terça-feira, 18 de setembro de 2012

Descoberta a Musa Secreta de Ayrton Senna - Revista Veja

O primeiro final de Semana que Ayrton Senna e Adriane Galisteu passaram juntos, ela não admitiu que estavam namorando em uma entrevista na semana seguinte, porém, já estavam. 


Descoberta a Musa Secreta de Ayrton Senna - Revista Veja – Apenas bons amigos – Quanto mais o piloto Nelson Piquet provoca os brios do adversário Ayrton Senna, 33 anos, mais o tricampeão responde às insinuações sobre suas preferências sexuais em companhias acima de qualquer suspeita. Na semana passada, depois de comemorar mais uma vitória ao lado de uma nova amiga em sua casa em Angra dos Reis, Senna deixou o país sem desvendar a identidade da moça. No dia seguinte, a musa secreta foi descoberta na Avenida Paulista, em São Paulo, distribuindo ovos de páscoa em uma promoção. A coelhinha loura se chama Adriane Galisteu, tem 19 anos, é paulistana e modelo da agência Elite. Ela nega o romance. Diz que conheceu Senna depois do último Grande Prêmio em uma festa e aceitou o seu convite para o fim de semana em Angra. Lá, diante da câmara de um fotografo, chegaram a se abraçar. “Que mal existe em abraçar um amigo?”, rebate Adriane. “Fui com um grupo e não houve nada demais”, garante.
















FONTE PESQUISADA

Apenas bons amigos. Veja, São Paulo, edição 1283, ano 26, nº 15, p.70-71. 14 de Abril 1993.






sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Jornal da Tarde Senna Vence Pela Primeira Vez no Brasil

ROSE SACONI
Quinta-Feira 24/03/2011
Estadão - blogs.estadao.com.br

Há 20 anos Ele já era bicampeão mundial (1988 e 1990), mas nunca havia vencido em casa. Ayrton Senna queria a qualquer custo conquistar sua primeira vitória no Brasil. Perseguiu obsessivamente seu objetivo e chegou lá. Foi no autódromo de Interlagos, no dia 24 de março de 1991, que sem terceira, quarta e quinta marchas, [...]

Há 20 anos



Ele já era bicampeão mundial (1988 e 1990), mas nunca havia vencido em casa. Ayrton Senna queria a qualquer custo conquistar sua primeira vitória no Brasil. Perseguiu obsessivamente seu objetivo e chegou lá. Foi no autódromo de Interlagos, no dia 24 de março de 1991, que sem terceira, quarta e quinta marchas, levou o carro no braço e venceu. Teve um colapso muscular e chorou compulsivamente depois de receber a bandeirada final.

A volta triunfal até os boxes, com a vibração da torcida, aumentou a emoção e Senna, chorando, só se reanimou na hora de subir ao pódio. Relembre todas as emoções dessa histórica corrida nas páginas do JT.



“Terminei essa corrida sem a ajuda de mais nada. Nem de meu carro, nem de meu físico. Foi Deus quem me deu a conquista”, de Ayrton Senna ao término da prova.








FONTE PESQUISADA

SACONI, Rose. Senna vence pela primeira vez no Brasil. Disponível em: <http://blogs.estadao.com.br/arquivo/2011/03/24/senna-vence-pela-primeira-vez-no-brasil/>. Acesso em: 14 de setembro 2012.





Reportagem Ressalta a Felicidade de Senna Com Adriane Galisteu






Ayrton Senna e Adriane Galisteu namoraram um ano e meio. Os dois moravam juntos quando o piloto sofreu o acidente que o matou, em 1994.


