sexta-feira, 7 de setembro de 2012

O Dificil Começo de Temporada Para Ayrton Senna Materia 25 de Abril de 1994


Senna - Depoimentos De Alguns Dos Maiores Personagens de Sua Carreira


Por Luis Fernando Ramos, colunista do Tazio
Prost, Hill, Berger e Rubens falam sobre a perda do tricampeão, morto em 1994
Um suspiro, um olhar no vazio. É esta a reação que a maioria dos entrevistados teve quando solicitados a dizer o que vem à cabeça quando pensam hoje em Ayrton Senna.
Para se ter uma ideia do legado do piloto na F-1, fomos no paddock do circuito do Sakhir escutar os personagens que tiveram um papel importante na vida do tricampeão. Depoimentos espontâneos, que falam de respeito, admiração e saudade.

O rival

É uma pergunta muito difícil. São tantas coisas que vêm à cabeça. Pensando hoje, é claro que seria muito bom tê-lo aqui, nessa festa especial dos 60 anos da F-1. O que une todos os que estão aqui? Todos nós tivemos sucesso, porque fomos campeões, e temos amigos que se machucaram ou morreram. Quando olhamos nos olhos uns dos outros, pensamos como é bom estar aqui para lembrar de tudo o que aconteceu. Hoje, penso no Ayrton dessa forma, ele é parte do esporte e parte destes pilotos que tiveram azar neste esporte.
(Alain Prost, 57 anos, francês, enfrentou Ayrton Senna nas pistas em nove temporadas entre 1984 e 93, divindo com ele a equipe McLaren em 1988 e 89)
Alain Prost e Ayrton Senna


O amigo
Quando penso no Ayrton hoje? Penso no melhor piloto de todos os tempos. Acho que isso já diz tudo.
(Gerhard Berger, 52 anos, austríaco, foi companheiro de Senna na McLaren de 1990 a 92 e um dos maiores amigos do brasileiro na F-1)

                                                        Ayrton Senna e Gerard Berger

O companheiro de equipe

Ayrton era um indivíduo único. Tinha um comprometimento enorme com a competição e a pilotagem. Era por si só um homem especial. Quando eu penso nele, penso na sua perda, no sentido da tragédia de não tê-lo visto continuar. E também no seu legado, no seu enorme espírito, não só o da competição, mas o de assuntos além da F-1.
(Damon Hill, 51 anos, inglês, companheiro de equipe de Senna nas três provas que o brasileiro disputou no Mundial de 1994 pela Williams)
Ayrton Senna e Damon Hill

O pupilo

O Ayrton era uma pessoa jovem, eu não consigo imaginar o Ayrton como seria hoje, se estaria careca… Eu vejo de um lado pessoal, sempre lembro dele sorrindo e é essa imagem que permanece para mim. Provavelmente ele não estaria pilotando mais, mas com certeza teria conseguido mais títulos para o Brasil.
(Rubens Barrichello, 39 anos, brasileiro, conquistou seu primeiro pódio na F-1 uma corrida antes do GP de San Marino de 1994 e hoje está na formula Indy)
Ayrton Senna e Rubens Barrichello


O fisioterapeuta

Ainda me sinto muito ligado à família Senna. Ainda que não nos encontremos muito, mas isso não importa. Gostaria de voltar a encontrar Dona Neide, Milton. É algo difícil de explicar, mas você pode imaginar. Foi um período tão positivo que passei com ele, com aquele caráter, isso foi uma parte muito importante da minha vida. Sobre o que vem à cabeça quando penso no Ayrton… É uma energia muito grande, não há uma única característica que se possa destacar nele. Há um todo. Ele não pilotava só para si ou pelo dinheiro, mas queria vencer para o país, dar alegrias para as pessoas do país. Era uma paixão muito profunda nele, que não era de maneira nenhuma fingida. Era verdadeira e os torcedores sentiam isto. Acho que cada brasileiro conseguia sentir isso e se identificar com uma pessoa que era especial, mas era um igual a eles, não importando se era um jovem ou um velho, um rico ou um pobre. Era algo especial. Estou há tanto tempo na categoria, já vivi tanta coisa mas, quanto mais os anos passam mais eu percebo como ele era uma personalidade especial e eu até sinto uma ponta de orgulho por ter participado um pouco dessa história.
(Joseph Leberer, 54 anos, austríaco, foi o fisioterapeuta de Ayrton Senna de 1988 a 1994.)
Ayrton Senna e Joseph Leberer


