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quarta-feira, 7 de agosto de 2024

"Adriane estava deitada triste para caramba porque já sabia", Gigi, Dono de Restaurante no Algarve

Mariana Madrinha, Vítor Rainho

21 de Setembro 2016 às 21:59



Recorda-se do que dia em que o Ayrton morreu?

Sim. Estava a Adriane Galisteu cá a dormir na casa dele da Quinta do Lago, eu fui lá a casa. No dia da morte dele quando lá fui, a Adriane estava deitada triste para caramba porque já sabia. Ele morreu na hora, a barra da direção tirou-lhe metade da massa encefálica. As pessoas ainda diziam que era mentira porque a corrida tinha continuado e tudo. O fax dele tinha aqueles rolinhos, o gabinete estava cheio de rolinhos espalhados pelo gabinete. É a imagem que tenho do 1º. de maio daquele ano. 

Gigi, Dono do "Restaurante do Gigi" no Algarve, Portugal


FONTE PESQUISADA

MADRINHA, Mariana; RAINHO, Vítor. Gigi: “As melhores redes sociais são as dos pescadores da Quarteira”. Disponível em: <https://sol.sapo.pt/2016/09/21/gigi-as-melhores-redes-sociais-sao-as-dos-pescadores-da-quarteira/>. Acesso em: 07 de agosto de 2025.










quinta-feira, 11 de julho de 2024

Senna e Gugelmin


Ayrton preferia o calor do Brasil, mas dedicou sua juventude na Inglaterra para trilhar o caminho para a Fórmula 1. Com seu amigo Maurício Gugelmin, compartilhou casas (e até o aluguel!) em Norwich e Esher, enfrentando desafios e momentos divertidos juntos!

No livro “Uma estrela chamada Senna”, o amigo nos contou um lado desconhecido de Ayrton: "O Becão era um cara solidário. Era brincalhão, mas essa faceta do seu caráter ficou escondida, porque a maioria só conheceu o Ayrton Senna piloto. (...) Comer ao lado dele exigia a atenção de uma largada. Se bobeasse, o prato da gente ficava cheio de vinagre ou o copo de leite apimentado". Que outras histórias sobre o Senna vocês querem descobrir?



terça-feira, 22 de novembro de 2022

Maurício Gugelmin e Ayrton Senna, GP de Portugal, anos 90


Maurício Gugelmin e Ayrton Senna com um menino durante o GP de Portugal, em Estoril. Começo dos anos 90.

Ayrton Senna, Mauricio Gugelmin and a boy in Portugal for the GP in Estoril. Early 90s.

quinta-feira, 28 de abril de 2022

Senna Lotus 1985 (Foto)



Ayrton Senna da Lotus em Detroit em 1985 com o amigo Russell Bulgin (Foto)

Ayrton Senna da Lotus em Detroit em 1985 com o amigo Russell Bulgin nas proximidades – um dos grandes escritores de corrida.

A foto mostra Ayrton Senna normalmente se aprofundando com seu engenheiro, Steve Hallam (de boné) e a equipe da Lotus no pitlane de Detroit em 1985.

Foto: Maurício Hamilton, câmera Canon Sure Shot.

segunda-feira, 28 de março de 2022

Lotus’s Ayrton Senna at Detroit in 1985 with friend Russell Bulgin (Photo)

Lotus’s Ayrton Senna at Detroit in 1985 with friend Russell Bulgin nearby – one of the great racing writers

The photo shows Ayrton Senna typically getting down to detail with his engineer, Steve Hallam (soft cap) and the Lotus crew in the Detroit pitlane in 1985.

Photo: Maurice Hamilton, Canon Sure Shot camera.

Flashback: Russell Bulgin, o escritor que fez amizade com Senna

Por duas décadas, Maurice Hamilton relatou do paddock da F1 com caneta, caderno e câmera Canon Sure Shot. Este mês vemos Ayrton Senna da Lotus em Detroit em 1985 com o amigo Russell Bulgin nas proximidades – um dos grandes escritores de corrida



AUTOR

Maurício Hamilton

A foto mostra Ayrton Senna normalmente se aprofundando com seu engenheiro, Steve Hallam (soft cap) e a equipe da Lotus no pitlane de Detroit em 1985. O homem para quem eu quero chamar sua atenção, no entanto, é o inglês alto no extremo direita.

