sábado, 6 de dezembro de 2014
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
O Governo de Pernambuco tem contratos e convênio milionários com Instituto Ayrton Senna, ong presidida por Viviane Senna
Michel Zaidan, escritor, professor e cientista político
"As parcerias com as fundações
(sem fins lucrativos?) empresariais vieram substituir a rede pública de ensino
e a justa valorização do magistério. Contratos e convênio milionários com a
Fundação Roberto Marinho e a Fundação Ayrton Senna, com suas tele-salas e seus
monitores, estes contratados por cooperativas de trabalho ao arrepio da
legislação trabalhista. E o que dizer da contribuição desse famoso estadista
para o aperfeiçoamento do sistema partidário brasileiro? - Ele simplesmente
implodiu o sistema partidário de Pernambuco, depois de sua vitória contra
Miguel Arraes de Alencar, numa das disputas mais litigiosas que já tivemos. E
que continuou, depois da eleição."
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Assim acontece em todo o país. Em agosto o professor universitário e candidato a governador de Piauí nas ultimas eleições, Daniel Solon, relatou que o governo do Piauí também repassava a verba destinada a educação para ongs como o Instituto Ayrton Senna, por conta disso a educação pública continuava péssima no estado. Leia aqui.
FONTE PESQUISADA
ZAIDAN, Michel. UM FILME SEM MOCINHOS, SÓ
DE BANDIDOS. Disponível em: <http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/162689/Um-filme-sem-mocinhos-s%C3%B3-de-bandidos.htm>.
Acesso em: 01 de outubro 2014.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
O Globo: Prefácio Provoca Orgulho e Tristeza em Emerson Fittipaldi 24 09 1994
Na verdade Emerson Fittipaldi
escreveu o posfácio do livro
POSFÁCIO LIVRO "CAMINHO DAS BORBOLETAS" DE ADRIANE GALISTEU
Ele me chamava de
"Emmo" - meu apelido no mundo do automobilismo. Era o seu jeitão meio
tímido de mostrar respeito e afeto por mim. De fato, no mínimo uma década
e vários milhares de quilômetros rodados separaram a minha geração da
dele. Quando Ayrton ainda se sujava com a graxa dos karts, eu já era campeão do
mundo. De algum modo, acredito ter ajudado a inspirá-lo a seguir adiante. Digo
isso sem a menor pretensão, mesmo porque apenas repito o que, certa vez, ele
próprio me disse. Se assim foi, sinto-me orgulhoso de ter participado de uma
carreira tão recheada de pole positions, pódios e vitórias.
Lembro-me de várias
conversas, longas e proveitosas, com Ayrton. Ele, vivendo intensamente a
Fórmula 1; eu, idem, idem, a Indy. Nossas pistas nunca se cruzavam, a não ser
ocasionalmente. Mas nossa amizade vinha de longe. Sinto uma ponta de orgulho ao
me lembrar daquele dia em Zeltweg, antes do GP da Aústria de 1981, quando
peguei pela mão aquele garoto que corria no campeonato europeu de Fórmula Ford,
preliminar da prova de Fórmula 1, e o levei de boxe em boxe. Apresentei-o a um
por um dos grandes chefes de escuderia: Ken Tyrell, Ron Dennis, todos (isso
mesmo: fui eu que apresentei Senna a seu futuro patrão Dennis). Nunca havia
feito o mesmo com nenhum outro jovem piloto brasileiro - muitos deles
igualmente promissores. Mas eu tinha certeza de estar diante de um piloto
excepcional. Apresentei-o assim: "Este é Ayrton Senna. Ele vai ser campeão
do mundo". Conhecendo-me e sabendo do meu estilo reservado, era
compreensível que aqueles senhores da Fórmula 1 fizessem um ar de espanto. Ele,
por sua vez, reagia com um sorriso encabulado.
No GP de Portugal, em
setembro de 1993, tive a felicidade de um convívio de quatro dias com ele, na
casa de nosso amigo Braga. Percebi que Ayrton andava muito tenso, pressionado
pela dúvida que iria mudar sua vida: ir ou não ir para a Williams. Era um
pesadelo na vida dele. Mas, com os amigos, se mostrava sempre tranqüilo e
cordial. Falamos muito sobre isso - concentração, preparação mental, relaxamento.
