terça-feira, 19 de julho de 2016

Igrejinha da Gipoia


Na primeira vez que passaram a noite juntos, num final de semana na baia de Angra dos Reis, Ayrton pediu Adriane em casamento. E indicou a “Igrejinha da Gipoia”, localizada na Ilha da Gipoia, ali pertinho, como sendo o local ideal para ser realizada a cerimônia, bem condizente com sua personalidade simples. Tempos depois, um pouco antes de sua morte, Ayrton manifestou novamente a Adriane a vontade que tinha de se casar com ela. Adriane imediatamente se imaginou casando com o piloto, de véu e grinalda, nessa mesma capelinha que ele se referiu na primeira noite de amor deles. Bom, essa é a linda igreja Nossa Senhora da Piedade (“igrejinha da Gipoia”), na Ilha da Gipoia, Angra dos Reis. Se o destino não tivesse interferido, seria um casamento tão lindo e simples como o casal e bem discreto.

Referências: Livro Caminho das Borboletas





REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 

GALISTEU, Adriane. Caminho das Borboletas. Edição 1. São Paulo: Editora Caras S.A., novembro de 1994. 







Mansão de Angra dos Reis: 22 Anos de Silêncio

Mansão do Ayrton em Angra dos Reis no condomínio Portogalo


Ex-vizinho de Ayrton Senna em Angra dos Reis, Augusto Gonçalves, fez um comentário sobre a matéria: “Caras: o silêncio em Angra. Casa de Senna continua fechada. 1994”, que foi postada hoje pela manhã, na fanpage Senna Vive. Confira:

“Quando o Senna estava no Galo [Condomínio Portogalo] era uma festa... as crianças apostavam corridas de jet [ski] com ele, era helicóptero decolando toda hora, as lanchas passavam buzinando pra cumprimentá-lo e ele sempre retribuindo o carinho dos fãs... uma vez acenei pra ele, e ele quase caiu do jet pra me cumprimentar de volta ...ele sempre se preocupava em passar uma boa imagem. Um ser humano formidável. - Esse silêncio ainda rola até hoje em frente a casa dele” - Augusto Gonçalves 

Ele ainda postou, juntamente ao comentário, essa recente imagem da frente da casa de Ayrton.



Hoje a mansão é de propriedade da família do ex-piloto.

Print da mensagem do fã Augusto Gonçalves


Senna e Adriane de Jet Ski em Angra dos Reis



Senna e Adriane no mar de Angra dos Reis

Senna de Jet Ski em Angra dos Reis

Senna de Jet Ski em Angra dos Reis





domingo, 17 de julho de 2016

Ayrton Senna: Relembre Dez Frases Marcantes Do Eterno Ídolo Brasileiro

Por iG São Paulo | 14/07/2016 14:21 - Atualizada às 14/07/2016 17:35

Tricampeão de Fórmula 1, Ayrton Senna é memorado, além dos feitos dentro das pistas, pelas frases marcantes e imortais

EDU GARCIA/ESTADÃO CONTEÚDO
Ayrton Senna comemora a vitória do GP Brasil de 1993

Faltam adjetivos para descrever o eterno ídolo brasileiro, Ayrton Senna, falecido em
1994, após se acidentar durante o Grande Prêmio de Ímola, na Itália. Mas, além de ser
um dos melhores da história na Fórmula 1 - considerado por muitos o melhor - o paulista
deixou diversas frases marcantes na mente do fã do automobilismo.

Dentro e fora das pistas, Ayrton Senna foi e sempre será ídolo. Seja encantando o mundo no interior do cockpit ou com expressões motivacionais que nos ensinam até hoje. Por isso, o iG reuniu dez frases, que também podem ser chamadas de lições para a vida, do tricampeão mundial de F1, relembre:

1- Após conquistar o terceiro título


"Para ser honesto, não me sinto o maior ídolo brasileiro. Não me sinto uma pessoa tão
importante assim para merecer uma festa durante uma noite toda no Brasil."

