Ayrton Senna apesar de ser
muito famoso, muito rico e bem sucedido na carreira era um homem muito triste,
nada o fazia ser verdadeiramente feliz. Ele só encontrou a felicidade nos
braços de seu grande amor Adriane Galisteu.
domingo, 16 de novembro de 2014
Emoção! Abertura da Transmissão do GP Brasil 2014 Emocionou os Fãs de Ayrton Senna. Assista!
Abertura da transmissão do GP
do Brasil 2014 recriou, com o auxílio da computação gráfica, uma volta
classificatória do tricampeão mundial em Interlagos
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
De Arrepiar: Torcida Grita Nome de Senna no GP Brasil 2014
Grito de Guerra da Torcida de Ayrton Senna: ♫ Ole Ole Ole Ola Senna Senna ♫ no GP Brasil 2014
♫ Oleee oleee oleee oleee, Sennaaa Sennaaaa. ♫
De arrepiar!!
GP Brasil 2014, Senna lembrado pela torcida.
GP Brasil 2014, Senna lembrado pela torcida.
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Presidente de Fã-Clube Magoado Com Viviane Senna
LEIA TAMBÉM:
José Ricardo Leite e Marcelo
Freire
Do UOL, em São Paulo
Do UOL, em São Paulo
12/11/2014 06h00
Foram quase três décadas de
existência como o mais conhecido fã clube de um dos maiores esportistas e para
muitos o mais carismático da história do país. Agora, são três meses de
inatividade após a extinção.
A TAS (Torcida Ayrton Senna),
fundada em 1988, meses antes de o brasileiro conquistar seu primeiro título na
Fórmula 1, alega falta de condições financeiras para se manter e disponibiliza
seu acervo de relíquias do piloto por R$ 100 mil. A ideia é vender tudo para um
mesmo comprador, e não os itens separadamente.
O acervo tem aproximadamente
200 itens, como três capacetes de F1, das temporadas de 1987, 1993 e 1994, um
óculos, uma jaqueta e uma camiseta, dentre os itens pessoais utilizados pelo
ídolo brasileiro. Mas a maior parte é formada por fotos, livros e revistas.
Alguns dos itens foram dados pelos pais de Senna, enquanto outros foram
coletados em intercâmbio com torcedores do mundo todo que mantinham relação com
a TAS.
O fim da torcida está
relacionado a um conflito entre seu presidente, Adilson Carvalho de Almeida, e
a família Senna, que pediu de volta o imóvel que sediava o fã clube oficial, em Santana. A fundação da
TAS teve apoio de Milton da Silva, pai do piloto, que em 1992 cedeu um dos
imóveis da família para que Adilson colocasse o acervo de Ayrton, parte dele
também cedido por Milton, sem cobrar nada.
Segundo Adilson, a não
cobrança do aluguel do imóvel na Vila Maria, zona norte de São Paulo, era um
reconhecimento do pai de Senna pelo trabalho realizado. Até que em 2013 a casa foi pedida de
volta, mas ele foi realocado em um imóvel menor, também de posse da família,
desta vez no bairro de Santana. Em julho, foi avisado por Viviane, irmã do
ex-piloto, de que precisaria deixar a casa porque ela seria utilizada pela
família.
Desde então, alugou um espaço
no bairro do Jaçanã apenas para deixar o acervo, que colocou à venda.
"Infelizmente, sem a sede social, a torcida acaba. São coisas que eu fazia
com prazer, não tínhamos patrocinador nenhum pra isso", explicou Adilson,
ao UOL Esporte.
Ele ressalta ser grato aos
pais de Senna, Milton e Neide, pela ajuda que deram durante o tempo em que a
torcida existiu. Mas reclama do tratamento recebido quando Viviane, irmã do
piloto, decidiu que ele deixasse a casa, se dizendo desrespeitado. Também
afirmou que o Instituto Ayrton Senna, presidido por Viviane, não dava o devido
valor ao fã-clube.
"Em julho, a Viviane me
pediu pra sair de lá e falou que eu tinha um mês pra isso. Ponderei e disse que
um mês era pouco para tirar objetos grandes, como quadros. Depois, ela me
notificou por meio de um advogado para sair da casa. Achei deselegante.
