Adriane Galisteu com sua amiga Birgit, ao lado delas a assessora de Ayrton, Beatrice Assumpção (Betise) e o ex-rival de Ayrton, o francês, Alain Prost
terça-feira, 12 de julho de 2016
Frank Williams Revela Que se Sente Culpado Pela Morte de Ayrton Senna
Postado por: VICKTOR TIGRE
01/05/2014
Portal Race - portalrace.com.br
O fundador e dono da Williams
relembrou quando Senna assinou o contrato com o time de Grove para pilotar o
FW16 na temporada de 1994.
Entrevistado pela revista
alemã ‘Auto Motor und Sport’, Frank Williams admitiu que se sente culpado pela
morte de Ayrton Senna, que aconteceu há 20 anos, no circuito Enzo e Dino
Ferrari, durante o GP de San Marino de 1994. Segundo Williams, a pressão exercida
por ele para que Senna superasse Michael Schumacher fez com que o tricampeão
mundial não respeitasse os seus limites dentro das pistas.
Frank Williams (esquerda) se
sente culpado pela morte de Ayrton Senna (direita)
“Ao final de todos os fins de
semanas, a pressão aumentava cada vez mais. Foram três corridas sem nenhum
ponto marcado. Nunca tinha passado por uma situação dessa. Por isso, eu o
exigia ainda mais. Todo mundo sabia que a pista de Ímola era perigosa. Quando
eu vi o carro de Senna sair naquela velocidade e ir para no muro, eu pensei: ‘O
que eu fiz!’. Ao ver a reação de Ayrton [Senna], eu me preparei para enfrentar
o pior”, relembrou.
Frank ainda comparou a morte
de Ayrton Senna com a do bicampeão mundial Jim Clark. “Quando Clark morreu.
Ninguém viu. Não tinha fotos e nem imagens do acidente que foi mais trágico do
que o de Senna. Quando Ayrton Senna morreu dentro de uma Williams, em uma
transmissão ao vivo, milhares de pessoas me culparam por isso. E eu carrego
essa culpa até os dias atuais. Ayrton era considerado como uma estrela
superstar internacional. No seu funeral, eu me senti muito culpado”, lembrou.
O fundador da Williams também
destacou boas lembranças em que teve com Ayrton Senna. Uma delas foi no momento
das negociações com o tricampeão mundial em 1993.
“Eu estava familiarizado com
Ayrton Senna e esperava que ele tivesse condições de conquistar o título de
1994. O nosso primeiro contato foi em 1983, quando eu o convidei para ir jogar
futebol lá na minha casa. Ele recusou, mas continuamos sempre tendo contatos.
Eu tive que esperar um longo tempo para assinamos um contrato e irmos trabalhar
juntos. Pena que trabalhamos por um pequeno período de tempo”, encerrou.
Frank Williams e Ayrton Senna pouco antes do primeiro teste de Ayrton em um Fórmula 1 - no Williams FWO8C em Donington, em Julho de 1983.
Frank Williams e Ayrton Senna no primeiro teste de Ayrton em um Fórmula 1 - com uma Williams FWO8C em Donington, em Julho de 1983.
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Frank Williams pediu perdão a
Adriane Galisteu pela morte de Ayrton Senna
Extraído do livro “Caminho das Borboletas” de Adriane Galisteu
Senna e o patrão Frank Williams, dono da equipe Williams
Já era noite e a família Senna se retirara, para descansar. Alguém se aproximou de mim e propôs:
- Vai você também. Será um dia duro, amanhã.
- Descansar, hoje? Tenho o resto de meus dias para descansar.
De madrugada, não tenho idéia da hora (1h30? 2h00?), alguém tocou no meu ombro, cerimoniosamente. "Tem um senhor chamando você lá fora?" Um senhor? Sim, Frank Williams. Imóvel no meu canto, eu tinha visto quando, sempre amparado em sua cadeira de rodas, aquele que havia sido o último patrão de Ayrton chegou diante do caixão, guardou um silêncio comovido, alheio a tudo que se passava ao lado, como se estivesse numa comunicação muito direta com a vítima de um infeliz acidente de trabalho - o seu trabalho. Afastou-se assim como chegou, sempre muito discreto, como se seu status pudesse ficar invisível diante da curiosidade dos que ali estavam. Agora, Frank me mandava chamar lá fora. Já se instalara no seu carro. Aproximei-me e ele me disse, como se sua alma falasse, não a sua boca:
- I'm very sorry, Adriane. (Eu lamento muito, Adriane)
Repetiu, com sentimento. Na surpresa, não esbocei nenhuma resposta, a não ser um gesto qualquer de cabeça. O chefão de uma das usinas da Fórmula 1 pedindo desculpas a mim? Só no dia seguinte, ao vê-lo de novo, no enterro, é que fui até ele e o beijei no rosto, com um obrigado, obrigado.