2- Sobre sua maneira de pilotar


"Não sei dirigir de outra maneira que não seja arriscada. Quando tiver de ultrapassar
vou ultrapassar mesmo. Cada piloto tem o seu limite. O meu é um pouco acima do dos
outros."

3- Objetivo ao correr


"Acidentes são inesperados e indesejados, mas fazem parte da vida. No momento em que você se senta num carro de corrida e está competindo para vencer, o segundo ou o terceiro lugar não satisfazem. Ou você se compromete com o objetivo da vitória ou não. Isso que dizer: ou você corre ou não."

4- Sentimento após uma vitória


"Vocês nunca conseguirão saber como um piloto se sente quando vence uma prova. O capacete oculta sentimentos incompreensíveis."

5- Demonstração de fé


"O fato de eu acreditar, o fato de eu ter fé em Deus não quer dizer que eu seja imortal, não quer dizer que eu seja imune, eu tenho tanto medo de me machucar quanto qualquer pessoa."

6- O importante é competir?


"O importante é ganhar. Tudo e sempre. Essa história de que o importante é competir não passa de pura demagogia."

7- Como ter privacidade?


"Uma maneira de preservar sua própria imagem é não deixar que o mundo invada sua casa. Foi um modo que encontrei de preservar ao máximo meus valores."

8- Como melhorar o mundo?


"Se a gente quiser modificar alguma coisa, é pelas crianças que devemos começar. Devemos respeitar e educar nossas crianças para que o futuro das nações e do planeta seja digno."

9- ...



"Se a morte deve levar-me, então que seja com toda força, numa curva, porque vejo me mal acabar a minha vida numa cadeira de rodas."

10- Uma das mais lembradas do ídolo (assista abaixo)

"Seja quem você for, seja qualquer posição que você tenha na vida, nível altíssimo ou mais baixo social (sic), tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá."


Por essas e outras, Ayrton Senna foi, é e sempre será um nome a ser lembrado por todos os brasileiros, sejam eles admiradores do automobilismo ou não.


FONTE PESQUISADA

IG - Ayrton Senna: relembre dez frases marcantes do eterno ídolo brasileiro. Disponível em: <http://esporte.ig.com.br/automobilismo/f1/2016-07-14/ayrton-senna-dez-frases-idolo.html>. Acesso em: 17 de julho 2016.

sábado, 16 de julho de 2016

Mansão do Algarve: Antes e Depois

Como era e como ficou a Mansão da Quinta do Lago – última residência de Ayrton Senna – após a morte do piloto. A propriedade está localizada em Almancil, Algarve, Portugal.



A ENTRADA




Nada mudou.... 
Do ano de 1993 até no mínimo 2004 – 10 anos após a morte de Ayrton –, a entrada da Mansão do Algarve era assim, muito arborizada, como descrito em biografias do tricampeão. Bem tropical, lembrando o Brasil. Apaixonado pela natureza, Ayrton transformou a mansão portuguesa em um pedacinho de seu país natal, mandando plantar muitas árvores em toda a propriedade. Até no mínimo 10 anos após a morte de Ayrton, nada na entrada da casa havia mudado, estava da mesma forma de quando Senna era vivo.


Hoje a entrada da mansão não tem tantas árvores como na época que Ayrton era o dono. Mas a casa ainda possui muitas árvores, todas que o próprio piloto mandou plantar.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Galisteu Quer Virar Militante Antidrogas

Folha de São Paulo - folha.uol.com.br
São Paulo, domingo, 2 de junho de 1996

A modelo Adriane Galisteu mostra foto em que aparece com o irmão Beto e sua mãe Emma

