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terça-feira, 17 de maio de 2022

Ayrton Senna - Coletiva - Japão 1988 (2 Fotos)

 

Ayrton Senna e Alain Prost em entrevista coletiva.

Ayrton Senna and Alain Prost in a press conference.



Campeonato: Fórmula 1 1988 (Fórmula 1, 1988)

Evento: GP do Japão

Data da tomada: domingo, 30 de outubro de 1988

Local: Suzuka, Japão

Fotógrafo: Ercole Colombo


Championship: Formula 1 1988 (Formula 1, 1988)

Event: Japanese GP

Date taken: Sunday, October 30, 1988

Location: Suzuka, Japan

Photographer: Ercole Colombo


segunda-feira, 16 de maio de 2022

Ayrton Senna em entrevista coletiva - GP do Japão 1988 (3 Fotos)

 

Ayrton Senna em entrevista coletiva.

Ayrton Senna in a press conference.


Ayrton Senna e Alain Prost em entrevista coletiva.

Ayrton Senna and Alain Prost in a press conference.


Campeonato: Fórmula 1 1988 (Fórmula 1, 1988)

Evento: GP do Japão

Data da tomada: domingo, 30 de outubro de 1988

Local: Suzuka, Japão

Fotógrafo: Ercole Colombo


Championship: Formula 1 1988 (Formula 1, 1988)

Event: Japanese GP

Date taken: Sunday, October 30, 1988

Location: Suzuka, Japan

Photographer: Ercole Colombo




domingo, 25 de abril de 2021

Senna não inclui Lotus de Piquet entre os favoritos de 89

 D-2 ESPORTES – Sexta-feira, 18 de novembro de 1988.

Folha de S. Paulo

Da Reportagem Local

Senna dá entrevista em Cumbica com uma garota da Marlboro ao fundo, contratada pelo patrocinador da McLaren

Ayrton Senna não considera a Lotus como uma das equipes com chances de vencer o Mundial de Formula 1 em 89. O campeão de 88 desembarcou anteontem no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (município da Grande São Paulo), vindo de Buenos Aires, Argentina, em voo fretado, Senna chegou às 22h30 e concedeu uma entrevista coletiva no aeroporto. Questionado sobre quais seriam seus adversários principais no ano que vem ele respondeu: "Os mesmos de sempre.” Depois pensou e detalhou citando a Ferrari, Wiliams, Benetton e March. A Lotus de Nelson Piquet e Satoru Nakajima não foi includa na lista. 

Antes de começar a entrevista, Senna tentou encontrar os torcedores que esperavam por ele no saguão de desembarque. Eram cerca de 300 pessoas, segundo avaliação da assessoria de imprensa da Infraero. O encontro não foi possível. Quando o piloto apareceu através do vidro que divide o saguão da sala de bagagens, os torcedores invadiram a alfandega, causando correria entre os fiscais aduaneiros e os policiais federais que estavam no local. Senna voltou correndo e os torcedores tentaram alcança-lo até a entrada do "Free-Shop". Nessa hora os policiais se reagruparam e organizaram contra-ofensiva para limpar a sala.

Antes de ser "devorado" pelos fãs, Ayrton preferiu enfrentar a imprensa. Ele começou a entrevista pedindo desculpas pela falta de atenção com os repórteres em 88. "Foi um ano que exigiu muito do meu esforço", e disse também que só conseguiu ter a noção efetiva de que era o novo campeão quando chegou na Austrália.

Ayrton não tem planos para o período que vai ficar no Brasil. Segundo ele, tudo vai se resumir em descansar. "Em 15 dias tenho que pegar no batente de novo" disse. Senna participa dos testes coletivos que a maioria das equipes vai realizar na Espanha, em Jerez de la Frontera, nos primeiros dez dias de dezembro.

Sobre a temporada do ano que vem, Senna comentou que "o melhor desafio vai ser dos técnicos". São eles que devem fazer os carros de acordo com o novo regulamento, segundo o piloto. Nessa hora, Ayrton comentou o potencial do novo motor aspirado da Honda. Por conta do bom desempenho do equipamento nos testes realizados em Imola, antes do GP do Japão, Senna acha que a McLaren será muito competitiva em 89.

