Matéria exibida após Treino Classificatório para o Grande Prêmio da China de Fórmula 1 2016 - SporTV 02/04/2016
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quarta-feira, 8 de março de 2017
Reginaldo Leme Narra Seus Últimos Momentos Com Ayrton Senna (Vídeo)
Matéria exibida após Treino Classificatório para o Grande Prêmio da China de Fórmula 1 2016 - SporTV 02/04/2016
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Quem foi o Culpado Pela Morte de Ayrton Senna? EM CONSTRUÇÃO
Na manhã do dia 01 de maio de
1994, antes da corrida, em Ímola, Ayrton Senna teve uma conversa com o dono da
F1, Bernie Ecclestone, e disse: "Bernie suspende a corrida porque o trem
está feio, tá inseguro, morreu o Ratzenberger ontem, o Rubinho bateu". Bernie
Ecclestone respondeu pra ele: "Você é um campeão mundial, você tem que lhe
dar com isso, nós temos compromissos assumidos e vai ter a corrida sim". E
obrigou Ayrton a entrar no carro.
Viviane Senna com Bernie Ecclestone
Como pode a irmã do Ayrton,
Viviane, sentar e ainda sorri ao lado do homem que poderia ter evitado a morte
do irmão dela, cancelando o maldito GP de Ímola e não fez nada?
Se tem alguém que poderia ter evitado a morte do Ayrton era ele... Que praticamente obrigou Ayrton a entrar naquele carro e disputar a prova.
Cresceram juntos, eram irmãos, mas cadê o amor nessa família?
Jamais me sentaria perto desse homem, se Ayrton fosse meu irmão, nem por todo dinheiro do mundo... Mesmo sendo fã, eu também não me sentaria perto desse homem.
Se tem alguém que poderia ter evitado a morte do Ayrton era ele... Que praticamente obrigou Ayrton a entrar naquele carro e disputar a prova.
Cresceram juntos, eram irmãos, mas cadê o amor nessa família?
Jamais me sentaria perto desse homem, se Ayrton fosse meu irmão, nem por todo dinheiro do mundo... Mesmo sendo fã, eu também não me sentaria perto desse homem.
FONTE PESQUISADA
Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=h7Bnay8rmR0>.
Acesso em: 14 de maio 2014.
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sexta-feira, 2 de maio de 2014
Quer Saber a Última Frase de Ayrton Senna Segundos Antes de Morrer?
Ironicamente, a última frase de Ayrton Senna foi: “O
carro parece ok” segundos depois a barra de direção quebrou e o carro se chocou
violentamente contra o muro.
FONTE PESQUISADA
10 coisas que você não sabia
sobre Ayrton Senna. Disponível em: <http://lista10.org/celebridades/10-coisas-que-voce-nao-sabia-sobre-ayrton-senna/>.
Acesso em: 02 de maio 2014.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Uma Curiosidade Macabra Sobre o Acidente de Ayrton Senna
Última Entrevista De Ayrton Senna Revelada: Temia Pela Segurança
Brasileiro autografou mapa do circuito na zona
da curva Tamburello
27/03/2014
autoportal.iol.pt
Quase vinte anos depois da sua morte, foi
agora revelada a última entrevista que Ayrton Senna deu em vida, na manhã de 1
de maio de 1994, dia em que perdeu a vida no circuito de Ímola, em San Marino.
Senna esteve com o seu companheiro de equipa na Williams, Damon Hill, numa sessão de perguntas e respostas moderada Richard West, diretor comercial da equipa.
Devido aos trágicos acontecimentos dessa tarde, a entrevista nunca chegou a ser publicada. Aliás, West diz mesmo que até se esqueceu que a tinha feito, até ter recebido uma cassete de vídeo com a gravação, enviada por uma fonte anónima.
Agora, a revista «F1 Racing» revela partes da conversa, com Senna a focar, essencialmente, questões de segurança. Recorde-se que o austríaco Roland Ratzenberger tinha morrido na véspera durante a sessão de qualificação e Rubens Barrichello estava no hospital depois de um aparatoso acidente nos treinos livres.
“O pitlane é muito estreito e há lá muita gente. Vai ser muito, muito perigoso. Já falámos disso hoje e estamos a pensar pedir aos responsáveis da FIA para introduzirem um limite de velocidade no pitlane”, afirmou Senna.
Apesar de acontecer no dia do GP de San Marino, a entrevista já tinha como ponto de encontro o seguindo GP do Mónaco.
Uma curiosidade macabra aconteceu a seguir. Ayrton Senna autografou uma cópia do mapa do circuito, colocando a sua assinatura ao lado da curva Tamburello, a mesma onde acabou por bater e perder a vida.
JTF
tag: macabro
Senna esteve com o seu companheiro de equipa na Williams, Damon Hill, numa sessão de perguntas e respostas moderada Richard West, diretor comercial da equipa.
Devido aos trágicos acontecimentos dessa tarde, a entrevista nunca chegou a ser publicada. Aliás, West diz mesmo que até se esqueceu que a tinha feito, até ter recebido uma cassete de vídeo com a gravação, enviada por uma fonte anónima.
Agora, a revista «F1 Racing» revela partes da conversa, com Senna a focar, essencialmente, questões de segurança. Recorde-se que o austríaco Roland Ratzenberger tinha morrido na véspera durante a sessão de qualificação e Rubens Barrichello estava no hospital depois de um aparatoso acidente nos treinos livres.
“O pitlane é muito estreito e há lá muita gente. Vai ser muito, muito perigoso. Já falámos disso hoje e estamos a pensar pedir aos responsáveis da FIA para introduzirem um limite de velocidade no pitlane”, afirmou Senna.
Apesar de acontecer no dia do GP de San Marino, a entrevista já tinha como ponto de encontro o seguindo GP do Mónaco.
Uma curiosidade macabra aconteceu a seguir. Ayrton Senna autografou uma cópia do mapa do circuito, colocando a sua assinatura ao lado da curva Tamburello, a mesma onde acabou por bater e perder a vida.
JTF
tag: macabro
FONTE PESQUISADA
Última entrevista de Ayrton Senna revelada: temia
pela segurança. Disponível em:
<http://www.autoportal.iol.pt/desporto/f1-desporto/ultima-entrevista-de-ayrton-senna-revelada-temia-pela-seguranca>.
Acesso em: 27 de março 2014.
Última Entrevista De Ayrton Senna Revelada: Temia Pela Segurança
Brasileiro autografou mapa do circuito na zona da
curva Tamburello
27/03/2014
27/03/2014
autoportal.iol.pt
Quase vinte anos depois da
sua morte, foi agora revelada a última entrevista que Ayrton Senna deu em vida,
na manhã de 1 de maio de 1994, dia em que perdeu a vida no circuito de Ímola,
em San Marino.