Este é Russell Bulgin, um brilhante escritor de automobilismo que teve uma amizade única com Senna; uma daquelas relações calorosas e inesperadas que surgem de tempos em tempos entre uma estrela do esporte e um humilde jornalista. Bulgin foi um dos poucos – sem dúvida, o único – escritor fora da América do Sul que teve a total confiança de Senna. O vínculo deles levou a uma das entrevistas mais reveladoras que eu já li sobre qualquer piloto – não importa o cauteloso brasileiro – que variou desde a técnica de pilotagem de Ayrton, senso de sentimento e amor fundamental pelo esporte, até as fortes crenças e valores que sustentavam sua própria existência.

Uma medida mais dramática e colorida do respeito mútuo veio em 1986, quando Bulgin convenceu Senna a pilotar um carro de rally. Não apenas um carro de rali completo, mas quatro. E não durante uma volta rápida em um estacionamento em algum lugar, mas durante um teste sério em uma floresta galesa. Não deveria ser surpresa agora que o casal parou para tomar uma xícara de chá com a mãe e o pai de Russell enquanto passava por Shropshire, a Sra. Bulgin muito impressionada com este jovem amigo educado e encantador de seu filho.

Bulgin habilmente aproveitou o fascínio de Senna por fazer carros andarem rapidamente, a oferta de um Ford Sierra RS Cosworth, um Vauxhall Nova Sport, um Escort 3.6 V6 com tração nas quatro rodas e um Metro 6R4 se mostraram irresistíveis. A história resultante , intitulada Welsh rarebit , é uma peça clássica da prosa Bulgin, não apenas graças à análise precisa de Ayrton (e uma velocidade instantânea que impressionou enormemente os proprietários de carros de rally), mas também por causa da observação afiada e estilo conciso. da escrita.

Bulgin iria amarrar seu trabalho com uma sagacidade que seria a inveja de qualquer escritor de comédia. Uma peça inusitada do Grande Prêmio do Brasil, ao invés de ser um catálogo seco de eventos, tinha como tema a improvável visão do inglês desengonçado assumindo o papel de 'guardião' de Ayrton.

A perda de Russell para o câncer linfático, há 20 anos neste mês, aos 43 anos, roubou-nos um escritor original, criativo e fenomenalmente talentoso. Tão talentoso, pode-se dizer, quanto seu companheiro de São Paulo.


FONTE PESQUISADA

HAMILTON, . Flashback: Russell Bulgin, o escritor que fez amizade com Senna. Disponível em: <https://www.motorsportmagazine.com/archive/article/june-2022/59/flashback-russell-bulgin-the-writer-who-befriended-senna+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br>. Acesso em: 28 de abril 2022.

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Los lazos de Senna con Argentina: del karting a un podio con Reutemann, su idilio con Fangio y su única visita al Autódromo de Buenos Aires

El tricampeón mundial tuvo amigos argentinos desde sus inicios. Sus vuelos transpolares para visitar el país. La cena con el Chueco, el trunco encuentro con Michael Jackson y otras anécdotas. Sus ganas de correr acá en Fórmula 1

Por Dario Coronel

10 de Noviembre de 2020

Ayrton Senna el día que conoció el Autódromo de Buenos Aires, en 1993. Fue su única visita. A su izquierda, Martín Salaverry hijo y asoma Felipe McGough

Ese mediodía de noviembre de 1993, Ayrton Senna llegó al Aeropuerto Internacional de Ezeiza. Tomó su avión privado y volvió a Brasil para sus merecidas vacaciones en Angra dos Reis. Pero se fue con un entusiasmo especial porque al fin conoció el Autódromo de Buenos Aires Oscar y Juan Gálvez. Fue una visita relámpago al escenario donde anheló en correr en octubre del año siguiente, fecha original para la vuelta de la Fórmula 1 a la Argentina (luego se concretó en abril de 1995). El esperado reencuentro no llegó. Se mató en aquel accidente en Imola, el 1 de mayo de 1994. Los argentinos no pudimos verlo en la Máxima. Y el brasileño no logró volver a correr en nuestro país, donde tuvo una conexión desde sus comienzos en el automovilismo.

Ya en el karting Senna hizo amigos argentinos. El primero que estuvo muy cerca fue Marcelo García Lobelos que cubrió la especialidad para CORSA. Se conocieron en el Sudamericano de San José (Uruguay) en 1977. Ayrton, que por entonces tenía 17 años (nació el 21/03/1960), necesitó alguien que lo ayude en la difusión y le permitió publicar sus notas en primera persona. Valoró tanto lo del colega que en 1991, luego de ser tricampeón de la F1 y siendo el mejor piloto del planeta, lo invitó a la inauguración de su kartódromo en San Pablo.

