
Facit: Se Jacky Ickx não tivesse vencido o prêmio de Mônaco prematuramente em 1984 e não tivesse dado a Prost uma "vitória quase perdida", o francês se tornaria o campeão do mundo, não Niki Lauda, ​​graças ao provável segundo lugar neste Grand Prix. Tudo isso, no entanto, desde que Prost não sofra um defeito no rolamento da roda dianteira, como havia assumido a partir da 28ª volta.

Ah, e - do ponto de vista pessoal de uma "testemunha ocular com arrepios": aos domingos, eu assistia a corrida (confiando tolamente no tempo sempre perfeito no sul da França) apenas em uma camiseta que estava irremediavelmente encharcada pela manhã. Desde a primeira rodada, meus dentes estavam batendo com o frio - então, graças ao Monsenhor Ickx, você estava um pouco aquém da minha miséria há 35 anos!


Depois de mais de três décadas, Jacky Ickx se manteve firme: "Não lembrei de ninguém, só queria a segurança dos pilotos!"
Foto: Roman Klemm



FONTE PESQUISADA

KLEMM, Roman. Monako 1984: "Francouzská mafie F1" dala vítězství Prostovi, paradoxně tak pomohla k titulu Laudovi. Disponível em: <https://www.ctidoma.cz/historie/monako-1984-francouzska-mafie-f1-darovala-vitezstvi-prostovi-paradoxne-tak-pomohla-k-titulu>. Acesso em: 18 de novembro 2019. 


domingo, 17 de novembro de 2019

F1 1989 - Brasil (Fotos)


Os companheiros de Equipe da McLaren Ayrton Senna, à esquerda, e Alain Prost
GP do Brasil, Rio de Janeiro, 26 de março de 1989

Campeonato: Fórmula 1 1989
Evento: GP do Brasil
Data: domingo, 26 de março de 1989
Equipes: McLaren
Fotógrafo: Sutton Images

McLaren team mates Ayrton Senna, left, and Alain Prost
Brazilian GP, Rio de Janeiro, 26 March 1989

Championship: Formula 1 1989 (Formula 1, 1989)
Event: Brazilian GP
Date taken: Sunday, March 26, 1989
Teams: McLaren
Photographer: Sutton Images






Ayrton Senna (BRA) McLaren MP4/5
Grande Prêmio do Brasil, Rio de Janeiro, 26 de março de 1989

Fotógrafo: Sutton Images

Ayrton Senna (BRA) McLaren MP4/5
Brazilian Grand Prix, Rio de Janeiro, 26rd March 1989

Photographer: Sutton Images





A largada do Grande Prêmio e Ayrton Senna (BRA), McLaren MP4/5, a cagad... acontece nas costas de Riccardo Patrese (ITA), Williams FW12C, (extrema direita da foto)
Grande Prêmio do Brasil, Rd1, Rio de Janeiro, Brasil, 26 de março de 1989.

Fotógrafo: Sutton Images

The start of the Grand Prix and Ayrton Senna (BRA), McLaren MP4/5, runs into the back of Riccardo Patrese (ITA), Williams FW12C, (extreme right of picture)
Brazilian Grand Prix, Rd1, Rio de Janeiro, Brazil, 26th March 1989.

Photographer: Sutton Images

sábado, 16 de novembro de 2019

F1 1988 - Brasil e Alemanha (Fotos)


(Da esquerda para a direita): Alain Prost (FRA) McLaren e o companheiro de equipe Ayrton Senna (BRA) McLaren.
Campeonato Mundial de Fórmula 1 1988.

Fotógrafo: Sutton Images

(L to R): Alain Prost (FRA) McLaren and team mate Ayrton Senna (BRA) McLaren.
Formula One World Championship 1988.

Photographer: Sutton Images




Grande Prêmio do Brasil de 1988
Jacarepaguá, Rio de Janeiro, Brasil. 1-3 de abril de 1988.
Ayrton Senna, McLaren MP4-4 Honda, desqualificado.

Campeonato: Fórmula 1 1988
Evento: GP do Brasil
Data: domingo, 03 de abril de 1988
Piloto: Ayrton Senna
Equipe: McLaren

1988 Brazilian Grand Prix
Jacarepagua, Rio de Janeiro, Brazil. 1-3 April 1988.
Ayrton Senna, McLaren MP4-4 Honda, disqualified.

Championship: Formula 1 1988 (Formula 1, 1988)
Event: Brazilian GP
Date taken: Sunday, April 03, 1988
Drivers: Ayrton Senna
Teams: McLaren



Fãs de Ayrton Senna (BRA) McLaren.
Grande Prêmio da Alemanha, Hockenheim, 1988

Fotógrafo: Sutton Images


Fans of Ayrton Senna (BRA) McLaren.
German Grand Prix, Hockenheim, 1988

Photographer: Sutton Images