Senna esteve com o seu companheiro de equipa na Williams, Damon Hill, numa sessão de perguntas e respostas moderada Richard West, diretor comercial da equipa.
Devido aos trágicos acontecimentos dessa tarde, a entrevista nunca chegou a ser publicada. Aliás, West diz mesmo que até se esqueceu que a tinha feito, até ter recebido uma cassete de vídeo com a gravação, enviada por uma fonte anónima.
Agora, a revista «F1 Racing» revela partes da conversa, com Senna a focar, essencialmente, questões de segurança. Recorde-se que o austríaco Roland Ratzenberger tinha morrido na véspera durante a sessão de qualificação e Rubens Barrichello estava no hospital depois de um aparatoso acidente nos treinos livres.
“O pitlane é muito estreito e há lá muita gente. Vai ser muito, muito perigoso. Já falámos disso hoje e estamos a pensar pedir aos responsáveis da FIA para introduzirem um limite de velocidade no pitlane”, afirmou Senna.
Apesar de acontecer no dia do GP de San Marino, a entrevista já tinha como ponto de encontro o seguindo GP do Mónaco.
Uma curiosidade macabra aconteceu a seguir. Ayrton Senna autografou uma cópia do mapa do circuito, colocando a sua assinatura ao lado da curva Tamburello, a mesma onde acabou por bater e perder a vida.
JTF
Senna esteve com o seu companheiro de equipa na Williams, Damon Hill, numa sessão de perguntas e respostas moderada Richard West, diretor comercial da equipa.
Devido aos trágicos acontecimentos dessa tarde, a entrevista nunca chegou a ser publicada. Aliás, West diz mesmo que até se esqueceu que a tinha feito, até ter recebido uma cassete de vídeo com a gravação, enviada por uma fonte anónima.
Agora, a revista «F1 Racing» revela partes da conversa, com Senna a focar, essencialmente, questões de segurança. Recorde-se que o austríaco Roland Ratzenberger tinha morrido na véspera durante a sessão de qualificação e Rubens Barrichello estava no hospital depois de um aparatoso acidente nos treinos livres.
“O pitlane é muito estreito e há lá muita gente. Vai ser muito, muito perigoso. Já falámos disso hoje e estamos a pensar pedir aos responsáveis da FIA para introduzirem um limite de velocidade no pitlane”, afirmou Senna.
Apesar de acontecer no dia do GP de San Marino, a entrevista já tinha como ponto de encontro o seguindo GP do Mónaco.
Uma curiosidade macabra aconteceu a seguir. Ayrton Senna autografou uma cópia do mapa do circuito, colocando a sua assinatura ao lado da curva Tamburello, a mesma onde acabou por bater e perder a vida.
JTF
FONTE PESQUISADA
Última entrevista de Ayrton Senna revelada:
temia pela segurança. Disponível em: <http://www.autoportal.iol.pt/desporto/f1-desporto/ultima-entrevista-de-ayrton-senna-revelada-temia-pela-seguranca>.
Acesso em: 27 de março 2014.
segunda-feira, 24 de março de 2014
Hill Diz Que Morte De Senna Ajudou A Schumacher A Ser Heptacampeão
21 de março às 11:28 | por Vicktor Tigre
Para o campeão de 1996, a conquista dos sete
títulos de Schumacher só foram possíveis por conta da morte de Senna em 1994.
Damon Hill acredita que
Michael Schumacher só conquistou os seus sete títulos mundiais por conta da
falta de um piloto competitivo na Fórmula 1. O campeão de 1996 fez menção a
possibilidade de que a morte de Ayrton Senna – que aconteceu no GP de San
Marino em 1994 – abriu as condições para as conquistas do heptacampeonato de
Schumacher nas temporadas de 1994, 1995, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004.
Damon Hill acredita
que morte de Senna (foto) preparou terreno para as conquistas de Schumacher
“A carreira de Schumacher foi
levantada por conta da morte precoce de Senna. Mesmo correndo com os problemas
no motor, naquele ano, Ayrton [Senna] tinha todas as condições de ganhar o
título, nem que se fosse na última curva do último GP daquele ano. Mas por
conta daquele acidente, terminamos assistindo a o ressurgimento de Michael nos
anos 2000” ,
declarou Hill para o jornal britânico ‘The Guardian’
O ex-piloto campeão de 1996
ainda fez uma analogia sobre os atuais drivers do grid. “Por que nenhum dos
drivers atuais tem tanto respeito e consideração quanto os do passado? Porque
nenhum dos pilotos da atual F1 é multifacetado como Senna, Lauda e Hunt. Por
que eles podem ser rápidos, mas não habilidosos”, criticou.
Hill acredita que a maioria
dos pilotos não conseguiria se adaptar à Fórmula 1 da década de 70’ , quando não existia tanta
segurança e tecnologia quanto tem na F1
atual. “Acredito que grande parte dos pilotos atuais não conseguiria uma boa
volta. O motivo disso é que, naquela época, as máquinas tinham menos
tecnologias e eram mais manuais. Ao contrário do que estão acostumados os
drivers de hoje”, finalizou.
FONTE PESQUISADA
TIGRE, Vicktor. Hill Diz Que Morte De Senna
Ajudou A Schumacher A Ser Heptacampeão. Disponível em: < http://f1team.leiaja.com/hill-diz-que-morte-de-senna-ajudou-a-schumacher-a-ser-heptacampeao/
>. Acesso em:.
Disponível em: <>. Acesso em: 24 de
março 2014.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Nelson Piquet Não Compareceu Ao Enterro de Ayrton Senna
Foto: Getty
Ayrton Senna cultivou
amizades e inimizades na Fórmula 1. Com Nelson Piquet (Foto), trocou farpas a
ponto de o piloto não comparecer ao seu enterro, em 1994.
Veja o vídeo:
Veja o vídeo:
Nelson Piquet Revela Porque Não Foi ao Enterro Ayrton Senna
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Grandes rivalidades. Prost y Senna, amigos y rivales
Pascal Rondeau / AFP
Alejandro Rodríguez| El
Universal
01:16 Ciudad de México |
Miércoles 15 de enero de 2014
Alain y Ayrton se
enemistaron, en busca de la gloria, hasta que el brasileño murió en la pista
La primera vez que Ayrton
Senna y Alain Prostse encontraron, pasaron minutos platicando de manera
cordial. Hubo una empatía de inmediato. Pero al siguiente día y después de que
Prost venciera al brasileño en una carrera de exhibición en Hockenheim en la
primavera de 1984, Senna no le dirigió más la palabra.
Fue la primera batalla de una
de las rivalidadesmás encarnizadas que la Fórmula Uno haya visto
a lo largo de su historia.
Senna, el hombre del pueblo.
El que decía hablar con Dios en la curva belga de Eau Rouge. El piloto más
alegre cuando la lluvia mojaba el asfalto. El que logró tres campeonatos del
mundo en pleno reino de su antagónico rival francés.
