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terça-feira, 11 de julho de 2023

Ex-piloto britânico relembra momento marcante com Ayrton Senna

São Paulo, SP

Publicação 01/08/18 | 16:12

Ayrton Senna comemorando a vitória em Interlagos, na temporada de 1993 (Foto: Acervo Gazeta Press)

Um dos maiores ídolos da história do esporte brasileiro, Ayrton Senna foi novamente lembrado pelo mundo do automobilismo. Em entrevista ao podcast oficial da F1, Martin Brundle, ex-piloto e atual comentarista da Fórmula 1 na televisão inglesa, relembrou um momento marcante que teve quando tinha o brasileiro como um dos seus principais rivais.

"Jamais vou me esquecer de um dia em que Ayrton me ultrapassou na F3, em Silverstone. Estava chovendo muito, ele foi por fora de mim na curva Stowe. A chuva era muito intensa mesmo e eu estava na liderança da prova. Ele foi com tanta força, e eu lembro que, naquele momento, eu dizia para mim mesmo ‘você não vai conseguir completar’.De forma impressionante, Ayrton fez toda a trajetória aberta e saiu na minha frente. Na hora, eu me perguntei como ele tinha feito aquilo”,

“Depois disso, eu segui Ayrton e terminei em segundo. No pódio, eu aproveitei e falei pra ele ‘A sua linha na Stowe na segunda parte da corrida não funcionou, não?’ Ele disse: ‘Não sei, não tentei. Estava muito molhado.’ Ele tinha esse conhecimento, esse dom, a experiência que eu não tinha”, continuou Brundle.

Por fim, o comentarista destacou que, para ele, Senna mesclava arrogância com enorme talento. "Todas as características que vi em Ayrton em 1983, eu também presenciei depois na F1. Ele era muito convencido de que todo o mundo estava contra ele, e que a FIA estava contra ele. Mas ele tinha um talento muito grande, como na história de Silverstone. Lá, ele sabia exatamente o que fazer. Na minha opinião, ele é o maior piloto de todos os tempos".


FONTE PESQUISADA

GAZETA ESPORTIVA - Ex-piloto britânico relembra momento marcante com Ayrton Senna. Disponível em: <https://www.gazetaesportiva.com/motor/formula-1/ex-piloto-britanico-relembra-momento-marcante-com-ayrton-senna/>. Acesso em: 11 de Julho de 2023.



Ayrton Senna comemorando a vitória em Interlagos, na temporada de 1993 (Foto: Acervo Gazeta Press)

Foto: Acervo Gazeta Press



domingo, 10 de outubro de 2021

Champanhe para Ayrton Senna no Brasil em sua casa 1993 (Foto)


Champanhe para Ayrton Senna no Brasil em sua casa 1993

Autor / Copyright: Dominique Leroy


Champagne for Ayrton Senna in Brazil at his home 1993

Autor / Copyright: Dominique Leroy

sábado, 20 de julho de 2019

Europa 1993 (Celebra a 1ª posição no pódio), Canadá 1993 e Brasil 1993 (Boxes) - (Fotos)


Grande Prêmio da Europa de 1993.
Donington Park, Inglaterra.
9 e 11 de abril de 1993.

Ayrton Senna (McLaren Ford) celebra a 1ª posição no pódio. O dono do circuito, Tom Wheatcroft, também está ao lado dele.

1993 European Grand Prix.
Donington Park, England.
9-11 April 1993.

Ayrton Senna (McLaren Ford) celebrates 1st position on the podium. Circuit owner Tom Wheatcroft also stands next to him.


Grande Prêmio do Canadá 1993.
Montreal, Quebec, Canadá.
11-13 de junho de 1993.

Largada: Damon Hill lidera, seguido por Alain Prost (ambos Williams FW15C Renault), Gerhard Berger, Jean Alesi (ambos Ferrari F93A), Ayrton Senna (McLaren MP4/8 Ford) e Riccardo Patrese (Benetton B193B Ford).
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1993 Canadian Grand Prix.
Montreal, Quebec, Canada.
11-13 June 1993.

