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segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Ricciardo pilotará carro de Earnhard e cita Senna como “herói”

Daniel Ricciardo comemora vitória com companheiro de McLaren, Lando Norris, e o chefe da equipe, Zak Brown

Por Alan Baldwin

Isto é - istoe.com.br

13/09/21 - 11h20 - Atualizado em 13/09/21 - 11h21

(Reuters) – Daniel Ricciardo terá a chance de pilotar o Chevrolet Monte Carlo 1984 Nascar de seu falecido ídolo Dale Earnhardt Sr. depois de ter vencido o Grande Prêmio de Fórmula 1 da Itália, mas o australiano vislumbra um acordo melhor.

Zak Brown, chefe da McLaren Racing que tem o cupê número três original com o logotipo da Wrangler em sua coleção, prometeu a Ricciardo em março um teste no carro se ele subisse no pódio nesta temporada.

“Estou assim, ‘quem sabe ele me dá o carro?'”, disse o piloto, que também corre com o número três na McLaren, cheio de esperança depois de uma dobradinha com o colega de equipe Lando Norris em Monza no domingo.

“Sempre foi ‘um pódio e posso pilotá-lo’. Nunca falamos de uma vitória”.

“Dei minha sapatilha, na qual ele bebeu, então talvez ele me dê o carro. É uma boa troca.”

O triunfo de Ricciardo foi o primeiro da McLaren desde o de Jenson Button no Brasil em novembro de 2012 –uma espera de 3.213 dias, e sua primeira dobradinha desde 2010.

Ele ainda falou de seus ídolos.

“Dale Earnhardt, grande herói meu, e ter a chance de sentar atrás do volante de um de seus carros é uma loucura.”

“O outro… me desculpem se pareço um pouco autocentrado agora, mas quando penso na McLaren, penso em Senna”, referindo-se ao brasileiro tricampeão mundial de Fórmula 1.

Para a segunda equipe mais bem-sucedida da história da F1 –só atrás da Ferrari, que surgiu logo no início dos anos 1950– em termos de vitórias e total de campeonatos, a prova italiana foi o fim de uma agonia e o começo da redescoberta da vitória.

(Por Alan Baldwin em Londres)



FONTE PESQUISADA

BALDWIN, Alan. Ricciardo pilotará carro de Earnhard e cita Senna como “herói”. Disponível em:<https://istoe.com.br/ricciardo-pilotara-carro-de/>. Acesso em: 13 de setembro 2021.


sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Ayrton Senna é homenageado por equipes da Fórmula 1 em retorno a Imola; veja

F1 retorna a Imola, na Itália, onde piloto brasileiro sofreu acidente fatal em 1994

Marcello Neves

30/10/2020 - 12:08 / Atualizado em 30/10/2020 - 12:20

Senna Foto: Reprodução

A Fórmula 1 retorna, nesta fim de semana, ao Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Imola, na Itália, que sediará o GP da Emilia-Romagna. Ausente desde 2006, a pista foi palco de eventos marcantes como o acidente fatal sofrido por Ayrton Senna, em 1994. Em virtude deste fatos, as equipes usaram a hashtag '#SennaSempre' para homenagear o piloto brasileiro.

A morte de Ayrton Senna ocorreu em 1º de maio de 1994, como resultado de uma colisão entre o carro do piloto brasileiro Ayrton Senna e uma barreira de concreto, enquanto participava do Grande Prêmio de San Marino, no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, na Itália. O resultado causou a implementação de novas medidas de segurança e reformulação da Grand Prix Drivers' Association.



FONTE PESQUISADA

NEVES, Marcello. Ayrton Senna é homenageado por equipes da Fórmula 1 em retorno a Imola; veja. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/esportes/ayrton-senna-homenageado-por-equipes-da-formula-1-em-retorno-imola-veja-24720673>. Acesso em: 30 de outubro 2020.  

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Sónia Ito recorda Ayrton Senna na semana do regresso da F1 a Portugal

Por Joel Ribeiro -22 de Outubro, 2020

GAZETA DAS CALDAS - gazetadascaldas.pt

Sónia Ito acompanha Ayrton Senna numa das conferências de imprensa de um Grande Prémio do Japão, em Suzuka | DR

Caldense é tradutora-intérprete no automobilismo nipónico e trabalhou com o astro brasileiro, a quem atribuiu grande parte da responsabilidade do gosto que ganhou pela atividade que mantém

O grande circo da Fórmula 1 regressa este fim de semana a Portugal, mais de 24 anos após a última presença em solo luso. O brasileiro tricampeão do mundo Ayrton Senna é, ainda hoje, uma das grandes figuras do desporto e uma caldense teve a oportunidade de trabalhar com ele de perto.

A luso-japonesa Sónia Ito é natural de Lisboa e caldense adotiva, mas aos 13 anos partiu para Nagoya, no Japão, com os pais. Formada em Antropologia, trabalhar no automobilismo, e mais precisamente na categoria rainha, foi algo que surgiu por acaso.

Nagoya é relativamente perto do circuito de Suzuka, propriedade da Honda, e em 1986 estava a pedir tradutores em part-time. Sónia Ito tinha, então, 17 anos e viu oportunidade para ter algum contacto com pessoas de outras nacionalidades, o que não era comum naquela região, na altura. “Seria giro e ainda ganharia algum dinheiro”, recorda.

Foi escolhida para trabalhar como tradutora, fazer o apoio no contacto entre os media estrangeiros e a organização japonesa dos eventos, “porque poucos japoneses falavam Inglês nessa altura”, conta.

Um ano depois, em 1987, Suzuka voltou a receber o Grande Prémio do Japão de Fórmula 1, após um hiato de 10 anos. “Na altura o Ayrton Senna era só mais um entre os pilotos”, recorda. O então jovem brasileiro corria pela Lotus Honda, mas só no ano seguinte atingiria todo o seu potencial ao volante do mítico McLaren Honda MP4/4.