Prost, por el otro lado, el
piloto consentido del serial en los ochenta. El del talento nato que no
necesitaba de maniobras arriesgadas para vencer. Cuatro veces campeón de la F1,
pese a la irrupción del volante brasileño.
Senna corría para Toleman en
1984, Prost para McLaren. Fue en el GP de Mónaco que una intensa lluvia mojó la
mítica pista, el brasileño rebasó al galo, pero las autoridades decretaron la
suspensión de la carrera por razones de seguridad (lluvia excesiva), y la
clasificación quedó como en la vuelta anterior. Ayrton fue segundo. Desde allí
se comenzó a gestar una de las más grandes rivalidades deportivas de la
historia.
Cuando Senna llegó a McLaren
en 1988, Prost era el rey indiscutible de la Gran Carpa. El francés insistió en
la adquisición del volante paulista, quien era de los jóvenes más talentosos
del momento.
Su primer año como
coequiperos fue bueno. Senna estaba convencido de su don, así que su estilo
osado, en el que arriesgaba la vida sin dudarlo, acaparó las miradas. Entre los
dos lograron 15 victorias en 16 competencias.
Fue en la segunda carrera de
1989, en San Marino, cuando se abrió la caja de Pandora. Con 1.5 segundos de ventaja
en los ensayos Ayrton hizo una propuesta: quien llegara primero a la curva de
la Tosa ganaba la carrera. Prost aceptó.
Senna se colocó primero y el
francés le siguió. El grave accidente de Gerhard Berger interrumpió la prueba.
En la segunda arrancada fue Prost quien se adelantó pero, al llegar ahora a la
Tosa, Senna le sorprendió. Para el brasileño aquello no era ya una salida
convencional por lo que, según su criterio, el acuerdo tampoco era aplicable.
Ron Dennis, presidente de McLaren, obligó a Senna a pedir perdón.
La guerra pasó de las pistas
a los medios de comunicación y ante la presión Prost emigró a Ferrari en 1990 y
se retiró con Williams en 1993. Pero el verdadero final de la rivaldad llegó en
1994, cuando Ayrton, con Williams, perdió la vida en el GP de San Marino.
mcs
TRADUÇÃO LIVRE
Alejandro Rodríguez | O Universal
01:16 Cidade do México | quarta-feira 15 de janeiro de 2014
Alain e Ayrton tornaram-se inimigos em busca de glória, até que o brasileiro morreu na pista
alejandro.rodriguezd @ eluniversal.com.mx
A primeira vez que Ayrton Senna e Alain Prostse encontrado minutos gastos a falar cordialmente . Houve uma empatia imediata . Mas no dia seguinte e depois de Prost vencer o brasileiro em uma corrida de exibição em Hockenheim , na primavera de 1984 , Senna deu não mais a palavra .
Foi a primeira batalha dos rivalidadesmás ferozes que a Fórmula Um tem visto ao longo de sua história.
Senna , o homem do povo. Quem disse que falar com Deus na Eau Rouge belga . O piloto mais feliz quando a chuva asfalto molhado . Quem ganhou três campeonatos mundiais , no reino de seu rival francês antagônicos.
Prost , por outro lado , a série piloto estragado na década de oitenta . O talento natural não precisa vencer manobras arriscadas . Quatro vezes campeão de F1 , apesar do surgimento do meio-campista brasileiro.
Senna correu para Toleman em 1984, Prost na McLaren . Foi no Grande Prêmio de Mônaco , que a chuva pesada encharcada pista lendária , o brasileiro superou a Gália , mas as autoridades ordenou a suspensão da prova por motivos de segurança (chuva excessiva ) , ea classificação foi como na rodada anterior . Ayrton foi o segundo . De lá, ele começou a tomar forma uma das maiores rivalidades esportivas da história.
Quando Senna chegou na McLaren em 1988, Prost era o rei indiscutível do Big Top . O francês insistiu na aquisição de São Paulo o meia , que era o mais talentoso jovem na época .
Seu primeiro ano como companheiros de equipe foi bom. Senna estava convencido de seu talento , por isso, seu estilo ousado em arriscar a vida sem hesitação, chamou a atenção . Entre eles conseguiram 15 vitórias em 16 corridas .
Foi na segunda corrida de 1989, em San Marino, quando a caixa de Pandora foi aberta. Com 1,5 segundos à frente em ensaios Ayrton fez uma proposta : quem veio primeiro para a curva da Tosa venceu a corrida . Prost aceitos.
Senna foi fundada e os franceses seguidos. Acidente grave Gerhard Berger interrompeu o teste. A segunda partida foi Prost , que estava à frente , mas chegando agora para Tosa Senna surpreendeu. Para o Brasil isso não era mais uma tomada convencional para o que , na sua opinião , o acordo não era aplicável . Ron Dennis , presidente da McLaren , Senna forçado a pedir desculpas .
A guerra passou de faixas para a mídia e para pressionar Prost emigrou para a Ferrari em 1990 e aposentou-se em 1993 com a Williams . Mas o fim real da rivaldad veio em 1994, quando Ayrton , com a Williams , perdeu a vida no San Marino GP.
mcs
FONTE PESQUISADA
RODRÍGUEZ, Alejandro. Grandes rivalidades.
Prost y Senna, amigos y rivales. Disponível em: <http://www.eluniversal.com.mx/deportes/2014/grandes-rivalidades-prost-y-senna-amigos-y-rivales--979556.html>.
Acesso em: 15 de janeiro 2014.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Adriane Galisteu Tentou Convencer Ayrton Senna a Não Correr No GP de Ímola 1994, Que o Matou
26 de dezembro 2013
Marca.com
Adriane recebe o carinho de Ayrton Senna
TRADUÇÃO
Naquela noite, ele ligou para
sua namorada, a modelo Adriane Galisteu e comentou: "Eu tenho um
sentimento ruim. Se fosse por mim não correria.". Sua companheira
pediu-lhe que não corresse. "Eu não posso, é minha obrigação",
respondeu ele.
IDIOMA ORIGINAL
Aquella noche llamó a su novia, la modelo Adriane Galisteu y le comentó: "Tengo un mal presentimiento. Si fuera por mí no correría". Su pareja lo instó a que no lo hiciera. "No puedo, es mi obligación", contesto.
CANSECO, Marco. El mito no
cuelga el casco. Disponível em: <http://www.marca.com/2013/12/26/motor/formula1/1388052047.html>.
Acesso em: 27 de dezembro 2013.
domingo, 24 de novembro de 2013
Emerson Relembra Morte De Senna: "Não Consegui Voltar À Pista"
Senna fazendo um teste na Indy em 1992 recebe instruções do amigo Fittipaldi
Bicampeão
da Fórmula 1 participava de teste na Indy quando foi chamado aos boxes para
receber a notícia
Emerson
Fittipaldi revelou como viveu a morte de Ayrton Senna em seu blog na McLaren.