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Ayrton Senna Troca Beijos e Caricias Com Adriane Galisteu

15/05/1993 Jornal Folha de São Paulo


Senna troca beijos e carícias com modelo

de Da Sucursal do Rio de Janeiro

O piloto Ayrton Senna foi flagrado ontem novamente com a modelo Adriane Galisteu. Com ar apaixonado, o casal trocou beijos e carícias no convés da lancha "Joana", às 13h30, na enseada de Portogalo, em Angra dos Reis (150 km do Rio).
Senna e a namorada estão na casa dele em Portogalo. Chegaram de helicóptero. O tempo nublado manteve o casal afastado da praia particular até o meio-dia, quando o sol surgiu forte, Adriane logo veio para a areia, vestindo maiô listrado com azul e branco. Senna só apareceu
uma hora depois, de sunga cinza, sem camisa e comendo uma maça.
Quando os dois se encontraram no pier, a modelo já vestia um biquíni preto com detalhes estampados, bastante cavado, com que seguiu para o passeio na lancha.
A primeira manifestação de carinho demostrada na lancha foi um beijo que Senna deu na nuca da modelo, aproveitando-se dela ter levantado os longos cabelos louros. Na sequência, o piloto beijou a boca de Adriane. Ainda sem dar atenção ao rumo tomado pela lancha, Senna abraçou
a modelo por trás, cruzando as mãos sobre o tórax dela.
Aos poucos, "Joana" foi se afastando do cais, com os namorados ainda abraçados. A lancha seguiu em direção ao saco do Céu, praia deserta que Senna frequenta na costa oeste da Ilha Grande.
A forte chuva que atingiu a baía de Angra às 15h30 fez com que Senna voltasse para casa pilotando a lancha em alta velocidade, para escapar do temporal. Ele deve permanecer em Angra dos Reis até amanhã.






Ayrton Senna e Adriane Galisteu namoraram um ano e meio. Os dois moravam juntos quando o piloto sofreu o acidente que o matou, em 1994.



Velorio Ayrton Senna Folha de Sao Paulo 04/05/1994





















Ayrton Senna e Adriane Galisteu namoraram um ano e meio. Os dois moravam juntos quando o piloto sofreu o acidente que o matou, em 1994.









Adriane Galisteu Retirada de Van Por Segurança a Mando da Familia Senna

Folha 04/05/1994


Estadão 06/05/1994






Ayrton Senna e Adriane Galisteu namoraram um ano e meio. Os dois moravam juntos quando o piloto sofreu o acidente que o matou, em 1994.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Entrevista: Lucio Pascoal, Ex-Preparador De Motores De Senna

21.03.10 - Por Vitor Matsubara
Quatro Rodas - quatrorodas.abril.com.br

Talvez muita gente que gosta de automobilismo não conheça Lucio Pascoal Gascon. Mas quem acompanhou de perto a carreira de Ayrton Senna ou tem algum envolvimento com o mundo do kartismo respeita muito este simpático senhor de fala mansa, conhecido no meio simplesmente como “Tchê”.

Nascido na Espanha, Pascoal veio para o Brasil em 1960 em busca de emprego. Não demorou muito para começar a trabalhar na preparação de motores, aprendendo bastante com Silvano Poz, um dos pioneiros do kartismo brasileiro. Mas foi em 1º de junho de 1974 que a vida de Lucio começou a mudar.  Naquele dia, ele teve o primeiro contato com um jovem – e talentoso – piloto de gênio forte chamado Ayrton Senna da Silva.


Em entrevista concedida a GRID durante um evento de karts antigos em Atibaia, interior de São Paulo, Tchê revelou passagens curiosas e algumas peculiaridades da vida de Senna, considerado por ele como o melhor piloto com quem já trabalhou.

 Ayrton e Tchê na época do kart

Quando o senhor chegou ao Brasil?

Eu vim para o Brasil em 1960. Eu era ferramenteiro na Espanha e decidi vir para cá em busca de um emprego na área em que estudei (engenharia). Logo comecei a preparar motores e, naquela época, trabalhava dia e noite sem descanso. Tive um professor muito bom chamado Silvano Poz, que foi um dos pioneiros do kartismo no Brasil. Eu já tinha um pouco de conhecimento, mas foi com ele que aperfeiçoei minha técnica.

O senhor trabalhou na preparação de motores de carros ou somente de karts?