É nessa altura que Ayrton Senna se torna um fenómeno global, e muito em especial no Japão. “A Honda gostava muito dele e todos os espetadores japoneses o admiravam. Era uma pessoa com muita garra, que tinha um sonho e sabia o que tinha que fazer para lá chegar”, descreve.

É também a partir dessa altura que Sónia Ito teve um contacto mais próximo e frequente com o piloto, que visitava muitas vezes o país para testes e visitas à fábrica do construtor japonês.

“Tive a oportunidade de conhecer as duas facetas que ele tinha”, diz Sónia Ito. Por um lado, o competidor feroz, por outro a pessoa sensível e “muito humana”.

Nos cinco anos de ligação entre a McLaren, a Honda e Ayrton Senna, o brasileiro conquistou três títulos, numa altura em que a corrida japonesa era uma das últimas do calendário e na qual muito se decidiu. Sónia Ito lembra as festas no final das corridas em que venceu, num bar que existia no autódromo. “Foram grandes festejos, com karaoke, juntava-se toda a gente, conversava-se e ele divertia-se”, recorda. E lembra também, em 1989, que “estava furioso” após o incidente com Alain Prost e a decisão da FIA em retirar-lhe a vitória e a hipótese de lutar pelo título.

Em 1994, ano da morte do piloto, houve duas corridas no Japão e Sónia Ito esteve com Ayrton Senna no Grande Prémio do Pacífico, uma semana antes do acidente que o vitimou, em Ímola. E até tem um episódio curioso. “Tinha comprado uma câmara, o Ayrton tinha um fotógrafo que era meu amigo e ele ficou com a minha câmara para nos tirar fotografias. Não as revelei logo e deu-se o acidente. Curiosamente, todas as fotografias em que ele está estão tremidas, como se fosse uma premunição”, conta.

Sónia Ito diz que o brasileiro foi um dos responsáveis pelo gosto que ganhou pela atividade, que mantém até aos dias de hoje. E em todo o seu percurso na Fórmula 1 diz que não encontrou outro piloto como o brasileiro. “Tinha um carisma, uma presença, que nunca mais vi em nenhum piloto. E trabalhei com grandes campeões, como o Schumacher, o Vettel e o Hamilton”, sublinha. É isso que faz com que, ainda hoje, seja um dos pilotos mais admirados, muito particularmente no Japão, onde Senna passou a ser nome próprio.

“Nas corridas de promoção já começam a aparecer jovens japoneses com esse nome”, sublinha.


“A” Ayrton Senna

Sónia Ito tem duas histórias curiosas e que são mais dois pontos na ligação estreita que teve com Ayrton Senna.

A primeira passou-se em 1994, quando o piloto foi homenageado em Suzuka. “A irmã, Viviane, foi representá-lo e quando nos vimos exclamámos que somos mesmo parecidas, talvez fosse um pouco por isso que se sentia tão em casa aqui”, conta Sónia Ito.

O outro é que Sónia se desloca de forma frequente de mota e, com o capacete posto, como só se vêem os olhos, muitas vezes os japonenses lhe chamavam a Ayrton Senna. “Ficava toda feliz”, exclama Sónia Ito.

A caldense com Masashi Yamamoto, responsável pelo programa de unidades de potência da Honda na F1 atual | DR


Um dos hóbis de Sónia Ito é o surf | DR


FONTE PESQUISADA

RIBEIRO, Joel. Sónia Ito recorda Ayrton Senna na semana do regresso da F1 a Portugal. Disponível em: <https://gazetadascaldas.pt/sociedade/sonia-ito-recorda-ayrton-senna-na-semana-do-regresso-da-f1-a-portugal/>. Acesso em: 22 de outubro 2020. 

Conheça de onde veio idolatria por Senna no Japão e no quê ele se parecia com os japoneses


TÓQUIO (IPC Digital) – Até hoje Ayrton Senna é referência no Japão, quando perguntado aos japoneses.

Tamanha admiração de um país tão distante do Brasil é devido a três fatores, segundo profissionais japoneses ligados à Fórmula 1, que conviveram com o tricampeão brasileiro:

FATOR 1) Senna não era europeu, era alguém que vinha de fora, e isso era visto como um desafio, segundo o jornalista Masuhiro Owar;

FATOR 2) Os japoneses não gostam de gente política, como Prost, e Senna também não gostava.

FATOR 3) Senna chegou em um momento em que a F-1 estava crescendo, com o retorno do GP do Japão e o início das transmissões com a TV Fuji em 1987. E como não havia grandes pilotos, era preciso escolher um herói. Na época Senna estava pilotando para a Honda, foi fácil para os japoneses escolher.

Apesar da identificação ter sido fácil e rápida, o que começou como uma torcida acabou se tornando uma espécie de idolatria muito em função do jeito de ser do brasileiro, semelhante ao dos japoneses em alguns aspectos.

“Mesmo depois de 20 anos, não há ninguém como ele. Nossos heróis nunca foram fortes fisicamente, mas sim mentalmente. O judô tem como princípio fazer com que o mais fraco bata o mais forte. Nós somos assim: pessoas normais, mas fortes mentalmente. E apreciamos isso.”

O fotógrafo Fujio Hara concorda. “Ele era magro e as corridas não eram fáceis para ele fisicamente. Então ele sempre pesquisava o que poderia fazer para aguentar todo o fim de semana. Ele era muito forte nesse aspecto: sabia dividir a energia em cada sessão.”