Aunque en aquellos torneos sudamericanos forjó más amistades como la del sanjuanino Henry Martin y el porteño Gustavo Der Ohanessian. Ambos, además, fueron sus clientes ya que les compraron elementos que el paulista dejó de usar. Ayrton, si bien tuvo algunos sponsors, también necesitó vender porque no le sobró el presupuesto en sus comienzos. Fueron tiempos de sus únicas carreras en la Argentina. Primero en San Juan, del 6 y 8 de abril de 1979. Allí se realizó el certamen en el Kartódromo de El Zonda. Senna fue subcampeón detrás de su compatriota Deccio Bellini.

En charla con Infobae, Der Ohanessian recordó una anécdota de otra visita de Senna. "Estábamos en fábrica de Panther, que era el chasis con el que corría. También estaban Henry (Martin) y su papá, Pocho. Yo tenía 14/15 años. Y Roberto Brea, el dueño de la fábrica, me dijo ‘Gus, agarrá mi auto y andá buscarlo a Ayrton a Ezeiza. Traelo para acá y después lo llevamos al hotel’. Esto era en Valentín Alsina. Agarro el auto, un Peugeot 504, nuevito. Salí, hice cinco cuadras y se me cruzó una camioneta que llevaba verduras. Le pegué al medio, con tanta fuerza que el coche quedó donde estaba. Rompí toda la trompa y el radiador. A Ayrton nunca lo fuimos a buscar. Se agarró una calentura bárbara y se tomó un taxi hasta el hotel. Al otro día lo vimos en la pista y nos re puteó, pero cuando le contamos qué pasó se cagó de la risa”. De todas formas, el brasileño no pudo correr porque no tuvo una licencia argentina...

En 1981 fue invitado por la Asociación Cordobesa de Karting, que organizó un evento internacional para la categoría Seniors en la localidad de Saldan, el 14 y 15 de noviembre. Desertó en la primera y tercera carrera. Sin embargo en la restante fue segundo. En la suma de tiempos resultó octavo en la clasificación general.

Fue en Inglaterra donde sumó amistades argentas. En esa época usó su apellido paterno y se conoció como “Ayrton da Silva”. Primero generó un buen vínculo con Enrique Mansilla, a pesar de que tuvieron encontronazos dentro y fuera de la pista en la Fórmula Ford Británica. En una carrera en Mallory Park en 1981, el brasileño llegó a tomarlo del cuello y los que estuvieron con ellos impidieron que se fueran a las manos.

Otro compatriota que estuvo cerca es Víctor Rubén Rosso, con quien compitió en 1982 en la Fórmula Ford 2.000. Fue muy bueno el trato entre ambos. El cordobés tuvo que dejar de correr en islas por la Guerra de Malvinas, pero la amistad siguió y se mantuvieron en contacto. Volvieron a verse en una carrera de la Fórmula 3 Alemana en Nürburgring en 1985. Más tarde, en 1993, fue Senna el que se acercó a saludarlo en Suzuka, en el Gran Premio de Japón (su penúltima victoria en F1).

Senna en las islas británicas corrió y fue campeón de la Fórmula Ford 1.600 en 1981, Fórmula Ford 2.000 en 1982 y en la Fórmula 3 en 1983. Luego debutó en la Máxima en 1984 y su historia es muy conocida: tres títulos mundiales con McLaren (1988, 1990 y 1991), 41 victorias, 65 poles positions (récord batido por Michael Schumacher en 2006) y 19 récords de vueltas.

Mientras disputó su temporada debut en la F1, Ayrton fue invitado por Mercedes-Benz para una carrera promocional del modelo 190 E 2.3-16. Compitieron 20 pilotos de F1, entre ex corredores y otros que estaban en actividad. Fue en el circuito chico que se estrenó en Nürburgring. Luego de 12 vueltas Senna ganó esa competencia. En el podio lo escoltaron Niki Lauda y Carlos Alberto Reutemann.

En tanto que hubo un argentino que lo marcó y fue Juan Manuel Fangio. Siempre dijo que el Chueco fue el mejor piloto de la historia. Cada vez que pudieron encontrarse en algún circuito donde corrió la F1 mantuvieron cálidas charlas. Y fue en Brasil, en 1993, cuando se vio un pico emotivo. Tras su triunfo, el Quíntuple le entregó el trofeo, Senna lo abrazó y delante de todos lo señaló diciendo “él es el 1”.

“Durante toda su carrera demostró que fue el mejor y lo sigue siendo. Pero por sobre todo es un gran hombre”, aseguró Ayrton sobre el balcarceño. En una ocasión el brasileño pudo cenar con Fangio en Buenos Aires. Entre 1991 y 1993, finalizada la temporada de F1 en Australia, Senna se tomó un vuelo transpolar hacia la Argentina por eventos organizados por Marlboro (por entonces principal sponsor de McLaren). Pero también vino porque le gustaba nuestro país.