Frank Williams no enterro de Ayrton
Adriane Galisteu no velório sendo consolada pela assessora de Senna, Betise Assumpção
Adriane Galisteu perdeu tudo, o homem que amava, seu futuro marido, um ótimo partido, um futuro todo pela frente com seu grande amor. Sem contar tudo aquilo que ela sofreu depois da morte dele, o sofrimento pela falta que ele fazia e pela dor que a família dele a causou. Ela quase foi a senhora Senna, como disse o biografo dela e do tricampeão, Nirlando Beirão. Adriane estava no Algarve, onde Senna a iria encontrar depois do Grande Prémio de San Marino para a pedir em casamento, mas aconteceu o acidente, Ayrton morreu e não houve encontro.
*Nenhum piloto morreu na F-1 desde Ayrton Senna, em 1994.
Adriane Galisteu e seu futuro marido Ayrton Senna, os dois já eram praticamente casados, eles moravam juntos havia mais de um ano quando o acidente aconteceu. Senna iria pedir a amada em casamento no mesmo dia que sofreu o acidente que acabou tirando sua vida.
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FONTES PESQUISADAS
TIGRE, Vicktor. Frank Williams revela que
se sente culpado pela morte de Ayrton Senna. Disponível em: <http://portalrace.com.br/frank-williams-revela-que-se-sente-culpado-pela-morte-de-ayrton-senna/>.
Acesso em: 12 de julho 2016.
GALISTEU, Adriane. Caminho das Borboletas. Edição 1. São Paulo: Editora Caras S.A., novembro de 1994.
Frank Williams se Sente Culpado Pela Morte de Ayrton Senna e Pede Perdão a Adriane Galisteu
Extraído do livro “Caminho das Borboletas” de Adriane Galisteu
Senna e o patrão Frank Williams, dono da equipe Williams
Já era noite e a família Senna se retirara, para descansar. Alguém se aproximou de mim e propôs:
- Vai você também. Será um dia duro, amanhã.
- Descansar, hoje? Tenho o resto de meus dias para descansar.
De madrugada, não tenho idéia da hora (1h30? 2h00?), alguém tocou no meu ombro, cerimoniosamente. "Tem um senhor chamando você lá fora?" Um senhor? Sim, Frank Williams. Imóvel no meu canto, eu tinha visto quando, sempre amparado em sua cadeira de rodas, aquele que havia sido o último patrão de Ayrton chegou diante do caixão, guardou um silêncio comovido, alheio a tudo que se passava ao lado, como se estivesse numa comunicação muito direta com a vítima de um infeliz acidente de trabalho - o seu trabalho. Afastou-se assim como chegou, sempre muito discreto, como se seu status pudesse ficar invisível diante da curiosidade dos que ali estavam. Agora, Frank me mandava chamar lá fora. Já se instalara no seu carro. Aproximei-me e ele me disse, como se sua alma falasse, não a sua boca:
- I'm very sorry, Adriane. (Eu lamento muito, Adriane)
Repetiu, com sentimento. Na surpresa, não esbocei nenhuma resposta, a não ser um gesto qualquer de cabeça. O chefão de uma das usinas da Fórmula 1 pedindo desculpas a mim? Só no dia seguinte, ao vê-lo de novo, no enterro, é que fui até ele e o beijei no rosto, com um obrigado, obrigado.
Frank Williams no enterro de Ayrton
Adriane Galisteu no velório sendo consolada pela assessora de Senna, Betise Assumpção
Adriane Galisteu perdeu tudo, o homem que amava, seu futuro marido, um ótimo partido, um futuro todo pela frente com seu grande amor. Sem contar tudo aquilo que ela sofreu depois da morte dele, o sofrimento pela falta que ele fazia e pela dor que a família dele a causou. Ela quase foi a senhora Senna, como disse o biografo dela e do tricampeão, Nirlando Beirão. Adriane estava no Algarve, onde Senna a iria encontrar depois do Grande Prémio de San Marino para a pedir em casamento, mas aconteceu o acidente, Ayrton morreu e não houve encontro.