Reconheço o apoio da família Senna, pai e mãe, durante todos os anos eles foram
impecáveis. Mas percebo que de uns anos para cá o Instituto Ayrton Senna não
reconhecia mais a TAS como algo importante. Sempre fomos atuantes quando ele
estava vivo. Não havia mais reconhecimento. Fiquei chateado com tudo isso
porque há um mês saí da casa e ela continua fechada", desabafou.
O presidente da torcida também alegou ter sido criticado pelo Instituto pela venda de alguns objetos, e se defendeu. "O Instituto me procurou falando que não era para eu vender nada até eles darem resposta. E uma semana depois a Bianca, filha da Viviane, me ligou para fazer desaforos e reclamar por estar 'oferecendo alguma coisa que eles estavam me dando'. Falei que, se eu estava vendendo isso, era porque foi um presente e eu faria o que quisesse. Ela falou: ´esperávamos no mínimo que você doasse pro Instituto´. Falei que não doaria para eles deixaram lá guardado."
O Instituto Ayrton Senna foi procurado para comentar o caso, mas preferiu não se pronunciar.
O presidente da torcida também alegou ter sido criticado pelo Instituto pela venda de alguns objetos, e se defendeu. "O Instituto me procurou falando que não era para eu vender nada até eles darem resposta. E uma semana depois a Bianca, filha da Viviane, me ligou para fazer desaforos e reclamar por estar 'oferecendo alguma coisa que eles estavam me dando'. Falei que, se eu estava vendendo isso, era porque foi um presente e eu faria o que quisesse. Ela falou: ´esperávamos no mínimo que você doasse pro Instituto´. Falei que não doaria para eles deixaram lá guardado."
O Instituto Ayrton Senna foi procurado para comentar o caso, mas preferiu não se pronunciar.
Custos
Adilson diz que precisa
vender os itens para arcar com os custos do aluguel do local onde está o
acervo, e também para suprir gastos que teve com cinco cachorros que, segundo
ele, tomaram conta dos imóveis. "Esse dinheiro é para pagar despesas.
Tenho o aluguel para pagar e também os cachorros, que são idosos. E fizemos uma
exposição em que gastei cerca de R$ 8 mil para colocar painéis para as fotos
serem fixadas", explicou.
Ele também explica o motivo
de querer comercializar apenas o "pacote". "Não quero vender
peça por peça. Queria que alguém comprasse tudo de uma vez, é menos sofrimento
levar dia a dia para atender cada um", explicou.
"O preço é esse, sem
qualquer exploração. R$ 100 mil é pouco, quero esse dinheiro para pagar as
despesas. Muita gente fala pra eu colocar em site de leilões que ganho mais.
Mas o objetivo não é esse. É por na aplicação e pagar esse aluguel [do local
onde estão as peças] durante três anos, pagar a aplicação. Esse acervo não pode
ficar muito tempo guardado, pois a umidade pode danificar", concluiu.
FONTE PESQUISADA
LEITE, José Ricardo; FREIRE, Marcelo.
Conflito deixa acervo de relíquias de Senna à venda por R$ 100 mil. Disponível
em: <
http://esporte.uol.com.br/f1/ultimas-noticias/2014/11/12/torcida-oficial-de-senna-vende-reliquias-a-r-100-mil-e-critica-instituto.htm>.
Acesso em: 12 de novembro 2014.
Viviane Senna Despeja Presidente do Primeiro Fã-Clube de Ayrton Senna
LEIA TAMBÉM:
Na semana do GP do Brasil, fãs de Senna perdem seu templo de peregrinação
Na semana do GP do Brasil, fãs de Senna perdem seu templo de peregrinação
Por Pedro Taveira - iG São Paulo | 05/11/2014
09:00
Torcida Ayrton Senna, fundada
há 26 anos, fechou as portas depois que família de piloto pediu imóvel de sede
de volta. Todo acervo sobre tricampeão está à venda por R$ 100 mil
Torcida Ayrton Senna foi fundada em 1988 e permaneceu ativa
por 26 anos
Pela primeira vez em 26 anos,
torcedores de todo o mundo que vierem para São Paulo assistir ao Grande Prêmio
do Brasil de Fórmula 1 não terão um de seus principais templos de peregrinação:
a Torcida Ayrton Senna, onde eram expostas relíquias do tricampeão mundial.