Aquella reunión cumbre fue en 1991 y hubo elogios compartidos. Fangio indicó que “está muy bien el joven. Tiene mucho tiempo, muchas condiciones. Le deseo lo mejor porque aparte de un gran piloto es un gran señor y eso es lo más importante”. Senna no se quedó atrás y aseguró que “es muy grande poder compartir con Fangio algunos momentos de mi carrera. Él siempre demostró mucho cariño por mí, afecto y admiración. Él fue el piloto que conquistó cinco títulos del mundo”. Y tiró un guiño para sus seguidores en nuestro país. “Un abrazo a todos los amigos argentinos y quién sabe, en algún futuro, los Grandes Premios de F1 retornen a la Argentina, porque la pasión que los aficionados argentinos tienen por las carreras es tan grande o mayor que los brasileños. Quién sabe, algún día, si sigo corriendo, pueda correr en el retorno de la F1 aquí en Buenos Aires”.


Encuentro entre Ayrton Senna y Juan Manuel Fangio en 1991

Respecto de esas visitas a fin de año a nuestro país, otro compatriota que tuvo mucho trato con él es el colega Felipe McGough, uno de los máximos responsables del regreso de la F1 de 1995 a 1998. Es uno de los argentinos que más conoce el ambiente de la Máxima. Infobae también habló con él y contó ricas anécdotas con Senna. Entre ellas, su única visita al Autódromo de Buenos Aires.

“Lo conocí en Inglaterra, cuando corrió con ‘Quique’ Mansilla y ‘Bichín’ Rosso. Pero al principio era uno más. Luego tuvimos una muy buena relación en el final de su carrera. Cuando fue campeón en 1991 nos invitó a la inauguración de su kartódromo. Era un tipo muy sencillo. Le encantaba la Argentina porque nuestro automovilismo tenía mucha pasión como en Brasil. Se tomaba un vuelo transpolar desde Australia para visitar nuestro país”.

“Cuando vino en 1991 lo entrevistamos con Fernando Tornello y luego nos pidió si lo podíamos reunir con Fangio. Fue ahí que se juntaron para cenar. Ayrton, siempre que pudo, quiso verlo a Juan”.

“En 1992 cuando vino de Australia lo fuimos a buscar a Ezeiza para hacer los trámites aduaneros. Quedamos en hacer dos notas en el salón VIP del aeropuerto, una larga para nuestro programa en Telefe (transmitía las carreras de F1 en el país), y otra se la hizo ‘Lanchita’ Bissio para VideoMatch, que fue muy graciosa. Bueno, resulta que Ayrton me dio su pasaporte y la persona de migraciones que me atendió me dijo ‘le falta la primera página’. Vuelvo caminando y Senna me miraba de reojo. Y me dijo 'sí ya sé, por fue el hijo de… de Berger (Gerhard), que me la arrancó antes de subir al avión en Australia. Fue una broma. Pero no me hice problemas porque en Brasil me van a dejar a entrar”. Volví a migraciones y hablé con la misma persona y le rogué ‘por favor, déjenlo pasar ¡Es Ayrton Senna!’ Me respondió ‘sí, ya sé que es Senna... Está bien, que pase, pero váyanse de acá’. Zafamos y pudimos entrevistarlo".

“La de 1993 fue una visita en la región impulsada por Marlboro, que incluyó una conferencia de prensa. Ese año se dio otra gran anécdota porque se hospedó en el Four Seasons, el mismo hotel donde estuvo Michael Jackson. Ayrton me dijo ‘quiero conocer a Michael ¿me podés ayudar?’ Yo conocía a Héctor Cavallero y hablamos. Él fue el productor que lo trajo a Jackson, que no tuvo tiempo para conocerlo a Senna. Hubiera sido un gran encuentro”.

“Hubo otra donde en el podio de Brasil en 1993, cuando él ganó y lo saludó a Fangio, revoleó su gorra que la agarró Juan Fossaroli (cronista en los GGPP de la F1), que en ese momento era camarógrafo. La manoteó y se la quedó. Luego cuando Senna vino a nuestro país ese año se la firmó. Ayrton se acordó de esa gorra y en broma le dijo que se la devuelva”. El colega Fossaroli contó que aquella gorra se perdió en una mudanza en 2009...