AURELIANO BIANCARELLI 
DA REPORTAGEM LOCAL

"Não quero que aconteça com outros o que aconteceu com o Beto. Meu irmão deixou um exemplo aos jovens. Que eles acordem e vejam o que a droga pode fazer com uma vida."
A mensagem é da modelo Adriane Galisteu, 23. Ao meio-dia do domingo passado, seu único irmão, Alberto Galisteu Filho, 28, morreu de pneumonia decorrente da Aids. Beto, como era chamado, se infectou injetando drogas.
Adriane só bebe água mineral sem gás e sem gelo. É um modelo de saúde. "Antes, sem perceber, eu buscava o contrário do que buscava meu irmão. Hoje eu quero pregar o meu modelo. Não é por moralismo, é pela dor que ele e todos nós passamos."
Adriane diz que ainda não sabe o que fará, mas quer se engajar numa militância antidrogas.
"Estou disposta a participar de campanhas, alertar os pais e os jovens. Pode parecer um papo careta, mas não é. Eu vi meu irmão e seus amigos morrerem."
Beto começou a usar drogas quando tinha 15 anos. Adriane tinha 10. "Quando a gente era criança, ele gostava de me pegar, ficava me cutucando, beijando meus pés. Fazia isso só para me irritar, porque sabia que eu tinha cócegas. Depois foi mudando, não era mais o Beto carinhoso, que brincava junto. Foi se fechando, não saía mais do quarto."
No quarto de Beto e da mulher, Ilonka, no bairro da Lapa, estão o capacete e os bonés assinados por Ayrton Senna. "Ele adorava corridas. Gostava de kart e ganhava todas as disputas de autoramas."
Seis dias antes da morte, ele ainda participou de uma corrida de autorama. Seu carrinho quebrou.
Na quinta-feira, vestindo um cardigã preto e uma saia longa xadrez, Adriane falou sobre a morte do irmão e os anos em que ele passou usando drogas. Abaixo, os principais trechos da entrevista:
*
A MORTE - "Eu perdi meu pai quando tinha 15 anos. Em 1994, todas as coisas ruins aconteceram. Em abril morreu minha avó. Quinze dias foi o Ayrton. Em seguida morreu meu avô.
Naquele ano, Beto descobriu que estava com Aids. Ele morreu ao meio-dia do domingo passado e, à tarde já estava enterrado. Eu daria tudo para tê-lo de volta, qualquer coisa. Me senti totalmente impotente. Não havia dinheiro que pudesse dar um pulmão ao Beto, não havia felicidade nem beleza que pudesse trazê-lo de volta. Da minha família só restaram minha mãe, uma irmã dela e eu."
A DOENÇA - "Ele estava muito bem até uma semana antes. Na terça-feira, ainda foi a um bingo. Na quinta-feira, foi internado, e morreu quatro dias depois. Ele já tinha um problema de cirrose, provocado pela bebida, que se agravou com uma hepatite. Debilitado, pegou uma pneumonia, seguida por outra mais forte. Seu pulmão se acabou. Ele sempre dizia que não queria morrer magro, acabado, e parece que Deus o ouviu. Não tinha mancha pelo corpo, nem estava magro. Ele sofreu pouco tempo. A gente fez tudo o que podia."
NO QUARTO - "Minha mãe não falava, mas eu percebia o que estava acontecendo. Quando eu saía para o trabalho, ele estava dormindo; quando voltava, o quarto estava fechado. Eu brigava com ele, porque não queria sua vida daquele jeito. Até o colégio, ele ainda foi bem, depois tentou biologia marinha, e nunca mais estudou.
Fazia uns bicos, pintava camisetas, mas só para o dinheiro da droga. Usou drogas injetáveis quando tinha uns 18 anos, e foi aí que deve ter se infectado. Foi internado duas vezes, mas ele pedia para voltar e a gente ficava com dó. Ele só diminuiu o uso de droga quando descobriu que estava com Aids."
DEPENDÊNCIA - "Quando a mãe vê que o filho está começando a usar droga , não vale a pena bater, não vale a pena reprimir, porque ele vai usar fora. É pegar essa criança e levar a uma clínica de tratamento, mostrar qual é o fim dessas pessoas. Eu fui visitar meu irmão várias vezes. Quando você sai de lá, agradece a Deus pelo ar que está respirando.
Meu irmão era uma pessoa bem-humorada, de bem com a vida, mas precisava da droga. No final, usava para continuar vivo. Quando se arrependeu, era muito tarde, não havia mais retorno.
Tentamos de tudo. Resolvemos não dar dinheiro, não adiantou. Passamos a dar dinheiro, e não adiantou. A gente brigava, dava carinho. Até que resolvemos fazer com que fosse feliz da maneira dele, porque não tinha mais jeito.
Depois de 94, ele voltou a ser o Beto carinhoso. Eu olhava para ele, pensava em recomeçar tudo, mas sabia que não tinha mais jeito.
As pessoas sempre têm uma desculpa para usar a droga. Você imagina que vai ser só um baseado, mas não é assim; daí vai para a cocaína e para outras drogas."
A MÃE - "No desespero do hospital, minha mãe dizia, 'quem tiver um filho drogado, que traga-o aqui para ver o que estamos passando'. Imagine uma mãe vendo o filho se drogando todos os dias, seguindo por um caminho sem volta. Você tentando salvá-lo sem nada conseguir.
Minha mãe está se sentindo culpada. Está errada, porque eu tive a mesma educação de meu irmão, nasci da mesma barriga, passei as mesmas necessidades, tive as mesmas alegrias, e não uso drogas. Os pais se culpam demais pela educação que deram aos filhos, perguntam sempre onde erraram. Chega um momento em que o filho resolve, e os pais não podem fazer mais nada. É uma decisão dele."
UM DOENTE - "As pessoas que usam drogas precisam de apoio, de carinho, de compreensão. Precisam de cuidados especiais, como um doente. Não precisam de cadeia nem de polícia. Quem precisa de cadeia são os traficantes. Eu via meu irmão, ele se arrependia muitas vezes. A vida dele foi sempre uma tentativa. Saía em busca de uma coisa que não achava. Era uma dependência química.
Eu acho que essa dependência precisa acabar, mas isso não se consegue com alguém que usa droga há dez anos. É preciso começar quando o menino tem 11, 12 anos. Nessa idade, os pais ainda podem muito, e podem mudar.
Não podem fazer de conta que não estão vendo nada.
É lamentável depender de alguma droga para viver, seja ela o cigarro, a bebida. Acho que o álcool é uma droga que leva às outras. Todas as garrafas deveriam trazer um aviso, alertando para os riscos."
O FUTURO - "Se eu pudesse, eu implodiria a casa da Lapa onde todos nós nascemos, e começaria tudo de novo. Falo isso pensando na minha mãe. Chega um momento na vida que você precisa virar a página. Precisa dizer: quero ser feliz. 