Fundada pelo advogado Adilson
Carvalho de Almeida em 1988, a TAS fechou as portas em julho deste ano. O
motivo: a família do piloto pediu de volta o imóvel onde ficava a sede. Agora,
todo o acervo está à venda.
“Eu imagino que tenha sido
uma decisão unilateral da Viviane Senna. Nós ficamos um ano no imóvel do pai do
Senna, em Santana. E
quando eu fui para lá, no ano passado, o pai e a mãe dele disseram que eu
poderia ficar o tempo que quisesse. Então me surpreendeu. Em julho, a Viviane
me chamou para uma conversa e eu nem imaginava que fosse isso. Ela simplesmente
me pediu o imóvel porque eles iam precisar para uso da família, o Leonardo
Senna iria montar a empresa dele lá. Mas não aconteceu até agora e a casa está
do mesmo jeito”, falou Almeida ao iG Esporte.
Ela pediu um mês para eu sair
de lá. Eu ainda pedi três meses, mas tive que sair correndo porque ela
simplesmente me notificou por advogado. Eu tive que arrumar um imóvel às
pressas porque ela só tinha me dado 30 dias”, prosseguiu o advogado.
Almeida criou a TAS à
distância com amigos que moravam em Brasília. A proximidade com Ayrton fez com que a
sede da torcida migrasse para São Paulo. O advogado conheceu o piloto em 1985.
O primeiro ano recebeu a adesão de 18 mil fãs. A amizade com a família Senna
fez com que ele conseguisse juntar objetos pessoais e fotografias, sejam da
intimidade ou nas pistas.
Parte do acervo da Torcida
Ayrton Senna:
Alguns óculos que Ayrton Senna gostava de usar fazem parte
do acervo da TAS. Foto: Thiago Rocha/iG
Réplica de um capacete de Ayrton Senna em exposição no
Tribunal de Justiça de São Paulo. Foto: Thiago Rocha/iG
Exposição traz uma jaqueta que pertencia a Ayrton Senna.
Foto: Thiago Rocha/iG
Camisa com o nome de um dos primeiros patrocinadores de
Ayrton Senna. Foto: Thiago Rocha/iG
Exposição "Revivendo Ayrton Senna", no Tribunal de
Justiça de São Paulo. Foto: Thiago Rocha/iG
Exposição traz muitas fotografias de Ayrton Senna na
intimidade e competindo. Foto: Thiago Rocha/iG
Exposição sobre Ayrton Senna acontece no Tribunal de Justiça
de São Paulo até 14 de maio. Foto: Thiago Rocha/iG
O acervo transformou a sede
da TAS em uma espécie de santuário para quem assistia às corridas de Senna nas
manhãs ou madrugadas de domingo. Após a morte do tricampeão mundial, 20 anos
atrás, a torcida seguiu em atividade abrindo suas portas para visitantes de
todo o planeta, sobretudo em semanas de GP do Brasil. Mas isso agora é passado.
“A Viviane não extinguiu a
torcida. A decisão de extinguir foi minha. Ela disse que a gente poderia
continuar nas redes sociais com a TAS, de maneira virtual. Eu não achei justo,
porque foram 26 anos de atividade que sempre deram certo dessa maneira. Por
exemplo, os turistas que estão vindo para o GP do Brasil não têm um lugar para
ver nada do Senna. Não tem uma exposição. Nós que fazíamos. Então eu disse a
ela que sem uma sede era melhor fechar. Ela ainda falou ‘por que fechar? Vocês
podem continuar como todo fã clube do meu irmão, nenhum tem casa’. Fez pouco
caso. Então eu disse ‘tá bom, prefiro terminar’”, explicou Almeida.
