Adriane Galisteu posou para a revista
"Privilège Mag" e falou sobre a relação com Ayrton Senna:
“Infelizmente, fiquei conhecida por conta de uma tragédia. Tudo poderia ter
sido muito diferente na minha história, mas eu parei de trabalhar naquela época
para viver um grande amor ao lado do Ayrton. Eu tinha 19 anos, ele, 30 e
poucos. Foi uma história complicada e cercada de preconceitos e polêmicas. Fui
a última mulher da vida dele e tenho orgulho da história que vivi. Carrego isso
como um escudo, não como um fardo, pois eu fui muito feliz. Eu tomo muito
cuidado para falar sobre isso, não porque eu tenha algum problema, mas pelo
respeito que tenho pela história e por ele. Eu só tenho coisas boas para
lembrar. Sem dúvida, Ayrton me tornou conhecida, mas o que deu continuidade a
isso foi o meu trabalho".
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
'Fui A Última Mulher Da Vida Dele', Diz Adriane Galisteu Sobre Ayrton Senna
A apresentadora posou para revista
"Privilège Mag" e fez revelações durante entrevista.
Amigo Íntimo de Ayrton Senna e Adriane Galisteu, Escreve Um Lindo Texto Sobre Os Dois 1995
O Anjo Pecador por Jacob
Pinheiro Goldberg, amigo e mentor de Ayrton Senna
Quando John Kennedy foi assassinado, Jaqueline Kennedy transformou-se na viúva da América. Tempos depois, quando resolveu casar-se com o bilionário Aristóteles Onassis, foi acusada de oportunista, vigarista.
O jornal parisiense publicou uma manchete histórica: "Ah, Jaqueline..." ("Le Monde") típica de um sentimento de frustração do conservadorismo e da hipocrisia. Os "bem-pensantes" exigiam dela uma virgindade "post-mortem". Qual a origem deste sentimento?
A tradição bíblica alude ao mito de Lilith, a mulher demoníaca de Adão, em contraposição a Eva.
A noção da figura insidioso feminina sempre acompanhou a repressão machista. O fascismo moral, base do nazi-fascismo político e ideológico, parte do pressuposto de um narcisismo homossexual enrustido, não assumido que, no fundo se apavora com o erotismo feminino. A vagina enxergada como a porta de entrada do Inferno.
No enterro de Ayrton Senna, fiquei impressionado com a desolação de Adriane Galisteu.
A tristeza era geral, mas ela, obviamente, tinha perdido o seu futuro. Muitos choravam o passado, Adriane era uma figura grega naquele cenário.
Lembrei-me de outra vez, Ayrton Senna concedendo uma entrevista coletiva a imprensa internacional e brasileira falando de seu projeto de uma revista ecológica, humanista, com códigos de formação anti-racista, usando heróis e heroínas em igualdade de condições. Diante da pergunta de um repórter japonês, pediu que eu respondesse em nome dele sobre seus propósitos não-comerciais e idealistas do empreendimento. Num átimo de tempo, captei o cruzamento de olhares entre Adriane e Ayrton. No amor, o importante é o sentimento de cumplicidade. Eles eram cúmplices. E por isto, invisíveis e infindáveis. Mas, também, potencialmente, vitimas da inveja.
O amor, e mais, a paixão, provocam o ressentimento, o ódio, a vingança
dos mal-amados.
E a nossa pobre Adriane Galisteu foi eleita para ser a vítima deste processo.
O nosso golden boy, o príncipe da nossa bem-querença morto, quiseram e querem que ela seja considerada a aventureira, indigna do legado do mito e do herói.
No fundo, Adriane, a loira escultural, habita a fantasia de todo o desejo masculino brasileiro, e ai dela se quiser continuar a viver, sorrir, namorar, amar.
No fundo as mulheres morrem de recalque diante da exuberância e intenção de continuar a sua carreira, os seus romances, o seu sexo. Ninguém perdoa aquela que dividiu com o nosso herói, a cama e o segredo. Por tudo isto, que se cale a instituição nacional da fofoca e do provincianismo pequeno burguês.
Ayrton Senna não foi celebre porque corria nas pistas. Outros também o fazem e nem por isso são profetas. Se Moisés ou Jesus vivessem hoje, provavelmente correriam na F1, para dizer: "Eu vi Deus", origem e destino do seu carisma. Olhar, chegar perto, vibrar de longe com Ayrton era compartilhar esse território mágico e sagrado.
Não banalizem o que vivemos. Aqueles que tiveram como eu a ventura de num momento, tocar, conversar, conviver com Ayrton, respeitemos a sua escolha, o anjo que nadou com ele nas chamas do carinho.