Testando com a Penske nos Estados Unidos, o piloto foi retirado da pista e
avisado do acidente por sua mulher, chegando a pensar que algo havia acontecido
com seus filhos.
O bicampeão
estava em Michigan, nos Estados Unidos. “Eu tinha acabado de começar uma
sequência com tanque cheio, quando de repente veio o chamado no rádio.
Perguntei se havia algo de errado no carro, mas eles só disseram ‘entre, por
favor’”.
Quando chegou aos
boxes, a equipe o avisou que sua mulher estava no telefone. “Senti um frio no
estômago. Achei que algo horrível tinha acontecido com um de nossos filhos –
não podia pensar em nenhum outro motivo pelo qual uma ligação dela estava sendo
tratada como tão urgente.”
Senna fazendo um teste na Indy em 1992 recebe instruções do amigo Fittipaldi
Quando a esposa
lhe deu a notícia sobre a morte do piloto, Emerson disse ter ficado sem
palavras. “Senti a tristeza mais profunda. Sabia que as corridas eram
perigosas, claro que sabia, mas os chassis da década de 1990 já eram
construídos de fibra de carbono bastante resistente e acho que isso talvez
tenha dado uma falsa noção de segurança. Mas as corridas são perigosas e mesmo
um piloto com o brilhantismo de Ayrton sempre vai ficar sem poder de evitar
ficar machucado em um acidente como aquele.”
Senna e Fittipaldi eram amigos desde o começo da carreira do piloto no automobilismo
Emerson, então,
olhou para sua equipe e pediu desculpas por não poder mais voltar ao carro
naquele dia. “Eles entenderam. Ayrton tinha testado um carro da Penske um ano
antes, então o pessoal o conhecia. Eles me ajudaram. Senti-me solitário, mas
não sozinho. Os outros estavam sentindo, ainda que menos que eu, que o amava e
admirava.”
No funeral do
tricampeão, Fittipaldi foi um dos pilotos que segurou o caixão do piloto, junto
de Jackie Stewart, Alain Prost, Gerhard Berger, Damon Hill e Rubens
Barrichello. “Mas nunca consegui visitar novamente seu túmulo desde aquele
dia”, revelou.
Fittipaldi e outros pilotos amigos de Ayrton Senna seguram a alça do caixão do piloto
FONTE PESQUISADA
CERASOLI, Julianne. Emerson relembra morte
de Senna: "Não consegui voltar à pista" . Disponível em: <http://www.totalrace.com.br/site/noticia/2013/11/emerson-relembra-morte-de-senna-nao-consegui-voltar-a-pista#sthash.rect4Afr.dpuf>.
Acesso em: 24 de novembro 2013.
Marcadores:
1 de Maio,
Acidente,
Acidente Ayrton Senna,
Amigos,
Depoimentos Amigos,
Emerson Fittipaldi,
Lembranças de Amigos,
Memorias,
Morte
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Incancellabile Ayrton
cuore da corsa / 30 aprile 2013
Nelle corse e nella vita le belle storie non finiscono mai. Certo, il cantante Jim Morrison a una frase così avrebbe risposto con parole migliori. Le sue: a volte basta un attimo per cancellare una vita, altre volte non basta una vita per cancellare attimo. Ayrton Senna se n’è andato al Tamburello, al 7° giro del Gp di San Marino a Imola, il 1° maggio 1994, ore 14 e 17, ma a tutti noi non sono stati sufficienti tre lustri né quant’altro per dimenticarlo. Perché scoveremo sempre nell’anima l’inseguimento a Prost di Monaco 1984, l’urlo di Ayrton disperatamente liberatorio a Interlagos 1991, la fuga per la vittoria di Donington 1993. Solo alcune tra mille schegge balenanti dell’epopea d’un campione che è anche l’antologia preziosa della nostra storia d’amore con le corse. Da qui l’idea, la voglia di dire per una volta ancora, quindici anni dopo, che non è finita tra noi e lui e che emozionalmente non finirà mai. Insieme a quattro amici suoi e nostri, gente che lo ha capito, respirato come pochi altri e che ora vuole e può farcelo magicamente percepire accanto. Perché quando si ama davvero, nulla finisce mai.
Stefano Modena ha 46 anni, 25 dei quali nelle corse. Ha vissuto Ayrton dall’alfa all’omega, dal kart alla F. 1. “La prima volta nel ’76, in un mondiale karting all’Estoril, poi a Jesolo, io 1° lui 2°. Sì, abbiamo litigato. In una gara lo spintono per innervosirlo, ma lui vince. Alla bilancia mi fa: “sei un bastardo, uno stronzo”. E io da ignorante: “Sbagli”. Sai cosa? Lo rifarei. Perché c’era invidia che fosse così veloce. Poi ’sta cosa è sparita. Batterlo mi ha guarito. è la vita a essere così».
MAI IRIDATO IN KART
Vita crudele, per Senna in kart. Mai iridato, re senza corona, come Stirling Moss in F. 1. Perché? Circostanze inspiegabili - fa Modena -. Nel ’79 in Portogallo poteva vincere, ma non andò così, l’anno dopo a Nivelles fu 2°. Gli seccava, sì. Per lui il 2° era il più beffato dei perdenti. Senna kartista, con la tuta monopezzo in pelle. “Era poco approcciabile e, se lo era, lo era solo nel suo entourage. Tipo molto riservato. E sai perché? Quando corri parli e meglio è. Primo, perché potresti essere mal interpretato, secondo, perché potresti farti sfuggire suggerimenti che ti rendono vulnerabile. Infatti diventammo amici solo quando lui passò alle auto e io entrai alla DAP, la sua squadra in kart. Tornava spesso per fare test. Mi fratturai una gamba, venni in pista con le stampelle, lui mi vide e mi restò vicino. Persi l’equilibrio, stavo per cadere e Ayrton con uno slancio inaspettato mi aiutò. L“ siamo diventati amici davvero. Poi facevamo anche footing insieme, era un maniaco di fitness, mi massacrava».
