quarta-feira, 20 de abril de 2016

No Dia Do Disco De Vinil, Relembre Alguns Dos Álbuns Preferidos De Ayrton Senna


O Dia Nacional do Disco de Vinil é comemorado hoje (20 de abril), ocasião ideal para relembramos alguns álbuns de destaque de artistas admirados por Ayrton Senna.

1- Beatles – Revolver (1966)



Senna era um ilustre fã entre os milhões de seguidores da banda inglesa e, embora outros álbuns dos Beatles sejam mais famosos, para muitos este é considerado o mais revolucionário de todos, desde clássicos como Eleanor Rigby e Yellow Submarine até psicodélicas como Tomorrow Never Knows.

2 – Maria Bethânia – Alteza (1981)



O álbum Alteza foi um grande sucesso de Maria Bethânia no início dos anos 80. Com um samba embasado na reabertura política, a cantora fala da natureza e da importância da preservação ambiental.

3- Roberto Carlos (1982)



Vários álbuns do Rei Roberto Carlos eram nomeados pelo seu ano de lançamento e um dos clássicos foi o de 1982, quando Ayrton Senna foi campeão da Fórmula Ford 2000. O piloto futuramente viria a conhecer o cantor e até pegou uma carona com Roberto Carlos no Escort XR3 branco em gravação para o especial de final de ano da TV Globo em 1988, ano do primeiro título mundial de Senna.

4- Quenn – A day at the races (1976)



O nome deste álbum do Queen, por mais que pareça tudo a ver com o mundo do automobilismo, na verdade tem uma relação com os irmãos Marx, que faziam parte do elenco de um filme americano (justamente com o mesmo nome) de comédia dos anos 1930. O disco seguinte do Queen, “News of the World”, imortalizou uma música entoada até hoje nas comemorações esportivas: “We are the Champions”.


5- Gal Costa – Minha Voz (1982)



No LP lançado em 1982, o álbum “Minha Voz” se destaca pelas trilhas: “Luz do sol” e “Dom de iludir”, as duas compostas por Caetano Veloso, e “Azul”, composta por Djavan. As trilhas misturam MPB, Jazz e Bossa Nova, ritmos brasileiros que Senna sempre admirou.


FONTE PESQUISADA


AYRTON SENNA - No Dia do Disco de Vinil, relembre alguns dos álbuns preferidos de Ayrton Senna. Disponível em: <http://www.ayrtonsenna.com.br/noticias/no-dia-do-disco-de-vinil-relembre-alguns-dos-albuns-preferidos-de-ayrton-senna/?n=1212&utm_source=facebook_post_200416&utm_medium=facebook&utm_campaign=as_oportunidade>. Acesso em: 20 de abril 2016.


Relembre a Amizade de Maurício Gugelmin e Ayrton Senna


Ayrton Senna teve um grande amigo durante o processo de transição entre Fórmula Ford, Fórmula 3 e Fórmula 1: Maurício Gugelmin, que completa 53 anos neste dia 20.

Em Norwich e Esher, cidades inglesas, os dois dividiram casas – no caso da primeira, alugada, o valor era dividido entre os pilotos, ajudando assim a manter o orçamento dentro do previsto no país conhecido por seu alto custo de vida.

Ayrton competia na Fórmula Ford 2000 e Gugelmin ingressava na F-Ford 1600. Relembre alguns trechos do livro “Uma estrela chamada Senna”, de Lemyr Martins, onde Gugelmin conta as curiosidades do dia a dia com o ídolo brasileiro.

“O Becão (apelido de Senna) era um cara solidário. Muito divertido com os íntimos. Era brincalhão, mas essa faceta do seu caráter ficou escondida, porque a maioria só conheceu o Ayrton Senna piloto. O tipo sério, dedicado e superprofissional que maravilhou a gente com seu talento na pista. O moleque, esse era um perigo. Comer ao lado dele exigia a atenção de uma largada. Se bobeasse, o prato da gente ficava cheio de vinagre ou o copo de leite apimentado. Pasta de dente e creme para barba eram guardados em cofre, para você não ficar com o rosto todo melecado e com a boca espumando”.