Não são monumentos que vão eternizar a memória de Ayrton. É o seu olhar transfigurado que se deita em Adriane, em cada torcedor, e principalmente nas crianças que ficaram órfãs dele. Vai fundo Adriane, viva, ame, continue. Ayrton esta presente, se sente, se sente"
Quando John Kennedy foi assassinado, Jaqueline Kennedy transformou-se na viúva da América. Tempos depois, quando resolveu casar-se com o bilionário Aristóteles Onassis, foi acusada de oportunista, vigarista.
O jornal parisiense publicou uma manchete histórica: "Ah, Jaqueline..." ("Le Monde") típica de um sentimento de frustração do conservadorismo e da hipocrisia. Os "bem-pensantes" exigiam dela uma virgindade "post-mortem". Qual a origem deste sentimento?
A tradição bíblica alude ao mito de Lilith, a mulher demoníaca de Adão, em contraposição a Eva.
A noção da figura insidioso feminina sempre acompanhou a repressão machista. O fascismo moral, base do nazi-fascismo político e ideológico, parte do pressuposto de um narcisismo homossexual enrustido, não assumido que, no fundo se apavora com o erotismo feminino. A vagina enxergada como a porta de entrada do Inferno.
No enterro de Ayrton Senna, fiquei impressionado com a desolação de Adriane Galisteu.
A tristeza era geral, mas ela, obviamente, tinha perdido o seu futuro. Muitos choravam o passado, Adriane era uma figura grega naquele cenário.
Lembrei-me de outra vez, Ayrton Senna concedendo uma entrevista coletiva a imprensa internacional e brasileira falando de seu projeto de uma revista ecológica, humanista, com códigos de formação anti-racista, usando heróis e heroínas em igualdade de condições. Diante da pergunta de um repórter japonês, pediu que eu respondesse em nome dele sobre seus propósitos não-comerciais e idealistas do empreendimento. Num átimo de tempo, captei o cruzamento de olhares entre Adriane e Ayrton. No amor, o importante é o sentimento de cumplicidade. Eles eram cúmplices. E por isto, invisíveis e infindáveis. Mas, também, potencialmente, vitimas da inveja.
O amor, e mais, a paixão, provocam o ressentimento, o ódio, a vingança
dos mal-amados.
E a nossa pobre Adriane Galisteu foi eleita para ser a vítima deste processo.
O nosso golden boy, o príncipe da nossa bem-querença morto, quiseram e querem que ela seja considerada a aventureira, indigna do legado do mito e do herói.
No fundo, Adriane, a loira escultural, habita a fantasia de todo o desejo masculino brasileiro, e ai dela se quiser continuar a viver, sorrir, namorar, amar.
No fundo as mulheres morrem de recalque diante da exuberância e intenção de continuar a sua carreira, os seus romances, o seu sexo. Ninguém perdoa aquela que dividiu com o nosso herói, a cama e o segredo. Por tudo isto, que se cale a instituição nacional da fofoca e do provincianismo pequeno burguês.
Ayrton Senna não foi celebre porque corria nas pistas. Outros também o fazem e nem por isso são profetas. Se Moisés ou Jesus vivessem hoje, provavelmente correriam na F1, para dizer: "Eu vi Deus", origem e destino do seu carisma. Olhar, chegar perto, vibrar de longe com Ayrton era compartilhar esse território mágico e sagrado.
Não banalizem o que vivemos. Aqueles que tiveram como eu a ventura de num momento, tocar, conversar, conviver com Ayrton, respeitemos a sua escolha, o anjo que nadou com ele nas chamas do carinho.
