sábado, 18 de agosto de 2012

Das Mulheres que Ayrton Senna teve, Adriane Galisteu Foi a Que Mais Entendeu Sua Paixão Pelo Automobilismo



Não faltaram mulheres jovens na vida de Ayrton Senna, apesar da malícia surgida com a declaração de Nélson Piquet em 1988 de que seu companheiro de pista não gostava do sexo oposto.
Foi depois desse episódio que Senna –além de obter uma retratação de Piquet– começou a aparecer com mais frequência ao lado de mulheres.
Mas, obcecado pelas corridas, foram só quatro as moças que levou a sério: Liliane Vasconcellos Souza, Adriane Yasmin, Xuxa Meneghel e Adriane Galisteu.
Em 1981, três anos antes de ganhar as pistas de F-1, Senna se casou com Liliane, amiga de infância e namorada na adolescência no Tremembé, zona norte de São Paulo. Talvez, Senna estivesse fugindo da solidão: ele já corria na Fórmula Ford 1.600 na Inglaterra. Lá viveram juntos.
O casamento com Liliane foi fugaz, não durou uma temporada. Foram apenas oito meses e, ao final, Senna disse: "Cometi um erro". Foi bem "diet" no elogio que fez à ex-mulher: "Ela cozinhava bem".
Antes de Liliane, ainda na época do kart, Senna teve um namorico com Rosângela Lago Ferreira da Silva, um menina do bairro de Santana, também na zona norte.
Após a separação com Liliane, Senna se envolveu em 1984 com Adriane Yasmin, 15 anos à época, herdeira das empresa Duchas Corona.
No final de 1988, Adriane soube o que é uma ducha de água fria. Senna se ligou em Xuxa Meneghel. Apesar de mal se verem, devido à agitada vida de ambos, foi um romance tranquilo –embora as más línguas falassem que se tratava de um acordo comercial, com lucros para as duas partes.
Depois de Xuxa, pulou de galho em galho. Foi visto com Patrícia Machado (em show de Tom Jobim no Palace em São Paulo), com Vanusa Sppindler e também com a modelo Marcella Praddo, que hoje diz que o pai de sua filha seria Senna. A menina tem 8 meses. Chama-se Vitória.
Nesse período, falou-se que Senna teve casos com Monique Evans e Virginia Nowick. Ele nunca os confirmou.
O namoro com Adriane Galisteu, 21, começou após o GP Brasil de 1993, em festa na danceteria Limelight. Quando acompanhava Senna nas corridas, ela jamais ousou perturbá-lo nos boxes. Sabia que Senna tinha gasolina nas veias. 

Ayrton Senna e Adriane Galisteu namoraram um ano e meio. Os dois moravam juntos quando o piloto sofreu o acidente que o matou, em 1994.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Revista Veja: Adriane Galisteu e Ayrton Senna: Conto de fadas e de dinheiro 26 10 1994



Revista Veja 26 de outubro de 1994


Conto de fadas e de dinheiro

A modelo Adriane Galisteu, 21 anos, esta de volta, para desespero da família Senna e delírio das centenas de pessoas que lhe enviaram cartas de consolo quando seu namorado Ayrton Senna morreu. Recém-chegada de Portugal, ela pretende ganhar um dinheirinho lançando na próxima semana o livro O Caminho das Borboletas, um relato do seu namoro com o piloto, que ela define como "405 dias de contos de fadas".

As preocupações monetárias procedem. "Depois que me refiz do choque do acidente, fiquei deprimida ao saber que a família do Ayrton havia bloqueado a nossa conta bancaria conjunta", conta Adriane.

Com 220 paginas e tiragem de 50 000 exemplares, O Caminho das Borboletas:

Trechos do Livro:


"Falamos uma hora e meia ao telefone. Ayrton não disse uma palavra sobre a prova. Disse mil palavras sobre saudade, pressa de voltar, planos de me encontrar. Dois dias depois, encontramo-nos. Estávamos em clima total de namorados e, para isso, nada melhor que um escurinho de um cinema. Meia duzia de espectadores - maravilha para um filme a dois". Enquanto reforça seu caixa vendendo carros importados - que usam o nome do piloto morto em imola -, a família de Ayrton Senna, mantém silencio total a respeito do livro de Adriane.


A família Senna tentou impedir Adriane de publicar o livro, mas não conseguiram porque ela também tem direito sobre sua imagem (a parte que ela conviveu com Ayrton). A historia a pertence.



FONTE PESQUISADA

Conto de fadas e de dinheiro. Veja, São Paulo, edição 1363, ano 27, nº 43, p. 82. 26 de outubro 1994.