Ayrton Senna, Maurício Gugelmin, Leonardo (irmão de Ayrton) e Armando Botelho (amigo e empresário de Ayrton)

“Era meados de 1985, eu corria na Fórmula 3000 e o Ayrton estava na Lotus John Player Special. Em vez do Alfasud caindo aos pedaços, nosso primeiro automóvel na Inglaterra, a gente já desfilava de Escort, depois de Renault, Honda e Mercedes-Benz. E se na nossa primeira casa, em Norwich, as 360 libras de aluguel eram divididas, no casarão de Esher eu não pagava nada. O Becão (apelido de Senna) comprou a propriedade e não me cobrava aluguel. Morei um bom tempo no vácuo”.

“Lembro também que na nossa fase de vacas magras, entre 1981 e 1982, ele na Fórmula 2000 e eu na Fórmula Ford, os prêmios por vitória eram de 100 e 200 libras, mais ou menos 400 e 800 reais neste começo de milênio. Então a gente tirava a barriga da miséria. Fazíamos um banquete no histórico restaurante Doric, o único de Snetterton e onde o Ralph Firman, dono da Van Diemen, levava todos os pilotos brasileiros para acertar os contratos”.

“Na nossa casa a culinária era uma tragédia. O melhor que saía era um macarrão com creme de leite que até hoje não sei como podia ficar tão duro. Só dava para comer na hora, quente, depois virava um tijolo. Comida boa e cheirosa só quando a dona Neyde, mãe do Becão, visitava o filho”, disse Gugelmin, que participou de 74 GPs na F-1 e teve seu grande momento na categoria em 1989, quando subiu no pódio no GP do Brasil.


FONTE PESQUISADA

AYRTON SENNA - Relembre a amizade de Maurício Gugelmin e Ayrton Senna. Disponível em: <http://www.ayrtonsenna.com.br/noticias/relembre-a-amizade-de-mauricio-gugelmin-e-ayrton-senna/?utm_source=facebook_post_200416&utm_medium=facebook&utm_campaign=as_historia>. Acesso em: 20 de abril 2016.


Senna e Gulgemin na casa que dividiam na Inglaterra


Fittipaldi, Braga, Senna (época da McLaren) e Gugelmin 

Gugelmin e Senna (Época da Lotus)

Senna (na Fórmula 3) e Gugelmin

A Última Aparição Pública de Ayrton Senna

O piloto prestigiou uma partida de futebol na França acompanhado de seu amigo Braga

Ayrton Senna assiste ao jogo entre Seleção Brasileira e Paris Saint-Germain no estádio Parc des Princes. 

Como estavam sempre juntos, a ausência de Adriane Galisteu ao lado de Ayrton Senna foi notada por todos na última aparição pública do piloto, no dia 20 de abril de 1994, poucos dias antes do GP de San Marino, corrida onde o ídolo perderia a vida. Foi num jogo amistoso na França entre a Seleção Brasileira de futebol e o time francês Paris Saint-Germain.

Questionado sobre a ausência da amada Senna respondeu: "Desta vez, a Adriane vai ver a prova (de Imola) pela tevê. Depois, aí sim, vamos comemorar."

Adriane Galisteu fala sobre o comparecimento de Senna ao evento futebolístico em seu livro "Caminho das Borboletas": Braga e Ayrton estiveram juntos, poucos dias antes, 20 de abril, em Paris, noite em que a Seleção Brasileira disputou uma partida com o Paris Saint-Germain, o time do Raí. Senna foi convidado a dar o chute inicial. Em pleno Parc des Princes. Os franceses aplaudiram em delírio. Tanto que ele, com o Braga, esticou depois do jogo - coisa rara na vida dele - até o La Coupole, feliz de ter sido festejado por um público que em princípio ele julgava pertencer, de corpo e alma, ao seu rival Alain Prost. 

Senna cumprimentando o capitão Raí antes da partida

Senna dando o pontapé inicial

Ao deixar o gramado, o ídolo foi ovacionado pelos franceses

Inseparáveis: Adriane e Ayrton iam em todos os lugares juntos



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O Esperado Reencontro


“Sem dúvidas Senna mal podia esperar para se encontrar (depois da corrida de San Marino) com Adriane em Portugal” – Joseph Leberer, nutricionista e fisioterapeuta de Ayrton Senna, e também amigo do brasileiro.