Busquei-o, dias depois, no Brasil. No jatinho de nosso amigo Gito Chammas,
seguimos para Miami e, de lá, no meu Learjet, para Phoenix, Arizona. A meu
convite, foi testar o carro que meu big boss Roger Penske botou à disposição
dele, para o caso de resolver mudar de turma no automobilismo. Ayrton testou o
carro - o meu carro - ao seu estilo: meticuloso, detalhista. Parou no boxe e
mudou a posição do banco. Virou rapidíssimo. Voltou radiante.
"Gostou?" - perguntei. Ele nem precisava responder: seus olhos
brilhavam como os de um garotinho que acabou de ganhar um presente.
Acho que já é hora de contar
um segredo que guardamos conosco. Mesmo depois de acertar os ponteiros com a
Williams, Ayrton ligou para o Roger para fazer um agradecimento e um pedido.
Sonhava em correr em Indianápolis na temporada de 1994. O calendário da Indy e
o da Fórmula 1 não iam trombar naquela data. Ayrton queria se juntar a Paul
Tracy e a mim na equipe Penske.
Nosso último encontro, cara a
cara, foi em Interlagos, a um ou dois minutos do início do GP do Brasil de
1994. O suficiente para um rápido "Alô, tudo bem?" e um "boa
sorte", de mim para ele. Não a teve, naquela tarde, na pista. Mas eu
sentia que, ao lado de Adriane Galisteu, Ayrton estava tendo sorte na vida.
Havia encontrado sua metade. Sua maturidade como ser humano era visível.
Conseguia, enfim, conciliar trabalho e sentimento.
Não me considero um homem
supersticioso e até estranho, ao reler o parágrafo acima, a repetição da
palavra sorte. Bem, talvez sorte seja, por mais que a reneguemos, um
instrumento indispensável a quem, como Ayrton, como eu, construiu a vida nos
percursos arriscados do asfalto. Sorte é também o que desejo a Adriane, a quem
a vida pregou um susto cruel, mas que ainda tem muito pela frente para superar
a insuperável ausência de seu namorado.
Emerson Fittipaldi
São Paulo, 11-10-94
FONTE PESQUISADA
ALVES, Milton. Prefácio
provoca orgulho e tristeza em Emerson. O Globo, 24 de Setembro de 1994, Matutina,
Esportes, página 33.
GALISTEU, Adriane. Caminho das Borboletas. Edição 1. São Paulo: Editora Caras S.A.,
novembro de 1994.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Você se Lembra Onde Estava e o Que Estava Fazendo Quando Recebeu a Notícia da Morte de Ayrton Senna?
Ayrton Senna morreu aos 34
anos em 1º de maio de 1994, quando um problema em seu carro o levou a colidir
fortemente com um muro na curva Tamburello, em Ímola na Itália, a mais de 300 km por hora. O anuncio
da morte do tricampeão mundial de F1 causou tamanha comoção nacional. Foi
tão impactante que a maioria das pessoas se lembra do que estava fazendo no
momento que recebeu a notícia.
Veja Também:
Ayrton Senna Adorava Esportes Radicais Aquáticos
Era dia 18 de abril de 1993, aniversário
de Adriane Galisteu, ela estava fazendo 20 anos. Na noite anterior, de sábado para
domingo, Ayrton preparara uma festa surpresa para sua amada na mansão de Angra
dos Reis. E no dia já claro, feliz, ele se jogou no mar de Angra, e curtiu seus esportes radicais aquáticos favoritos.
Vejam a matéria do jornal "O Globo":
O Globo, 19 de abril de 1993
FONTES PESQUISADAS
MOURÃO, Diogo. Um peixe dentro d’água. O
Globo, 19 de Abril de 1993, Matutina, Esportes, página 8.
GALISTEU, Adriane. Caminho das Borboletas. Edição 1. São Paulo: Editora Caras S.A.,
novembro de 1994.
Senna e Adriane em Angra dos Reis 1993
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O Homem Ayrton Senna
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Ayrton Senna Defende Seus Amigos Pobres de Santana de Um Empresário Rico “Metido a Besta”
Empresário rico “metido a
besta” faz pouco caso de amigos pobres de Ayrton Senna e ele dá o troco
Trecho retirado do livro "Ayrton, o herói revelado":
Nas noites de Angra e
redondezas, em festas em que os amigos Alfredo, Júnior e Christiano não entravam,
Ayrton não ficava. Esta era a senha para entender como ele circulava naquele
reduto da elite do Rio e de São Paulo. E Ayrton exercia o critério sem
estardalhaço, discretamente, às vezes se permitindo uma ironia ou uma pequena
molecagem com o anfitrião mal-educado com seus amigos.