O campeão mundial evitou comentários polêmicos sobre seu companheiro Alain Prost e também sobre a McLaren e a Honda. Todas as vezes que os jornalistas citavam alguma declaração do francês para ouvir a opinião do brasileiro ele se esquivava. Em geral dizia: "Prefiro não acreditar que essa declaração seja verdadeira". Quando o assunto passou a ser as acusações contra a Honda ou a McLaren pelo fato suspeito de favorecimento desigual aos pilotos. Ayrton procurou ser enfático. Disse que considera uma ofensa para as duas empresas qualquer dúvida quanto à honestidade e ao profissionalismo de seu trabalho.

Mesmo elogiando o profissionalismo de sua equipe, Senna fez críticas a ela. Elas aconteceram quando o campeão foi consultado sobre a reação dos Ingleses aos acidentes sofridos por ele em Mônaco e Monza. Ayrton disse que a McLaren chamou sua atenção em Mônaco, porque ele não voltou aos boxes para explicar o acidente que o tirou da prova a 11 voltas do final, indo direto para a sua casa a 500 metros do local da batida. "Mas isso aconteceu", retomou. "Eles também falharam comigo no GP do Rio, que era importante para mim e eu fiquei com a alavanca de câmbio na mão, na hora da largada" completou Senna. A importância do GP do Brasil foi ressaltada por ele mais uma vez: "Talvez agora meu maior desejo seja ganhar aqui", revelou. Senna comentou também a possibilidade de a Fórmula 1 voltar a Interlagos. Para ele, a pista paulista tem todas as condições de sediar uma prova do Mundial, e isso só não acontece por "motivos políticos".

No fim da entrevista Senna reclamou de alguns veículos de imprensa que "não foram leais" a ele durante o ano. "A folha de S. Paulo é um exemplo puro" desses veículos, disse Ayrton.

Patrocinador contrata torcida

Os patrocinadores do campeão mundial de Fórmula 1 de 88 armaram um mini-evento para recebê-lo, ontem à noite no aeroporto de Cumbica. Até torcedores contratados estiveram lá. A entrevista coletiva foi realizada no primeiro andar do prédio da Infraero. Pela avaliação da assessoria de Imprensa do Piloto "mais de 500 pessoas compareceram ao local".

Foi uma recepção típica: até o beijoqueiro José Alves de Moura compareceu para se juntar a um público bastante eclético: membros da TAS, Torcida Organizada Ayrton Senna, funcionários do aeroporto, fãs avulsos, 20 bateristas da escola de samba Nenê de Vila Matilde, jornalistas e membros de uma "torcida" do Banco Nacional, patrocinador pessoal de Senna.

Além dos ritmistas de Vila Matilde, os que faziam mais barulho era os torcedores do Nacional. Um deles Aldo Dellore, 17, disse que os 50 "torcedores", 25 rapazes e 25 moças, foram contratos por uma agência de publicidade para a recepção. Cada um recebeu Cz$ 6 mil e uma camiseta pelo serviço, segundo Dellore, Todos usavam um boné com o nome do banco mas, segundo disseram, o boné teria que ser devolvido.

A assessoria de imprensa do piloto admitiu que "havia pessoas" contratadas pelos "patrocinadores" e disse que isso é normal na F-1. O responsável pela área de promoção do Nacional, Carlos Souza, foi procurado pela reportagem da Folha, até o fechamento desta edição mas, segundo sua secretária, estava em reunião.


FONTE PESQUISADA

SOLO, Lourdes. Senna não inclui Lotus de Piquet entre os favoritos de 89. Folha de S. Paulo, 18 de novembro de 1988, D-2 Esportes.


segunda-feira, 19 de abril de 2021

Senna exclui Piquet dos favoritos

Foto ilustrativa

Ayrton Senna fez sua primeira coletiva desde que chegou em férias

SÃO PAULO – Ayrton Senna  finalmente concordou em falar sobre automobilismo, após mais de 2 meses de férias no Brasil. E na sua primeira coletiva disparou: a McLa­ren e a Ferrari são as grandes favoritas ao titulo, desprezando assim a Lotus, de Nélson piquet.