Jo Ramirez, amigo e confidente de Ayrton Senna, lembra quando foi a última vez na qual conversou com o piloto, que lhe pediu um favor especial: arrumar um helicóptero para sair o mais rápido do autódromo e encontrar Adriane Galisteu. Assista ao vídeo:



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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

Revista Caras, Maio 1994.

GALISTEU, Adriane. Caminho das Borboletas. Edição 1. São Paulo: Editora Caras S.A., novembro de 1994. 

FOLLEY, Malcolm. Senna versus Prost - The Story Of The Most Deadly Rivalry in Formula One. London: Random House Uk, 2010.

CANAL F1 LATIN AMÉRICA - La última conversación con Ayrton Senna. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=y2I2K0c3LsQ>. Acesso em: 20 de abril 2016.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Apelidos dos Pilotos na Fórmula 1 EM CONSTRUÇÃO

Nem sempre os pilotos são chamados pelo nome ou sobrenome dentro do circo da Formula 1. Muitos deles recebem curiosos - e interessantes - apelidos. As alcunhas variam e podem ser de acordo com a personalidade, comportamento, habilidade, talento ou beleza física (ou não), de cada “homenageado”. Ayrton Senna ganhou alguns apelidos dentro do circo, e até mesmo Adriane Galisteu, o que é extremamente raro. Confira agora os apelidos inesquecíveis de pilotos da Fórmula 1:


Ayrton Senna


O Rei de Mônaco: Por ser o recordista com 6 vitórias no circuito de Monte-Carlo.
O Príncipe de Mônaco: Pelo mesmo motivo de ser o “Rei de Mônaco”
O Mágico ou O Mágico Senna: Não rara vezes, Senna fez magia nas pistas, ganhando então o apelido de Mágico.

Adriane Galisteu


É muito raro uma mulher de piloto ou qualquer outra do circo da Fórmula 1 ser homenageada com um apelido (apenas duas até hoje), mas Adriane se destacou tanto no circo que ganhou não só um, mas dois apelidos. São eles:

A Primeira Dama da Fórmula 1: Por ser a dama principal ao lado do melhor piloto da época, Ayrton Senna. Não só por esse motivo, mas porque Adriane era tão famosa quanto Ayrton. Muitas outras tentaram desde então, entretanto, o posto não foi mais ocupado. Nenhuma outra conseguiu tal proeza.

A Princesa de Mônaco: A primeira vez que Ayrton levou Adriane a Mônaco foi tão impactante que a modelo ganhou o simbólico título de “Princesa de Mônaco”. Os convidados de uma festa onde haviam desde nobres a artistas de Hollywood ficaram encantados com sua beleza e graciosidade, e assim Adriane receberia seu primeiro apelido na F1. 

Nigel Mansell




Leão: Por sua forma arrojada e valente de pilotar (mais também fazia muitas trapalhadas nas pistas).
Michael Schumacher


Kaiser: Na Alemanha, Michael Schumacher ficou conhecido como "Kaiser" (imperador em alemão). No Brasil e em outras partes do mundo, com as devidas traduções e adaptações, recebeu o apelido de "Dick Vigarista" por suas trapaças.


Kimi Räikkönen

Homem de Gelo:  O piloto finlandês é muito frio, no sentido de se vencer uma corrida não comemora, permanece do mesmo jeito, já se ele perde, fica em último lugar, ou o carro quebra, não muda de comportamento. Continua estável, não fica bravo, não reclama, nem chora.


Jackie Stewart

Vesgo: Recebeu esse apelido por um quase imperceptível estrabismo.


Emerson Fittipaldi

Rato: Na formula 1 Emerson Fittipaldi era conhecido como Rato, o motivo é que na juventude vivia perambulando pelas oficinas, aprendendo tudo que podia sobre carros.


Alain Prost

Professor: Pelo estilo preciso e calculista nas pistas.


Ukio Katayama

Katagrama: Os erros grosseiros de Ukyo Katayama lhe valeram o apelido de “Katagrama”


Andrea de Césaris



Demolidor ou Andrea de Crasheris: Pela capacidade de destruir carros. Em seu ano de estreia pela McLaren, em 1981, destruiu seis carros e bateu cerca de 17 vezes ao longo da temporada.


Dennis Hulme

O Urso da Nova Zelândia: O neozelandês era um piloto agressivo e determinado ao volante, e daí veio seu apelido.