Intanto il brasiliano sfonda con le auto. Prima in F. Ford, poi in F. 3 britannica, dove il rivale nel 1983 è Martin Brundle. Sentiamolo: «La verità è che il 1983 lanciò la mia carriera più che la sua. perché lui grande era già. Uno straordinario talento naturale. C’è una storia che lo fotografa in modo quasi inquietante. Siamo a Silverstone F. 3, gara bagnata. Prima fila, io e lui. Parto bene, sono primo. Arriviamo alla Stowe. Vado in traiettoria-scudo, mi difendo, resto all’interno, mentre lui va tutto non sarebbe logico buttarsi, perché c’è sporco. Resto piantato, perché all’interno la pista è in realtà più scivolosa, così lui mi passa all’esterno e se va. Ma piove sempre più e danno bandiera rossa. Okay, capita la lezione, non mi freghi più, Ayrton. riparte, risono in e arriviamo alla Stavolta decido di stare all’esterno, ma mi pianto in una mega-di strada. Lui ha già scelto l’interno, mi sfila di nuovo e se ne va. Niente da fare: vince. Sul podio non ho pace e gli chiedo perché mai alla Stowe mi ha di nuovo fregato: “Ayrton, come potevi sapere che la seconda volta era meglio andare dov’era peggio la prima?! ”. “Istinto – mi rispose -. Il grip ideale si era invertito. Istinto” – ripetè sorridendo. Capii che non l’avrei mai più battuto, uno così».
Vita crudele, per Senna in kart. Mai iridato, re senza corona, come Stirling Moss in F. 1. Perché? Circostanze inspiegabili - fa Modena -. Nel ’79 in Portogallo poteva vincere, ma non andò così, l’anno dopo a Nivelles fu 2°. Gli seccava, sì. Per lui il 2° era il più beffato dei perdenti. Senna kartista, con la tuta monopezzo in pelle. “Era poco approcciabile e, se lo era, lo era solo nel suo entourage. Tipo molto riservato. E sai perché? Quando corri parli e meglio è. Primo, perché potresti essere mal interpretato, secondo, perché potresti farti sfuggire suggerimenti che ti rendono vulnerabile. Infatti diventammo amici solo quando lui passò alle auto e io entrai alla DAP, la sua squadra in kart. Tornava spesso per fare test. Mi fratturai una gamba, venni in pista con le stampelle, lui mi vide e mi restò vicino. Persi l’equilibrio, stavo per cadere e Ayrton con uno slancio inaspettato mi aiutò. L“ siamo diventati amici davvero. Poi facevamo anche footing insieme, era un maniaco di fitness, mi massacrava».
Intanto il brasiliano sfonda con le auto. Prima in F. Ford, poi in F. 3 britannica, dove il rivale nel 1983 è Martin Brundle. Sentiamolo: «La verità è che il 1983 lanciò la mia carriera più che la sua. perché lui grande era già. Uno straordinario talento naturale. C’è una storia che lo fotografa in modo quasi inquietante. Siamo a Silverstone F. 3, gara bagnata. Prima fila, io e lui. Parto bene, sono primo. Arriviamo alla Stowe. Vado in traiettoria-scudo, mi difendo, resto all’interno, mentre lui va tutto non sarebbe logico buttarsi, perché c’è sporco. Resto piantato, perché all’interno la pista è in realtà più scivolosa, così lui mi passa all’esterno e se va. Ma piove sempre più e danno bandiera rossa. Okay, capita la lezione, non mi freghi più, Ayrton. riparte, risono in e arriviamo alla Stavolta decido di stare all’esterno, ma mi pianto in una mega-di strada. Lui ha già scelto l’interno, mi sfila di nuovo e se ne va. Niente da fare: vince. Sul podio non ho pace e gli chiedo perché mai alla Stowe mi ha di nuovo fregato: “Ayrton, come potevi sapere che la seconda volta era meglio andare dov’era peggio la prima?! ”. “Istinto – mi rispose -. Il grip ideale si era invertito. Istinto” – ripetè sorridendo. Capii che non l’avrei mai più battuto, uno così».
DEB IN F. 1 SU TOLEMAN
Gara di F. 3 di contorno al Gp inglese 1983. Puntuale battaglia con Brundle, solita vittoria. Dopo la premiazione Senna picchetta la spalla di un omone riccio e biondo che di solito gira i paddock con una specie di mitragliatrice stile Django, pronto a giurare che sia l’obbiettivo di una macchina fotografica. Il suo nome è Angelo Orsi. presentarli è Andrea Ficarelli. Ayrton è gentile ma spiccio: «Ci sono decine di giornali, radio e reti tv brasiliane vorrebbero seguirmi sulle piste, ma non hanno mezzi per farlo. Io l’anno prossimo sarò in F. 1 e se tu mi garantisci un’adeguata copertura fotografica in modo che possa rifornire tutti, per me sarebbe l’ideale». Un sorriso, una stretta mano e inizia un’amicizia profonda. Un rapporto del quale Angelo fino a oggi non ha mai voluto parlare, quasi lo custodisse in uno scrigno segreto. Ma un vero Cuore da Corsa prima o poi si apre.«L’anno dopo Ayrton in F. 1 ci arrivò con la Toleman. Ogni giovedì pre-Gp facevo un giro di pista a piedi, a rovescio, per carpire le posizioni più belle e furbe per scattare foto e Senna prese l’abitudine di venire con me. Studiava ogni centimetro, lo sezionava. A Montecarlo facemmo quattro giri a piedi, forse più. Alla fine, al Loews, divenne serio e disse: “Angelo, io domani faccio il miglior tempo”.
Libere iniziate da mezzora. L’altoparlante gracchia, lo speaker si schiarisce la voce, quasi per dire qualcosa d’inatteso, ma io so già cosa: “Miglior tempo, Senna su Toleman!”. Palpava l’asfalto, sentiva la consistenza di ogni via di fuga. In Australia, nel 1985 con la Lotus, tamponò Rosberg, ma riuscì a uscire dalla sabbia dell’ultima curva. “Visto? – mi disse a fine gara – avevo notato mentre passeggiavamo che la sabbia era così consistente da non impantanarmi, così ho sfruttato la cosa».
Aveva qualcosa più degli altri. E non solo in pista. Fu il primo ad assumere una “pierre”, Betise, futura moglie di Patrick Head, che gli organizzava i rapporti con la stampa. Ayrton non voleva filtri, ma solo pianificazioni. A fine gara faceva conferenze stampa in inglese, italiano e portoghese e a tutti dava repliche meditate e vere. E se una domanda era complessa, rispondeva: “Un momento, questa alla fine”. Arrivava al termine del discorso, tutti se ne stavano per andare, ma lui li fermava, dava la risposta mancante e di solito era la battuta del giorno».