*Nenhum piloto morreu na F-1 desde Ayrton Senna, em 1994.
Adriane Galisteu e seu futuro marido Ayrton Senna, os dois já eram praticamente casados, eles moravam juntos havia mais de um ano quando o acidente aconteceu. Senna iria pedir a amada em casamento no mesmo dia que sofreu o acidente que acabou tirando sua vida.
FONTE PESQUISADA
GALISTEU, Adriane. Caminho das Borboletas. Edição 1. São Paulo: Editora Caras S.A., novembro de 1994.
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Morre Alfonso Toledano, o Primeiro Companheiro de Equipe de Ayrton Senna
Toledano e Senna nos tempos de Fórmula Ford
Toledano sobre Senna: "Ele não nos ganhou
apenas na terra, nos ganhou também no céu. Viveu, ganhou e morreu como deveria
ser o sonho do melhor da história." Lindas palavras, parabéns Toledano por
sua humildade, você prova que é um grande ser humano e com certeza teve a honraria de
ser amigo de um gênio.
Descanse em Paz "Negro"!
Toledano e Senna nos tempos de Fórmula Ford
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Meses antes de completar 20 anos da morte de Ayrton Senna, em 31 de julho de 2013, Toledano relembrou emocionado do ex-parceiro de equipe ao SporTV. Leia um trecho da reportagem:
O que Toledano guarda não são
as derrotas, mas sim a boa convivência e as fotos, muitas fotos. O mexicano
exibe orgulhoso no tablet as lembranças da época em que um futuro ídolo do
automobilismo chamava a atenção de todos:
- Meu chefe Ralph
Firman disse que se esse garoto não tivesse nenhum problema e chegasse à
Fórmula 1 seria campeão não uma vez, mas várias vezes, que era o maior talento
que ele havia visto. Então, ele disse: não se desespere, é melhor aprender e deixar
de ser o número 1 para ser o número 2. A verdade é que foi uma grande
experiência ter convivido com Ayrton. Grandes experiências, tanto o que
contar...
Entre tantas curiosidades,
uma revelação surpreendente: Toledano diz que Ayrton não esperava sequer chegar
à Fórmula 1.
No primeiro encontro eu
perguntei a ele o que esperava. Ele disse que talvez não chegasse à Fórmula 1
porque era muito difícil, mas aprenderia tudo para passar tudo ao seu filho
(quando fosse pai) e levá-lo a ser campeão do mundo. Ele não pensava em
chegar à Fórmula 1 – comentou Alfonso.
Leia a reportagem completa e assista o vídeo
Leia a reportagem completa e assista o vídeo
Toledano não conseguiu chegar a Fórmula 1, mas viu o antigo companheiro de equipe, Ayrton Senna, não só ingressar na categoria máxima do automobilismo, bem como conquistar as pistas e o mundo inteiro
domingo, 10 de julho de 2016
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Morre Fotógrafo Que Acompanhou Ayrton Senna em Seus Últimos Anos de Vida
Editor de fotografia Marco de Bari morre aos 53 anos em São Paulo
Bari, considerado o melhor fotógrafo automotivo do país,
viajou a trabalho por mais de 150 países e participou de diversas exposições
Ego - ego.globo.com
08 de julho de 2016
Profissional da revista
'Quatro Rodas' foi atingido por estrutura metálica quando trabalhava em um
estúdio. Ele morreu nesta sexta, 8.
Marco de Bari morreu nessa sexta-feira
O editor de fotografia Marco
de Bari, de 53 anos, morreu nesta sexta-feira, 8, em São Paulo. Na
terça-feira, 5, o profissional da revista "Quatro Rodas" fazia fotos
em um estúdio na Vila Leopoldina, Zona Oeste da capital paulista, quando foi
atingido por uma estrutura metálica. Bari foi levado para o Hospital das
Clínicas, mas acabou não resistindo aos ferimentos. O assistente de fotografia
Daniel Guedes Fernandes Dionizio também ficou gravemente ferido e seguia
internado nesta sexta.
Bari, que era casado e tinha
uma filha, é autor de mais de 150 capas da revista "Quatro Rodas".
Acompanhou o piloto brasileiro Ayrton Senna em seus últimos anos de vida,
fazendo vários registros. Até as 14h, não havia informações sobre o local do
enterro.