E o que fazer com tantas
relíquias guardadas de Ayrton? Para evitar que ficassem guardadas e corressem o
risco de estragar, o advogado decidiu vendê-las. Tudo para uma só pessoa e por
um valor estipulado: R$ 100 mil.
“Eu não gostaria de vender
peça por peça. Isso dá muito trabalho e eu não tenho tempo para cuidar disso.
Eu poderia até pegar mais do que R$ 100 mil se fosse vender a granel, mas uma
pessoa se interessa e eu mostro tudo que nós temos e vendo”, afirmou o fã.
Procurada pela reportagem do iG Esporte, a família Senna, através do Instituto Ayrton Senna, optou por não se pronunciar sobre o assunto.
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Extinto por perder sede,
fã-clube de Senna prepara venda de acervo
Publicado em
05/11/2014, 11:51 /Atualizado em 05/11/2014, 11:51
ESPN.com.br
com agência Gazeta Press
Na temporada em que a morte
de Ayrton Senna completou 20 anos, o principal fã-clube do tricampeão mundial
foi extinto. A pedido de Viviane, irmã do piloto, o grupo precisou devolver o
imóvel que usava como sede no bairro paulistano de Santana, o que ocasionou o
fim da organização.
"Ficamos extremamente chateados. Não vi razão para isso. Segundo a Viviane, a casa seria ocupada pelo escritório do irmão. Três meses depois, o imóvel continua sem uso. Ainda pedi para ficar até dezembro, mas ela recusou. Estou há 26 anos à frente da TAS e ela me pede para sair em um mês? Foi muito deselegante", disse Adilson, ex-presidente do grupo.
A Torcida Ayrton Senna ainda consta na sessão "fã-clubes" do site oficial dedicado ao tricampeão mundial, com Adilson Almeida como responsável. O grupo criado há 26 anos permanece ativo nas redes sociais, mas na prática está extinto desde que ficou desalojado.
A assessoria de imprensa do Instituto Ayrton Senna, presidido por Viviane, informou que prefere não se manifestar sobre o assunto. A relação entre Adilson Almeida e a irmã do piloto acabou de maneira pouco amistosa.
"O Sr. Milton, pai do Ayrton, disse que poderíamos permanecer no imóvel pelo que tempo que quiséssemos, mas depois de uma certa idade, quem manda são os filhos. Tenho muito respeito pelos pais dele, mas pela Viviane... Acho que está meio perdida. Esse tipo de atitude não contribui em nada para perpetuar a imagem do irmão", disse.
Ao longo de 26 anos, a TAS reuniu um vasto acervo sobre o tricampeão mundial de Fórmula 1. A entidade criada por Adilson Almeida recebia visitantes, especialmente na semana do Grande Prêmio do Brasil, e organizava exposições dedicadas ao piloto - em 2014, o fã-clube realizou uma mostra no Palácio da Justiça.
O acervo da TAS conta com mais de 200 peças que remetem a Ayrton Senna. Além de uma vasta coleção de quadros, há três capacetes usados pelo ídolo, camisetas, óculos e uma jaqueta comemorativa. Com a dissolução do fã-clube, Adilson Almeida se prepara para vender a memorabília.
O advogado ainda não sabe exatamente como comercializar os itens do acervo da antiga TAS. Ele estima o material em R$ 100 mil e espera vender tudo para um mesmo comprador. Outra possibilidade é negociar por lotes através da Internet.
"A casa que aluguei não tem condições de funcionar como sede do fã-clube. Como nunca cobramos mensalidade, simplesmente não contamos com recursos para conseguir um novo local. A situação ficou insustentável e tivemos que extinguir a TAS", lamentou o advogado, com a mesa enfeitada pela clássica escultura que simboliza a Justiça.
Há 20 anos, o tricampeão mundial disputou o Grande Prêmio do Brasil pela última vez. Em Interlagos, os fãs desfraldaram uma enorme bandeira, estampada com o personagem Senninha e a frase "Acelera Ayrton!" acima da sigla "TAS". Neste domingo, magoado com Viviane Senna, o criador da torcida verá a corrida pela televisão.