O Amigo e mecânico

A primeira coisa que eu penso é que é uma pena não tê-lo mais com a gente, especialmente agora que temos a volta de Schumacher, um piloto que quebrou tantos recordes e estabeleceu marcas que nunca serão superadas. Acho que todos estes recordes não teriam acontecido se Ayrton ainda estivesse correndo. Schumacher teve um pouco mais de facilidade porque em sua época não havia rivais tão fortes como na época do Ayrton não porque ele quis assim, mas porque as coisas aconteceram dessa maneira. Nos tempos de Senna havia pilotos de muita qualidade, como Prost, Mansell e Piquet, em carros bons também. Mas, antes de tudo, todos perdemos essas disputas incríveis que aconteceriam entre Senna e Schumacher. Sim, é uma pena. O que Ayrton faria agora? Não sei, seria um chefe do esporte no Brasil… Estaria de alguma forma ajudando ao Brasil, era muito patriota, tinha muito orgulho de seu país e, como todos sabemos, vocês brasileiros perderam muito com a morte dele. Ele se foi jovem demais.
(Jo Ramirez, 70 anos, mexicano, era o mecânico-chefe da equipe McLaren na passagem de Ayrton Senna pela equipe e um de seus grandes amigos na categoria)
Jo Ramirez e Ayrton Senna

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Ayrton Senna é Tema de Exposição no Shopping Villa Lobos

Redação em 05/09/12

Público poderá usar um simulador de carro de F1 e concorrer a réplica de capacete


                                                         Seis painéis presentes na mostra contam a trajetória do piloto



A partir do próximo dia 12, o shopping Villa Lobos exibe a exposição “Ayrton Senna – Retrato de um Herói”. Além de ver fotos da carreira de Senna, capacetes utilizados nas corridas, o macacão e um vídeo com o piloto, o público vai poder simuladores de carros de Fórmula 1. O visitante que pontuar a volta mais rápida será premiado com uma réplica do capacete de Ayrton Senna.
As crianças terão um espaço exclusivo do Senninha, com materiais para recreação. A exposição, que tem apoio do Instituto Ayrton Senna, é Catraca Livre e acontece de 12 a 30 de setembro na praça de eventos do shopping Villa Lobos.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Ex-companheiro, Cecotto Lembra a Personalidade "Difícil" de Senna

Por Livio Oricchio



Reprodução Internet / motoclassicas70

como foram os primeiros passos de Senna na Fórmula 1, em 1984, na modesta equipe Toleman? Não há ninguém melhor para responder que o seu companheiro na temporada de estreia, o venezuelano Johnny Cecotto, cuja carreira na competição foi interrompida no GP da Grã-Bretanha daquele ano, por causa de grave acidente - sofreu fraturas múltiplas nas pernas. Cecotto está em Spa para acompanhar a carreira do filho, Johnny Cecotto Junior, de 22 anos, piloto da GP2, a antessala da Fórmula 1.


Senna e Cecotto tiveram relação apenas profissional nas nove etapas que correram juntos na Toleman, segundo o venezuelano. "Na realidade, parecia que seríamos amigos, no começo. Viajávamos, íamos aos circuitos juntos até o dia em que fomos testar o único carro da equipe em Donington (Park, na Inglaterra)", lembrou. "A Toleman não tinha estrutura para dois carros iguais, o meu sempre incorporava as soluções anteriores às do Ayrton. A alimentação de combustível do meu motor era mecânica, de 1983, enquanto a dele, eletrônica, a nova." Mais: "Nesse dia, em Donington, eu finalmente poderia testar e em igualdade de condições. Até então a Toleman apenas chamava Ayrton para os treinos particulares", lembrou Cecotto, com ar ainda de insatisfação.



Rompimento unilateral. "Estabeleci um tempo um pouco melhor que o de Ayrton", afirmou, sem mencionar as condições do teste. "A partir desse dia nossa convivência mudou. Ayrton tinha um caráter muito forte, difícil, desejava tudo para si, queria a equipe ao seu redor". Infelizmente Senna não pode responder a Cecotto e até mesmo contestá-lo. "Mesmo depois desse episódio do teste não tivemos problemas de relacionamento. Lastimo não termos prosseguido como antes, Ayrton se afastou, simplesmente", contou o venezuelano. "Nas reuniões com os engenheiros, Ayrton tornou-se mais frio, distante. Passamos a trabalhar para nós mesmos".