Trabalhando com a montadora, o fotógrafo conseguiu um acesso especial ao tricampeão. E também despertou sua curiosidade. “Quando ele estava na pista, sabia quem era cada fotógrafo. E me perguntava por que eu ficava escondido lá no fundo, com uma lente maior que a dos outros. Eu gosto de tirar foto mais de longe para tirar fotos mais naturais, e ele dizia ‘você quer me pegar desprevenido!’. Mas sempre pedia para ver como tinham ficado as fotos”, conta.

“As pessoas na FIA não gostavam muito dele na época. Os japoneses sabiam que ele não se sentia bem com isso e ficavam do lado dele. Gostavam dele por sua maneira de ser, porque ele não estava satisfeito com aquilo, mas aguentava e dava sempre seu melhor, assim como os japoneses fazem. Eles gostam de gente que não reclama explicitamente, mas que se ‘vinga’ com resultados.”

Outra testemunha desta paixão é Sonia Ito, que mudou-se com a família de Portugal para o Japão em 1982 e, desde 1987, trabalha como tradutora em Grandes Prêmios. A profissional acredita, contudo, que não eram as palavras que aproximavam o piloto brasileiro dos japoneses.

“Vai além da barreira da linguagem, tem a ver com o jeito de ser. Tínhamos o Prost, que tinha muita garra e era muito bom, mas o Senna passava algo diferente e os japoneses sentiam isso. Eles são muito sensíveis, não falam muito, então esse tipo de comunicação sem palavras é importante para eles. Eles gostavam do Prost como piloto, mas nada como o Ayrton”, contou Sonia ao UOL Esporte.

“Ele sempre dava muita atenção aos jornalistas japoneses porque sabia que representava a Honda. As pessoas o amavam. Eles nunca tiveram esse tipo de paixão por outro piloto. O Michael [Schumacher] acabou ficando muito famoso também por aqui, mas o amor que eles têm pelo Ayrton é diferente, é como no Brasil.”

FONTE: UOL ESPORTE


FONTE PESQUISADA

IPC.DIGITAL -  Conheça de onde veio idolatria por Senna no Japão e no quê ele se parecia com os japoneses. Disponível em: <https://ipc.digital/conheca-de-onde-veio-idolatria-por-senna-no-japao-e-no-que-ele-se-parecia-com-os-japoneses/>. Acesso em: 22 de outubro 2020. 

domingo, 6 de setembro de 2020

Vídeo: Netflix Anuncia Minissérie Sobre Ayrton Senna

 






Twittter: Netflix Anuncia Minissérie Sobre Ayrton Senna



@NetflixBrasil: "Essa é especial para todos os brasileiros e, especialmente, para aqueles que mal podiam esperar pelas manhãs de domingo. A história do nosso querido Ayrton Senna será adaptada em uma minissérie de drama com 8 episódios. É muita responsabilidade, gente. #sennananetflix"

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Ayrton Senna é o piloto mais rápido da Fórmula 1 nas últimas quatro décadas, informa estudo

Levantamento encomendado pela categoria mostra que tricampeão foi o mais veloz na comparação com colegas de equipe nas classificações, onde se afere velocidade bruta dos pilotos

Por Redação ge
18/08/2020 08h30  Atualizado há 22 horas

Ayrton Senna é o piloto de Fórmula 1 mais rápido das últimas quatro décadas. É o que aponta um estudo encomendado pela categoria à Amazon Web Services (AWS), que utilizou uma ferramenta única com tecnologia de machine learning (ML) para fornecer uma classificação objetiva, baseada em dados de todos os pilotos desde a temporada de 1983 até os dias atuais.

Ayrton Senna acelera McLaren-Honda em Monza, em 1991 — Foto: Getty Images

Na aferição dos dados obtidos nos resultados das sessões de classificação que definiram os grids de largada no período, Senna superou o heptacampeão mundial Michael Schumacher em 0s114, enquanto o inglês Lewis Hamilton ficou na terceira posição, com um tempo relativo 0s275 acima.



Segundo a F1 informou, ao comparar companheiros de equipe em classificação, a ferramenta baseada em machine learning foca a análise no desempenho do piloto, e, ao comparar os tempos de volta só entre companheiros de equipe. Foi usado o algoritmo Fastest Driver para normalizar o desempenho do carro e da equipe, para construir uma imagem de como os pilotos de diferentes gerações podem ser comparados, analisando a velocidade bruta.

- Dentro do ambiente de equipe, esse tipo de modelagem é usado para tomar decisões importantes sobre as escolhas do piloto. Como os pilotos são, na maioria das vezes, o ativo mais caro da equipe, é importante que o processo de seleção seja o mais robusto possível. Um processo como este, portanto, seria implantado pela equipe de estrategistas da F1 a fim de apresentar a seleção mais objetiva e baseada em evidências possível. É importante notar que essa velocidade pura é o único elemento do vasto arsenal de pilotos que estamos analisando aqui, para identificar os mais rápidos de todos os tempos, o que é muito empolgante - disse Rob Smedley, diretor de Sistemas de Dados da F1.

Schumacher pilota Ferrari em Suzuka, em 2002 — Foto: Getty Images

Ainda segundo informou a categoria, o F1 Insights também fornece uma leitura única de um exercício semelhante que as equipes de F1 têm para definir seus pilotos-alvo para as temporadas seguintes. Neste caso, tal estudo foi aplicado ao longo de um período de 37 anos de história do campeonato, apesar das diferenças nas regras e nos carros.

A lista tem diversos pilotos do atual grid da Fórmula 1 entre os dez primeiros, como o holandês Max Verstappen, quarto colocado no estudo, além de Charles Leclerc e Sebastian Vettel. Os campeões mundiais Fernando Alonso e Nico Rosberg também estão no top 10, mas há surpresas como o finlandês Heikki Kovalainen e o italiano Jarno Trulli.