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Extinto por perder sede,
fã-clube de Senna prepara venda de acervo
5/11/2014 11h08 - São Paulo
Por GAZETA PRESS
"Estou há 26 anos à
frente disso. Tive que desocupar o imóvel em um mês. Muito deselegante",
falou o fundador do grupo sobre Viviane, irmã do ídolo
A relação entre Viviane Senna, irmã de Ayrton, e o ex-presidente
do fã-clube acabou de forma pouco amistosa (Getty Images)
Na temporada em que a morte de Ayrton Senna
completou 20 anos, o principal fã-clube do tricampeão mundial foi extinto. A
pedido de Viviane, irmã do piloto, o grupo precisou devolver o imóvel que usava
como sede no bairro paulistano de Santana, o que ocasionou o fim da
organização.
Admirador do piloto, o advogado Adilson Almeida fundou a Torcida Ayrton Senna (TAS) em 1988. Quatro anos depois, o fã-clube passou a ocupar um imóvel cedido pela família no bairro da Vila Maria. Em 2013, ainda em acordo com os Senna, o grupo mudou para Santana, de onde foi obrigado a sair no último mês de agosto.
“Ficamos extremamente chateados. Não vi razão para isso. Segundo a Viviane, a casa seria ocupada pelo escritório do irmão [Leonardo]. Três meses depois, o imóvel continua sem uso. Ainda pedi para ficar até dezembro, mas ela recusou. Estou há 26 anos à frente da TAS e ela me pede para sair em um mês? Foi muito deselegante”, disse Adilson, ex-presidente do grupo.
A Torcida Ayrton Senna ainda consta na sessão “fã-clubes” do site oficial dedicado ao tricampeão mundial, com Adilson Almeida como responsável. O grupo criado há 26 anos permanece ativo nas redes sociais, mas na prática está extinto desde que ficou desalojado.
A assessoria de imprensa do Instituto Ayrton Senna, presidido por Viviane, informou que prefere não se manifestar sobre o assunto. A relação entre Adilson Almeida e a irmã do piloto acabou de maneira pouco amistosa.
Admirador do piloto, o advogado Adilson Almeida fundou a Torcida Ayrton Senna (TAS) em 1988. Quatro anos depois, o fã-clube passou a ocupar um imóvel cedido pela família no bairro da Vila Maria. Em 2013, ainda em acordo com os Senna, o grupo mudou para Santana, de onde foi obrigado a sair no último mês de agosto.
“Ficamos extremamente chateados. Não vi razão para isso. Segundo a Viviane, a casa seria ocupada pelo escritório do irmão [Leonardo]. Três meses depois, o imóvel continua sem uso. Ainda pedi para ficar até dezembro, mas ela recusou. Estou há 26 anos à frente da TAS e ela me pede para sair em um mês? Foi muito deselegante”, disse Adilson, ex-presidente do grupo.
A Torcida Ayrton Senna ainda consta na sessão “fã-clubes” do site oficial dedicado ao tricampeão mundial, com Adilson Almeida como responsável. O grupo criado há 26 anos permanece ativo nas redes sociais, mas na prática está extinto desde que ficou desalojado.
A assessoria de imprensa do Instituto Ayrton Senna, presidido por Viviane, informou que prefere não se manifestar sobre o assunto. A relação entre Adilson Almeida e a irmã do piloto acabou de maneira pouco amistosa.
FONTE PESQUISADA
TAVEIRA, Pedro. Na semana do GP do Brasil,
fãs de Senna perdem seu templo de peregrinação . Disponível em: <http://esporte.ig.com.br/automobilismo/f1/2014-11-05/na-semana-do-gp-do-brasil-fas-de-senna-perdem-seu-templo-de-peregrinacao.html>.
Acesso em: 12 de novembro 2014.
Extinto por perder sede, fã-clube de Senna
prepara venda de acervo. Disponível em: <http://espn.uol.com.br/noticia/455947_extinto-por-perder-sede-fa-clube-de-senna-prepara-venda-de-acervo>.
Acesso em: 12 de novembro 2014.