Damon Hill leads Alain Prost (both Williams FW15C Renault's), Gerhard Berger, Jean Alesi (both Ferrari F93A's), Ayrton Senna (McLaren MP4/8 Ford) and Riccardo Patrese (Benetton B193B Ford) at the start.



Grande Prêmio do Brasil 1993.
Interlagos, São Paulo, Brasil. 26 a 28 de março de 1993.

Ayrton Senna (McLaren MP4/8 Ford) 1ª posição, nos boxes, retrato.

1993 Brazilian Grand Prix.
Interlagos, Sao Paulo, Brazil. 26th - 28th March 1993. 
Ayrton Senna (McLaren MP4/8 Ford) 1st position, in the pits, portrait.



quarta-feira, 26 de junho de 2019

Austrália 1993 e Brasil 1993 (Fotos)


Ayrton Senna (McLaren Ford) celebra a 1ª posição no pódio. Sua última vitória em um Grande Prêmio. Grande Prêmio da Austrália de 1993. Adelaide, Austrália. 5-7 de novembro de 1993.
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1993 Australian Grand Prix.
Adelaide, Australia.
5-7 November 1993.
Ayrton Senna (McLaren Ford) celebrates 1st position on the podium. His last Grand Prix win.


Grande Prêmio do Brasil 1993. Interlagos, São Paulo, Brasil. 26 - 28 de março de 1993. Ayrton Senna (McLaren Ford) 1ª posição e Michael Schumacher (Benetton Ford) 3ª posição celebram no pódio.
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1993 Brazilian Grand Prix.
Interlagos, Sao Paulo, Brazil. 26th - 28th March 1993. Ayrton Senna (McLaren Ford) 1st position and Michael Schumacher (Benetton Ford) 3rd position celebrate on the podium.


Grande Prêmio da Austrália de 1993.
Adelaide, Austrália. 5-7 de novembro de 1993. As luvas deixadas no carro, pois Ayrton Senna (McLaren MP4/8 Ford) dá o golpe final da temporada. 1ª posição e sua última vitória em um Grande Prêmio de Fórmula 1.
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1993 Australian Grand Prix.
Adelaide, Australia.
5-7 November 1993.
The gloves are off as Ayrton Senna (McLaren MP4/8 Ford) delivers the final blow of the season. 1st position and his last Grand Prix win.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Especial Senna Eterno




Globo Esporte BA faz homenagem a Ayrton Senna pelos 24 anos de sua morte

Série de matérias mostra a relação de Ayrton Senna com a Bahia

Esquecido e batizado de Fumaça, safety car usado por Senna em 1993 será restaurado


Carro de segurança em que Ayrton Senna desfilou no histórico GP do Brasil é encontrado por empresário baiano no interior de São Paulo e vai passar por restauração em Itabuna, na Bahia

Confira a primeira reportagem de uma série especial que homenageia o piloto.

TV Globo - Globo Esporte BA - 16 de maio de 2018






"Senna eterno": conheça o baiano que convidou o piloto para correr em Salvador





Série de matérias mostra a relação de Ayrton Senna com a Bahia. Conheça a relação de amizade do piloto com o baiano Paulo Soares

Em 1979, Senna esteve em Salvador para participar de uma prova, a convite do então piloto Paulo Soares. Desde então, eles se tornaram muito amigos.

O Globo Esporte continua com a série de matérias sobre a relação de Ayrton Senna com a Bahia. Nesta quinta-feira, conheça a história do baiano Paulo Soares, amigo do piloto, que o convidou para disputar uma prova de kart em 1979 em Salvador. E Senna, é claro, venceu a corrida, que era disputada no antigo kartódromo do Stiep.