Rubens Barrichello é o 11º piloto mais rápido da F1, segundo estudo — Foto: Getty Images

Ao todo, 142 pilotos fazem parte da lista. Entre os brasileiros, Rubens Barrichello (11º), Felipe Massa (21º), Nelson Piquet (40º), Nelsinho Piquet (53º), Enrique Bernoldi (86º), Felipe Nasr (90º) e Roberto Moreno (96º) figuram entre os 100 primeiros colocados.

PILOTOS MAIS RÁPIDOS DA F1 DESDE 1983

POS. PILOTO PAÍS DIFERENÇA
AYRTON SENNA BRASIL -
MICHAEL SCHUMACHER ALEMANHA a 0s114
LEWIS HAMILTON INGLATERRA a 0s275
MAX VERSTAPPEN HOLANDA a 0s280
FERNANDO ALONSO ESPANHA a 0s309
NICO ROSBERG ALEMANHA a 0s374
CHARLES LECLERC MÔNACO a 0s376
HEIKKI KOVALAINEN FINLÂNDIA a 0s378
JARNO TRULLI ITÁLIA a 0s409
10º SEBASTIAN VETTEL ALEMANHA a 0s435
11º RUBENS BARRICHELLO BRASIL a 0s445
12º NICO HULKENBERG ALEMANHA a 0s456
13º VALTTERI BOTTAS FINLÂNDIA a 0s457
14º CARLOS SAINZ JR. ESPANHA a 0s457
15º LANDO NORRIS INGLATERRA a 0s459
16º DANIEL RICCIARDO AUSTRÁLIA a 0s461
17º JENSON BUTTON INGLATERRA a 0s462
18º ROBERT KUBICA POLÔNIA a 0s463
19º GIANCARLO FISICHELLA ITÁLIA a 0s469
20º ALAIN PROST FRANÇA a 0s514
21º FELIPE MASSA BRASIL a 0s518
40º NELSON PIQUET BRASIL a 0s600
53º NELSINHO PIQUET BRASIL a 0s697
86º ENRIQUE BERNOLDI BRASIL a 0s907
90º FELIPE NASR BRASIL a 0s935
96º ROBERTO PUPO MORENO BRASIL a 0s995
105º PEDRO PAULO DINIZ BRASIL a 1s054
108º BRUNO SENNA BRASIL a 1s091
111º TARSO MARQUES BRASIL a 1s111
112º CRISTIANO DA MATTA BRASIL a 1s136
114º RICARDO ZONTA BRASIL a 1s153
117º LUCAS DI GRASSI BRASIL a 1s181
125º MAURÍCIO GUGELMIN BRASIL a 1s284
139º RICARDO ROSSET BRASIL a 1s590

Fonte: F1/Amazon Web Services



GE - Ayrton Senna é o piloto mais rápido da Fórmula 1 nas últimas quatro décadas, informa estudo. Disponível em: <https://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/ayrton-senna-e-o-piloto-mais-rapido-da-formula-1-nas-ultimas-quatro-decadas-informa-estudo.ghtml>. Acesso em: 19 de agosto 2020. 

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Ayrton Senna recebe homenagem nas ruas de São Paulo (Vídeo)



Emerson Fittipaldi e Felipe Massa pilotam carros que marcaram a carreira de Senna.

Jornal Nacional

Exibição em 9 Nov 2019


sábado, 26 de outubro de 2019

La historia del ingeniero mexicano que hizo grande a la escudería McLaren y pidió la permanencia de la Fórmula 1 en el país

Joaquín “Jo” Ramírez fue clave para que McLaren dominara la F1 en los años 80, donde pudo compartir momentos entrañables con su viejo amigo Ayrton Senna, a quien considera el mejor piloto de la historia

Por Martín Avilés

25 de octubre de 2019
Infobae - infobae.com


El ingeniero Jo Ramírez trabajó con McLaren (Foto: Especial)

La última vez que Jo Ramírez miró a los ojos a Ayrton Senna, el brasileño ya no era más volante de McLaren. En la escudería británica habían ganado tres campeonatos mundiales de Fórmula 1, pero el de Sao Paulo decidió migrar a Williams, para demostrar que podía ganar otro título en un equipo distinto.

Joaquín “Jo” Ramírez nació en la Ciudad de México hace 78 años. Ahí estudiaba ingeniería mecánica en la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), hasta que en 1961 dejó esa carrera para seguir los pasos de su amigo, el piloto Ricardo Rodríguez en la máxima categoría del automovilismo.

Un año más tarde, el volante mexicano falleció en un aparatoso accidente en el Gran Premio de México de 1962. Jo sufrió la pérdida de su inseparable camarada, pero no la oportunidad de mantenerse en el Gran Circo. En la F1 pulió sus conocimientos hasta consagrarse como uno de los más prestigiosos ingenieros del automovilismo, aun sin haber terminado sus estudios.

A finales de 1983, Ramírez fue contratado por McLaren -para asumir el cargo de coordinador del equipo- y cinco años más tarde, coincidió en la escudería de Woking, Reino Unido, con Ayrton Senna, quien había demostrado grandes cualidades en John Player Special Team Lotus.

“Conocí a Senna cuando apenas comenzaba a ser piloto a principios de los años 80. Nos encontramos en una sesión de pruebas en Silverstone, cuando Emerson Fittipaldi me dijo: ‘sigue a este chico, será uno de los más grandes en la historia’. Y no se equivocó”, dice Jo Ramírez a Infobae México mientras camina por el Autódromo Hermanos Rodríguez, que debe su nombre a su viejo amigo Ricardo y Pedro, su hermano, ambos fallecidos en competencia.

