sexta-feira, 1 de julho de 2016

Custo Brasil !

Mitsubishi 3000 GT 1991


Por Nirlando Beirão, O Estado de S. Paulo, 25 de abril de 1991


Pista de Kart

Senna visita as obras da pista de Kart em sua fazenda chamada “Dois Lagos” em Tatuí

O Estado de São Paulo, 16 de abril de 1991

O piloto Ayrton Senna voou ontem para a Itália furioso. A pista de Kart, construída em sua fazenda de Tatuí (SP) custou exatamente o dobro da similar que mandou fazer na Europa.


A pista já pronta (2º imagem)


FONTES PESQUISADAS


BEIRÃO, Nirlando. Bala. O Estado de S. Paulo, 25 de abril de 1991, Caderno 2, página 83.

O ESTADO DE SÃO PAULO - Linha Aberta. O Estado de S. Paulo, 16 de abril de 1991, Geral, página 57.




Ayrton Senna Fora Das Pistas: Os Carros De Rua Do Tricampeão EM CONSTRUÇÃO

Mitsubishi 3000 GT 1991


Por Nirlando Beirão, O Estado de S. Paulo, 25 de abril de 1991



FONTE PESQUISADA


BEIRÃO, Nirlando. Bala. O Estado de S. Paulo, 25 de abril de 1991, Caderno 2, página 83.



quarta-feira, 29 de junho de 2016

Berger Revela Como Teve Engenheiro ‘Roubado’ Por Senna


Motorsport - br.motorsport.com
29 de junho de 2016

Companheiros na McLaren de 1990 até 1992, austríaco viu engenheiro que indicou ser colocado no carro do brasileiro

Dono de apenas três vitórias nos três anos que esteve ao lado de Ayrton Senna na McLaren, Gerhard Berger revelou em uma coluna ao site oficial da McLaren que o time acabou lhe preterindo após a indicação do engenheiro Giorgio Ascanelli para a equipe.

Enfrentando um início difícil de temporada em 1990, ele falou com o chefe da equipe, Ron Dennis, sobre seu trabalho com Ascanelli na Ferrari. Sua indicação foi levada a sério, mas não da maneira que ele imaginava.

“O carro foi construído para o Prost, por isso com o meu tamanho... Na verdade, isso não deveria ser uma desculpa, mas haviam algumas coisas que não eram boas para mim. Mas quero deixar bem claro: Ayrton foi o melhor que eu”, falou. “Só estou dizendo que enfrentei algumas coisas.”

“E aqui está outra coisa. Quando eu estava na Ferrari, meu engenheiro era Giorgio Ascanelli. Nós trabalhamos bem juntos, e ele entendia exatamente o que eu precisava. Eu dizia a ele, 'o carro está fazendo isso aqui’, e depois ia embora para a festa. Voltava no dia seguinte e o carro estava mudado completamente, graças às ideias do Giorgio.”

“Quando vim para a McLaren Eu tinha um engenheiro muito bom, Steve Hallam. Mas ele estava acostumado a trabalhar com o Prost, que falava: "preciso que você altere o roll-bar, altere as molas e etc’. Prost era da velha escola, e eu estava acostumado com a nova escola, os com computadores e com os engenheiros fazendo os cálculos. Então, eu me vi tendo um pouco de dificuldade em acertar o carro. Estava faltando o Giorgio.”

“Então eu fui para o Ron Dennis e disse: 'tinha um grande engenheiro na Ferrari, e eu acho que devemos contratá-lo. Acho que realmente melhoraria as coisas para mim’. Então, Ron o trouxe a bordo e começou a trabalhar com Ascanelli. Mas um dia, Ron veio até mim e disse: 'tenho uma boa notícia e uma má notícia, o que você gostaria de ouvir primeiro?’ Eu disse: 'a boa notícia, claro’. Ele disse: 'Ascanelli está vindo’. Eu disse: 'Fantástico! E qual é a má notícia?’ E Ron disse: ‘A má notícia é que ele vai estar no carro do Ayrton...”

“Isso para mim foi um ponto crucial. Assim, o peso ficou cada vez mais do lado do Ayrton, e eu estava cada vez mais com dificuldades. No entanto, eu mantive meu temperamento. Eu vi os pontos fortes de Ayrton, e vi que, em geral, toda a equipe foi fantástica comigo. Eu tinha um ótimo relacionamento com Mansour Ojjeh (acionista da McLaren), mas também com a mecânica. Eles eram a minha família. Com Ayrton, pensei apenas tentar ser melhor, eu não culpo a equipe ou a Honda ou qualquer outra coisa.”

A boa ação mal recebida

No GP do Japão de 1991, no qual Senna se sagrou campeão pela terceira vez, Berger estava na pole mas acabou sendo superado pelo brasileiro no meio da prova. Com o título garantido após o abandono de Nigel Mansell no início da corrida, Ayrton deixou Berger passar após um pedido do chefe, Ron Dennis.

Berger disse que não sabia do acerto dos dois, e achou o episódio injusto. “No Japão, eu estava na pole e estava liderando a corrida. Mas tive um escapamento quebrado.”