“En 1993 nosotros ya veníamos con conversaciones con Bernie Ecclestone para hacer la carrera en la Argentina. Marlboro fue el principal sponsor y para darle manija al tema coordiné para llevarlo a Ayrton a conocer el Autódromo de Buenos Aires. Nuestra idea era utilizar el Circuito 15 (luego se usó el 6 por un tema de seguridad), que era donde la F1 corrió en los años setenta y hasta 1981. Él se acordó mucho de esa época y habló del ‘Lole’ Reutemann. Dimos una vuelta por ese trazado y le encantó. Se imaginó corriendo ahí y esperaba que pronto pudiéramos cerrar la fecha en Argentina. Después lo llevé a Ezeiza. Hace un tiempo Martín Salaverry hijo (en esos años su padre fue responsable de la gestión privada del Autódromo) me mandó una foto en la que estamos los tres. Es muy especial esa imagen porque fue la única vez que Senna estuvo en el Autódromo”.

A propósito, Viviane Senna, su hermana, en una entrevista con CORSA en 2018, aseguró que “Ayrton hubiera querido correr en la Argentina. Era muy querido por la afición de allá y él también tenía un enorme cariño por el país”.

Esa tarde de noviembre de 1993, Ayrton empezó sus vacaciones, pero ya se imaginó cómo iba a correr en Buenos Aires. No fue posible verlo en la F1 en el Autódromo. Pasó menos de un año entre su muerte y el regreso de la Máxima a nuestro país, el 9 de abril de 1995. Ese fin de semana cuando los pilotos debieron clasificar bajo la lluvia, todos tomaron varios recaudos y esperaron para salir a pista. Era muy riesgoso hacerlo en un trazado nuevo y con pista mojada. Pero él estuvo presente. Alguien dijo “si Senna estaría con vida, hubiera sido el primero en salir a girar”. Ya era una leyenda sin fronteras. Y el amor de los argentinos llegó hasta el cielo con una bandera cuya dedicatoria fue “Ayrton: en Argentina, te queremos igual que a Fangio y Reutemann”.



FONTE PESQUISADA

CORONEL, Dario.  Los lazos de Senna con Argentina: del karting a un podio con Reutemann, su idilio con Fangio y su única visita al Autódromo de Buenos Aires. Disponível em: <https://www.infobae.com/america/deportes/2020/11/10/los-lazos-de-senna-con-argentina-del-karting-a-un-podio-con-reutemann-su-idilio-con-fangio-y-su-unica-visita-al-autodromo-de-buenos-aires/>. Acesso em: 20 de novembro 2020. 



domingo, 26 de julho de 2020

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Não há ninguém como Senna, diz ex-preparador do brasileiro


21 de mar de 2018 18:56
motorsport.uol.com.br

No dia em que Ayrton Senna completaria 58 anos, Josef Leberer conta como era seu trabalho e sua relação com o tricampeão da Fórmula 1

Hoje na Sauber, o preparador físico austríaco Josef Leberer trabalha há muito tempo na Fórmula 1 e já ajudou muitos pilotos a estarem em forma para a cansativa missão de manterem a forma durante a categoria, entre eles Ayrton Senna.

Nesta quarta-feira (21) dia em que Senna completaria 58 anos, Leberer conversou com o Motorsport.com e contou como era sua relação e seu trabalho com o tricampeão da Fórmula 1.

Leberer conta que, em 1988, seu primeiro ano na McLaren, percebeu que o brasileiro tinha a personalidade tão forte quanto a de Alain Prost, seu companheiro de equipe na época.

“Tanto Ayrton quanto Prost eram personagens muito fortes. Nós tentamos cumprir seus desejos. Eu acho que eles entenderam. Prost era um pouco mais velho, mas Senna tinha a minha idade. Eu podia ver que Senna era muito rigoroso, muito disciplinado consigo mesmo e, claro, com suas expectativas das pessoas ao seu redor. Eu tentava descobrir o que ele queria comer e meu trabalho principal era ver que tipo de terapia eu podia fazer”.

“Ele era uma pessoa tímida. Mas do outro lado ele tinha um bom pressentimento das pessoas. Eu acho que ele entendeu que a química estava certa. Ele era uma pessoa muito sensível. Teve um bom pressentimento de que eu tentei fazer o meu melhor. Você não pode forçar, apenas acontece”, completou.

O austríaco contou também que Ayrton também costumava surpreendê-lo, como fez na noite de um domingo após uma semana inteira de trabalho.

“Num domingo à noite ele de repente me ligou. Eu estava morto após uma semana de trabalho com ele, queria dormir. Eu pensei que ele queria outra terapia ou mensagem, mas ele estava apenas querendo saber o que eu estava fazendo e me convidou para jantar”.