El ingeniero mexicano pidió la permanencia de la F1 en la capital (Foto: Especial)

A cada paso que da, Jo Ramírez es solicitado. Ya sea por un fanático que al reconocerlo le pide una fotografía, o hasta por algún alto directivo de alguna escudería, como Frédéric Vasseur, CEO de Sauber Motorsport, quien detiene el paso del mexicano para estrechar su mano e intercambiar unas cuántas palabras.

Jo fue invitado por los organizadores del GP de México para presenciar la edición 2019 de esta carrera, misma en la que el británico Lewis Hamilton de Mercedes podría convertirse en el segundo piloto más ganador en la historia de la F1 con seis coronas, solo detrás de las siete de Michael Schumacher, siempre y cuando sume 14 puntos más que su coequipero, el finés Valtteri Bottas.

“Espero que no la gane aquí”, exclama Ramírez. “Aunque ya la ganó dos veces aquí. No es que haga el campeonato más interesante ni nada, pero si hay una chance matemáticamente de que otro lo pueda ganar, ¿por qué no? Que se extienda un poco más la angustia de saber quién va a quedar campeón”.

“La extensión de tres años es muy importante porque, no obstante, tenemos también a Checo Pérez que ha firmado por otros tres años con Racing Point. Es importante mantener a un piloto mexicano en el Gran Premio y en la Fórmula 1”, opina sobre la permanencia de la F1 en México hasta 2022.

La F1 se realizará el próximo domingo en el Autódromo Hermanos Rodríguez (Foto: Especial)

Hamilton tiene 34 años, y hace dos, superó precisamente en México a Ayrton Senna –quien acumuló tres títulos mundiales- en la lista de máximos campeones del serial. En la víspera de conquistar su sexto campeonato de pilotos, la eterna discusión sobre si debe ser considerado uno de los mejores de la historia junto a Schumi por el simple hecho estar ambos a la cabeza de la exclusiva lista, no le inquieta a Ramírez, pues para él los títulos no son necesariamente sinónimo de éxito.

“Si vas por eso, seguro lo son (los dos mejores pilotos de la historia) por los títulos. Pero si Ayrton Senna no nos hubiera dejado tan joven creo que hubiera tenido muchos de los campeonatos que ganó Michael (Schumacher) los hubiera ganado Senna, así que Schumacher ganó muchos campeonatos sin tanta competencia, los campeonatos que ganó Senna, los que ganó Prost, los perdió contra muchas personas con buenos coches como Mansell, Piquet, etcétera; entonces tuvieron más mérito”, explica el ingeniero de 78 años.

A Jo Ramírez se le entrecorta la voz cada que vez que pronuncia el nombre de Ayrton Senna. Con el brasileño compartió algo más que amistad, pues durante los seis años que pasaron juntos en McLaren, se volvieron familia.

“Oh, (era su relación) muy buena. Éramos latinos así es que éramos más unidos que el resto del equipo”, comparte.

Y es que a pesar de que Senna decidió firmar con Williams para la temporada 1994, ambos mantuvieron una relación muy estrecha. Aquella mañana del 1 de mayo de 1994 en San Marino, Ramírez caminó al drivers’ meeting, solo para saludar a Ayrton. Fue la última vez que lo miró a los ojos, antes de su trágica muerte.

“’Senta a bota’”, responde Jo Ramírez, cuestionado sobre qué le diría a su viejo amigo si le tuviera que decir una última cosa. “Que es una expresión en portugués, que quiere decir empuja”.



FONTE PESQUISADA

ÁVILES, Martíns. La historia del ingeniero mexicano que hizo grande a la escudería McLaren y pidió la permanencia de la Fórmula 1 en el país. Disponível em: <https://www.infobae.com/deportes/2019/10/25/la-historia-del-ingeniero-mexicano-que-hizo-grande-a-la-escuderia-mclaren-y-pidio-la-permanencia-de-la-formula-1-en-el-pais/>. Acesso em: 26 de outubro 2019. 


quarta-feira, 23 de outubro de 2019

O Madame Tussauds Orlando celebra a vida e o legado do piloto brasileiro de Fórmula 1 Ayrton Senna com uma nova estátua

Por PRNews
Exame - exame.abril.com.br
23 out 2019, 15h11

ORLANDO, Flórida, 23 de outubro de 2019 — O Madame Tussauds Orlando celebra um dos pilotos brasileiros de Fórmula 1 mais influentes de todos os tempos dando as boas-vindas à estátua de cera de Ayrton Senna. O tricampeão mundial de F1 conquista o seu lugar no círculo dos campeões ao lado dos seguintes ícones do esporte: David Beckham, Serena Williams e Shaquille O’Neal.




A estátua de cera recria a pose da vitória de Senna com os braços estendidos junto ao seu famoso traje de corrida vermelho com a bandeira do Brasil costurada em seu cinto. Os visitantes podem celebrar a memória de Senna e suas vitórias históricas nos grandes prêmios, ao tirarem fotos únicas com bandeiras brasileiras em mãos.

Ayrton Senna é considerado um dos melhores e mais influentes pilotos de F1 de todos os tempos.  Conhecido por sua dedicação e ambição, Senna conquistou três títulos mundiais e 41 vitórias em 10 anos de carreira. Suas 41 vitórias são a quinta maior da história da F1, e Senna detém o recorde de mais vitórias no icônico circuito de Mônaco, com seis vitórias.

Ayrton Senna está disponível no Madame Tussauds Orlando por tempo limitado, somente até janeiro de 2020. Visite https://www.madametussauds.com/orlando/en/whats-inside/sports/ayrton-senna/ para mais informações.