Globo TV - Globo Esporte BA - 17/05/2018


Ge traz a segunda reportagem da série 'Senna Eterno'




TV Globo - Bahia Meio-Dia - Salvador - 17 mai 2018


'Senna Eterno': conheça o homem que participou de momento importante da carreira do ídolo


André Mendonça atualmente é bancário, mas já trabalhou como comissário de pista na Fórmula 1.

TV Globo - Globo Esporte BA - 18 de maio de 2018


quarta-feira, 28 de março de 2018

Há 25 anos, Senna era erguido pelo povo após vencer em Interlagos

No dia 28 de março de 1993, tricampeão mundial aproveitava temporal e conquistava épica vitória no Grande Prêmio do Brasil, mesmo contra o favoritismo absoluto da Williams


Por Fred Sabino, Rio de Janeiro
28/03/2018 08h00  Atualizado há 10 horas
GE - Globo Esporte - globoesporte.globo.com

O dia 28 de março de 1993, há exatos 25 anos, ficou marcado pelo momento da comunhão sublime entre Ayrton Senna e seu povo. A vitória épica no Grande Prêmio do Brasil, a segunda do tricampeão em Interlagos, teve ingredientes tão incríveis que, lembrados hoje, parecem ter recebido a bênção divina.

O que era para ser um passeio do rival Alain Prost na Williams "de outro planeta" virou um concerto do maestro das águas Senna, com direito a batida do francês, drible antológico em Damon Hill, sorte para o carro não quebrar, audiência monstruosa na TV, e até mesmo comemoração com Pelé.


O GP do Brasil era o segundo do campeonato de 1993. Na primeira prova, na África do Sul, Prost venceu, mas Senna surpreendeu ao ficar em segundo depois de quase conquistar a pole e dar um calor no francês no começo da corrida. De qualquer forma, Kyalami era uma pista mais travada. Em Interlagos, com pontos em subida e o trecho da Junção ao "S" do Senna em aceleração plena, era para o motor Renault V10 da Williams sobrar em relação ao Ford V8 da McLaren.

Prost e Hill formavam a dupla da Williams em 1993 (Foto: Getty Images) 

E nos treinos sobrou mesmo. Prost levou sua Williams FW15 cheia de eletrônica, com controle de tração e suspensão ativa plenamente desenvolvidos, a uma pole esmagadora. O francês foi 0s993 mais rápido do que o companheiro de equipe Damon Hill e ficou 1s831 à frente de Senna, o terceiro no grid. Ou seja, em condições normais, o passeio de Prost era uma formalidade.

- Interlagos exige talento do piloto. Senna está na segunda fila e não na primeira como ele pretendia, mas tem tudo para fazer uma boa largada. É claro que é muito difícil a tarefa do Senna, mas corrida é corrida! Numa dessa, alguma coisa pode acontecer - comentava Reginaldo Leme pouco antes da largada, de forma profética.

De fato, Senna largou bem e tomou o segundo lugar de Hill, enquanto Prost disparava. Ayrton se segurava como podia, mas no retão de Interlagos não havia como impedir a ultrapassagem da Williams-Renault de Damon Hill, o que aconteceu na 11ª volta de um total de 71.

Pior: na 24ª passagem, o tricampeão teve de ir aos boxes para cumprir uma punição de stop and go por uma ultrapassagem sobre o retardatário Eric Comas (Larrousse) sob bandeira amarela. Senna ficou possesso, e depois alegou que o francês tirou o pé e abriu deliberadamente, e não havia como evitar a ultrapassagem. De qualquer forma, Ayrton ficava longe, muito longe, dos três primeiros.

Senna ficou para trás nas primeiras voltas do GP do Brasil de 1993 (Foto: Getty Images)

Temporal de emoções

Aí veio a primeira intervenção divina.

Choveu, e choveu para valer, a partir da 27ª volta. Senna tomou primeiro a iniciativa de colocar os pneus de chuva, e acertou na mosca. Prost e a Williams hesitaram devido a uma falha de comunicação no rádio. Um erro fatal.