“Eu achei isso muito legal. Todo mundo queria ir jantar com ele, o prefeito, o presidente e ele estava me convidando. Um amigo disse muitos anos depois, que foi porque ele viu o que eu tinha feito com Prost e pensou que esse cara não era tão estúpido, que seria bom deixá-lo do meu lado”, completou.

“Eu era provavelmente um pouco ingênuo e pensei que era apenas porque ele era uma pessoa legal. Mas também poderia ter sido isso. Ele era legal, eu o conhecia, estava com amigos e foi uma semana muito boa. Até Ron Dennis veio a mim no domingo para me agradecer. O designer Gordon Murray também se tornou um amigo. Eu não poderia ter sonhado com um começo melhor”.

“Não existe ninguém como Senna”

Leberer diz que nunca trabalhou com alguém tão intenso quanto Senna, com o mesmo foco e atenção aos detalhes.

“Era incrível como todos os detalhes eram importantes para ele. Foi um prazer trabalhar com ele porque ele apreciava o que quer que você fizesse. Até a comida era muito importante para ele. Ele absorvia tudo, como uma esponja. O que quer que você tentasse explicar, ele perguntava o que estávamos fazendo. Isso era muito bom. Eu não acho que exista alguém como ele”.

“Quando eu fazia uma salada, às vezes havia uma urgência e eu tinha que procurar outras pessoas e pedia para fazerem o molho de salada para ele e ele imediatamente sabia 'este não era seu molho, esta não era sua salada, estava um pouco fora’”.

Leberer também lembra que mesmo sendo muito focado e exigente, Senna aceitava tranquilamente os conselhos de seu preparador, que depois de certo tempo trabalhando com o brasileiro, assumiu o posto de amigo.

“Ele era muito duro com algumas coisas. Eu também já era experiente e depois de um tempo eu podia me permitir dizer ‘ouça, eu recomendaria fazer isso ou não fazer isso’ e ele era muito aberto a isso”.

Entrevista de Filip Cleeren



FONTE PESQUISADA

CLEEREN, Filip. Não há ninguém como Senna, diz ex-preparador do brasileiro. Disponível em: <https://motorsport.uol.com.br/f1/news/nao-ha-ninguem-como-senna-diz-ex-preparador-do-brasileiro-1017039/1649520/>. Acesso em: 29 de outubro 2019. 

terça-feira, 7 de maio de 2019

Ayrton Senna na Minardi? Isso mesmo. Poderia ter acontecido...


Voando Baixo — Rio de Janeiro
05/05/2019 08h00  Atualizado há 2 dias

Foto: Reprodução

Sabe aquelas coisas que se te contarem você não acredita? Então... Procurando histórias diferentes sobre Ayrton Senna, na semana em que a morte do piloto completa 25 anos, acabei me deparando com essa. O tricampeão na Minardi, uma das equipes pequenas mais queridas pelos fãs na história da Fórmula 1? Poderia ter acontecido. Pelo menos é o que conta Giancarlo Minardi, fundador do extinto time, que foi comprado pela Red Bull e deu origem ao que hoje é a STR na categoria.

Antes de voltar ao passado, vamos ao presente. No último dia 1º de maio, o ex-dirigente da equipe organizou um festival em homenagem à memória de Ayrton Senna no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Imola. O Ayrton Day contou com vários carros usados pelo brasileiro em sua carreira, além de modelos mais recentes da Fórmula 1, além de uma exposição de fotos e o lançamento do livro "Senna Inedito", de Pino Allievi, Roberto Boccafogli, Carlo Cavicchi, Giorgio Piola e Carlos Sanchez.

Ayrton Day movimentou o Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Imola, no dia 1º de maio — Foto: Divulgação

Depois disso, então, voltemos ao passado. Ayrton Senna e Giancarlo Minardi sempre tiveram uma boa relação de amizade nos bastidores da Fórmula 1. Como é tradição na categoria, aliás, as pequenas equipes normalmente são as melhores em termos de comida no paddock. No caso da Minardi, não era diferente. A equipe de Faenza, pequena cidade italiana de pouco mais de 53 mil habitantes localizada na região da Emilia-Romagna, tinha como marca registrada um cardápio típico de sua área na Itália. E volta e meia alguns pilotos, incluindo Senna, ia no motorhome do time para fazer uma boa refeição.

A relação de Senna com a Minardi, contudo, começou muito antes. Em 1982, quando o brasileiro disputava a Fórmula Ford na Inglaterra, Giancarlo Minardi fez um convite para Ayrton Senna correr por sua equipe na Fórmula 2. Paolo Barilla, que viria a ser piloto da equipe na F1, foi o responsável por notar o talento do brasileiro e o recomendar.