Sobre o Madame Tussauds
Dando as boas-vindas a 10 milhões de visitantes maravilhosos todos os anos, o Madame Tussauds oferece a você a chance de uma VERDADEIRA experiência de fama.
Estamos em mais de 24 localidades exclusivas ao redor do mundo, de Nova York a Xangai, Amsterdã a Sydney e, claro, em Londres, onde a história começou. Ao longo dos nossos mais de 250 anos de história, o Madame Tussauds trouxe à vida milhares de celebridades, estrelas e heróis com detalhes incrivelmente precisos, dando aos visitantes a oportunidade de dar de cara com seus ídolos e LITERALMENTE tocar as estrelas!

Mergulhe em nossos famosos universos e tenha um gostinho da vida dos ricos e famosos. Como em 2019, a oportunidade de se tornar uma estrela continua! Com uma combinação dos nossos históricos métodos artísticos (que são centenários!), cenários imersivos e tecnologia pioneira, os visitantes podem experimentar a fama e se aproximar da ação como nunca antes.
Visite madametussauds.com/orlando para saber mais.



Madame Tussauds Orlando 
Foto – https://mma.prnewswire.com/media/1016308/Madame_Tussauds_Orlando_Senna_Brazil.jpg 
Logo – https://mma.prnewswire.com/media/1000212/MTO_Logo.jpg

FONTE Madame Tussauds Orlando



FONTE PESQUISADA

EXAME - O Madame Tussauds Orlando celebra a vida e o legado do piloto brasileiro de Fórmula 1 Ayrton Senna com uma nova estátua. Disponível em: <https://exame.abril.com.br/negocios/releases/o-madame-tussauds-orlando-celebra-a-vida-e-o-legado-do-piloto-brasileiro-de-formula-1-ayrton-senna-com-uma-nova-estatua/>. Acesso em: 23 de outubro 2019. 

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Tema da Vitória, capacete amarelo e bandeira do Brasil: três curiosidades sobre Ayrton Senna

Morte do piloto de Fórmula-1 completa 25 anos nesta quarta-feira

01/05/2019 - 14h38min
Atualizada em 01/05/2019 - 14h49min
GaúchaZH - gauchazh.clicrbs.com.br


Ayrton Senna comemora sua segunda vitória no GP do Brasil, em 1993
JULIO PEREIRA/AFP

Nesta terça-feira, a morte de um dos maiores ídolos brasileiros completa 25 anos. 

Em 1º de maio de 1994, Ayrton Senna não venceu a curva Tamburello e morreu no circuito de Ímola, na Itália, deixando um país inteiro aos prantos.

No dia de homenagens para o piloto, conheça três curiosidades que marcaram a carreira de Senna:

Bandeira em punho


Senna ergueu a bandeira do Brasil após uma vitória em Detroit
Roni Rigon/Agencia RBS

Foi em 22 de junho de 1986 que Senna ergueu pela primeira vez a bandeira do Brasil após uma vitória. Era apenas o quarto triunfo na F-1, em Detroit (EUA). Provocado por engenheiros da Renault depois da derrota da Seleção para a França na Copa do Mundo, um dia antes, ele decidiu reagir.

Depois de vencer a corrida, Ayrton viu um torcedor com uma bandeira do Brasil e pediu para um fiscal pegá-la. Em seguida, deu a volta da vitória com a bandeira em punho, orgulhoso, já que na pista derrotara os franceses Jacques Laffite (Ligier) e Alain Prost (McLaren).

Capacete amarelo

Capacete amarelo com faixas em verde e azul é um dos maiores símbolos de Senna
Antônio Carlos mafalda / Agencia RBS

Um dos maiores símbolos de Senna, o capacete amarelo, com faixas em verde e azul, foi usado pela primeira vez em 1978, na disputa do campeonato mundial de Kart, na Europa. As regras da competição exigiam que os capacetes tivessem as cores do país de origem do piloto. 

O desenho foi criado por Sid Mosca, que destacou o fato de as listras transmitirem a sensação de velocidade, com o azul saindo dos olhos. Ayrton gostou tanto que nunca mais mudou.

Tema da vitória



A música que embalou as vitórias de Ayrton Senna foi tocada pela primeira vez em 13 de março de 1983, quando Nelson Piquet venceu em casa. 

Composição do maestro Eduardo Souto Neto, ela serviria só para encerrar o GP do Brasil na TV Globo, não importasse o vencedor. Por isso, em 1984, foi executada na vitória de Alain Prost. 

Só em 1986 passou a ser a trilha sonora das vitórias brasileiras na F-1. E tocou em 38 triunfos de Ayrton (menos nos GPs de Portugal e Bélgica, em 1985, e da Espanha, em 1986).



FONTE PESQUISADA


GAÚCHAZH - Tema da Vitória, capacete amarelo e bandeira do Brasil: três curiosidades sobre Ayrton Senna. Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/automobilismo/noticia/2019/05/tema-da-vitoria-capacete-amarelo-e-bandeira-do-brasil-tres-curiosidades-sobre-ayrton-senna-cjv5hu7ov008101ptbkzrgyr1.html>. Acesso em: 21 de outubro 2019. 


quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Fórmula 1 fará festival em homenagem a Senna em São Paulo

Evento com entrada gratuita terá carros históricos de Senna pilotados por Emerson Fittipaldi e Felipe Massa

Primeira Classe - Rafaela Borges
jornaldocarro.estadao.com.br
16.10.2019 - 21:06


FESTIVAL SERÁ NO PARQUE DO IBIRAPUERA
Crédito: F1/Divulgação

Para celebrar o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 e o legado de Ayrton Senna, a categoria preparou um festival em homenagem ao piloto no País. O evento vai ocorrer em São Paulo, cidade que é sede do GP, no dia 9 de novembro.

Assim, diferentemente do que ocorre com outros festivais da Fórmula 1 pelo mundo, o de São Paulo não será na semana da corrida. Isso porque o Grande Prêmio do Brasil ocorre no dia 17 de novembro, no Autódromo de Interlagos.