– A Ferrari terminou o campeonato melhor e deverá começar me­lhor. E claro que o regulamento irá equilibrar o desempenho dos carros aspirados com os de motor turbo. Mas tenho certeza. que os turbos ainda levarão vantagem e a Ferrari e a McLaren disputarão o título.

Para o piloto, "a Fórmula-1 é business, depois é que vem um pouqui­nho de esporte". Com  este raciocínio, explicou porque  não  está preocupado com o seu relacionamento com o bicampeão mundial Alain Prost na McLaren/Honda.

–Teoricamente o Prost, que é um dos melhores pilotos da F-1 – se não for o melhor – teria vantagens dentro da equipe por já estar la há mui­to tempo e por ser amigo de todo o pessoal. Mas, a F-1 é um mundo que tem que ser entendido pela ótica do dinheiro, dos interesses em jogo. E estes interesses exigem que eu e o Prost funcionemos como uma equi­pe, cujo objetivo é conseguir os me­lhores resultados, seja com um ou com o outro. E assim que tudo foi acertado, inclusive por contrato.

Embora considere a Ferrari e a McLaren favoritas, Senna prevê um campeonato mais disputado devido as mudanças de regulamento deste ano, como as limitações de combustível (150 litros) e potência do turbo (2,5 atmosferas).

Ayrton embarcará no começo da próxima semana para Europa, onde fará seu primeiro teste com a McLaren/Honda no dia 15 de fevereiro. Este não será o carro que irá participar do GP do Brasil:

– O novo carro só irá ficar pronto para os testes de pneus marcados para Jacarepaguá. Atê lá, vamos testar o carro que o Prost já usou no Estoril,sendo superado apenas em milésimos de segundo pela Ferrari de Berger. É impossível falar sobre um carro antes dele ficar pronto, mas, por este resultado, podemos esperar que ele seja competitivo.

A maior parte do tempo da entrevista de Ayrton foi usada pelo piloto para justificar seu afastamento da imprensa, que ficou patente neste período no Brasil quando ele se negou a falar sobre automobilismo:

– Quando eu comecei minha carreira, tinha contato com uns 10 jornalistas. Com o passar do tempo este número foi crescendo a ponto de eu não ter mais tempo para quase nada. Se eu fosse atender a todos, perderia todo o tempo que tenho para férias e não bastaria. Além disso, meu trabalho não se restringe às pistas, pois gasto muito tempo negociando contratos, como o que me tirou da Lotus. Eu já tinha tudo definido em abril passado, mas só pude anunciar minha ida para a McLaren depois que a Lotus divulgou a contratação de Piquet.

Ayrton explicou ainda que terminou a temporada completamente esgotado e pediu a Ron Dennis, proprietário da McLaren, para não participar dos testes já realizados:

– Desde o meio do ano eu não aguentava mais. Só ia contando o número de GPs que faltavam para eu correr. Eu não tive condições de ir ao teste de Estoril em dezembro, e nem em outro, secreto, que foi feito este ano. Felizmente, após dois me­ses e meio sem sentar num carro de corrida, estou pronto para recomeçar, concluiu o piloto.

Ron Dennis e Ayrton Senna em 1988


FONTE PESQUISADA

O GLOBO. Senna exclui Piquet dos favoritos. O Globo, 04 de Fevereiro de 1988, Matutina, Esportes, página 32.


sexta-feira, 9 de agosto de 2019

França 1993 (Coletiva de Imprensa), San Marino 1993 (Treinos) e Hungria 1993 (Corrida) - Fotos


O piloto brasileiro Ayrton Senna dá uma coletiva de imprensa antes do Grande Prêmio da França de Fórmula 1, em Magny-Cours, em 3 de julho de 1993.

Brazilian driver Ayrton Senna gives a press conference before the Formula One French Grand Prix in Magny-Cours on July 3, 1993.