Elio de Angelis


O Gentleman: Herdeiro de uma tradicional família italiana, De Angelis era um sujeito culto e refinado fora das pistas e era conhecido por ser um ótimo pianista. Dentro do carro, também era um dos mais cordiais em disputas de posição.

Giusepe Farina

O Advogado Voador: O primeiro campeão mundial da história tinha um diploma de doutor pela Universidade de Direito de Turim. Farina, detentor do título de 1950, também era conhecido pelo apelido "Nino".
Graham Hill

Mister Monaco: Nos anos 60, venceu cinco vezes o GP de Mônaco e era o grande conhecedor da pista de Monte Carlo.

Jack Brabham

Black Jack: Dono de uma personalidade discreta, Brabham começou a ser conhecido como "Black Jack" por causa de seu estilo "sombrio" e também por ter cabelos escuros.

James Hunt

Superstar: Era assim que Hunt era chamado pelo Lord Alexander Hesketh, o homem que levou o inglês à Fórmula 1.

José Carlos Pace

O Moco: Conhecido por só responder a perguntas que o interessavam. Nas outras, fazia "ouvidos moucos".

Juan Manoel Fangio

El Chueco: Na tradução para o português, "o Manco". Isso porque Fangio jogava futebol quando jovem na Argentina e tinha as pernas arqueadas como Garrincha.

Niki Lauda

O Computador: Piloto de extrema regularidade e consistência, Lauda fazia tantas voltas em sequencia no mesmo ritmo que parecia mesmo um computador.





FONTES PESQUISADAS


REVISTA RUMO - GRANDES LENDAS DO ESPORTE: ALAIN PROST. Disponível em: <http://revistarumo.com.br/site/post.php?id=1096&titulo=grandes-lendas-do-esporte:-alain-prost>. Acesso em: 19 de abril 2016.

COELHO, Gustavo. Você Sabia? - Os apelidos dos pilotos. Disponível em: <http://www.sidneyrezende.com/noticia/30718+voce+sabia++os+apelidos+dos+pilotos>. Acesso em: 19 de abril 2016.

YAHOO - Apelidos dos pilotos. Disponível em: <https://br.noticias.yahoo.com/fotos/apelidos-dos-pilotos-slideshow/photo-foto-1-o-franc�s-e-tetracampe�o-alain-prost-o-maior-rival-de-ayrton-senna-nas-pistas-ficou-photo-1340141828.html/photo-foto-7-na-alemanha-michael-schumacher-ficou-conhecido-como-kaiser-mas-no-brasil-e-em-outras-partes-photo-1340141837.html>. Acesso em: 19 de abril 2016.

MATTAR, Rodrigo. Equipes históricas – Tyrrell, parte XXVIII. Disponível em: <http://rodrigomattar.grandepremio.uol.com.br/tag/ukyo-katayama/>. Acesso em: 19 de abril 2016.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Apelidos de Senna e Galisteu no Mundo da Fórmula 1


Nem sempre os pilotos são chamados pelo nome ou sobrenome dentro do circo da Fórmula 1. Muitos deles recebem curiosos - e interessantes - apelidos. As alcunhas variam e podem ser de acordo com a personalidade, comportamento, habilidade, talento ou beleza física (ou não), de cada “homenageado”. 

Ayrton Senna ganhou alguns apelidos dentro do circo, e até mesmo Adriane Galisteu, o que é extremamente raro. Confira:


Ayrton Senna


O Rei de Mônaco: Por ser o recordista com seis vitórias no circuito de Monte-Carlo.
O Príncipe de Mônaco: Pelo mesmo motivo de ser o “Rei de Mônaco”
O Mágico, O Mágico Senna ou O Mago: Não rara vezes, Senna fez "magia" nas pistas, ganhando então o apelido de Mágico.

Adriane Galisteu


É muito raro mulher de piloto ou qualquer outra que faça parte do circo da Fórmula 1 ser homenageada com um apelido (apenas duas até hoje), mas Adriane se destacou tanto no circo que ganhou não só um, mas dois apelidos. São eles:

A Primeira-Dama da Fórmula 1: Por ser a dama principal ao lado do melhor piloto da época, Ayrton Senna. Não só por esse motivo, mas porque Adriane era tão famosa quanto Ayrton. Muitas outras tentaram desde então, entretanto o posto nunca mais foi ocupado. Nenhuma outra conseguiu tal proeza.