Nelson Piquet, Jonhnny Cecotto e Ayrton Senna ouvem com atenção Gordon Murray nuns treinos privados no circuito de jacarépaguá em 1983.
Foto: Reprodução Internet / Jalopnik




Apesar de não afirmar abertamente, Cecotto não esconde certa mágoa com Senna depois de quase ter morrido no acidente de Brands Hatch. "Foi no dia 20 de julho de 1984. A Toleman refez seus carros, eram novos. O meu ficou pronto sexta-feira de manhã, antes do primeiro treino livre. Os mecânicos trabalharam a noite toda e estavam nervosos, cansados", disse.



OSSOS DESTRUÍDOS - "Eu saí, dei uma volta, regressei aos boxes. E na sequência comecei meu treino. Completei uma volta e meia apenas. Na saída da curva mais rápida da pista (Westfield Band), alguma coisa quebrou na suspensão e colidi no guardrail"; O piloto dá mais detalhes: "O chassi se desintegrou na frente, fiquei sentado no solo, os ossos das pernas estavam destruídos"



Todos os pilotos, segundo Cecotto, foram ao hospital, em Londres, visitá-lo. "Ayrton, não". O companheiro de Toleman nem mesmo lhe telefonou, recorda. "Ayrton e a maioria da equipe me ignoraram. E os médicos ingleses queriam amputar meu pé direito" A esposa de Cecotto, alemã, entrou em contato com um especialista, em Munique, que a orientou transportá-lo em um jato para seu hospital. "No dia seguinte à cirurgia na Alemanha eu já podia mover o pé".



Depois de 20 de julho de 1984, Cecotto nunca mais viu Senna. O piloto da Venezuela pôde ainda voltar a competir quatro anos mais tarde e fez sucesso com carros de turismo, como já havia feito com grande competência nas motos, antes da Fórmula 1, ao vencer a lenda das pistas, Giacomo Agostini, em 1975, na 350 cc, com Yamaha. Cecotto tornou-se o mais jovem campeão do mundo, com 19 anos.



ARROJADO - "Ficou claro para mim desde o início que Ayrton tinha velocidade para crescer muito. Mas sempre tive receio de que algo pudesse lhe acontecer. Ele arriscava muito", explicou Cecotto. Quando Senna começou a ganhar corridas em sequência e disputar títulos, o ex-companheiro o acompanhava na TV. "Gostava de vê-lo vencer por saber que merecia, tudo o que conquistou foi por puro mérito".



O ex-piloto de motos, Fórmula 1 e carros de turismo, aos 56 anos, diz ainda sentir dores nas pernas e alguns movimentos nunca mais foram restabelecidos. Mas suas maiores atenções, hoje, se concentram no filho, já autor de duas vitórias, uma pole position na GP2 e com sonhos já de estrear na Fórmula 1. "Tenho outro menino, mais jovem, correndo de kart na Itália. Não os forcei a nada, seguiram meus passos por gostarem de automobilismo", garantiu Cecotto.  (AE)




domingo, 2 de setembro de 2012

Jo Ramirez Contesta Presença de Xuxa no Documentário Senna



Foto: Jo Ramirez, Betise  Assumpçao, Ayrton Senna e Adriane Galisteu

Jo Ramirez foi Chefe da equipe McLaren e era amigo intimo de Ayrton Senna
- Há algo no documentário que você não gostou, ou sente que não é preciso?
Prost é retratado quase como um vilão e, como eu disse antes, na verdade, ambos tinham muito respeito um pelo outro. Prost nunca foi uma obsessão para o Ayrton. Na verdade, o único piloto que Senna realmente temia é Terry Fulerton, um piloto da época do Kart. Eu não gostei muito também das cenas da Xuxa. Ela passou rapidamente na vida de Senna, não era com ela que ele iria se casar, ele se casaria com sua namorada posterior, Adriane, mas a família não permitiu cenas da Adriane no filme. 