Adriane Galisteu Visita Placa de Ayrton Senna em um Autódromo na Australia


Revista Veja 1995

Longe e perto dos motores

A modelo Adriane Galisteu, 21 anos, não consegue livrar-se da síndrome das curvas. Depois de voltar a curva Tamburello, aquela em que o namorado, Ayrton Senna, morreu, em Imola, ela apareceu no circuito de Adelaide, também numa curva, rezando diante de uma placa em homenagem ao piloto brasileiro. "Não foi premeditado. Como fui fotografar o meu livro na austrália, convidaram-me para conhecer a placa". Conta Adriane, que lançou Caminho das borboletas - Meus 405 dias ao lado de Senna na semana passada, no Brasil, numa concorrida noite de autógrafos numa danceteria paulista. A julgar pela vasta programação internacional do livro, ela permanecera por um bom tempo, no circuito da Formula 1. O lançamento promete: os japoneses já o apontam, antecipadamente, como o best-seller de 1995, enquanto os portugueses disputam direitos autorais para transforma-lo em minissérie de televisão. "Nas próximas viagens, posso ate visitar os autódromos. Só não me peçam para ficar ouvindo os roncos dos motores", adverte Adriane. 


Ayrton Senna e Adriane Galisteu namoraram um ano e meio. Os dois moravam juntos quando o piloto sofreu o acidente que o matou, em 1994.

Revista Veja Destaca Humilhação Que Galisteu Passou no Funeral de Ayrton Senna




Revista Veja 1996


Ayrton Senna, cujo funeral foi marcado pela presença da namorada, Adriane Galisteu, humilhada pela família do piloto, e da ex Xuxa, que recebeu todas as honras.

Adriane Galisteu dá Fora Histórico em Viviane Senna Revista Veja 1996


Revista Veja 1996

Fim da trégua nos boxes

Ate que durou. Mas, na semana passada, foi rompida a trégua entre a família Senna e a viúva oficial, Adriane Galisteu. A família largou na frente. "Se ela precisa de dinheiro, devia trabalhar como todo mundo, e parar de explorar a imagem de um morto", disparou Viviane, 39 anos, primeira-dama e cérebro da Ayrton Senna Promoções e Empreendimentos. Adriane Galisteu, 23 anos, disfarçou, disse que não queria briga, mas acertou no figado: "Quando Ayrton era vivo, ninguém sabia que ele tinha uma irmã, mas sim uma namorada".

********************

Muita hipocrisia dessa Viviane Senna, a irmã do Ayrton.  Ela e sua família criticaram Adriane Galisteu por ter lançado um livro em homenagem a Ayrton Senna. Sendo que Adriane tem todo o direito à memória dele, por ter sido sua
futura esposa. Além disso o que mais tem é livro lançado por outras pessoas sobre o Ayrton e eles não falaram nada. Mas a hipocrisia está em que eles, desde a morte do Senna, vendem tudo do piloto falecido, só faltam vender cuecas com a marca do Ayrton Senna, com perdão da palavra. Eles vendem livros, camisas, chaveiros, capacetes, capacetes em miniatura, estatuetas...

H-I-P-O-C-R-I-T-A-S


********************

Ayrton Senna e Adriane Galisteu namoraram um ano e meio. Os dois moravam juntos quando o piloto sofreu o acidente que o matou, em 1994.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Ayrton Senna vence disputa com Lula na segunda eliminatória do programa

Postado em 9/8/2012 00:01:00

Na noite desta quarta, 8 de agosto, Carlos Nascimento comandou mais uma eliminatória de O Maior Brasileiro de Todos os Tempos. De um lado, Ayrton Senna, representado no programa por seu preparador físico e mental, Nuno Cobra, do outro, Lula, que teve como embaixador o jornalista, político e escritor Fernando Morais.

Após uma semana de votação aberta pela internet e via SMS, Ayrton Senna venceu o confronto com 63,6% dos votos e se tornou o segundo semifinalista para o posto de O Maior Brasileiro de Todos os Tempos.

O ganhador desta semana irá disputar com Chico Xavier uma das semifinais.

CONHEÇA A TRAJETÓRIA DE AYRTON SENNA
Como alguém num esporte individual conseguiu unir um povo em torno de sua imagem?

Sozinho, dentro do cockpit apertado, Senna conquistou o coração dos fãs com sua garra e coragem. E se tornou um dos exemplos mais positivos do que é ser brasileiro.

