segunda-feira, 12 de agosto de 2024

"Infelizmente Ayrton Virou um Comércio", Érik Comas

Comercialismo com o nome de Senna


Érik Comas lamenta a exploração do nome de Ayrton Senna pela família do piloto.

O ex-piloto de Fórmula 1 teve a vida salva pelo ídolo brasileiro.

Após a morte de Senna, Comas decidiu se aposentar da F1 ao fim da temporada de 1994. Porém, ainda no fim de semana de Ímola, quando os comissários decidiram continuar com a prova, o francês não apoiou e informou que não iria correr.

"Fui até os boxes e disse: ‘Não quero mais correr’. Saí do circuito e decidi não participar mais daquela corrida".

Ayrton Senna salvando o piloto francês Érik Comas nos treinos para o Grande Prêmio da Bélgica de 1992

Érik deixou a F1, mas seguiu no automobilismo em provas no GT e corridas de longas distâncias. Senna ainda segue sendo um dos maiores heróis da categoria, para Comas, mas existe algo que não lhe agrada: o comercialismo com o nome do brasileiro.

Em 2024, por exemplo, será lançada a série Senna na Netflix, que promete explorar algumas histórias na vida do piloto brasileiro. Ao ser questionado se teve algum envolvimento na produção da série, Comas disse que não.

"Agradeço que muitas pessoas ainda o amem e que o reconhecimento de seu nome ainda exista. E ele é uma lenda. Mas sinto que muito foi feito em torno dele para fins corporativos: livros especiais, filmes especiais, mercadorias especiais... Não tenho certeza se ele teria gostado disso".

Para Érik, um bom projeto é o Instituto Ayrton Senna, uma organização sem fins lucrativos que oferece oportunidades de vida a crianças e jovens no Brasil.

"O instituto me pediu para vir por causa de uma colaboração com a Allianz, para um novo seguro no Brasil. Parte disso iria então para o instituto que foi criado em nome do Senna. Aceitei o convite. é um prazer. Quando falamos do propósito comercial fora do Instituto Ayrton Senna, aí fico um pouco mais reservado".

Nota do Blog

Na Europa, as pessoas acham que o Instituto Ayrton Senna é uma organização séria, que ajudam milhões de crianças necessitadas pelo Brasil, porém, não sabem ao certo como o Instituto funciona. O Instituto não tem ong física, o trabalho que fazem é distribuir cartilhas nos colégios públicos brasileiros de prefeituras parceiras para preparar os professores afim de aperfeiçoar a didática desses docentes ou seja, supostamente melhorar a maneira que estes ensinam, capacitando-os, é só. Eles não tiram crianças das ruas, não dão refeições, materiais escolares, computadores, tablets, cursos as crianças, enfim...  Não tem e nunca tiveram ong física, como por exemplo o Instituto Neymar Jr, Fundação Cafú, hoje extinta, mas que funcionou por muitos anos, dentre outros. Isso tem gerado muitas dúvidas do que realmente faz esse Instituto e onde colocam o dinheiro arrecadado.


FONTE PESQUISADA

STADE, Laurens. COMAS RELEMBRA LIGAÇÃO ESPECIAL COM AYRTON SENNA E ACIDENTE DE 1992 NA BÉLGICA. Disponível em: <https://motorsport.uol.com.br/f1/news/f1-comas-relembra-ligacao-especial-com-ayrton-senna-e-acidente-de-1992-na-belgica/10643658/>. Acesso em: 12 de agosto de 2024.

quarta-feira, 7 de agosto de 2024

"O pai e a mãe do Ayrton era quem mandava nos negócios dele.", Gigi, Amigo de Ayrton Senna e Dono de Restaurante no Algarve

 

Como o Ayrton Senna?

A chegada do Ayrton foi engraçada. A casa dele é comprada na mesa 8 do Gigi, veio um banqueiro brasileiro, o Braguinha, com o pai e com a mãe do Ayrton que era quem mandava nos negócios dele. 

Recorda-se do que dia em que o Ayrton morreu?

Sim. Estava a Adriane Galisteu cá a dormir na casa dele da Quinta do Lago, eu fui lá a casa. No dia da morte dele quando lá fui, a Adriane estava deitada triste para caramba porque já sabia. Ele morreu na hora, a barra da direção tirou-lhe metade da massa encefálica. As pessoas ainda diziam que era mentira porque a corrida tinha continuado e tudo. O fax dele tinha aqueles rolinhos, o gabinete estava cheio de rolinhos espalhados pelo gabinete. É a imagem que tenho do 1º. de maio daquele ano. 