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Em outra entrevista ele diz:

"Tenho apenas duas críticas ao filme. Ele se concentra muito na rivalidade entre Senna e Alain Prost, um capítulo muito importante na sua vida, mas não o único. Como resultado, Prost aparece como vilão do filme, que parece injus
to, especialmente porque Alain ainda está conosco. A segunda, porque não havia nenhuma menção de sua namorada Adriane Galisteu, que era a menina que Ayrton levaria ao altar. Infelizmente, a família não aprovava Adriane, uma mulher excelente."



Jo Ramirez era amigo e confidente de Ayrton Senna
Racing Especial – Anuário – Nº 315
Ano: 2013




Fonte: http://blogs.eluniversal.com.mx/wweblogs_detalle.php?p_fecha=2011-08-19&p_id_blog=78&p_id_tema=14592

Jo Ramirez Contesta Documentário de Ayrton Senna

19-agosto-2011





Al final de muchos eventos deportivos, las cámaras de televisión corren tras los protagonistas, les plantan un micrófono, les hacen preguntas a los héroes del día. Pero no obstante la cobertura (muchos de ellos no son precisamente buenos haciendo declaraciones), no obstante que ustedes hayan visto todos los juegos, analizado todas las jugadas, visto todas las entrevistas, atendido todas las repeticiones, no podrán decir que por ver eso saben ya sobre el espíritu del deporte y de quien lo practica.

Esa magia está aún reservada para el cine.
Eso es justo lo que hace Senna, el documental de Asif Kapadia sobre el mítico corredor brasileño de Fórmula 1. El documental se centra en el corredor, no la persona, en el adicto a la velocidad, pero más aún, en el obsesionado por el triunfo. Un hombre sin miedo que hizo de su arte una religión personal.
Esta fascinante historia de obsesión, triunfo y tragedia tuvo un testigo cercano a nosotros: “Jo” Ramirez.
Contrario a lo que se pudiera pensar, la vida de aquellos involucrados en el automovilismo no es tan glamorosa como parece. Joaquín “Jo” Ramirez, mexicano oriundo de la colonia Narvarte de la Ciudad de México, llegó al automovilismo colándose por la puerta de atrás: limpiando el piso de los talleres de Ferrari, lavando los carros, ordenando la herramienta, durmiendo donde se pudiera, comiendo cuando había.
En el camino conoció y se hizo amigo de grandes leyendas del automovilismo como Jackie Stewart, Mika Häkkinen, Alain Prost y, por supuesto, Ayrton Senna.

Con el pretexto del estreno del documental sobre Senna, hablamos con Jo Ramirez sobre su amigo, su compañero, Ayrton Senna da Silva. Esta es la entrevista.

Foto: Ayrton Senna e Jo Ramirez

-¿Cómo fue que conoció a Senna?

Lo conocí recién llegaba él de Brasil, yo estaba trabajando para Fittipaldi y el corría en la fórmula Ford. Emerson fue quien me lo presentó, charlamos los tres y cuando se retiró Emerson me dijo: "sigue a este muchacho porque va a ser uno de los más grandes en la historia". Ya desde entonces Emerson se imaginaba lo enorme que Ayrton sería.

-Senna menciona en el documental sobre esa hambre por la velocidad, casi de manera religiosa, ¿cómo describiría usted esa necesidad por la velocidad?

La velocidad es nuestro negocio, Senna nació para manejar automóviles, nunca he visto a alguien que se dedique con tanta pasión a un deporte. Era muy aplicado a su trabajo, nada se le dio gratuitamente. Por ejemplo, todos saben cuan bueno era cuando la pista se mojaba, pero eso no fue gratuito, cuando comenzaba a llover, sacaba su go-cart y practicaba. Era un fenómeno, un hombre diseñado para ganar.

                                                        Foto: Ayrton Senna e Jo Ramirez
-¿La rivalidad Senna Prost en realidad fue tan grande como se ve en el documental?

Si, era muy difícil manejarlos a los dos, pero era el precio de tener a dos grandes estrellas, mejor eso a tener a dos tipos que no saben correr. Lo cierto es que los dos se respetaban mutuamente y en efecto, al principio Ayrton se volvió una obsesión para Prost. En el documental Prost sale como un villano y no estoy de acuerdo con esa percepción, en realidad ambos se complementaban, la rivalidad los hacía grandes a los dos. Yo creo que si no hubiera muerto Senna, ambos hubieran sido buenos amigos. Un dato: un día antes de morir, Senna comió con Prost.