O Grupo Abril divulgou um
comunicado no começo desta tarde, no qual afirma que as causas do acidente
estão sendo apuradas. Confira na íntegra:
"O Grupo Abril comunica
com profundo pesar o falecimento de um de seus mais talentosos e queridos
profissionais, o editor de fotografia de Quatro Rodas, Marco de Bari, ocorrido em São Paulo. Marco
atuava há quase 23 anos na revista. Na manhã desta terça-feira, dia 5 de julho,
ele e o assistente de fotografia Daniel Guedes Fernandes Dionizio trabalhavam
numa sessão de fotos para a publicação na Casa Vaticano, estúdio localizado na
Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo, quando uma estrutura metálica atingiu
os dois profissionais. Eles foram socorridos imediatamente e conduzidos ao
Hospital das Clínicas, mas Marco não resistiu e faleceu. Daniel sofreu graves
ferimentos e segue internado. O Grupo Abril está prestando toda a assistência
às famílias, em um momento de dor irreparável. Bari, como era carinhosamente
chamado pelos amigos da Abril, tinha 53 anos e era natural de São Paulo. Começou
a se dedicar à fotografia já aos 16 anos e tinha no automobilismo sua segunda
paixão na vida profissional. É autor de mais de 150 capas de Quatro Rodas, numa
trajetória iniciada em 1989. Entre seus trabalhos mais marcantes estão
fotografias do tricampeão Ayrton Senna nos últimos anos de vida do piloto.
Bari, considerado o melhor fotógrafo automotivo do país, viajou a trabalho por
mais de 150 países e participou de diversas exposições, entre elas “Corpos
Marcados” e “Fotografia em Revista”. Bari deixa a esposa Juliana Linhares,
também editora da Abril, a filha Nicolle, a mãe Rosa, e os irmãos Fernanda,
José e Sérgio. Ele deixa também um legado com a sua obra e uma imensa saudade
em todos os que tiveram o prazer de conviver com ele. As causas do acidente ainda
estão sendo apuradas. As informações sobre o velório serão divulgadas em breve."
Esta foi a última reportagem
que Senna fez para Quatro Rodas, realizada um mês antes do fatídico GP de San
Marino. Na época, o piloto era importador oficial da Audi Brasil, e fez
questão de pilotar o S4 para as lentes do fotógrafo Marco de Bari.
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Morre Marco de Bari, fotógrafo de Quatro Rodas
Um dos mais reconhecidos
profissionais do setor automobilístico, Bari faleceu hoje. Ele não resistiu a
ferimentos causados em um acidente durante sessão de fotos
por Redação • 08/07/2016
às 12:30 • Atualizado em 08/07/2016 às 12:30
Quatro Rodas - quatrorodas.abril.com.br
Quatro Rodas - quatrorodas.abril.com.br
O fotógrafo Marco de Bari, durante viagem ao Japão em 2016 |
Crédito: Ulisses Cavalcante
São Paulo, 08 de julho de
2016 - O fotógrafo da Quatro Rodas, Marco de Bari, morreu hoje. Bari
estava hospitalizado desde terça-feira, dia 5, após um acidente durante sessão
de fotos em um estúdio na Zona Oeste de São Paulo. Ele e o assistente Daniel
Guedes Fernandes Dionizio foram atingidos por uma estrutura metálica que se
desprendeu e caiu.
Os dois profissionais foram
socorridos e levados ao Hospital das Clínicas. Bari, porém, não resistiu a um
severo traumatismo craniano. Daniel sofreu ferimentos graves nas pernas e segue
internado. O Grupo Abril, que edita a Quatro Rodas, está prestando toda a
assistência às famílias, em um momento de dor irreparável.
Marco de Bari, paulistano,
tinha 53 anos. Autor de mais de 200 capas, dono de milhares de imagens
publicadas e diversos prêmios de fotografia, era considerado o melhor fotógrafo
automotivo do país. Há quase 30 anos na Quatro Rodas, começou a se dedicar à
fotografia aos 16 e fez sua primeira foto de capa para a revista em 1989.
Conhecido pela técnica
incomparável e por suas composições perfeitas, capazes de produzir imagens
belíssimas e jornalisticamente completas, Bari também era um amigo querido e
uma das figuras mais cativantes do jornalismo e do automobilismo brasileiro -
igualmente generoso com iniciantes e profissionais experientes. Entre seus
trabalhos mais marcantes estão fotografias do tricampeão Ayrton Senna, nos
últimos anos de vida do piloto, e reportagens exclusivas em mais de 15 países.