FONTE PESQUISADA

BIANCARELLI, Aureliano. Galisteu quer virar militante antidrogas. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1996/6/02/cotidiano/27.html>. Acesso em: 14 de julho 2016.










“Estavam tentando envenenar o relacionamento de Ayrton Senna e Adriane Galisteu”, afirma biógrafo do tricampeão

Ayrton Senna estava muito chateado antes de falecer, porque sua família estava fazendo de tudo para separá-lo de seu grande amor, Adriane Galisteu. Isso foi confirmado por quatro biógrafos do ex-piloto (Francisco Santos, Richard Williams, Tom Rubython e Ernesto Rodrigues) e até mesmo por seu sobrinho Bruno Senna, que afirmou inclusive, que o tio não queria se separar de Adriane.

“Eu e Ayrton resistimos a muita coisa”, Adriane Galisteu (TV Record - Programa Especial Domingo da Gente - 10 de novembro de 2013)




“Estavam tentando envenenar o relacionamento de Ayrton Senna e Adriane Galisteu”, afirma biógrafo do tricampeão (Ernesto Rodrigues no Chat do Canal Brasil, 13 de setembro de 2015)

Ayrton Senna e Adriane Galisteu eram um casal muito feliz e apaixonado, mas tinha gente da própria família de Ayrton querendo acabar com essa felicidade. O biógrafo de Ayrton, Ernesto Rodrigues, afirmou que Ayrton estava chateado no dia de sua morte porque estavam tentando envenenar o relacionamento deles: “inclusive [ele estava] chateado com umas histórias que tentaram contar para ele sobre Adriane Galisteu, tentaram envenenar o relacionamento dos dois. Que eu conto no livro também.”