Uma das idas de Ayrton Senna ao motorhome da Minardi, em 1989 — Foto: Reprodução

- No fim de semana de Hockenheim, convidei o jovem Senna para um jantar no hotel. Ofereci 50 milhões de liras para ele correr para a gente na Fórmula 2, mas ele recusou educadamente. Ele me agradeceu porque eu fui o primeiro a oferecer um contrato remunerado para ele correr. Desde aquele dia, nas etapas em que a F2 e a Fórmula Ford dividiam os fins de semana, ele vinha ao nosso motorhome para jantar. E a boa relação começou ali - relembrou Minardi ao livro "Forza Minardi".

Apesar da amizade, Giancarlo evitou que Senna corresse por sua equipe em 1993. Naquele ano, o brasileiro passava por problemas na McLaren e estava insatisfeito com o carro e pelo fato de o time ter perdido os motores Honda e comprado os fracos Ford HB para a temporada. Outra história famosa daquele ano, contada por meu amigo Fred Sabino no blog F1 Memória, é a de que Senna teria chegado a abrir negociações com a Jordan para 1993, segundo o próprio Eddie Jordan.

- A gente se falava muito pelo telefone quando ele estava no Brasil. Nos GPs, ele vinha escondido para jantar no nosso motorhome. E no começo de 1993, por causa dos problemas na McLaren, ele tinha decidido correr pela Minardi, mas o convenci de não tomar essa decisão. Depois disso, ele fechou o famoso acordo de "US$ 1 milhão por corrida", naquela que talvez tenha sido sua melhor temporada na Fórmula 1 - disse Minardi.



Uma das conversas entre Ayrton Senna e Giancarlo Minardi na F1 — Foto: Reprodução 

Mas a história não parou por aí. Em uma entrevista na época, Milton Senna da Silva, pai do tricampeão, disse que o brasileiro queria correr pela Minardi depois de se sagrar pentacampeão na F1. A história que ficou famosa, porém, contada até pelo francês Jean Todt, então chefe da Ferrari e atual presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), era que o brasileiro iria correr por um time italiano após a Williams, mas pela tradicional Ferrari. Giancarlo conta que não era bem assim.

- Senna me disse em varias ocasiões, acho que em tom de brincadeira, que depois de conquistaro pentacampeonato bater seu ídolo (Juan Manuel) Fangio, ele correria uma temporada conosco para encerrar sua carreira. Se seu pai não tivesse revelado essa história, eu nunca teria falado sobre isso. Seria como trair um amigo - completou Minardi.

Mais um dos vários encontros de Ayrton Senna com Giancarlo Minardi no paddock — Foto: Reprodução

Os trágicos acontecimentos daquele 1º de maio de 1994 não deixaram que o mundo visse se essa história ia realmente se materializar um dia na Fórmula 1. Mas admita: você não ficou curioso para saber como seria uma temporada de Ayrton Senna na Minardi? Eu fiquei.



FONTE PESQUISADA

LOPES, Rafael. Ayrton Senna na Minardi? Isso mesmo. Poderia ter acontecido.... Disponível em: <https://globoesporte.globo.com/blogs/voando-baixo/post/2019/05/05/ayrton-senna-na-minardi-isso-mesmo-poderia-ter-acontecido.ghtml>. Acesso em: 07 de maio 2019.


sábado, 16 de março de 2019

Galvão relembra Senna antes de início de temporada F1: "sentimos sua falta"

Galvão Bueno ao lado de capacete da última vitória de Ayrton Senna na F1
Imagem: Reprodução

Do UOL, em São Paulo
16/03/2019 08h37

A temporada 2019 da Fórmula 1 marcará 25 anos da morte de Ayrton Senna. Nas redes sociais, Galvão Bueno aproveitou para relembrar o piloto brasileiro antes do início de mais um campeonato da principal categoria do automobilismo mundial. A primeira corrida do ano será neste domingo (17), no GP da Austrália.

"Que momento emocionante. Realmente, traz todas as lembranças (...) Estou do lado do capacete que Ayrton Senna usou na última vitória dele na Fórmula 1, justamente na Austrália, em 1993. É uma peça que não se pode tocar mais. E aqui, a placa comemorativa do tricampeonato em 1991. Recado pessoal, muito pessoal: Becão, que é como a família e os amigos chamavam, esteja você onde estiver, nós te amamos muito e sentimos muito a sua falta", disse o narrador da Rede Globo em publicação no Instagram.




Ayrton Senna morreu em maio de 1994 após acidente em Ímola, na Itália. O brasileiro, tricampeão mundial da F1, teve 41 vitórias na categoria -- a última delas na Austrália, no ano anterior a sua morte.