VEJA TAMBÉM: HISTÓRIAS NUNCA CONTADAS SOBRE AYRTON SENNA



Detalhes do tributo à Senna
Com entrada gratuita, o evento batizado de Heineken F1 Festival – Senna Tribute (Festival Heineken de Fórmula 1 – Tributo a Senna) será no Parque o Ibirapuera, na zona sul de São Paulo. O horário é do meio dia até as 18h.

Dois carros históricos pilotados por Senna serão as principais atrações. Ao volante, estarão o bicampeão de Fórmula 1 Emerson Fittipaldi e o ex-piloto da categoria Felipe Massa.

Um dos modelos é o que marcou a estreia do tricampeão na Fórmula 1, o Toleman TG184, de 1984, será um dos modelos históricos. O outro é o Lotus de 1985.

Além disso, carros de Fórmula 1 da Renault e da Mercedes vão fazer exibições pelas ruas de São Paulo. Pilotos das equipes estarão ao volante. Por enquanto, está confirmado o reserva do time alemão, Esteban Gutierrez.

O evento de tributo a Senna também terá shows e algumas competições esportivas, que incluem simulação de pit stop.

Festival para fãs de F1
Dona da Fórmula 1, a americana Liberty está promovendo diversas ações para aproximar o público da categoria. Entre elas há a criação dos chamados “Fan Festival”, ou festivais para fãs, como o que ocorrerá em São Paulo.

Sempre com entrada gratuita, esses festivais são realizados na semana do Grande Prêmio local. Na etapa do ano passado do GP da França, por exemplo, ocorreu durante os quatro dias de atividades no autódromo de Paul Ricard.

O festival francês foi realizado em Marselha, cidade mais importante da região de Provença, onde ocorre o GP da França.

Em alguns festivais, há a presença de pilotos titulares da categoria. No ano passado, no evento que celebrou o GP da Itália, em Monza, Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen fizeram exibição nas ruas de Milão com modelos de F1 da Ferrari.

Porém, na exibição, Vettel acabou perdendo o controle e batendo o carro.




FONTE PESQUISADA

BORGES, Rafaela. Fórmula 1 fará festival em homenagem a Senna em São Paulo. Disponível em: <https://jornaldocarro.estadao.com.br/primeira-classe/formula-1-festival-senna-sao-paulo/>. Acesso em: 17 de outubro 2019. 


segunda-feira, 7 de outubro de 2019

VÍDEO “RECRIA” FIM DE SEMANA DA MORTE DE AYRTON SENNA USANDO IMAGENS DE ARQUIVO

Cena Pop - cenapop.uol.com.br
06 de outubro de 2019

Vídeo “recria” fim de semana da morte de Ayrton Senna usando imagens de arquivo – Foto: Reprodução

A morte de Ayrton Senna foi um dos grandes marcos na história da cultura popular brasileira. No dia 1° de Maio de 1994, o tricampeão bateu seu carro a quase 300 quilômetros por hora na curva Tamburello, em Ímola, na Itália.

No entanto, não foi apenas esse acidente que marcou aquele fim de semana. Outras tragédias também aconteceram – ou quase. Roland Ratzemberger bateu seu carro na curva Villeneuve no dia anterior e teve morte instantânea; na sexta, foi a vez de Rubens Barrichello, então iniciante na categoria, ter seu carro “voando” e batendo na proteção de pneus em um acidente impressionante.

Um vídeo na internet recria o fim de semana inteiro em mais de duas horas de imagens de arquivo, que começa com o acidente de Barrichello e termina com o enterro de Senna, na semana seguinte – evento que comoveu e paralisou o Brasil. O webdoc usa imagens de diversas emissoras de televisão para recriar a experiência de assistir a cobertura daquele GP negro.

No vídeo, não há nenhuma narração, apenas algumas indicações escritas na tela. Todas as falas são as originais feitas ao vivo: jornais que fizeram a cobertura dos acidentes, narrações ao vivo, imagens impressionantes e até mesmo os tão famosos Plantões da Globo que deram, passo a passo, a agonia de Senna no hospital Maggiore, de Bolonha – incluindo o já lendário plantão narrado por Roberto Cabrini, anunciando a morte do piloto.

Assista:




FONTE PESQUISADA

GLOBO ESPORTE - "Senna estaria se retorcendo no túmulo" com punições, diz Jo Ramírez, maior amigo na McLaren. Disponível em: <https://cenapop.uol.com.br/2019/10/06/189380-video-recria-fim-de-semana-da-morte-de-ayrton-senna-usando-imagens-de-arquivo/>. Acesso em: 02 de outubro 2019. 

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Ayrton Senna salva Erik Comas | Grande Prêmio da Bélgica de 1992 (Vídeo)


Postado pelo canal oficial da Fórmula 1


Data postagem: 28 de agosto de 2019

Legenda do vídeo:

 Um momento aterrorizante para Erik Comas no Spa em 1992, até que Ayrton Senna veio em socorro ...


Legendas:

Ayrton Senna provavelmente salvou a vida de Erick Comas ...

... durante a qualificação para o Grande Prêmio da Bélgica de 1992

O francês colidiu fortemente em Blanchimont ...

... batendo as barreiras a quase 200 mph

Derrubado inconsciente, seu pé ainda estava pressionando com força o acelerador ...

... bombeando combustível para o carro dele, o que arriscava uma grande explosão

Avistando seu colega imóvel, Senna correu para ajudar

Ele desligou o motor gritante do Ligier (motor urrando)...

... e apoiou sua cabeça até a equipe médica chegar

Comas acredita que as ações de Senna salvaram sua vida ...

... e ele conseguiu voltar à ação na corrida seguinte

Essa camaradagem mostra o vínculo esportivo entre os pilotos ...