Não são monumentos que vão eternizar a memória de Ayrton. É o seu olhar transfigurado que se deita em Adriane, em cada torcedor, e principalmente nas crianças que ficaram órfãs dele. Vai fundo Adriane, viva, ame, continue. Ayrton esta presente, se sente, se sente"
FONTE PESQUISADA
LIMA, Paulo. Adriane Galisteu, a inveja
feminina e o desejo masculino. Revista Trip, São Paulo, nº 42, ano 8, p. 3 –
10, 1995.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
De Volta Ao Brasil, Filho De Jack Brabham Lembra De Ayrton
Impressionado com torcida brasileira a
Ayrton Senna no Brasil em 1994
14/09/2012 08h45 - Atualizado em 14/09/2012 12h07
Globo
Esporte - m.globoesporte.globo.com
Brabham disputou o GP do Brasil de F-1 em 1994 e hoje pilota no
Mundial de Endurance (Foto: Divulgação)
Por Alexander Grünwald e Felipe Siqueira
São Paulo
Filho do tricampeão mundial
de Fórmula 1 Jack Brabham, David Brabham está de volta a Interlagos após 18
anos. Neste fim de semana, ele guiará o protótipo da Honda nas Seis Horas de
São Paulo, etapa brasileira do Mundial de Endurance, o WEC, ao lado do ex-F-1
Karun Chandhock e do britânico Peter Dumbreck. A prova será disputada neste
sábado, a partir do meio-dia, com transmissão ao vivo e na íntegra do SporTV 3. A última vez que David
havia pilotado no circuito paulista foi no GP do Brasil de F-1 de 1994. Naquela
ocasião, ficou impressionado com o apoio da torcida a um piloto que, assim como
seu pai, detinha três títulos mundiais: Ayrton Senna.
- Corri aqui no GP do Brasil
de 1994 na Simtek. Ficamos em 12º, e eu gostei muito. Quando corri, o Senna
estava na Williams e o apoio que ele teve da torcida foi simplesmente incrível.
Nunca esquecerei daquela atmosfera que ele gerava - conta o piloto.
Mas, para David Brabham, a
mesma paixão que rende elogios também merece críticas. Para ele, muitos
brasileiros têm o costume de só aceitar a vitória e acabam deixando seus
compatriotas de lado na hora que mais precisam: nos momentos difíceis. Ele cita
o caso de Felipe Massa. Idolatrado em 2008 quando, por um ponto, quase
quebrou o jejum verde-amarelo de títulos, o brasileiro da Ferrari convive com
críticas em razão das dificuldades que enfrenta na temporada atual. Massa é o
10º colocado no campeonato com 47 pontos, enquanto seu companheiro Fernando
Alonso é o líder com 179.
Para David, Felipe precisa de apoio
- Torcedores brasileiros são bem apaixonados. Eles querem ver sucesso dos pilotos. E isso é um pouco duro, porque se caso eles não vencerem, muitos tendem a dizer “jogue este no lixo” e procure por outra pessoa. Agora que o Felipe Massa precisa de apoio, não sei se os brasileiros estão dando. Ele, definitivamente, está passando por dificuldades. E é nessa hora que as pessoas precisam de apoio, porque a velocidade e o comprometimento já estavam lá antes. E é comum em qualquer esporte perder confiança depois de um grave acidente. Ele voltou e provavelmente não é o mesmo, mas está chegando lá. Não sei o que a Ferrari vai fazer, mas acredito que ele tenha um ano melhor em 2013 - analisa o veterano.
David teve uma passagem curta, discreta e difícil na F-1. Ao todo foram 24 GPs na principal categoria do automobilismo mundial. Ingressou em 1990 na equipe fundada pelo próprio pai, a Brabham, que enfrentava sérios problemas financeiros. Depois de três anos ausente, retornou em 1994 pela pequena Simtek. Novamente, David vivenciou a realidade de um time com dificuldades econômicas. No entanto, enfrentou dramas bem maiores naquele ano: a perda do companheiro de equipe, Roland Ratzenberger, e do brasileiro Ayrton Senna no fatídico fim de semana do GP de San Marino.
- A Formula 1 foi uma época difícil. Entrei na Brahbam, o que foi um excelente momento, defender a equipe do meu pai. Mas o time estava piorando e piorando, sem dinheiro. Na Simtek, novamente uma equipe com poucos recursos, e então perdemos Ratzenberger e depois Senna. Do nosso ponto de vista, perdemos dois companheiros, parte da família. Foi difícil para todos se recuperarem – revela o piloto que nasceu em Londres, mas pilota com nacionalidade australiana, terra natal dos pais.
Novos ares
Depois da fase dura na F-1, David encontrou a felicidade nos carros de turismo e protótipos. Disputou campeonatos de turismo na Inglaterra e no Japão, onde foi campeão. Seguiu para os Estados Unidos para a American Le Mans Series (um dos campeonatos que deram origem ao atual WEC) e venceu diversas vezes a prova Petit Le Mans. Em 2009 faturou a tradicional 24 Horas de Le Mans pela Peugeot, pilotando o modelo 908 HDi com o espanhol Marc Gené e o austríaco Alexander Wurz. Hoje, aos 47 anos, encara o desafio do Mundial de Endurance, lançado este ano. A bordo do protótipo HPD ARX 03a da Honda na equipe JRM, o herdeiro dos Brabhahm sabe que uma vitória em São Paulo é praticamente impossível em razão da forte concorrência dos carros da Audi e Toyota. Mas sonha com um pódio.