A maior parte da sua carreira foi no exterior. Suas equipes eram estrangeiras. Mas, Ayrton Senna fazia questão de lembrar que era do Brasil. Suas conquistas eram compartilhadas com o público e se tornavam vitórias nacionais.

A coragem com que ele enfrentava os desafios nas pistas inspira até hoje não só esportistas como profissionais das mais variadas áreas.


Senna fazia questão de mostrar que, além de talento, tinha muita dedicação ao seu trabalho. Com isso, ele mostrava que um gênio realmente era feito com 1% de inspiração e 99% de transpiração. Suas vitórias não eram um acaso: ele trabalhava duro para isso.

Muito mais do que uma distração, ver Senna ganhar uma corrida era ter um motivo para festejar, uma folga dos problemas nos finais de semana. E para um país que passava por graves crises, isso era um alívio.

Corajoso, competente, competitivo e vitorioso. Com todos esses atributos, Senna se tornou uma inspiração para muitos brasileiros dentro e fora das pistas!

LINHA DO TEMPO


Em 1960, o Brasil ganhou dois campeões mundiais. Um, já estava na ativa: era o boxeador Éder Jofre, grande orgulho do nosso esporte. O outro acabava de nascer: Ayrton Senna da Silva, um piloto que ultrapassou todos os limites e se tornou um herói do Brasil.

Em 1964, foi dada a largada: o pequeno Ayrton ganhou um kart feito a partir de um cortador de grama pelo seu pai.

Ele ainda era uma criança, mas já reclamava que o kart era muito lento. Quando ganhou um de verdade foi treinar no kartódromo de Interlagos. Ayrton tinha só oito anos, mas já começava a entender tudo de carros.

Em 1974, o adolescente Ayrton conquistava o Paulista de Kart Júnior. Este foi apenas o primeiro de vários títulos. Em seis anos, ele se tornou campeão de quase todas as categorias nacionais e chegou ao vice-campeonato mundial de kart.

Já com 21 anos, em 1981, Senna viveu três temporadas vitoriosas por toda a Europa.

Até 1984, só os especialistas e os mais fanáticos tinham ouvido falar de Ayrton Senna. Mas, a partir do GP de Mônaco, o estreante começou a se tornar uma lenda.

O Brasil era o favorito na Copa de 86, no México. Mas, a França acabou com o sonho do tetra. Um dia depois, em Detroit, Estados Unidos,  Senna restaurou o orgulho esportivo brasileiro. Ele ultrapassou os franceses Lafitte e Prost, ganhou a corrida, assumiu a liderança do campeonato e fez um gesto que se tornou uma das suas marcas registradas: deu a volta da vitória com a Bandeira do Brasil!

Em 1988, Senna fechou seu primeiro contrato com uma grande equipe: a McLaren. Foi um ano incrível que culminou na conquista do seu primeiro título na Fórmula 1!


Em 1989, explodiu a polêmica entre Senna e Prost. Na disputa pelo título, os dois bateram. E Prost levou a melhor.

1990 foi o ano do troco. Depois de marcar 10 poles, vencer seis corridas e tirar Prost da pista, Senna se tornou bicampeão mundial.

Em 1991, os jornais traziam notícias sobre greves, violência, crises políticas e econômicas. Mas, nos finais de semana, era diferente. Senna era a manchete com suas poles e vitórias. E em Interlagos, ele levou os fãs da angústia ao delírio numa corrida histórica.

A poucas voltas do final, tudo parecia bem. Até que as marchas começaram a falhar, uma a uma. No limite das suas forças, ele insistiu, continuou a acelerar e venceu seu primeiro GP do Brasil. Um sonho pessoal que se tornou um orgulho nacional. No final do mesmo ano, Senna conquistou seu tricampeonato mundial de automobilismo.

Dois anos depois, em 1993, Senna não estava tão bem no campeonato. Mas, toda a torcida de Interlagos era pra ele. Novamente, o francês Alain Prost estava na frente. Veio a chuva, provocando acidentes. E Senna, contra todas as apostas, assumiu a liderança. Quando ele cruzou a linha de chegada, os brasileiros foram à loucura, invadiram a pista e carregaram seu herói nos braços.

Para Senna, 1994 seria o ano da recuperação. Ele tinha conquistado todas as poles, mas ainda não tinha vencido uma corrida. Poderia ter sido sua primeira vitória da temporada. Mas, de repente, a curva, o destino. Um país de luto.

Muito mais do que perder um piloto talentoso, o povo chorou por um ídolo que tinha orgulho de ser brasileiro. Um dos maiores de todos os tempos.

*Fotos: Reprodução/SBT