- Olha o Prost escorregando com pneu slick. Ele tem de tomar muito cuidado para que isso não vire um prejuízo definitivo para ele - previu Galvão Bueno na transmissão da Globo.

Dito e feito: na 30ª volta, Prost passou direto pela entarda dos boxes pela segunda vez. Uns 300 metros depois, na já alagada freada do "S" do Senna, o francês perdeu o controle da Williams e atingiu a Minardi de Christian Fittipaldi, que arriscara não trocar os pneus e também havia rodado.

Aí veio a segunda intervenção divina.

Aguri Suzuki estampou sua Footwork no muro da reta dos boxes e o safety car, uma novidade na época, foi acionado. Carros reagrupados e Ayrton, que chegara a dar uma escapada no "S" do Senna já com pneus de chuva, era o segundo, com apenas um carro (Derek Warwick, Footwork) entre ele e o novo líder Damon Hill. Senna tinha os batimentos cardíacos monitorados, e o coração estava a incríveis 195 bpm na hora da chuva.

Senna à frente de Schumacher após a relargada no GP do Brasil de 1993 (Foto: Paul-Henri Cahier/Getty Images) 

O safety car deixou a pista na abertura da 37ª volta e, naquele momento, a chuva já havia passado, com boa parte do traçado já secando. No fim da volta 40, Senna arriscou os pneus slicks e Hill fez a troca na passagem seguinte. Com os pneus já aquecidos, Ayrton deu um drible genial em Hill na freada para o Laranjinha e assumiu a liderança, mesmo mergulhando a McLaren fora do trilho seco. Com a pista ainda molhada em alguns pontos, Senna deixou Hill para trás e partiu para a vitória.

Aí veio a terceira, e definitiva, intervenção divina.

Já com grande vantagem no fim da prova, Senna controlava essa diferença, quando na última volta acendeu no cockpit a luz vermelha de queda de pressão do óleo no motor Ford. Com cuidado, Ayrton cruzou a linha de chegada e venceu pela segunda vez o GP do Brasil. Interlagos pulsou como nunca. E o motor Ford, sabe-se lá por que, só parou de funcionar na volta da vitória, menos de um quilômetro depois da linha de chegada.

Ayrton Senna no GP do Brasil de 1993 (Foto: Agencia Estado) 

Público invadiu a pista após a vitória de Senna em 1993 (Foto: Reprodução)

Com a McLaren de Senna parando na reta oposta, o público invadiu a pista e cercou o carro. Ayrton literalmente apanhou como nunca dos fãs, mas, como num épico, terminou carregado pelo seu povo. Senna voltou aos boxes no safety car e recebeu do pentacampeão Juan Manuel Fangio, seu grande amigo, o troféu pela vitória, a centésima da McLaren na F1.

Abre parêntese: além de Fangio e Senna, estavam no pódio o segundo colocado Damon Hill e o terceiro Michael Schumacher, numa união de 16 títulos mundiais. Fecha parêntese.

Senna e Fangio no pódio do GP do Brasil de 1993 (Foto: Getty Images)

Senna deixou o autódromo em seu helicóptero com Galvão Bueno, que fez entrevista exclusiva para o Fantástico no escritório do tricampeão. Aliás, o Ibope daquela corrida em São Paulo chegou a impressionantes 48 pontos, o equivalente a 2,8 milhões de TVs ligadas.


Depois de jantar com os pais, Senna comemorou a vitória na casa noturna Limelight. A festa teve simplesmente a presença de Pelé, e o champanhe rolou à vontade.

Em meio a tantas intervenções divinas, aquele 28 de março de 1993 acabou com dois mitos do nosso esporte reunidos. É ou não algo divino?