Protótipo da equipe JRM, de David Brabham, Karun Chandhok e Peter Dumbreck, no Mundial de Endurance em SP 14/09/2012 | (Foto: Divulgação)
- Agora nos carros esporte o ambiente está melhor, estou mais feliz. É muito difícil vencer, porque Audi e Toyota estão muito fortes. Mas podemos ter uma boa corrida, atrás dos híbridos e se algum deles tiver problemas, um pódio será uma meta possível, caso tudo corra perfeitamente. A cada corrida ficamos mais fortes. Às vezes damos um passo para trás, mas dois para frente. A equipe está conhecendo esse tipo de corrida, esse tipo de carro, e isso leva tempo. Então no fim do campeonato estaremos mais fortes, vamos esperar para ver. Mas estamos nos sentindo mais confortáveis - avalia o competidor.
FONTE PESQUISADA
GRÜNWALD, Alexander; SIQUEIRA, Felipe. De volta ao Brasil, filho de Brabham lembra de Ayrton e defende Massa. Disponível em: <http://m.globoesporte.globo.com/motor/noticia/2012/09/de-volta-ao-brasil-para-o-wec-filho-do-tri-jack-brabham-defende-massa.html?hash=5>. Acesso em: 13 de agosto 2014.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Motorhome do Ayrton Senna - Lotus 1986
Olha só o detalhe do Motorhome do Senna, na época da Lotus(clique na foto pra ampliar)... Reparem que tem uma mulher na foto com os seios de fora. Além desse detalhe, tem outras fotos interessantes, como a de um Gol BX sendo guinchado, um cara sentado com jeito de bêbado, uma foto do Gilles, e e muitas outras que não consegui identificar.
Com Pupilo de Hakkinen na Mira, Williams Não Garante Futuro de B. Senna
17 de setembro de 2012 • 10h25
Com pouco mais de dois meses para o fim da temporada 2012 da Fórmula 1, a Williams não tem nada decidido para o ano que vem. Elogiando abertamente o atual reserva da equipe, o finlandês Valtteri Bottas, o diretor executivo e acionista da escuderia inglesa, Toto Wolff, disse que o venezuelano Pastor Maldonado e o brasileiro Bruno Senna não estão garantidos para 2013.
Em entrevista publicada pelo site da ESPN americana, Wolff comentou bastante sobre Bottas. O finlandês, 23 anos, foi campeão da GP3 em 2011 e, com a carreira administrada por Mika Hakkinen, tornou-se reserva da Williams. Nesta temporada, o jovem tem contrato para participar de 15 treinos livres dos Grandes Prêmios da F1, sempre substituindo Bruno Senna.
Wolff afirmou que "Valtteri acabará na Fórmula 1, isso é uma certeza". O dirigente, no entanto, ressaltou que a pergunta a se fazer é se ele correrá com a própria Williams ou se "alguém irá se aproximar dele", indicando uma eventual transferência à outra equipe.
O diretor afirmou que a Williams tomará uma decisão sobre o futuro "nas próximas semanas ou meses". Apontando que "neste momento está tudo aberto", ele questionou se a escuderia "continuará com os pilotos atuais ou trocará um deles ou os dois deles", em referência a Maldonado e a Bruno Senna.
Nascido em Viena, Wolff é investidor e co-proprietário, ao lado de Hakkinen, de uma empresa de administração de pilotos - a companhia agencia o próprio Bottas. Apesar disso, o austríaco rejeitou a existência de um conflito de interesses, negando que trabalha diretamente com Valtteri e deixando a tarefa de saber "o que é o melhor" para o jovem com Hakkinen e um outro empresário, Didier Coton. Também finlandês, Hakkinen, 43 anos, foi bicampeão da F1 em 1998 e 1998 pilotando para a McLaren.
Em 2012, a equipe de Grove é a oitava colocada do Mundial de Construtores com 54 pontos - 29 conquistados por Maldonado e 25 por Bruno Senna. Enquanto o brasileiro tem vínculo assinado até o fim deste ano, o venezuelano deveria ter o futuro mais tranquilo. Segundo o contrato de patrocínio da Williams com a PDVSA, a companhia estatal petrolífera venezuelana poderia escolher um dos pilotos da escuderia entre 2011 e 2015.