Extinto por perder sede, fã-clube de Senna
prepara venda de acervo. Disponível em: <http://www.foxsports.com.br/noticias/177456-extinto-por-perder-sede-faclube-de-senna-prepara-venda-de-acervo>.
Acesso em: 12 de novembro 2014.
Em Entrevista, Pai de Ayrton Senna Fala Orgulhoso de Fazenda, Onde Exercia Trabalho Escravo
Um ano depois dessa
entrevista o pai de Ayrton Senna, Milton da Silva, seria acusado de praticar trabalho escravo na propriedade. Um dos trechos chama atenção, quando Milton, muito orgulhoso da
fazenda, fala da qualidade dos grãos de café produzidos na propriedade e que eram
ideais para cafés gourmet. Tá bom pra vocês? Disse também que tinham clientes
no exterior. Tudo isso à custa de trabalho escravo:
“Produzimos um grão de
qualidade, ideal para os cafés gourmet”, diz seu Milton. Os compradores, não
raro, vêm do exterior, em
particular Itália e Alemanha.
Outro trecho também que chama atenção é quando a familia mente falando sobre a ótima condição de trabalho em sua fazenda. Citam o trabalho social no Instituto Ayrton Senna, e que por isso eles não poderiam deixar de dar o exemplo. Dá para acreditar em uma instituição social comandada por pessoas tão gananciosas? Que exploravam pessoas humildes, necessitadas, para ter mais e mais lucro? Se aproveitando da necessidade delas. Um ano depois dessa entrevista esses trabalhadores rurais seriam encontrados em situação degradante.
“Nós, que defendemos práticas socialmente eficazes na Fundação Ayrton Senna,
não podemos deixar de dar o exemplo em nossas empresas”, confirma Leonardo (irmão de Ayrton).
Nas fazendas dos grupos todos os trabalhadores são registrados. Na Campo
Aberto, há 120 funcionários fixos, mas na época da colheita podem chegar a
mais de mil. Por isso, a fazenda possui quatro refeitórios, que podem
fornecer até 1200 refeições diárias preparadas sob acompanhamento de
nutricionistas. “Nesse período, matamos um boi por dia para alimentar o
pessoal”, conta Bira. Os alojamentos podem acomodar 700 pessoas simultaneamente.
“Como usamos tecnologia de ponta e máquinas modernas, constantemente
ministramos cursos de aperfeiçoamento, principalmente nas áreas de operações
de tratores e pivôs”, diz Ricardo Teixeira. Também constantemente ele
ciceroneia visitantes estrangeiros, alguns interessados em comprar a jóia
agrícola da família Senna. Não é proposta que seduza Seu Milton e os sócios.
“Nós vemos um grande futuro no campo”, diz ele. “Ao contrário, se aparecerem
oportunidades, queremos crescer” diz Bira.
****************************************************
Leiam a entrevista completa:
19/01/2006 13:13
Entre os negócios rurais da
família Ayrton Senna estão 500
hectares de Café irrigados
Dinherio Rural por luiz
fernando sá
Revista Cafeicultura - revistacafeicultura.com.br
|
Com tecnologia
e gestão avançada, clã da velocidade colhe algodão, soja, café, milho e cria
gado em algumas das fazendas mais modernas e produtivas do País
|
A velocidade, ali, não é importante. O que a equipe exige do piloto ao volante da máquina vermelha que, na tarde úmida e abafada de dezembro, avança sobre o imenso planalto verde é cuidado e precisão. Afinal, o anônimo tratorista que pulveriza as lavouras de soja da Fazenda Campo Aberto carrega a reboque a tradição do nome Senna: como o supercampeão Ayrton nas pistas, como a empreendedora Viviane no campo social, como o ativo Leonardo no mundo corporativo, a eficiência e o profissionalismo são regra também na face rural dos negócios da família. Basta perguntar a qualquer um no chamado Anel da Soja – região que engloba os municípios de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, no progressista cerrado baiano. Não há lista das melhores e mais produtivas propriedades da região que não inclua a jóia de 6,2 mil hectares que, há mais de uma década, os Senna mantêm por lá e de onde tiram expressivas safras de algodão, café, soja e milho, além do gado que é criado em