“Ayrton me ultrapassou. Estava em segundo e ainda com o escapamento quebrado, quando ele ficou lento no final. Eu pensei que ele tinha tido um problema de combustível ou algo assim. Pensei que aquela ultrapassagem era justa, então passei.”

“Eu não sabia naquela hora que ele estava me deixando vencer. Eu não gosto disso. Se eu soubesse, teria freado. Nós teríamos parado ambos os carros antes da linha de chegada, e talvez quem estivesse atrás ganharia a corrida.”


FONTE PESQUISADA

MOTORSPORT - Berger revela como teve engenheiro ‘roubado’ por Senna. Disponível em: <http://br.motorsport.com/f1/news/berger-revela-como-teve-engenheiro-roubado-por-senna-793452/>. Acesso em: 29 de junho 2016.










Xuxa é Acolhida; Adriane Fica a Pé

Adriane Galisteu, sendo amparada no velório de Ayrton Senna, pela assessora do piloto, Betise Assumpção

DANIEL CASTRO 
DA REPORTAGEM LOCAL
São Paulo, sexta-feira, 6 de maio de 1994
folha.uol.com.br

Xuxa Meneghel, ex-namorada de Ayrton Senna, e Adriane Galisteu, última namorada do piloto, não se entendem. Durante o velório e o enterro, ficaram o mais distante possível uma da outra.

A família de Senna mostrou preferir Xuxa a Adriane. Anteontem, Adriane não participou do culto, na Assembléia, em que estava toda a família de Senna.

Ontem, Adriane saiu do velório seis minutos antes da última homenagem da família, na Assembléia. Xuxa ficou para a cerimônia.

Xuxa foi ao enterro no mesmo carro que a família de Senna, uma van Asia. Adriane foi levada por um ônibus que transportou VIPs.

No enterro, Xuxa ficou com a família, perto de Viviane Lalli, irmã de Senna, de quem é amiga.

Na saída, Adriane entrou na van da família de Senna e um segurança pediu para ela sair. Ela teve que ir a pé até o portão do cemitério. 

Xuxa dentro do carro com toda a família Senna

Xuxa deixa o cemitério com Viviane (irmã de Ayrton Senna) na vaga de Adriane


Xuxa chegando no funeral do piloto Ayrton Senna, no helicóptero dele, com Viviane Senna e seu marido Flavio Lalli





FONTE PESQUISADA

CASTRO, Daniel. Xuxa é acolhida; Adriane fica a pé. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/5/06/caderno_especial/12.html>. Acesso em: 29 de junho 2016.



terça-feira, 28 de junho de 2016

Ayrton Senna Fala da Solidão


"A solidão me toca em muitos momentos. Mas tenho fé de que vou encontrar a pessoa ideal para dividir minha vida. Sou inquieto, faço com que as coisas aconteçam. No campo emocional, porém, assumi uma paz interior, reforçada pela ideia de que na hora certa essa pessoa vai chegar. Cabe a mim ter paciência". - (Ayrton Senna, em entrevista a Revista Playboy, agosto 1991). 

"A solidão incomoda e não é uma sensação boa para ninguém" - (Ayrton Senna, em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, 04/10/1990). 

"Antes de seu encontro com Adriane [Galisteu], ele amava a solidão, dizendo que seu trabalho não permitia ter uma vida de casado. O estresse no circuito era forte demais para uma mulher. Desde então, ele havia mudado. Em 1991, nós nos encontramos por acaso na Austrália logo após seu terceiro e último título mundial. Ayrton, então, deu-se solitárias férias poucos dias antes do próximo Grande Prêmio. Ele tinha confiança em mim, queria saber porque os franceses não gostavam de Prost. Quando Ayrton deixava os autódromos tínhamos sempre a sensação de que ele se sentia muito sozinho." - (Jornalista francesa Catherine Pic em entrevista a Revista Francesa "Télé 7 Jours" - Data 20/05/1994).


Pelo menos um sonho pessoal Ayrton realizou, e possivelmente esse era o maior sonho de todos. Ayrton encontrou a pessoa ideal para dividir sua vida antes de partir – Adriane Galisteu – e foi muito feliz. Ele não era mais uma pessoa sozinha. Seria muito triste se o campeão fosse embora desse mundo se sentindo tão solitário, como ele se sentiu por muitos anos. 


Foto: Ayrton Senna (1992)

Foto: Ayrton Senna (Grande Prêmio da Inglaterra 1991)











Leia também:






FONTES PESQUISADAS

BERGAMO, Mônica. Playboy entrevista Ayrton Senna. Playboy, São Paulo, edição 181, p. 139 – 157, Editora Abril, agosto 1990.

NASCIMENTO, Silvio. Ayrton Senna na hora da verdade. O Estado de São Paulo, São Paulo, 04 de novembro 1990, Esportes, p. 51.

POGGI, Jean. Ayrton Senna: Le Champion au destin brisé. Télé 7 Jours, nº 1772, p.20-23. 20 de Maio 1994.

Escultura da McLaren de Ayrton Senna na Fazenda Dois Lagos

Em “Dois Lagos”, Tatuí, interior de São Paulo,  há uma escultura da McLaren de Ayrton Senna, equipe pela qual o brasileiro pilotou por seis anos e ganhou seus 3 títulos mundias na Fórmula 1