Imagens Bruno Senna e Vatteri Bottas
Em 17º, Bruno Senna Lamenta "Má Sorte" e Felicita Maldonado
Bruno Senna foi muito mal nos treinos classificatórios e vai largar na 18ª colocação
Foto: Reuters
Foto: Reuters
Com o mau desempenho no treino de classificação para o GP da Espanha, Bruno Senna vai sair na 17ª colocação no início da prova. É a pior posição de largada do piloto da Williams em 2012. Com o desempenho abaixo do esperado, o brasileiro lamentou pelo twitter a "má sorte" e ainda parabenizou seu companheiro de equipe, o venezuelano Pastor Maldonado, que vai largar em primeiro.
"Dia muito frustrante pra mim! Má sorte na classificação com tráfego. Espero boa estratégia amanhã. Parabéns para o Pastor e para a Williams!", disse Bruno no twitter.
Senna não disfarçou sua tristeza ao final do Q1. Em sua segunda volta com pneus macios, o piloto da Williams perdeu o controle do carro e ficou na área de escape. "Infelizmente, fiquei preso atrás do Massa e tive de levantar o pé. Fui para uma segunda tentativa, o que não é fácil com estes pneus moles da Pirelli", ressaltou Bruno. "A volta até que era boa o suficiente para me levar ao Q2, mas no terceiro setor os pneus já não funcionavam. Passei sobre a zebra com tão pouca aderência que acabei rodando", continuou.
Apesar de largar bem na parte de trás, o brasileiro ainda crê que vai enfrentar muitas complicações durante a prova: "o rendimento da Williams é potencialmente forte, como o Pastor mostrou. Mas encontrar o equilíbrio correto para os pneus e a estratégia certa entre os treinos classificatórios e a corrida não são coisas fáceis de conseguir".
Bruno Senna, porém, não se deu por vencido e declarou que vai tentar melhorar durante a prova na Catalunha. "A temperatura da pista e o vento podem fazer muita diferença. O equilíbrio e a performance estavam bons. É uma pena que não tenha podido demonstrar isso até o fim dos treinos classificatórios, mas temos uma boa ideia do que fazer na corrida. Não será fácil, mas vou fazer o melhor possível".
12 de maio de 2012 • 12h44 • atualizado às 15h20
Diretor da Williams Compara Início de Carreira de Maldonado ao de Ayrton Senna
Toto Wolff defende venezuelano de excessivas punições e ressalta seu talento, mas pede que piloto aprenda com os erros
17.09.12 às 12h45
Inglaterra - Pastor Maldonado é o piloto com mais punições na Fórmula 1 em 2012. O venezuelano ficou marcado na atual temporada por causar diversos acidentes dentro da pista e receber diversas punições, mas foi defendido por Toto Wolff, diretor-executivo da Williams.
Wolff afirmou em entrevista ao site da Williams que Maldonado tem talento, apesar dos incidentes. “Ele tem um grande talento, é extremamente rápido. É um bom garoto, o que é importante porque você precisa ser socialmente competente para funcionar neste meio. A nova geração precisa ser assim”, comentou.
Para defender o piloto, o diretor da Williams comparou seu início de carreira a de um famoso tricampeão brasileiro. “Lembra de Ayrton Senna no começo? Ninguém queria tocá-lo. Naqueles dias não havia tantas punições, mas se tivessem ele provavelmente iria 10 posições atrás no grid muitas vezes”.
Wolff, porém, comentou que o venezuelano deve aprender para melhorar e crescer com seus erros. “Acho que ele tem de entender agora que precisa ter uma aproximação diferente, isso não é a GP2. Mas ele é um garoto inteligente e vai aprender. Ele entende que está em uma situação difícil, mas ele vai crescer com isso, tenho 100% de certeza”.
Wolff afirmou em entrevista ao site da Williams que Maldonado tem talento, apesar dos incidentes. “Ele tem um grande talento, é extremamente rápido. É um bom garoto, o que é importante porque você precisa ser socialmente competente para funcionar neste meio. A nova geração precisa ser assim”, comentou.
Para defender o piloto, o diretor da Williams comparou seu início de carreira a de um famoso tricampeão brasileiro. “Lembra de Ayrton Senna no começo? Ninguém queria tocá-lo. Naqueles dias não havia tantas punições, mas se tivessem ele provavelmente iria 10 posições atrás no grid muitas vezes”.
Wolff, porém, comentou que o venezuelano deve aprender para melhorar e crescer com seus erros. “Acho que ele tem de entender agora que precisa ter uma aproximação diferente, isso não é a GP2. Mas ele é um garoto inteligente e vai aprender. Ele entende que está em uma situação difícil, mas ele vai crescer com isso, tenho 100% de certeza”.
As informações são do iG
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