FONTE PESQUISADA

MADRINHA, Mariana; RAINHO, Vítor. Gigi: “As melhores redes sociais são as dos pescadores da Quarteira”. Disponível em: <https://sol.sapo.pt/2016/09/21/gigi-as-melhores-redes-sociais-sao-as-dos-pescadores-da-quarteira/>. Acesso em: 07 de agosto de 2025.






"Adriane estava deitada triste para caramba porque já sabia", Gigi, Dono de Restaurante no Algarve

Mariana Madrinha, Vítor Rainho

21 de Setembro 2016 às 21:59



Recorda-se do que dia em que o Ayrton morreu?

Sim. Estava a Adriane Galisteu cá a dormir na casa dele da Quinta do Lago, eu fui lá a casa. No dia da morte dele quando lá fui, a Adriane estava deitada triste para caramba porque já sabia. Ele morreu na hora, a barra da direção tirou-lhe metade da massa encefálica. As pessoas ainda diziam que era mentira porque a corrida tinha continuado e tudo. O fax dele tinha aqueles rolinhos, o gabinete estava cheio de rolinhos espalhados pelo gabinete. É a imagem que tenho do 1º. de maio daquele ano. 

Gigi, Dono do "Restaurante do Gigi" no Algarve, Portugal


FONTE PESQUISADA

MADRINHA, Mariana; RAINHO, Vítor. Gigi: “As melhores redes sociais são as dos pescadores da Quarteira”. Disponível em: <https://sol.sapo.pt/2016/09/21/gigi-as-melhores-redes-sociais-sao-as-dos-pescadores-da-quarteira/>. Acesso em: 07 de agosto de 2025.










domingo, 28 de julho de 2024

Adriane Yamin Conta Que Traía Ayrton Senna


Eu não sabia quando o Ayrton poderia voltar ao Brasil e depois da minha viagem para a Europa tinha a certeza de que eu era apenas uma parte de sua vida, do lazer, do apoio, do carinho, da segurança. Mas que parte da minha vida era ele? Parecia que, de alguma forma, o amor que eu sentia por ele estava drenando a vida que eu tinha para viver; então, resolvi me permitir novas experiências.

Àquela altura precisava descobrir se valia a pena continuar tentando superar todas as dificuldades do nosso namoro ou se deveria partir para outro relacionamento. Foi nessa época que um rapaz que não fazia parte da minha turma e, portanto, desconhecia que eu namorava o Ayrton Senna, se aproximou de mim. Ele era um rapaz bonito, educado e gentil, que cursava a faculdade ali no Mackenzie. Depois de nos encontrarmos algumas vezes nos intervalos, ele me convidou para sair, e eu aceitei para ver o que ia dar. Saímos, conversamos e nos beijamos. O beijo foi bom. Nos encontrávamos sempre no colégio, e ele me chamou novamente para sair. Fomos à boate recém-inaugurada Limelight, dançamos um pouco, nos beijamos novamente. 

Houve um outro rapaz, também nessa época, que dava aulas no curso de mergulho que eu estava fazendo, desde abril, com os tios Zé Carlos e Zé Roberto e o Kaco, meu primo. O curso consistia em aulas práticas na piscina da escola de mergulho e teóricas. O curso era muito mais complexo e profissional do que eu havia imaginado. Tivemos aulas na piscina, e o instrutor era muito lindo, com um porte atlético de tirar o fôlego e rosto de príncipe. Eu logo percebi o interesse dele por mim. Porém, a prova prática para nossa formatura aconteceu somente em agosto, no mar do litoral paulista. Foi uma viagem muito bacana e divertida com a presença dos meus tios, primo e demais companheiros de curso. Durante o final de semana, tudo ocorreu de forma profissional, mas eu sabia que não iria mais ver o nosso instrutor depois disso. E nesse momento eu estava, sim, em busca de novas possibilidades, e quando o lindo instrutor de mergulho discreta e providencialmente pediu o meu telefone, dei para ele. Ele ligou algumas vezes, era um rapaz batalhador que trabalhava para pagar sua faculdade, muito educado e gentil. Marcamos de ir ao McDonald’s perto da minha casa e fomos caminhando. Num determinado momento durante o trajeto, ele me beijou.