A Princesa de Mônaco: A primeira vez que Ayrton levou Adriane a Mônaco foi tão impactante que a modelo ganhou o simbólico título de “Princesa de Mônaco”. Os convidados de uma festa no principado, a qual participou também o casal, onde haviam desde nobres a artistas de cinema, ficaram encantados com a beleza e graciosidade da moça, e assim Adriane receberia seu primeiro apelido na F1. 




FONTES PESQUISADAS

GRÜNWALD, Alexander. Corridas Históricas: o dia em que Ayrton Senna virou o 'Rei de Mônaco'. Disponível em: <http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2013/05/corridas-historicas-o-dia-em-que-ayrton-senna-virou-o-rei-de-monaco.html>. Acesso em: 18 de abril 2016.

SANTOS, Ricardo. O MÁGICO AYRTON SENNA NASCEU HÁ 55 ANOS. Disponível em: <http://pt.blastingnews.com/desporto/2015/03/o-magico-ayrton-senna-nasceu-ha-55-anos-00315857.html>. Acesso em: 18 de abril 2016.

DN - Ayrton Senna: O "mago" morreu há 15 anos. Disponível em: <http://www.dn.pt/dossiers/desporto/formula-1/noticias/interior/ayrton-senna-o-mago-morreu-ha-15-anos-1215659.html>. Acesso em: 18 de abril 2016.

ALMEIDA, Cynthia de Almeida. Adriane Galisteu, as melhores curvas de Senna. Revista Caras, São Paulo, nº 20, ano 1, p. 2-10, Editora Abril, 25 de março 1994.

O refúgio secreto de Adriane Galisteu. Contigo, São Paulo, edição 0114, p. 78 – 79. 24 de maio 1994.

domingo, 17 de abril de 2016

Ayrton Senna Considerou Seriamente Largar Tudo e ir Viver em Tatuí Revela Livro


Pouco tempo antes de morrer, enquanto brincava com os três sobrinhos em sua fazenda “Dois Lagos” em Tatuí, interior de São Paulo, Ayrton disse que estava treinando para ser pai e não se importou de Adriane estar por perto e ouvisse. A vida era tão perfeita naquela fazenda que Ayrton pensou seriamente em viver por lá para sempre (ao lado de Adriane). O campeão adorava a tranquilidade do lugar e a vida no campo. 

"Quanto a filhos, disse: "Este é o meu aprendizado para me tornar pai." E ele não se importou se Adriane tivesse perto e ouvisse. Em algum momento durante o seu último verão bem brasileiro, Senna disse a amigos que ele tinha considerado seriamente se aposentar da competição (de carros) para viver permanentemente em Tatuí . Seu heliporto em São Paulo, dava a possibilidade para ele viajar para seu escritório (na cidade de São Paulo) todos os dias, e retornar no meio da tarde. Ele tinha a vida perfeita e sabia disso. A Formula 1 de alguma forma interferiram na sua vida (em seus planos). Mal sabia ele como seria o desfecho em 1994."

Trecho extraído do livro "The Life of Senna" escrito por Tom Rubython


ASSISTA:
Ayrton Senna Fala de Tatuí Ao Brincar Com Roberto Cabrini


O jornalista Roberto Cabrini entrevista Ayrton Senna. TV Globo. Vídeo de 1993.





Ayrton Senna recebendo o título de Cidadão Tatuiano na Câmera Municipal de Tatuí

Vista panorâmica da fazenda "Dois Lagos"












Ayrton Senna e Adriane Galisteu pescavam no lago da fazenda e andavam a cavalo



Ayrton Senna saindo de Tatuí, acompanhado de Adriane Galisteu,voltando para São Paulo, pilotando seu próprio helicóptero.



Senna com um bezerrinho nascido em sua fazenda



O campeão ficava muito feliz e orgulhoso quando animais nasciam em sua fazenda, nessa imagem acima ele esta mostrando a sua amada um dos porquinhos que nasceu em “Dois Lagos”













Ayrton Senna gostava também de pilotar seus Jet Skis no lago da fazenda





FONTE PESQUISADA

RUBYTHON, Tom. The Life of Senna. 1º Edição Sofback. London: BusinessF1 Books, 2006.