parte das terras. Como em tudo em que põem a mão, a Campo Aberto funciona de maneira exemplar, no estado da arte da tecnologia, da gestão e até mesmo das práticas sociais. “Buscamos no agronegócio o mesmo nível de excelência que sempre mantivemos em nossas outras atividades”, afirma Leonardo Senna, que comandou outras empreitadas empresariais bem-sucedidas da família, como a recém-encerrada associação com a montadora Audi no Brasil. A vocação rural dos Senna antecede a geração de Ayrton, Leonardo e Viviane. Milton da Silva, pai dos três irmãos, é empresário rural há mais de 30 anos. Já nos anos 60 criava gado no então remoto Centro-Oeste – ainda hoje possui duas fazendas na região, nas quais cria 5 mil cabeças de gado nelore. Em uma de suas fazendas em Goiás, o pequeno Ayrton Senna, ainda com sete anos, iniciava-se nas artes da pilotagem guiando um jipe do pai. Em outra fazenda de “seu Milton”, a de Tatuí, no interior de São Paulo, o piloto construiu um kartódromo particular. “Desde aquele tempo, quando ia visitar as fazendas, já voava sobre o cerrado baiano e imaginava a riqueza daquelas grandes áreas planas”, contou seu Milton à DINHEIRO RURAL, numa de suas raras entrevistas (discreto, ele não se deixa fotografar). “É uma região abençoada, com altitude e índices pluviométricos fantásticos para quem souber produzir lá”. É o que família tem feito, em parceria com dois sócios de longa data, o empresário Ubirajara Guimarães, o Bira, e Ricardo Teixeira, filho de Armando Teixeira Botelho, que, no início da carreira de Ayrton, gerenciou os interesses do jovem piloto. Teixeira vive na Campo Belo e administra in loco o andamento das várias atividades da fazenda. Bira, de São Paulo, divide com Leonardo Senna o planejamento e as grandes decisões empresariais. Seu Milton é o olhar crítico, a voz que se sobrepõe. Uma vez por mês pousa seu King Air na pista de 1,5 mil metros da propriedade – homologada pelo Departamento de Aviação Civil e tida como a melhor da região – para conferir de perto a produção. Mais que uma simples fazenda, a Campo Aberto é um empreendimento agroindustrial, totalmente mecanizado, que entrega aos seus clientes produtos já passados por uma primeira fase de beneficiamento. O algodão, principal cultura local, é um exemplo claro desse processo. Lá, são plantados, por safra, 1,5 mil hectares da fibra em sequeiro (área sem irrigação) e outros 1 mil hectares em regime irrigado, em sistema de plantio direto. O projeto de irrigação é modelo de uso racional de água, captada do subsolo e do Rio de Janeiro, que corta a propriedade. Nove enormes pivôs centrais a distribuem sobre a lavoura. Tudo é medido minuciosamente por equipamentos de última geração, do nível do aqüífero de onde a água é retirada à umidade do solo, o que permite saber a quantidade exata de água a ser despejada em cada ponto da plantação. O zelo permanente tem rendido altas produtividades – 320 arrobas por hectare na área irrigada, 250 na de sequeiro. Após a colheita, o algodão é processado em usina própria, onde a pluma é separada do caroço. Este é vendido para indústrias de óleos vegetais ou usado na alimentação de animais. Já as plumas permanecem na usina. São classificadas, primeiro visualmente e depois por modernos equipamentos eletrônicos, e posteriormente embaladas em fardos de 200 quilos para comercialização. “Este ano, exportamos 95% da produção”, conta Bira. “A fibra que se colhe na região é resistente, branca e de alto brilho, o que garante ótima aceitação do mercado”. No café, o processo se repete. São 500 hectares cultivados, irrigados por quatro pivôs, alimentados por água captada em uma represa artificial de 70 hectares de área e também no Rio de Janeiro. Pala fazê-la chegar à lavoura, foram construídos 6,5 quilômetros de adutoras metálicas e mais 4,5 quilômetros de canais a céu aberto. A irrigação precisa e a abundância de sol na região permitem o adensamento das lavouras (mais pés de café por hectare) e safras anuais acima da média (foram 18 mil sacas na última safra) numa cultura cuja marca, em outras regiões, é a da alternância de um ano bom e um ruim. A infraestrura da fazenda permite toda a preparação, maturação, classificação e beneficiamento dos grãos colhidos também em usina própria. “Produzimos um grão de qualidade, ideal para os cafés gourmet”, diz seu Milton. Os compradores, não raro, vêm do exterior ,em particular Itália e Alemanha. Soja e milho, em regime de rotação, ocupam outros 500 hectares da propriedade. Equipamentos de secagem e silos permitem que a família Senna e seus sócios armazenem a produção à espera do melhor momento para vender. “A queda dos preços este ano não foi tão significativa, mas o câmbio desfavorável prejudicou nossos resultados”, afirma Bira. Ele, Leonardo, Ricardo e seu Milton têm disponíveis, a qualquer momento em seus computadores, todo o andamento da produção nas lavouras. “Para cada cultura temos uma espécie de gerente especializado”, explica seu Milton. Os técnicos agrícolas percorrem diariamente as plantações aparelhados de palmtops acoplados a sistemas de localização por satélite GPS recolhendo dados, vitais, entre outras coisas, para aplicação de fertilizantes e para o controle de pragas. Campo Aberto tem a operação mais complexa. As duas fazendas próximas ao rio Araguaia, em Tocantins – Barra Bonita (2100 alqueires) e Horizonte (680 alqueires) --, voltadas para o gado de corte, têm estrutura semelhante, com sedes confortáveis e pista de pouso. Já em Tatuí, no Interior de São Paulo, Seu Milton troca a produção em larga escala pela lavoura orgânica, sem o uso de agrotóxicos. De lá, saem milho, arroz, feijão, soja, frutas, legumes, carnes e ovos. Boa parte é distribuída aos próprios moradores locais. “Lá trabalhamos mais a finalidade social da agricultura”, explica. “Nós, que defendemos práticas socialmente eficazes na Fundação Ayrton Senna, não podemos deixar de dar o exemplo em nossas empresas”, confirma Leonardo. Nas fazendas dos grupos todos os trabalhadores são registrados. Na Campo Aberto, há 120 funcionários fixos, mas na época da colheita podem chegar a mais de mil. Por isso, a fazenda possui quatro refeitórios, que podem fornecer até 1200 refeições diárias preparadas sob acompanhamento de nutricionistas. “Nesse período, matamos um boi por dia para alimentar o pessoal”, conta Bira. Os alojamentos podem acomodar 700 pessoas simultaneamente. “Como usamos tecnologia de ponta e máquinas modernas, constantemente ministramos cursos de aperfeiçoamento, principalmente nas áreas de operações de tratores e pivôs”, diz Ricardo Teixeira. Também constantemente ele ciceroneia visitantes estrangeiros, alguns interessados em comprar a jóia agrícola da família Senna. Não é proposta que seduza Seu Milton e os sócios. “Nós vemos um grande futuro no campo”, diz ele. “Ao contrário, se aparecerem oportunidades, queremos crescer” diz Bira. Colaborou Fabiane Stefano, de Barreiras (BA) 6,2 mil hectares é a área total da Fazenda Campo Aberto. A principal cultura é o algodão, que ocupa 1,5 mil hectares em sequeiro e 1 mil hectares irrigados Produção Café 500 hectares irrigados Soja 500 hectares Milho 500 hectares 5 mil cabeças de gano nelore em Tocantins 1 mil trabalhadores na colheita
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Leia também:
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FONTE PESQUISADA
SÁ, Luiz Fernando. Entre os negócios rurais
da família Ayrton Senna estão 500 hectares de Café irrigados . Disponível em:
<http://www.revistacafeicultura.com.br/index.php?tipo=ler&mat=4297>. Acesso
em: 12 de novembro 2014.
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Familia Senna,
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Viviane Senna
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Senna 1964 a 1994
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