... cuja humanidade está muitas vezes escondida sob seus capacetes





Ayrton Senna Saves Erik Comas | 1992 Belgian Grand Prix

A terrifying moment for Erik Comas at Spa in 1992, until Ayrton Senna came to the rescue...

Ayrton Senna probably saved the life of Erick Comas...

...during qualifying for the 1992 Belgian Grand Prix

The Frenchman crashed heavily at Blanchimont...

...hitting the barriers at close to 200mph

Knocked unconscious, his foot was still pressing hard on the throttle...

...pumping fuel into his car, which risked big explosion

Spotting his motionless colleague, Senna rushed to help

He cut off the Ligier's screaming engine...

...and supported his head until the medical crews arrived

Comas believes Senna's actions saved his life...

...and he was able to return to action at the following race

Theis camaraderie shows the sporting bond between drivers...

...whose humanity is often hidden beneath their helmets











segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Morte de Ayrton Senna faz 25 anos: 'É um herói e continuará sendo para sempre'

Trágico acidente em Ímola custou a vida do tricampeão da Fórmula 1

AFP
01/05/2019 - 05:15 / Atualizado em 01/05/2019 - 07:35
O Globo - oglobo.globo.com

Ayrton Senna durante os treinos livres do GP da França de 1991, em Magny-Cours Foto: ERIC FEFERBERG / AFP

Mais que um ídolo, um mito. Ayrton Senna é, 25 anos após sua morte, ocorrida em 1º de maio de 1994 no circuito italiano de Imola, uma verdadeira lenda da Fórmula 1.

Nascido em 21 de março de 1960 em São Paulo, Ayrton Senna da Silva disputou 161 Grandes Prêmios entre 1984 e 1994, conquistou três mundiais com a McLaren (1988, 1990 e 1991), 41 vitórias correndo por Lotus e McLaren — a estreia na limitada Toleman, em 1984, rendeu um dos momentos mais antológicos da categoria, no GP de Mônaco, ao largar na 13ª posição e, sob uma chuva torrencial, chegar ao segundo lugar, só atrás do líder Alain Prost, até a prova ser interrompida — 65 pole positions, 80 pódios e quase 3.000 voltas na liderança nas corridas.


É menos que Michael Schumacher (7 títulos), Lewis Hamilton e Juan Manuel Fangio (5), Alain Prost e Sebastian Vettel (4), mas o essencial está em outra parte.

— É um herói e continuará sendo para sempre — avalia o pentacampeão Lewis Hamilton, para quem o brasileiro serviu de inspiração desde o início da carreira, e que compartilha um certo misticismo com o brasileiro. — Eu não conhecia bem sua personalidade, então, o que eu mais gostava era mais o que ele representava, aquilo contra o que ele se opunha, e o que era capaz de fazer ao volante.

FILE PHOTO: Ayrton Senna of Brazil raises his trophy after winning the Belgian Grand Prix August 28, 1988. SCANNED FROM NEGATIVE. REUTERS/Frederique Lengaigne/File Photo PLEASE SEARCH "FROM THE FILES - 25TH ANNIVERSARY OF AYRTON SENNA'S DEATH" FOR ALL PICTURES Foto: Reuters Staff / Reuters

Aura diferente

A rivalidade de Senna com “o professor” Alain Prost, com quem compartilhou os boxes na McLaren em 1988 e 1989 e depois o enfrentou até a aposentadoria do francês no final de 1993, os transformou em grandes celebridades, passando a ser conhecidos não só pelos aficionados do esporte.

— Vimos isso chegar aos grandes meios de comunicação, porque existia essa batalha humana entre dois pilotos de carisma, cultura e educação diferentes — lembra Prost. — Fiz muitas coisas, ganhei muitas corridas e campeonatos sem ele, mas nossa história está completamente ligada. Não há um momento em que, se você fala de Prost, não mencione Senna e vice-versa. Não só minha carreira, mas também minha vida está ligada a ele. Vivo com isso há cerca de 30 anos.

Próximo do brasileiro, o jornalista francês Lionel Froissart diz que Senna tinha uma aura diferente e, mesmo após 25 anos, ele continua sendo lembrado:

— Isso diz muito sobre sua personalidade. Faz parte desses personagens excepcionais tocados um pouco pela graça divina. Ele impunha de maneira natural uma distância, uma espécie de aura. Tínhamos a mesma idade, mas eu nunca teria dado um tapinha nas costas dele!

Para além de suas conquistas, polêmicas e momentos de genialidade, foi seu jeito de ser — modesto e orgulhoso ao mesmo tempo, a mistura de agressividade total na pista e de sensibilidade fora — que ficou na memória.

— Era um piloto excepcional, com um encanto particular. A combinação destas duas qualidades fazia dele uma lenda já em vida — acredita o austríaco Gerhard Berger, companheiro de Mclaren e amigo.

A morte do brasileiro durante o Grande Prêmio de San Marino, último drama de um fim de semana já trágico (após um grave acidente de Rubens Barrichello na sexta-feira, e da morte do austríaco Roland Ratzenberger no sábado), provocou um grande impacto e acabou construindo sua lenda. Depois de largar na pole position, o brasileiro, então com 34 anos, pilotava sua Williams-Renault quando se chocou contra o muro de cimento da curva de Tamburello na sétima volta.

— Ayrton era um bom ser humano, com princípios e valores. E foi realmente espetacular o tempo que passou neste planeta — diz Ron Dennis, seu chefe na McLaren.



FONTE PESQUISADA


O GLOBO - Morte de Ayrton Senna faz 25 anos: 'É um herói e continuará sendo para sempre'. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/esportes/morte-de-ayrton-senna-faz-25-anos-um-heroi-continuara-sendo-para-sempre-23634156>. Acesso em: 26 de agosto 2019.