A lealdade àquela turma dos
tempos de Santana e do Tremembé levou Senna a uma atitude dura com um
empresário paulista que convidara para passar uma noite na casa de Angra. O
convidado, cujo nome Alfredo não revelou nem dez anos depois, chegou num final
da tarde num iate de 32 pés
de comprimento.
Assim que o marinheiro jogou
as cordas, ele começou a tratar Alfredo e Matheus, o administrador da casa,
como se fossem seus serviçais:
- Pega a mala, leva pra
dentro e chama o Ayrton pra mim!
Matheus, conhecendo os
hábitos do patrão, tentou argumentar:
- Mas ele está dormindo.
- Acorda ele, vai!
Matheus, mais uma vez, disse
que não podia atender ao pedido. E o convidado acabou ficando bravo:
- Acorda que eu estou
mandando!
Alfredo, nesse momento,
resolveu ir até o quarto de Senna. Acordou o amigo e fez um relato do que
acontecera na frente da casa, acrescentando, reconheceu, "um
veneninho" que não explicou qual foi. Ayrton ficou mais acordado do que
nunca. Foi até o barco, cumprimentou o empresário e chamou:
- Alfredão, vem cá. Esse aqui
é o Alfredo, um grande amigo de infância. Logo em seguida, apresentou Matheus
como o administrador da casa de Angra. O empresário entendeu o recado e, quando
começou a se desculpar, foi interrompido pela despedida de Senna:
- Me desculpe, a gente
combinou, mas eu vou ter que dormir. Ao caminhar de volta em direção à casa,
Ayrton ainda cochichou para Alfredo:
- Não leve as malas dele de volta.
"Se fosse uma pessoa rica perguntar por ele, ele não estava para essa pessoa. Se fosse uma pessoa pobre trabalhadora, ele estava disponível para falar com essa pessoa", conta o português Felisberto, que trabalhou como jardineiro na mansão que Senna tinha em Portugal.
- Não leve as malas dele de volta.
Senna não abandonou ou trocou seus velhos amigos, mesmo depois da fama e fortuna, assista o relato deles nesse vídeo:
"Se fosse uma pessoa rica perguntar por ele, ele não estava para essa pessoa. Se fosse uma pessoa pobre trabalhadora, ele estava disponível para falar com essa pessoa", conta o português Felisberto, que trabalhou como jardineiro na mansão que Senna tinha em Portugal.
Assista o depoimento de Felisberto sobre seu antigo patrão no vídeo:
FONTE PESQUISADA
RODRIGUES, Ernesto. Ayrton, o herói revelado. Edição 1. Rio de Janeiro: Editora
Objetiva, 2004.
Hamilton Publica Foto Dos Tempos de Kart, Com Capacete à La Senna
30/11/2014 23h51 -
Atualizado em 01/12/2014 00h01
Em imagem de 1995, bicampeão
da F1 comemorava vitória com capacete amarelo, no estilo do piloto brasileiro,
de quem o britânico é fã incondicional
Por GloboEsporte.com
Rio de Janeiro
Fã incondicional de Ayton
Senna, o bicampeão da Fórmula 1 Lewis Hamilton publicou
neste domingo uma montagem com dois momentos de sua vida. Na imagem de cima,
ele aparece nos seus tempos de kart comemorando o título britânico segurando
uma bandeira do Reino Unido e usando um capacete amarelo, parecido com o do
piloto brasileiro. A imagem é de 1995, um ano depois da morte de Senna. Na foto
debaixo, ele celebra o título desta temporada.
Lewis Hamilton em dois momenos: no kart, com capacete à la
Senna, e no bi da F1 (Foto: Reprodução / Instagram)
“Campeão britânico em 1995,
aos 10 anos. Duas vezes campeão do mundo da Formula 1 em 2104, aos 29.
#Deuséomaior #Nósconseguimos #TimeLH # 44parasempre”, escreveu.
Nos comentários do Instagram do piloto da Mercedes, os fãs citam a referência: "Fã do Senna. É o melhor!", "#ayrtonsennaprasempre", "Capacete do Ayrton Senna".
Nos comentários do Instagram do piloto da Mercedes, os fãs citam a referência: "Fã do Senna. É o melhor!", "#ayrtonsennaprasempre", "Capacete do Ayrton Senna".
FONTE PESQUISADA
Hamilton publica foto dos tempos de kart,
com capacete à la Senna. Disponível em: <http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2014/11/hamilton-publica-foto-dos-tempos-de-kart-com-capacete-la-senna.html>.
Acesso em: 01 de dezembro 2014.
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