Ayrton Senna do Brasil pilota o #8 Marlboro McLaren McLaren MP4/8 Ford HBE7 V8 durante os treinos para o Grande Prêmio de San Marino em 25 de abril de 1993 no Autódromo Enzo e Dino Ferrari em Imola, San Marino.

Ayrton Senna of Brazil drives the #8 Marlboro McLaren McLaren MP4/8 Ford HBE7 V8 during practice for the San Marino Grand Prix on 25 April 1993 at the Autodromo Enzo e Dino Ferrari in Imola, San Marino.



Ayrton Senna do Brasil dirige o #8 Marlboro McLaren McLaren MP4/8 Ford HBE7 V8  durante o Grande Prêmio da Hungria em 15 de agosto de 1993 no Circuito de Hungaroring, Budapeste, Hungria.

Ayrton Senna of Brazil drives the #8 Marlboro McLaren McLaren MP4/8 Ford HBE7 V8 during the Hungarian Grand Prix on 15 August 1993 at the Hungaroring Circuit, Budapest, Hungary.

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

GP da África do Sul 1992 (Coletiva de Imprensa), GP da Austrália 1992 (Coletiva de Imprensa) e GP da França 1992 (Antes das Eliminatórias)


O brasileiro Ayrton Senna, piloto de Fórmula 1, sorri ao responder perguntas dos jornalistas durante uma coletiva de imprensa com o gerente da equipe de McLaren, Ron Dennis, na pista Kyalami em 27 de fevereiro de 1992. - O Grande Prêmio Sul-Africano de Fórmula 1 acontecerá em 1º de março de 1992 a primeira vez desde 1985.

Brazilian Formula One driver Ayrton Senna smiles as he answers newsmen questions during a press conference with Mc Laren team manager Ron Dennis at the Kyalami track on February 27, 1992. - The South African Formula One Grand Prix will take place on March 1, 1992, teh first time since 1985.




O piloto brasileiro de Fórmula 1 Ayrton Senna coça a cabeça quando perguntado durante uma coletiva de imprensa sobre seus planos para o próximo ano, em 5 de novembro de 1992, em Adelaide. - Senna estava incerto sobre sua carreira na Fórmula 1 na véspera das eliminatórias do Grande Prêmio da Austrália. 


Brazilian Formula One driver Ayrton Senna scratches his head whe asked during a press conference about his plans for next year, on November 5, 1992 in Adelaide. - Senna was uncertain about his career in Formula One on the eve of Adelaide Grand prix qualifying practises.



Ayrton Senna, campeão brasileiro de Fórmula 1, coloca seu capacete antes das eliminatórias, em 4 de julho de 1992, em Nevers, no dia anterior ao Grande Prêmio da França de Fórmula 1, em Nevers-Magny-Cours.

Brazilina Formula One champion Ayrton Senna puts on his helmet before qualifying rounds on July 4, 1992 in Nevers the day before the French Formula One Grand Prix in Nevers-Magny-Cours.

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

GP da Austrália 1988 (Ayrton Senna e Alain Prost, coletiva de imprensa), Senna e Prost 1988 e GP da Austrália 1988 (em ação) - Fotos


O novo campeão brasileiro da Fórmula 1 Ayrton Senna (esq.) e seu companheiro de equipe Alain Prost dão uma coletiva de imprensa em Adelaide em 10 de novembro de 1988, três dias antes da última corrida do campeonato de 1988.

Brazilian new Formula One world champion Ayrton Senna (L) and his teammate Alain Prost give a press conference held in Adelaide on November 10, 1988, three days before the last race of the 1988 championship.



Ayrton Senna ao lado de Alain Prost em 1988, ano em que o brasileiro conseguiu seu primeiro título mundial




Grande Prêmio da Austrália de 1988.
Adelaide, Austrália. 11 a 13 de novembro de 1988.
Ayrton Senna (McLaren MP4/4-Honda), 2ª posição, ação.

1988 Australian Grand Prix.
Adelaide, Australia. 11th - 13th November 1988.
Ayrton Senna (McLaren MP4/4-Honda), 2nd position, action.