FONTE PESQUISADA

SABINO, Fred. OTD #2: Há 25 anos, Senna era erguido pelo povo após vencer em Interlagos. Disponível em: <https://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/blogs/f1-memoria/post/2018/03/28/otd-2-ha-25-anos-senna-era-erguido-pelo-povo-apos-vencer-em-interlagos.ghtml?utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_content=Esporte&utm_campaign=globoesportecom>. Acesso em: 28 de março 2018.


domingo, 18 de fevereiro de 2018

Adriane Galisteu lamenta o fim das grid girls: "Se não fosse aquele dia, eu não teria uma história para contar!"

Apresentadora fala sobre a extinção na F1 das famosas grid girls, as modelos no grid de largada da competição; foi assim que ela conheceu o piloto Ayrton Senna

KEILA JIMENEZ 18/02/2018 - 09H42 (ATUALIZADO EM 18/02/2018 - 09H57)
R7 - KTV - diversao.r7.com

Adriane Galisteu conheceu Ayrton Senna como grid girl em 1993, no GP Brasil de F1
Divulgação

A Fórmula 1 oficializou no início do mês uma decisão polêmica: resolveu acabar com as grid girls, modelos que ficam em torno dos carros do grid, com guarda-sol e como apoio para os pilotos antes das largadas dos GPs.

A Liberty Media, que desde 2016 é a dona da categoria, justifica o fim das grid girls aos novos tempos, em que a mulher já não aceita mais ser tratada como objeto.

Para substituir as grid girls, a Liberty quer colocar celebridades ou até crianças na pista. As belas das pistas estão revoltadas.

Categoria que surgiu nos anos 1970, as grid girls cresceram e viraram uma marca. As mais famosas possuem contratos publicitários, seguidores e viajam pelo mundo com a F1. Quer dizer, viajavam.

Estão todas revoltadas com a decisão, protestando para todos os lados. E andam ganhando o apoio de muitas pessoas, entre elas, Adriane Galisteu, nossa 'grid girl' mais célebre.

Após muitos testes com outras modelos, Adriane Galisteu conta que conseguiu uma vaga de grid girl no GP Brasil de 1993. Nesse único dia na função conheceu, e depois começou a namorar o campeão Ayrton Senna.

Senna se foi, mas Adriane tinha muita corrida pela frente ainda. Lançou livro, tornou-se uma celebridade e conquistou espaço como apresentadora. Hoje atua no rádio, na TV e na internet.

Ao KTV, Adriane conta que ficou chateada ao saber dessa decisão da F1.

"Acho uma pena que as meninas não estarão mais no grid de largada. Eu tenho uma história e se não fosse esse dia, esse trabalho, eu vivendo uma vida de grid girl, eu não teria uma história para contar hoje", conta ela."Eu conheci o Ayrton (Senna) assim. Foi um trabalho que eu fiz após alguns testes, não foi fácil. Não foi assim: 'chama ela que é bonitinha!'", continua. "Não consigo entender o motivo claro para tirar as mulheres dali."

Ayrton Senna e Adriane Galisteu ficaram juntos até a morte trágica do piloto, em 1994
Reprodução

Regras

Adriane diz que as grid girls respeitam as regras, não estão seminuas nas pistas, nem estão ali com uma conotação sexual.

"Tive a oportunidade de exercer essa função uma única vez na vida, mas conheci meninas que viviam desse trabalho, de corrida em corrida. A vida delas não é um mar de rosas, e também não tem uma conotação sexual. É única e exclusivamente um trabalho", explica Adriane. "São meninas bonitas, trabalhando e ganhando o dinheiro honesto delas."

Para Adriane, num mundo com tantos problemas é estranho se mobilizarem para extinguir uma categoria de modelos na F1.

Empoderamento

Para a apresentadora, a decisão não tem a ver com o lance de tratar a mulher como objeto, pois a mulher tem o poder de decidir onde quer estar, onde quer trabalhar e ter essa liberdade.

"Até tentei pensar: será que é o momento das mulheres, do empoderamento e tal? Não, não é. Não tem nada a ver. Aí sim que as mulheres deveriam estar neste lugar como em outros tantos", diz Galisteu.