-El documental proyecta a un Senna obsesionado no con el podio sino con la gloria de llegar primero, ¿cómo vivió usted esa obsesión estando tan cerca de él?


Es cierto, Ayrton era un obsesionado por la victoria, usualmente no estaba contento si llegaba en segundo o tercer lugar. Pero también le encantaba remontar, recuerdo en una ocasión que tuvo un mal arranque, comenzó a rebasar y rebasar, terminó en tercer lugar. Estaba muy contento con el resultado a pesar de no llegar en la primera posición. Lo que lo movía era la competencia, el competía para ganar, siempre.


Foto: Ayrton Senna e Jo Ramirez na despedida da McLaren 1993

-¿Hay algo en el documental que no le guste, o que sienta que no es exacto?


Aquello de que Prost sale casi como villano y como dije antes, en realidad ambos se tenían mucho respeto. Prost nunca fue una obsesión para Ayrton. En realidad al único piloto que Senna realmente le temía es Terry Fulerton, un piloto de sus días en las pistas de go-carts. Tampoco me gustó que sale mucho la chica esa, Xuxa. Ella fue un pasaje en la vida de Senna pero no es con ella con quien se iba a casar, él se casaría con su novia posterior, Adriana, pero la familia no autorizó para que saliera en la película.



Foto: Alain Prost e Ayrton Senna 1993



Foto: Jo Ramirez, Betize Assumpçao, Ayrton Senna e Adriane Galisteu em um jantar

-Usted estaba ahí, el día del accidente que llevó a Senna a la muerte. ¿Cómo vivió Jo Ramirez ese día?

Después del accidente no quisimos saber nada. Obviamente pararon la carrera, yo seguí haciendo las cosas de rutina para el cierre pero no quise escuchar noticias ni nada. Dentro de mí estaba convencido de que no le iba a pasar nada, que estaba fuera de peligro… en fin.

-¿Cuál considera que es el legado de Senna?


Senna llevó a la Fórmula 1 a un nuevo nivel. Mostró que era posible hacer más, no importando las condiciones. Es importante que su herencia y su memoria se conozcan.
FONTE DE PESQUISA


ALEMÁN, Alejandro. Ayrton Senna: diseñado para ganar. Disponível em: <http://blogs.eluniversal.com.mx/wweblogs_detalle.php?p_fecha=2011-08-19&p_id_blog=78&p_id_tema=14592>. Acesso em: 27 de agosto 2011.


Ayrton Senna e Adriane Galisteu namoraram um ano e meio. Os dois moravam juntos quando o piloto sofreu o acidente que o matou, em 1994.

sábado, 1 de setembro de 2012

Mansão de Ayrton Senna no Algarve à Venda Por Dez Milhões de Euros (24 Milhões de Reais)



em 1991, o ex-piloto de fórmula 1 pagou 100 mil contos (500 mil euros) pela moradia
a casa do malogrado piloto de fórmula 1 ayrton senna no algarve, a última que habitou antes de morrer - em 1994, num acidente em imola -, está à venda por 10,2 milhões de euros. segundo a revista sábado, em 1991, o imóvel custou 100 mil contos (500 mil euros)
de acordo com a revista sábado, que revela os pormenores em torno da compra da "villa" do ex-piloto brasileiro, localizada na quinta do lago. o negócio foi mediado na mesa oito do restaurante gigi, na praia da quinta do lago, por antónio almeida braga, mais conhecido por braguinha - banqueiro e um dos homens mais ricos do brasil -, e pelos pais do ex-campeão mundial de fórmula 1: neyde e milton. o nome de ayrton senna não podia aparecer, para não inflacionar o preço. aliás, a sábado conta que senna não visitou a casa até à escritura
passados 20 anos, gigi, o dono do restaurante na praia da quinta do lago, adianta que senna procurava um local "parecido com inglaterra, mas com sol". a localização era, portanto, perfeita, já que estava a poucos minutos do aeroporto de faro, onde tinha o seu jacto, que o levava rapidamente às pistas europeias
foi nesta moradia que ayrton senna viveu ano e meio com adriane galisteu. a ver pelas palavras de nuno cobra, preparador físico do ex-piloto brasileiro, senna e galisteu namoravam na piscina, às vezes até à noite. por vezes faziam puzzles na sala e jogavam bilhar