Deixa um legado com a sua
obra e uma saudade imensa em todos os que conviveram com ele. Deixa também
esposa, filha, mãe e parentes.
As causas do acidente ainda
estão sendo apuradas.
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Alguns cliques de Ayrton
Senna feitos por Marco de Bari, mais conhecido como "Vovô", apelido que
ganhou dos fotógrafos mais jovens. O Vovô morreu jovem. Tinha 53
anos. Descanse em Paz!
Ayrton Senna, da McLaren, tapando os ouvidos com as mãos, durante treino do GP do Brasil de F1, no Autódromo de Interlagos.
Senna no GP do Brasil de 1992.
Senna no cockpit da sua McLaren no GP do Brasil de 1993.
Senna no GP do Brasil de 1993.
Monumento levantado em Ímola em homenagem a Ayrton Senna.
Monumento a Senna em Ímola.
Curva Tamburello, em Ímola, com lembranças e presentes que fãs deixam no local onde Senna bateu.
FONTES PESQUISADAS
EGO - Editor de fotografia Marco de Bari
morre aos 53 anos em
São Paulo. Disponível em: <http://ego.globo.com/famosos/noticia/2016/07/editor-de-fotografia-marco-de-bari-morre-aos-53-anos-em-sao-paulo.html>.
Acesso em: 08 de julho 2016.
QUATRO RODAS FANPAGE - Há 21 anos, o mundo
perdia Ayrton Senna, um dos maiores ídolos da história do esporte. Disponível
em: <https://www.facebook.com/quatrorodas/photos/a.10150351113843152.346051.182916843151/10152969213798152/?type=3&theater>.
Acesso em: 08 de julho 2016.
QUATRO RODAS - MORRE MARCO DE BARI,
FOTÓGRAFO DE QUATRO RODAS. Disponível em: <http://quatrorodas.abril.com.br/materia/fotografo-de-quatro-rodas-morre-em-acidente-dentro-de-estudio-fotografico>.
Acesso em: 08 de julho 2016.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Pôster de Ayrton Senna na Cozinha da Casa de Beatle (Vídeo)
No documentário "The
Beatles Anthology" de 2001, George Harrison, Paul McCartney e Ringo
Starr são vistos conversando ao redor de uma mesa, na cozinha da casa de
George. Na parede, ao fundo, atrás de Ringo, pode ser visto um pôster de um piloto
de Formula 1. O piloto em questão era nada mais, nada menos do que
Ayrton Senna.
ASSISTA:
George Harrison e Ayrton Senna no Grande Prêmio da Austrália em 1986
Harrison faleceu em 29 de
novembro de 2001, vitima de câncer de pulmão, aos 58 anos. Em uma lista
publicada pela revista Rolling Stone para escolher os grandes guitarristas da
história do rock, Harrison ocupa a 11ª posição entre “Os 100 Maiores Guitarristas
de Todos os Tempos”.
SOBRE O DOCUMENTÁRIO
A série feita para a
televisão foi produzida pela Apple Corps e pela Televisão Granada. Os
integrantes sobreviventes dos Beatles, Paul McCartney, George
Harrison e Ringo Starr, se reuniram a partir de 1994 para gravar
entrevistas que foram juntadas às primeiras entrevistas de John Lennon (morto
em 1980) onde eles contaram a história do grupo. Várias imagens inéditas dos
Beatles foram adicionadas ao documentário para ilustrar a história.
Nos Estados Unidos, o
documentário foi transmitido entre 19 e 21 de novembro de 1995 pela rede ABC.
Em 1996, ele foi lançado em VHS contendo oito vídeos com duração de
oito horas e em 2001, foi lançado em DVD contendo cinco DVDs.
No Brasil, o documentário foi
exibido pela Rede Globo.
Em Portugal coube à RTP a
emissão da série documental.
FONTES PESQUISADAS
BEATLE Anthology,
THE. Direção: Kevin Godley, Bob Smeaton e Geoff Wonfor. Produção:
Apple Corps e TV Granada. Reino Unido, 1995. Bobina cinematográfica.
BANDEIRA, Flávio. O Beatle que amava a
Fórmula 1. Disponível em: <http://www.formula1.com.br/2013/o-beatle-que-amava-a-formula-1/>.
Acesso em: 06 de julho 2016.
WIKIPÉDIA - The Beatles Anthology. Disponível
em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Beatles_Anthology>. Acesso em: 06
de julho 2016.
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