"Sou contra, não entendo, fiquei triste, acho uma pena. Eu mesma estava ali ganhando o meu dinheiro honestamente como outras. Tem umas grid girls famosas no mundo inteiro e eu estou acompanhando. Elas estão bem chateadas e com toda razão."




FONTE PESQUISADA

JIMENEZ, Keila. Adriane Galisteu lamenta o fim das grid girls: "Se não fosse aquele dia, eu não teria uma história para contar!". Disponível em: <https://diversao.r7.com/prisma/keila-jimenez/adriane-galisteu-lamenta-o-fim-das-grid-girls-se-nao-fosse-aquele-dia-eu-nao-teria-uma-historia-para-contar-18022018>. Acesso em: 18 de fevereiro 2018.


terça-feira, 31 de março de 2015

Bandeira do Brasil de Ponta Cabeça no Macacão de Senna do GP Brasil 1993


A bandeira do Brasil estampada no macacão está de ponta cabeça.

Ayrton Senna correu com um macacão cuja bandeira estava invertida no GP do Brasil de 1993.

Então, suponha-se que o erro tenha sido na confecção do macacão.

Ayrton Senna comemora sua segunda vitória no GP Brasil em 1993



FONTE PESQUISADA

Disponível em: <https://www.facebook.com/oficialayrtonsenna/photos/a.156519011191526.1073741830.144804135696347/434612276715530/?type=1>. Acesso em: 31 de março 2015.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

GP Brasil 1993 em 3 atos

Ayrton Senna em sua última vitória no GP do Brasil, em 1993, corrida que seria marcante por vários fatores Neils Andreas/Folhapress


O primeiro deles: a superação contra as poderosas Williams de Alain Prost e Damon Hill (com alegria evidente na chegada de braços levantados) Paulo Giandalia/Folhapress


O segundo: a volta da vitória com a bandeira do Brasil e comissários de pista eufóricos, comemorando Neils Andreas/Folhapress


O terceiro: não teve jeito de segurar o público da reta oposta, quando Senna passou por lá na volta de desaceleração após a surpreendente vitória Ormuzd Alves/Folha Imagem


 O último: a alegria de Senna no pódio de Interlagos em 1993, na corrida que marcou sua segunda e última vitória em GPs do Brasil (detalhe para os futuros campeões mundiais, Damon Hill e Michael Schumacher, no pódio) Jorge Araújo/Folhapress


Mais Senna no pódio em Interlagos: o tradicional banho de champagne Jorge Araújo/Folhapress


FONTE PESQUISADA

>. Acesso em: 01 de fevereiro 2015.

>. Acesso em: 01 de fevereiro 2015.

>. Acesso em: 01 de fevereiro 2015.

>. Acesso em: 01 de fevereiro 2015.

>. Acesso em: 01 de fevereiro 2015.

Disponível em: <http://esporte.uol.com.br/f1/album/2014/04/21/20-anos-sem-ayrton-senna-100-imagens-do-campeao.htm#fotoNav=79

>. Acesso em: 01 de fevereiro 2015.



sábado, 8 de novembro de 2014

domingo, 20 de julho de 2014

Adriane Galisteu Sempre ao Lado de Ayrton Senna



Ayrton Senna conheceu Adriane Galisteu no GP Brasil de 1993, depois a reencontrou na festa que o homenageava pela vitória, na boate Limelight. Adriane era uma modelo loira de 19 anos de idade, que passou a ser vista com freqüência ao lado dele, mesmo nas pistas. O que era raro em se tratando de Ayrton.


Assista:


Adriane Galisteu foi o grande amor de Ayrton Senna



REFERÊNCIAS

STURM, Karin. Ayrton Senna:, Sua Vitória, Seu Legado. Tradução Paulo A. Wengorski. Rio de Janeiro: Record, 1994.


+ FOTOS AYRTON SENNA E ADRIANE GALISTEU - IMAGENS - PHOTOS - PICTURES - IMAGES