Ajudei na preparação de carros para a Mil Milhas Brasileiras (uma das provas de longa duração mais tradicionais do automobilismo brasileiro nas décadas de 60 e 70). Quando entramos na pista, as outras equipes riram de nós. Os carros não tinham muitas mudanças: eram apenas veículos de passeio com peso aliviado e os equipamentos de segurança para as pistas. Mesmo assim, vencemos a prova de 1965 com um Volkswagen Sedan, na categoria de até 1.300 cilindradas.

Além de Senna, quais outros pilotos passaram por suas mãos?

Posso citar alguns, como Chico Serra, Maurizio Sala, Emerson Fittipaldi, Mauricio Gugelmin e Roberto Pupo Moreno.

O senhor diria que Ayrton Senna foi o melhor piloto com quem já trabalhou?

Sim. Trabalhei com muitos pilotos bons, mas nenhum deles era tão dedicado quanto ele. Na pista, ele fazia o possível para tirar um milésimo de segundo por volta. Como todo piloto, ele errava bastante no começo, rodava e saía da pista. Mas ele começou a treinar bastante e sempre perguntava se podia fazer alguma coisa nos ajustes, mesmo que a sugestão dele acabasse não funcionando. Era um cara que montava motores sozinho, media a pressão dos pneus e fazia todos os ajustes por conta própria. Era o primeiro piloto a entrar na pista pela manhã e o último a voltar para os boxes. Senna era muito dedicado.

Conte-nos um pouco mais sobre o dia-a-dia com Ayrton.

Ele (Senna) treinava muito. Corria todo dia, com chuva ou sol, e entendia bastante de mecânica. Após cada volta, parava e mexia no kart para ver o que estava acontecendo. E não deixava ninguém mais mexer no kart dele. Ele também não admitia que falassem com ele enquanto estava trabalhando no carro. Após a corrida, podíamos discutir sobre a corrida, mas durante os treinos ninguém podia conversar com ele.

Esta foto de autoria de Miguel Costa Jr. mostra Ayrton Senna andando de Superkart 200cc em Interlagos 1982, liderando o pelotão e sendo perseguido pelo grande piloto Maneco Combacau, um dos precursores do kart no Brasil. 


O senhor se lembra de alguma passagem curiosa envolvendo o Senna?

Ele sempre procurava enfrentar os melhores pilotos, só para provar que conseguia andar na frente de qualquer um. Tinha um estilo de pilotagem bem agressivo e fazia questão de tirar os pilotos mais lentos de sua frente de qualquer maneira.

Ele (Senna) reduzia mais marchas do que os outros. Para não rodar na pista molhada, ele não freava. Ao invés de mudar da quarta marcha para a terceira, ele reduzia direto para a segunda marcha. Lembro que Senna chegou a fazer uma corrida de Fórmula 3 sem freios. Tanto é que, após a prova, ele pediu para que o mecânico colocasse a mão nos discos. Foi aí que ele (o mecânico) percebeu que a peça estava totalmente gelada.

O que o senhor acha dos pilotos que começam no kartismo de hoje?

A maioria dos pilotos não tem tanta dedicação e não leva o esporte a sério. Normalmente, quando o garoto chega ao kartismo, o pai acaba querendo controlar a carreira do menino, que acaba ficando confuso. Além disso, a cobrança é muito grande, pois os pais querem que o filho vença tudo. O problema é que os pais interferem muito na vida dos garotos e eles (os pilotos) acabam ficando para trás. Aí, eles acabam desaparecendo. E isso acontece com muita freqüência.



FONTE PESQUISADA

MATSUBARA, Vitor. Entrevista: Lucio Pascoal, ex-preparador de motores de Senna. Disponível em: <http://quatrorodas.abril.com.br/grid/noticias/reportagens/entrevista-lucio-pascoal-gascon-ex-preparador-motores-senna-224598_p.shtml>. 12 de setembro 2012.



Fotos Ayrton Senna com Lúcio Pascoal – Tchê – Imagens – Photos – Pictures – Kart - Images