Ernesto Rodrigues fala sobre os últimos dias do campeão e diz "Senna estava em um final de semana ruim, não só ele mas todo mundo", devido também a morte de Roland Ratzenberger.

Bate-papo com Ernesto Rodrigues
Ernesto Rodrigues, diretor da série Ayrton, Retratos e Memórias e biógrafo de Ayrton Senna respondeu as perguntas dos internautas sobre a trajetória do inesquecível campeão.
Canal Brasil - canalbrasil.globo.com
13 de setembro de 2015



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

WILLIAMS, Richard. Ayrton Senna: the gladiatorial virtuoso who still sets the standard. Disponível em: <http://www.theguardian.com/sport/blog/2014/apr/30/ayrton-senna-death-formula-one-20-years>. Acesso em: 01 de outubro 2014.

AMIGA - Livro sobre a vida e os amores de Ayrton Senna causa polêmica. Amiga, São Paulo, edinº 1513, p.8 - 9. 11 de maio 1999.

SANTOS, Francisco. Ayrton Senna do Brasil. 4ª Edição. São Paulo: EDIPROMO, novembro 1994.

MSN - Adriane Galisteu: "Eu e Ayrton resistimos a muita coisa". Disponível em: < http://entretenimento.br.msn.com/famosos/adriane-galisteu-relembra-ayrton-senna-uma-paix%C3%A3o-de-outro-mundo?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter>. Acesso em: 14 de julho 2016.

CANAL BRASIL - Ernesto Rodrigues, diretor da série sobre Ayrton Senna, respondeu as perguntas dos internautas. Disponível em: <http://canalbrasil.globo.com/programas/ayrton-retratos-e-memorias/materias/ernesto-rodrigues-diretor-da-serie-sobre-ayrton-senna-responde-as-suas-perguntas.html>. Acesso em: 13 de julho 2016.




 











quarta-feira, 13 de julho de 2016

Aonde Estão os Destroços do Carro Williams FW16 de Ayrton Senna ?


Depois do acidente ficou a carcaça triste daquele carro da Williams do Senna. Pra onde ele foi? Dali ele foi jogado no lixo? Ou está em algum museu? O que aconteceu?



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Capacete de Senna é incinerado em Ímola





Publicado em quarta-feira, 17 de abril de 2002 às 10:35 
Diário do Grande ABC - dgabc.com.br

O capacete que Ayrton Senna usava no GP de San Marino há oito anos, quando um acidente o matou, foi incinerado em Ímola. O artefato foi liberado pela Corte de Bolonha, que investigava o acidente.

O capacete foi devolvido à Bell, que produzia o capacete e ainda fornece o equipamento para parte dos pilotos da F-1. A empresa, em acordo firmado com a família Senna, incinerou o capacete, na última quarta-feira, em Bolonha.

Com a devolução do capacete, não há mais elementos do acidente com a Justiça italiana. O carro que Senna usou na corrida, uma Williams FW16, já havia sido liberado na última semana de março, tendo voltado para a fábrica da equipe inglesa. A liberação foi concedida porque a perícia não conseguiu descobrir as causas que levaram à batida.


Em novembro de 1999, Patrick Head e Adrian Newey, projetistas do modelo, foram indiciados pela tragédia. O caso, no entanto, já foi encerrado, sem que nenhum culpado fosse indicado ou mesmo condenado.

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18/04/2002 - 16h20

Williams não sabe que fim dar ao carro de Ayrton Senna

da Folha Online



A Williams ainda não sabe que destino dar ao carro que Ayrton Senna pilotava no GP de San Marino de 1994, quando sofreu o acidente que acabou por tirar sua vida ainda no circuito de Ímola, na Itália.