Gara di F. 3 di contorno al Gp inglese 1983. Puntuale battaglia con Brundle, solita vittoria. Dopo la premiazione Senna picchetta la spalla di un omone riccio e biondo che di solito gira i paddock con una specie di mitragliatrice stile Django, pronto a giurare che sia l’obbiettivo di una macchina fotografica. Il suo nome è Angelo Orsi. presentarli è Andrea Ficarelli. Ayrton è gentile ma spiccio: «Ci sono decine di giornali, radio e reti tv brasiliane vorrebbero seguirmi sulle piste, ma non hanno mezzi per farlo. Io l’anno prossimo sarò in F. 1 e se tu mi garantisci un’adeguata copertura fotografica in modo che possa rifornire tutti, per me sarebbe l’ideale». Un sorriso, una stretta mano e inizia un’amicizia profonda. Un rapporto del quale Angelo fino a oggi non ha mai voluto parlare, quasi lo custodisse in uno scrigno segreto. Ma un vero Cuore da Corsa prima o poi si apre.«L’anno dopo Ayrton in F. 1 ci arrivò con la Toleman. Ogni giovedì pre-Gp facevo un giro di pista a piedi, a rovescio, per carpire le posizioni più belle e furbe per scattare foto e Senna prese l’abitudine di venire con me. Studiava ogni centimetro, lo sezionava. A Montecarlo facemmo quattro giri a piedi, forse più. Alla fine, al Loews, divenne serio e disse: “Angelo, io domani faccio il miglior tempo”.
Libere iniziate da mezzora. L’altoparlante gracchia, lo speaker si schiarisce la voce, quasi per dire qualcosa d’inatteso, ma io so già cosa: “Miglior tempo, Senna su Toleman!”. Palpava l’asfalto, sentiva la consistenza di ogni via di fuga. In Australia, nel 1985 con la Lotus, tamponò Rosberg, ma riuscì a uscire dalla sabbia dell’ultima curva. “Visto? – mi disse a fine gara – avevo notato mentre passeggiavamo che la sabbia era così consistente da non impantanarmi, così ho sfruttato la cosa».
Aveva qualcosa più degli altri. E non solo in pista. Fu il primo ad assumere una “pierre”, Betise, futura moglie di Patrick Head, che gli organizzava i rapporti con la stampa. Ayrton non voleva filtri, ma solo pianificazioni. A fine gara faceva conferenze stampa in inglese, italiano e portoghese e a tutti dava repliche meditate e vere. E se una domanda era complessa, rispondeva: “Un momento, questa alla fine”. Arrivava al termine del discorso, tutti se ne stavano per andare, ma lui li fermava, dava la risposta mancante e di solito era la battuta del giorno».
ECCO QUANTO VALE L’UOMO
Personaggio, talento mediatico, telescopico poliglotta, okay. Ma chi era Ayrton nel privato? Angelo deglutisce prima di rispondere: «Un uomo che per le corse aveva sacrificato la famiglia e che tendeva a ricostruire nuclei che gli potessero dare lo stesso calore, delle triadi affettuose. Il telecronista brasiliano Galvao Bueno era il Pappagallo, io il Tucano – per il naso -, lui Dumbo, per le orecchie. Oppure c’erano i Tre Porcellini, ossia lui, già in F. 1, io e Mauricio Gugelmin con cui divideva un loft in Inghilterra. Via dai circuiti Ayrton non era una star inavvicinabile, ma uno studente fuori sede che cercava il calore di una famiglia. Mi veniva a trovare a Bologna e stavamo sere intere davanti alla Tv con le vhs di vecchie corse, o si usciva con Carlo Cavicchi a vedere il basket al PalAzzarita. Una sera, febbraio ‘89, si giocava Virtus-Caserta e nell’intervallo volle conoscere Oscar Schmidt, suo connazionale. Altre volte lo andavo a prendere all’Hotel Castello di Imola per andare a osterie e poi passeggiare in Piazza Maggiore».
Personaggio, talento mediatico, telescopico poliglotta, okay. Ma chi era Ayrton nel privato? Angelo deglutisce prima di rispondere: «Un uomo che per le corse aveva sacrificato la famiglia e che tendeva a ricostruire nuclei che gli potessero dare lo stesso calore, delle triadi affettuose. Il telecronista brasiliano Galvao Bueno era il Pappagallo, io il Tucano – per il naso -, lui Dumbo, per le orecchie. Oppure c’erano i Tre Porcellini, ossia lui, già in F. 1, io e Mauricio Gugelmin con cui divideva un loft in Inghilterra. Via dai circuiti Ayrton non era una star inavvicinabile, ma uno studente fuori sede che cercava il calore di una famiglia. Mi veniva a trovare a Bologna e stavamo sere intere davanti alla Tv con le vhs di vecchie corse, o si usciva con Carlo Cavicchi a vedere il basket al PalAzzarita. Una sera, febbraio ‘89, si giocava Virtus-Caserta e nell’intervallo volle conoscere Oscar Schmidt, suo connazionale. Altre volte lo andavo a prendere all’Hotel Castello di Imola per andare a osterie e poi passeggiare in Piazza Maggiore».
Fine 1987. Ayrton, 27enne, lascia la Lotus per la McLaren. Ha l’iride nel destino. L’anno dopo. In Australia quello stesso destino lo fa reincontrare con Modena, 24enne deb su Brabham. Insieme, come ai vecchi tempi del kart. «In albergo mi cercò lui. Era rimasto l’Ayrton di Parma e Jesolo, il ragazzo di sempre. “è dura, eh, Stefano? ” – mi disse, poi m’abbracciò. Un pilota lo pesi in pista, ma giudichi da cose come queste quanto vale l’uomo».
«Valeva tanto - gli fa eco Angelo Orsi – perché sapeva valutare le cose che contano e gli stessi avversari con onestà intellettuale». «Parliamo della rivalità con Prost – ammicca Modena -. Gli rosicava eccome, ma la sua analisi era chirurgica: Prost pilota lo stimava. Era il Prost uomo, quello che muoveva i capi del team come pedine una volta uscito di macchina, che non sopportava. Il Prost con amicizie potentissime, tipo quella con l’allora presidente della FIA, Balestre». Spietato, ma mai sbracato» chiarisce Orsi:«Quando nel ’92 Piquet si maciullò le gambe a Indy, Ayrton, che provava a Imola, chiamò Ascanelli per farsi accompagnare in chiesa, a pregare per Nelson. E guarda che lui contro Senna aveva detto per anni di tutto e di più». È vero che Senna non chiamava mai Prost per nome, quando in privato parlava di lui? Angelo sorride sotto i baffi, si vede che è una vita che ha voglia di dirlo: «Lo definiva “il Francese”. E lo diceva con un tono che sembrava il fruscìo di un rasoio nell’aria».