Ontem, Galvão Bueno já havia utilizado as redes sociais para homenagear Charlie Whiting, diretor da Fórmula 1 que morreu na última quarta-feira (13), vítima de uma embolia pulmonar.

Na madrugada de hoje, Lewis Hamilton garantiu a pole position em Melbourne. Ele vai largar na primeira posição pela oitava vez no circuito e igualou Senna e Michael Schumacher como recordista de poles em uma mesma pista.



FONTE PESQUISADA


UOL - Galvão relembra Senna antes de início de temporada F1: "sentimos sua falta". Disponível em: <https://esporte.uol.com.br/f1/ultimas-noticias/2019/03/16/galvao-relembra-senna-antes-de-inicio-de-temporada-f1-sentimos-sua-falta.htm>. Acesso em: 16 de março 2018.










domingo, 17 de fevereiro de 2019

Adriane Galisteu, Foi o Melhor Momento da Vida de Ayrton Senna



Reginaldo Leme, jornalista que acompanhou toda a carreira de Ayrton Senna e foi seu amigo pessoal, diz que Ayrton, no último ano de sua vida, estava se dedicando muito mais a vida pessoal do que a profissional.



sábado, 16 de fevereiro de 2019

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Galvão Bueno se emociona ao lembrar de Ayrton Senna no programa Vozes: "Herói nacional"

[Galvão Bueno sempre forçado. Forçando o choro quando fala de Senna na TV. Agora deu pra isso.]

Trajetória espetacular é passada a limpo pelo narrador e também amigo: "Gênio"

Por Sportv — Rio de Janeiro
30/10/2018 14h21

Baú do Esporte: Galvão Bueno relembra tricampeonato de Ayrton Senna na Fórmula 1

- Acabei mudando o nome dele. Ele passou a ser Ayrton Senna do Brasil. Que sobrenome bonito, espetacular. Porque o Ayrton passou da condição de ídolo. Era uma espécie de herói nacional.

Galvão Bueno não conteve a emoção no programa Vozes que foi ao ar nesta terça-feira, no Sportv. A trajetória do gigante do automobilismo mundial foi repassada pelo amigo com lembranças de narrações e bastidores.

 No Vozes, Galvão lembrou dos grandes momentos de Ayrton Senna — Foto: Sportv

- Era nosso herói das manhãs de domingo. Gênio.

Galvão contou tudo no Vozes, um dos programas da faixa Baú do Esporte que vai ao ar diariamente às 8h15 no SporTV, com reapresentação durante o dia no SporTV 2.


O programa resgata o início de Senna no automobilismo como uma "atividade lúdica mexendo em parafusos do kart", chegando à primeira vitória, ainda em meados da década de 1980. A trajetória espetacular narrada por Galvão foi lembrada pelo próprio, que enfrentou mais uma vez as imagens e dores daquela corrida na Itália em 1994, quando Senna partiu.

- Aquela corrida não podia ter acontecido. Foi o dia mais difícil da minha vida.

Ayrton Senna foi tema do Vozes desta terça-feira — Foto: Sportv



FONTE PESQUISADA

SPORTV - Galvão Bueno se emociona ao lembrar de Ayrton Senna no programa Vozes: "Herói nacional". Disponível em: <https://sportv.globo.com/site/programas/bau-do-esporte/noticia/galvao-bueno-se-emociona-ao-lembrar-de-ayrton-senna-no-programa-vozes-heroi-nacional.ghtml>. Acesso em: 30 de outubro 2018.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Owen Lembra Brincadeiras Que Fazia Com Senna Sobre Adriane Galisteu, Grande Amor do Tricampeão



Owen O’Mahony (piloto do jato de Ayrton Senna) disse: "Adriane Galisteu [companheira de Ayrton] era uma garota linda, eu tenho uma foto que nos abraçamos. Mostrei a Ayrton e disse: ‘Veja, aqui está a prova de que ela prefere homens mais velhos ‘. E ele disse: 'Owen, vou lembrar disso quando negociarmos seu próximo contrato!’ e uma vez eu disse a ele em Mônaco:'Tire todos os cartões de crédito dela e nem sequer a mostre e ele disse que não era um problema. ' Esta é a melhor garota que eu já conheci. Tudo o que ela quer fazer é ir ao McDonald's! '' 


Owen O’Mahony falando de Senna para um Documentário para a TV Globo 




FONTE PESQUISADA


JEDENAK. historia Owena O`Mahony, pilota i przyjaciela Ayrtona Senny, czyli.... Disponível em: <Fonte: http://www.jedenak.pl/senna/owen.htm
>. Acesso em: 18 de setembro 2018.