No final do mês passado, a Justiça italiana liberou os destroços do FW16, que mantinha em Bolonha por conta das investigações sobre o acidente, e devolveu-o à escuderia britânica.

Mas desde que chegou à fabrica da equipe, em Grove (a oeste de Londres), a Williams ainda não decidiu se irá destruir o carro, guardá-lo em seu museu ou doá-lo a alguma instituição.

"Até o momento, o carro ainda não foi destruído", disse um porta-voz da equipe. "Mas o futuro dele vai continuar sendo uma questão interna da Williams."

A revista britânica "Autosport" chegou a noticiar que o carro, praticamente destruído quando Senna atingiu a parede na curva Tamburello no dia 1 de maio de 1994, tinha sido destruído pela equipe.

Além disso, a revista afirmou que o capacete do piloto brasileiro tinha sido incinerado depois de ser devolvido para seu fabricante.

Os julgamentos na Itália arrastaram-se até o final de 1999, quando o diretor técnico Patrick Head e o ex-projetista da escuderia, Adrian Newey, foram inocentados de qualquer culpa pela morte do tricampeão mundial.

Apesar de muito ter se falado sobre o rompimento de uma barra da suspensão, a causa do acidente não foi determinada conclusivamente no processo.

com a Reuters

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FW16 de Senna foi destruído

Do site www.warmup.com.br
24 de abril de 2002




Na última sexta (19), a Williams, através de um porta-voz, negou que os restos do carro usado por Ayrton Senna no GP de San Marino de 1994 tivessem sido destruídos. "O carro não foi eliminado. E o que faremos com ele é assunto privado da equipe", declarou o porta-voz. 

Nesta terça (23), a situação mudou. Frank Williams, dono do time que leva seu nome, afirmou que os restos do modelo FW16 foram destruídos. "Confirmo isso. Não existe nada mais. Fim da história", falou Frank ao site "GrandPrix". 

Os restos do carro usado por Senna em Imola foram devolvidos à equipe no final de março. No último dia 10, a Justiça de Bolonha devolveu também o capacete de Senna à Bell, que fabricava este equipamento do piloto.Na presença de representantes da família do brasileiro, a peça foi incinerada.
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Biógrafo de Ayrton Senna Diz Que Tem Quase Certeza Que Carro do Fatídico Acidente Foi Destruído




Bate-papo com Ernesto Rodrigues
Ernesto Rodrigues, diretor da série Ayrton, Retratos e Memórias e biógrafo de Ayrton Senna respondeu as perguntas dos internautas sobre a trajetória do inesquecível campeão.
Canal Brasil - canalbrasil.globo.com
13 de setembro de 2015



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ASSISTA:

Ayrton Senna Percebe Problema Mecânicos em Carro da Williams FW16


Vídeo inédito mostra Ayrton Senna preocupado com carro da Williams antes de sua morte.



Reação de Ayrton Senna Ao Ver a Morte de Roland Ratzenberger 1994




*Vídeos extraídos do Filme Documentário "Senna", lançado em 2010.

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FONTES PESQUISADAS

DIÁRIO DO GRANDE ABC - Capacete de Senna é incinerado em Ímola. Disponível em: <http://www.dgabc.com.br/Noticia/167202/capacete-de-senna-e-incinerado-em-imola>. Acesso em: 13 de julho 2016.

FOLHA ONLINE - Williams não sabe que fim dar ao carro de Ayrton Senna. Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u38508.shtml>. Acesso em: 13 de julho 2016.

AUTORACING - FW16 de Senna foi destruído. Disponível em: <http://www.autoracing.com.br/forum/index.php?showtopic=5385>. Acesso em: 13 de julho 2016.


CANAL BRASIL - Ernesto Rodrigues, diretor da série sobre Ayrton Senna, respondeu as perguntas dos internautas. Disponível em: <http://canalbrasil.globo.com/programas/ayrton-retratos-e-memorias/materias/ernesto-rodrigues-diretor-da-serie-sobre-ayrton-senna-responde-as-suas-perguntas.html>. Acesso em: 13 de julho 2016.