IL RICORDO DI RAMIREZ
Alla McLaren forse il solo neutrale alla rivalità Senna-Prost fu il messicano Ramirez, team coordinator e monumento della F. 1 che fu. Un Cuore da Corsa più che mai, Jo: «Senna era un vincente. Sarebbe stato architetto di grido, chirurgo di fama, stella del cinema, ma mai un perdente. E mai in Brasile. Un anno
in gara a Interlagos tornò ai box, con una disastrosa accelerata. Scese e se ne andò. Ritirato. Una selva di microfoni spuntò sotto di me: “Cos’ha fatto Ayrton? ”. “Non lo so, la macchina andava bene”- risposi. Intanto Senna era già via dal circuito e alla radio sentiva in diretta le mie parole. Mi telefonò poco dopo, inferocito: “Jo, come ti sei permesso di dire quelle cose?! ”. “Okay – gli replicai -, non m’hai detto nulla, quindi non ti puoi lamentare”. Ci pensò su, poi rise. Finì lì. Il suo motore non prendeva i giri e Ayrton non voleva arrivare al traguardo sconfitto, a casa sua. Questo era Senna. Di corse ne ho viste tante, ma lui fu il primo a spingere così sull’identità nazionale, facendo i giri d’onore con la bandiera brasiliana». Il suo errore più clamoroso fu l’uscita alla curva del Portier, a Montecarlo ’88 – tracciato su cui di 10 corse ne ha fatte sue 6 -, buttando via una gara già vinta: «Un calo di concentrazione - chiosa Orsi -. Ci vedemmo la sera, era inviperito. Disse, semplicemente: “Okay, non succederà mai più”.E così fu».
RETROSCENA A SUZUKA
Angelo ha vissuto dietro le quinte Suzuka 1989 e 1990, i duelli da Ok Corral tra Senna e Prost: «Nel 1989 era furibondo della toccata alla chicane. Gliela giurò. L’anno dopo lo buttò fuori alla prima curva. Ayrton era in pole, ma il poleman partiva dalla parte sporca. Così fece il diavolo a quattro per farsi spostare, ma non gli dettero ascolto. Okay, partono e io sono lì alla prima curva che li aspetto: Prost lo frega, logico. Bene. Bang!, Ayrton lo caccia fuori ed è iridato per la seconda volta. La sera ci vediamo e mi fa: “Il Francese sapeva che se partiva meglio di me alla prima curva io gli andavo dentro. Ha sbagliato lui, lui solo, perché mi ha messo in condizione di rendergli quello che era sacrosanto gli restituissi”».
«Momento – fa Modena - la peggior umiliazione Senna l’ha inflitta a Prost a Donington 1993, quando tutti e due erano tricampeao. Sverniciandolo nel diluvio, con una McLaren inferiore alla Williams. E occhio, nell’immaginario collettivo quel trionfo conta più del quarto titolo vinto da Prost».
Angelo ha vissuto dietro le quinte Suzuka 1989 e 1990, i duelli da Ok Corral tra Senna e Prost: «Nel 1989 era furibondo della toccata alla chicane. Gliela giurò. L’anno dopo lo buttò fuori alla prima curva. Ayrton era in pole, ma il poleman partiva dalla parte sporca. Così fece il diavolo a quattro per farsi spostare, ma non gli dettero ascolto. Okay, partono e io sono lì alla prima curva che li aspetto: Prost lo frega, logico. Bene. Bang!, Ayrton lo caccia fuori ed è iridato per la seconda volta. La sera ci vediamo e mi fa: “Il Francese sapeva che se partiva meglio di me alla prima curva io gli andavo dentro. Ha sbagliato lui, lui solo, perché mi ha messo in condizione di rendergli quello che era sacrosanto gli restituissi”».
«Momento – fa Modena - la peggior umiliazione Senna l’ha inflitta a Prost a Donington 1993, quando tutti e due erano tricampeao. Sverniciandolo nel diluvio, con una McLaren inferiore alla Williams. E occhio, nell’immaginario collettivo quel trionfo conta più del quarto titolo vinto da Prost».
Continua il tema Ramirez: «Adelaide 1993, l’addio di Senna alla McLaren. In griglia lo saluto, è la fine di una grande parentesi di vita. E da puro neo-latino gli dico: “siamo a pari successi con la Ferrari
, Ayrton: se vinci questa, ti amerò per sempre”. Gli vennero gli occhi lucidi, a un minuto dal via. Pensai: “Jo, che hai fatto?! Mai rendere emotivo un pilota prima della partenza. Che cavolata… ”. Ma Ayrton vinse. Imprendibile, spietato. La sera andammo al concertone di Tina Turner. Lei lo chiamò sul palco e col pubblico in visibilio gli dedicò il pezzo “Simply the Best”. perché lui questo era. E i record di Ayrton che Schumi ha poi battuto sono cifre bugiarde, perché i numeri mentono, a volte. Con Ayrton vivo non sarebbe successo».
Brundle rincara la dose: «Prost non mi è mai piaciuto, ho corso con Senna in F. 3 e in F. 1, di Schumi sono stato compagno di squadra in Benetton. E penso che Michael stia dietro a Senna e di molto. Ayrton era campione nato, un emozionale, Michael un puro calcolatore». Imola 1994. Senna è a quota zero con la Williams, Schumi su Benetton in orbita nel mondiale. Il via, la fuga, lo schianto. La fine. La fine? «Il crash lo ebbe davanti a me - racconta Orsi -, il resto è noto. Ma nessuno sa che alla postazione 2 di Imola (ingresso Tamburello, ndr) Ayrton aveva lasciato una bandiera austriaca che avrebbe sventolato da vincitore in onore di Ratzenberger, morto il giorno prima. Meno noto che dopo l’incidente di Roland, Ayrton era andato a ispezionare la Tosa, beccandosi una reprimenda dalla Fia che l’aveva fatto imbufalire».
Sì, il resto è cronaca. Umana, sportiva, processuale, fate voi. Racconta Ramirez: «Gli avevo noleggiato un elicottero, perché dopo il Gp sarebbe volato in Portogallo dalla compagna Adriane Galisteu. Domenica gli consegnai un biglietto col nome dell’elicotterista, lui mi guardò grato e mi strinse la mano forte forte. Era un addio», - sfuma Ramirez. «Dopo il crash sfrecciando al Tamburello si percepiva il rosso della pozza di sangue che aveva lasciato Ayrton. Fu terribile» - racconta Brundle. «Di lui mi manca tanto, tutto - dice Angelo Orsi -, ma c’è una cosa che rende questa storia ancor più dolorosamente spezzata. A inizio ’94 Ayrton mi aveva detto: “la prossima volta che vinco sali in macchina con me e facciamo il giro d’onore, così scatti foto alla gente che mi fa festa. Nessuno ha mai fatto una cosa del genere e voglio vedere l’effetto che fa”. Ora questa è la metafora di tutto ciò che di lui avrebbe potuto essere e purtroppo non è stato» -, chiude Angelo. Un giro di rallentamento aggrappati a lui. Con l’eco di un trionfo mai spento. Per affetto, senso della memoria condivisa, per una passione che brucia ancora. In fondo è quello che abbiamo appena fatto, qui ed ora. Per contemplare, come se quelle immagini esistessero davvero, un che di incancellabile.
Mario Donnini
Auto Sprint
FONTE PESQUISADA
DONNINI, Mario. Incancellabile Ayrton.
Disponível em: <http://autosprint.corrieredellosport.it/2013/04/30/incancellabile-ayrton/8296/>.
Acesso em: 31 de julho 2013.
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domingo, 6 de outubro de 2013
Ayrton Senna: 19 anos, 19 inimigos
01 de maio de 2013
O relógio marcava no Brasil exatamente 9h10min quando a Williams
de número 2 batia no muro da Tamburello, daquele 1º de maio de 1994. Ayrton
Senna praticamente morreu naquele momento, porque todas as tentativas médicas
ainda na pista e depois no hospital não poderiam resultar em sucesso porque as
lesões na cabeça do maior piloto de todos os tempos eram irreversíveis.
Isso ocorreu há exatamente 19 anos. Muito, ou
quase tudo, já foi dito sobre o mito Senna e sobre aquele 1º de maio no
circuito de Ímola. Em uma fatalidade, como a de um acidente da aviação
comercial, não existe uma causa apenas. São sempre vários os motivos que acabam
na chamada fatalidade.
Vamos a 19 motivos que colaboraram para aquela fatalidade. Se você quiser falar alguma coisa, sinta-se à vontade.
Vamos a 19 motivos que colaboraram para aquela fatalidade. Se você quiser falar alguma coisa, sinta-se à vontade.
2 Quando finalmente conseguiu ir para a equipe
inglesa, a FIA retirou todos os recursos eletrônicos dos carros.
3 O carro que nasceu como o melhor da história da
F-1 em 1992 continuava sendo muito rápido em 1994, mas não tinha estabilidade.
Era “inguiável”, por assim dizer.
4 De forma velada, a Benetton de Michael Schumacher
continuou utilizando os recursos eletrônicos. Aquela Benetton é considerada o
carro mais fora do regulamento que já passou pela F-1.
5 Na primeira prova do ano, em Interlagos, Senna
foi para o pit stop em primeiro, mais de 5 segundos à frente de Schumacher.
Voltou quase 10 segundos atrás. Os vigaristas da Benetton tinham uma mangueira
de reabastecimento que dava uma vazão de gasolina muito maior, fora do
regulamento.
6 Antes da primeira corrida, Senna pediu para
aumentar a coluna da direção de seu carro. Suas mãos batiam nas laterais do
cockpit.
7 Grosseiramente, uma equipe do tamanho da Williams
não produziu uma coluna nova, mais longa, mas fez uma emenda na já existente.
8 Em conversas com Alain Prost, com quem tinha se
reconciliado logo após a última corrida pela McLaren em 1993, Senna se mostrava
deprimido, com a certeza que a Benetton estava trapaceando desde o começo do
campeonato.
9 Embora tivesse feito a pole position nas duas
primeiras corridas (fez também na de Ímola), Senna não concluiu nenhuma prova,
e estava sob pressão para o GP de San Marino, 20 pontos atrás de Schumacher.
10 O terrível acidente de Rubens Barrichello
assustou Senna na sexta-feira.
11 O acidente fatal de Roland Ratzenberger no sábado
deixou Senna arrasado.
12 Senna não queria correr no domingo, mas foi
obrigado pela FIA, sob ameaça de punição severa.
13 Mais um acidente sério na largada, envolvendo o
português Pedro Lamy, colocou mais pressão nos ombros dos pilotos e de todo o
circo.
14 Nas voltas com a presença do safety car, o ritmo
foi lento demais, com os pilotos não conseguindo aquecer os freios
adequadamente.
15 Por causa do desgaste dos materiais desde a
primeira corrida, a barra da direção da Williams de Senna se rompeu justamente
na Tamburello, uma “reta torta”, como dizia Nelson Piquet, feita a mais de 300 km/h .
16 Mesmo sendo violenta, a batida no muro em
diagonal não era preocupante. Mas aí começa a série de fatalidades e
acontecimentos desfavoráveis.
17 Uma ponta de um braço da suspensão dianteira
direita foi arremessada contra a cabeça de Senna.
19 Foi como Senna tivesse levado um tiro na cabeça,
logo acima do olho direito. Senna não teve nenhum ferimento no corpo e teria
saído do carro caminhando se não tivesse sido alvejado pela ponta da suspensão.
FONTE
Blog da Fórmula 1
sábado, 5 de outubro de 2013
Fotografo Testemunha Chave do Acidente de Ayrton Diz Que Williams Retirou Todas as
Adrian Newey tenta culpar até hoje Ayrton pelo acidente mesmo as investigações apontando que foi uma falha da equipe
O GLOBO * Sábado, 01 de maio de 2004
O GLOBO – No entanto,
outra foto sua publicada na edição de 8 de maio de 1994 contribuiu para o
processo.
ORSI – Foi aquela foto
minha que deu inicio ao processo Senna. Ela mostrava a direção quebrada ao lado
do carro. Na segunda-feira após o acidente, um amigo me disse que numa imagem
feita do alto aparecia a direção do lado. Verifiquei as minhas fotos e
constatei que numa delas aparecia a barra de direção quebrada. A conclusão era
de que Ayrton foi fazer a curva e a barra se rompeu. Era a única prova que os
investigadores tinham. As outras foram retiradas pela Williams.
O GLOBO – Foi justo
fazer um processo para apurar a morte de Senna?
ORSI – Sim e não. Nas
corridas de Fórmula 1 é sempre possível um acidente porque é um esporte
perigoso. Neste aspecto, é inútil atribuir a culpa ao piloto ou ao carro. Porém
no caso de Senna, ficou clara a vontade de ocultar à realidade. Bastava que a
William explicasse que a barra de direção tinha se rompido, como pode acontecer
com qualquer peça. Eles quiseram culpar o Ayrton.
Leia toda a entrevista aqui
Leia toda a entrevista aqui
Adriane Galisteu Conta Como Soube da Morte de Ayrton Senna
O GLOBO – Como você soube de
sua morte?
ADRIANE – Quando estávamos
decolando para Bolonha e o avião voltou para a cabeceira da pista. Sabíamos que
algo havia acontecido. Estava indo para lá com todas as esperanças, achando que
poderia vê-lo e conversar. Eu dei uma caída naquela hora não podia acreditar
que ele me deixaria aqui. Nas últimas semanas estávamos vivendo dias muito
especiais, foram os melhores da minha vida com ele. Era muita saudade. Estava cada
vez mais apaixonada. Foi uma semana muito especial, na qual falamos coisas que não
dizíamos no começo do namoro. Acho que foi uma semana em que encerrei com chave
de ouro o namoro. Eu ainda não acredito e não sou só eu. Como disse um amigo
meu, nos perdemos um príncipe e deve estar tendo festa no céu porque Deus deve
estar dando pulos de alegria. Daqui foi embora um rei. Ele era um cara
excepcional com amigos, muito sério, muito justo, muito simples.
FONTE
Jornal O Globo,
03/05/1994
sábado, 21 de setembro de 2013
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